LÖWIN BOUVIÉEU, Henrietta

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

LÖWIN BOUVIÉEU, Henrietta

Mensagem por Henrietta Löwin Bouviéeu em Sex Mar 31, 2017 3:46 pm

ORIGINAL




ESCREVA OS DADOS


I. A NOMENCLATURA: Henrietta Seydoux-Fornier Löwin Bouviéeu;
II. COMO É CONHECIDO: Fearie;
III. TIPAGEM SANGUÍNEA: Original - Mutante;
IV. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: Vinte e dois anos.;
V. PRIMEIRO RESPIRO: Dezenove de Abril de 1994;
VI. DESCENDENTE DE QUE POVO: Francês;
VII. COMPORTAMENTO: Verdadeiramente Neutro;
VIII. COMUNIDADE: Anti-Heróis.

INFORME OS ATRIBUTOS


I. PONTOS DE ATRIBUTO: 60;
II. ESPECIALIZAÇÃO: Energética;
III. ATRIBUTOS:



FORÇA: 10INTELIGÊNCIA: 11
RESISTÊNCIA: 10AGILIDADE: 10
VIGOR: 10 [+5]CARISMA: 09



DIGA AS PERÍCIAS


I. PERÍCIAS:

I. Mecânica, nível calouro.



I. SUPER-PODERES:

I. Desenvolvimento Genético: Capacidade de exercer uma agilidade e flexibilidade fora do comum, tendo também a bonificação de atributos, assim como o fator de cura, dentre outras habilidades que o tornarão um sobrevivente nato.

— ADQUIRIDOS:

• Fator de Cura: É a capacidade de curar ferimentos e restaurar a própria saúde em alta velocidade. A proporção da recuperação varia de personagem, podendo resultar até em uma imediata.

• Super-Agilidade: É a habilidade que permite o usuário possua grandes habilidades de agilidade, deixando seu corpo mais rápido, flexível, com reflexos muito mais apurados.

• Sentidos Aguçados: Esse complemento é a união de todos os cinco sentidos, mas todos mais desenvolvidos do que normalmente os seres humanos têm.

• Força Sobre-Humana: Consiste na capacidade de exercer tarefas que exijam uma quantidade de força maior do que a dominada pelos humanos.

• Velocidade Sobre-Humana: É a habilidade de se mover muito mais rápido do que um membro comum de sua espécie, alguns próximo da velocidade do som, outros até mais rápido do que isso.

II. Resistência Mental (Subpoder): Capacidade de aguentar melhor que os outros mutantes ataques que afetem o cérebro, tais ilusionismos, sedução e relacionados; em um nível elevado, é possível nunca ser afetado.


CONTE O HISTÓRICO


Estrasburgo, Território da Alsácia, França. Dez de Setembro de 2005:

Trevas. Enegrecido, o cenário celestial noturno se fazia palco de lançamentos físicos. Raios furiosos presenteavam o breu com a luz monocromática, com os clarões. A tempestade se estendia por horas, assustando a tudo e a todos da cidade. Escondiam-se os gatos e cachorros de rua, os miseráveis, os ricos, os nobres, os heróis e os vilões, talvez.

O estabelecimento milionário denominado "Château Seydoux-Fornier" perdia-se em meio a tantos raios, tendo suas torres pontiagudas como atratoras das descargas elétricas. Estremeciam-se os livros da biblioteca, os pratos e copos de cristal. As paredes e portas aparentavam ter o ganho da vida, enquanto uma vida estava prestes a ser tirada.

Assim como na física, as ondas formadas por seus fios capilares prendiam-se umas as outras, atadas por um nó bem no topo da cabeça. As gotículas de sangue transmutavam-se do meio intraepidérmico ao extra por intermédio de um fino e cruel corte. Este, o corte, desferido por um ser desconhecido, corajoso o suficiente para se pôr para fora de casa em uma noite como aquela.

— Seus pais não deveriam lhe deixar dormir sozinha em uma noite como esta, menina. — A voz máscula lhe dizia em um tom caótico e impiedoso. — Realmente seria uma pena encontrarem a filhinha deles repleta de cortes, não é mesmo? — Ele emitiu um riso, assustando-a.

Seus cabelos eram cobertos por um capuz negro, bem como todo o seu corpo. A face era composta e escondida por uma máscara branca, como aquelas de filme de terror, sabe? Henrietta adoraria gritar, se espernear e chamar a atenção de quem quer que pudesse ouvi-la, porém o medo tomava conta de todos os seus sentidos, paralisando-a, fazendo-a apenas chorar.

— Quem é você? — O tom político e calmo se fazia em ondas sonoras amáveis, finas. — Olha, eu não tenho medo de você, em todos os filmes o vilão sempre perde. — Ela sorriu para ele, piscando algumas vezes. — Eu tenho apenas onze anos, mas meus pais me ensinaram o que é certo e o que é errado, e tentar matar uma criança de onze anos não me parece nada certo, Sr. Mascarado. — Cruzou os braços, sujando o vestido branco com o escarlate que ainda se sobrepunha pela superfície de sua pele.

— Então, eu exijo que você saia daqui, porque não estou a fim de brincar com você. — Arqueou as sobrancelhas e direcionou um olhar feio para ele, aguardando a sua saída. Invés disso, o assassino avançou em direção à pequena, entrelaçando o palmo destro a sua garganta, segurando-a com firmeza enquanto a ouvia gritar o mais alto que podia.

— Se eu fosse você eu calaria a boca agora! Você e sua família merecem morrer, e é claro que eu começaria pelo ponto fraco de todos os Bouviéeu. — Enquanto sacudia-se a fim de se livrar dele, a pequena Henrietta deu-se conta de que poderia utilizar os seus pés ao seu favor, assim, gritando o mais alto que pôde.

Aproveitou do momento em que o homem contorcia-se devido ao estrondo e o chutou bem no meio das pernas, ciente de que aquele seria o seu ponto fraco, talvez. Ele a soltou imediatamente, grunhindo de dor e caindo de joelhos diante da cama. Fora desatento o suficiente para deixá-la deitada e com as pernas para fora da cama, dando oportunidade para que a menor fizesse o que fez.

— O que porra você tem? Isso doeu mais que um chute comum! — Ele gemia, ainda ajoelhado e vulnerável, pois até a lâmina que carregava fora ao chão. A jovem Löwin era tomada por uma força incomum, uma ira, ódio. Seus olhos e seu rosto ficavam vermelhos e as mãos cerravam-se em punhos. Os cabelos já não mais estavam presos; via-se um cenário totalmente revertido, onde ela, Henrietta, parecia ter saído de um filme de terror.

O traje de dormir branco, agora, era pintado e decorado pelo seu próprio sangue. O corte em seu braço parecia regenerar-se em uma velocidade maior que o normal, pois o sangue já não mais escorria e coágulos já começavam a ser formar. os cabelos castanhos caíam sobre seu rosto, deixando apenas seus olhos, boca e nariz descobertos. — Você não vai matar ninguém da minha família! — Gritou, pegando o cabo da faca que ele carregava. — Nem a mim. — Aproximou-se dele em uma velocidade também nunca percebida, empurrando-o e apoiando ambos os joelhos sobre o abdômen dele.

Ambas as mãos se ergueram em volta da base da lâmina, mirando o coração — se é que ele possuía um coração — daquele ser. Ela o olhou e pensou em retirar a máscara, no entanto deixou-a ali, pois seria mais fácil matar uma criatura de seus pesadelos do que um ser humano como ela. — Nem a ninguém! — Gritou para ele em silabas altas e claras, abaixando-se com toda a velocidade possível e proporcionada por seu corpo. Afundou, sem pensar duas vezes, a faca dentro do corpo alheio, sentindo o sangue jorrar em seu rosto, sujando-a como Carrie, quer dizer, bem menos.

Neste mesmo instante, as portas de seu quarto se abriram e seus pais adentraram o recinto desesperados. Amélie, sua mãe, se encontrava aos prantos, abraçando a filha e tocando-a como se não a reconhecesse. Henrique, por sua vez, beijou o topo da cabeça da criança, retirando a lâmina de sua mão. — O que eu fiz? — Repetia em sussurros desesperados, chorando sem parar e fitando sua vítima. — O que eu fiz, mamãe? — Soluçava, nervosa, tendo uma crise de nervos que a fazia ficar tonta aos poucos, e é claro, não demorou muito para ela desmaiar, silenciosa.


• • •


— Sr. e Sra. Bouviéeu, fizemos todos os testes na pequena Henrietta e houveram sim algumas notações anormais. O tempo de coagulação do corte que sofreu corresponde à metade do tempo de uma pessoa normal. O seu tempo de sangramento também é menor, e de acordo com o corte desferido na criança, ela precisaria de pontos, mas a pele se regenerou de uma maneira nunca antes vista. Creio que existem sim mutações genéticas no organismo da criança, mas identificá-las é uma opção dos senhores. O que me dizem? — Explicou o médico especialista, enquanto os pais da menina processavam todas as ocorrências.

Eis que surge ao lado dos três a pequena assassina; vestida com trajes hospitalares, havia arrancado o soro de seu braço e tudo o que a prendia àquela cama. — Já estou bem, vamos embora, por favor. — Pediu em tom angelical, juntando as mãozinhas. Os pais a olharam, assustados, preocupados e, logo depois, fitaram o médico. Olharam-se entre si e fizeram um gesto com a cabeça, juntos. Naquele instante, Henrietta era levada por enfermeiros altos e fortes, à força. Gritos não os faziam parar, não havia mais nada a se fazer.
OUTRAS COISAS


— Em breve vocês saberão o que aconteceu com Henrietta. q


Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo


Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum