[RP Fechada] The lull

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[RP Fechada] The lull

Mensagem por Melanie Stark em Sex Mar 31, 2017 10:39 pm

The Lull
A roleplay é iniciada pelo post de Melanie Stark, seguindo por Natalie Sinclair. Estando, portanto, FECHADA para os demais. Passando-se esta em 1 de Março de 2017, Steiny's Pub. O conteúdo é LIVRE. Atualmente, as postagens estão EM ANDAMENTO.


   

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Re: [RP Fechada] The lull

Mensagem por Melanie Stark em Sab Abr 01, 2017 3:14 am

Preparation Night


Quando alguém passa em um dos concursos mais concorridos dos Estados Unidos e ganha uma bolsa para estudar Direito em uma das melhores universidades, o que você faz? Bem, talvez não se importe ou mesmo sinta inveja por algo assim não ter acontecido contigo, certo? Claro que, se a pessoa for próxima a ti, normalmente você ficaria feliz por ela, e iria comemorar o sucesso dela da melhor forma possível, certo? Pois bem, eu segui essa segunda opção quando uma certa estudante passou em um concurso há algum tempo, e não apenas por que as Indústrias Stark era a empresa oferecendo tal bolsa, pois eu também sou do tipo que não é só sedenta pelo conhecimento como também sou uma mulher que apoia que outras pessoas sejam, e ver que havia uma mente brilhante à ser incentivada pela minha empresa (ainda mais sendo uma mulher, algo que considero também uma vitória para todas nós) é certamente uma das maiores alegrias que eu posso sentir nessa vida, por isso fiz questão de eu, a dona das empresas Stark, ir pessoalmente apertar a mão dessa mulher tão inteligente e perspicaz.

Ela teve até uma bela cerimônia sabe? Não apenas eu, como avaliadores e até alguns políticos da cidade estavam lá, saiu muito bonita no jornal da cidade também, ainda que infelizmente não tenha ganhado a primeira página... De toda forma, eu gostei de ter participado, mas sabe que, como sempre, eu me perguntei se ela realmente merecia? Pois é, pode me chamar de paranoica, mas eu nunca consigo confiar totalmente em alguém que eu acabei de conhecer, sabe? Meus amigos leais mesmo eu só consigo confiar com certeza após... bem, alguma provação, ou mesmo longo tempo de convívio, pois mesmo sendo ótima em analisar pessoas e julgar caráter, sempre assumo que todos à minha volta tem pelo menos dez segredos que esconde por baixo de outros vinte. Consegue me acompanhar? Tudo bem, deixe eu ir mais devagar...

Acontece que, antes mesmo do exame começar, eu mesma preparei cada câmera de segurança interna, detectores de ondas de rádio, escutas para detectar conversas baixinhas ou código morse, e etc... equipei os locais da prova com um pouco de baixa tecnologia de vigilância e espionagem, só o bastante para ser discreto e detectar trapaças, mas isso não era nada pessoal pois era algo que eu fazia... bem, com todo evento que tem meu nome ou mesmo meu dinheiro envolvido. E é claro, quando vejo uma pessoa promissora como essa garota, não consigo deixar de feliz por estar viva e poder ter esse momento de orgulho, sabe? Mas ao mesmo tempo, é claro que não posso estar mais desconfiada, por inúmeros motivos que... sendo sincera, não quero revelar para quem lê isso, para não pensarem que estou desmerecendo a garota. Mas em resumo, essa minha desconfiança levou a espioná-la, assim como faço com inúmeras outras pessoas desse mundo, mas apenas por precaução, nada demais.

O que eu queria com isso? Apenas descobrir se ela havia de alguma forma colado na prova, ou se haviam passado a resposta para ela, por isso não apenas refiz cada passo seu de pelo menos uma semana antes da prova, como também a vigiei por cerca de uma semana após a prova, para tentar encontrar qualquer atividade suspeita, usando filtros para tornar tudo mais rápido é claro, mas acontece que... olha, eu encontrei muito mais do que eu imaginava... Ah, antes que pense besteiras, não ela não colou, não teve que pagar ninguém de forma ilegal ou mesmo agradecer por qualquer coisa com relação à prova para qualquer pessoa, então estava realmente limpa, mas o que importa é que descobri outro lado da vida seu que... sendo sincera, eu não imaginava que ela tinha, principalmente pelo que ela está estudando hoje!

Enfim, foi por conta desse lado da sua vida que eu acabei descobrindo, que me veio mesmo uma necessidade incrível de encontrar com ela outra vez, só que, desta vez, para conversarmos de forma pessoal, sem toda a formalidade de uma cerimônia de premiação. Claro, não era apenas para conversar sobre seu dia-a-dia ou coisa do tipo, pois eu tinha em mente um certo projeto especial que podia interessar à ela, ou pessoas como ela... De toda forma, precisava conversar com essa mulher, então eu lhe mandei uma mensagem em vídeo para o número de seu celular (que é claro que consegui após tanto espioná-la, mas isso é o de menos), deixando claro que era euzinha, Melanie Stark, a Mulher de Ferro, que queria encontrar-se com ela pessoalmente para conversar. Bom, talvez ela entendesse que era eu mesma, e não uma farsa, certo? Pelo sim e pelo não, acabei mandando como ''urgente'' essa mensagem, só para ela dar mais importância para o recado e, claro, se preparasse para me ver, pois eu a avisei antes do horário do almoço, sendo que estava marcado para nos vermos à noite.

Quando a hora chegou, é claro que eu não me atrasei... não muito... é, eu acabei me enrolando toda antes de sair de casa, pois tive que escolher meu vestido enquanto que revia os últimos dados que havia conseguido da moça e de sua outra vida, para não dizer nenhuma besteira hoje. Mas, para a minha sorte, esse atraso foi o bastante para que ela chegasse antes de mim, o que significava que eu não teria que esperar nada para falar com ela, o que me deixou bem mais calma.

Então, assim que entrei no pub, sorri ao vê-la próxima do bar pedindo alguma bebida, e eu não fiz nenhuma cerimônia- Olha só, a garota do momento! -disse, antes mesmo que ela me visse, sorrindo ao chamar a sua atenção e me aproximando- Uau, você está ótima! Ainda mais bonita do que eu me lembro. -a elogio, de forma inocente até, apenas para... não sei, aliviar qualquer tensão que poderia ter por eu estar ali. Afinal, querendo ou não, meio que sou uma celebridade, ao menos como empresária. De toda forma, logo depois eu procurei uma cadeira para me sentar, ao seu lado, e voltei à falar- Lhe deixei esperando por muito tempo? -pergunto à ela, antes de chamar o bartender e lhe avisar- Quero o mesmo que ela, okay querido? -e então pisquei para ele, de forma divertida, antes de voltar à me concentrar em quem importava ali: Natalie- Mas e aí, me conta! O que tem feito? Como está tão bem? -pergunto, apoiando-me no balcão por um braço, enquanto permanecia com as atenções voltadas para ela, mostrando que estava prestando atenção.

Claro, tinha outras ''coisas'' vigiando o local por mim, só para o caso de ser necessário, mas isso não importava- Anda ocupada com algo novo? Espero não ter atrapalhado nenhum compromisso seu hoje. -dizia de forma sincera, mas é claro que me referia sobre seus compromissos de sua segunda vida, o que é claro que eu imaginava que ela não iria entender, já que era algo muito... aleatório, da forma com que eu falei, então deixei isso de lado, e apenas deixei a conversa fluir.

tag: Natalie| roupas: aqui

OFF: Aeeee!! Estava com tanta vontade de fazer essa rp! *--*


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Re: [RP Fechada] The lull

Mensagem por Natalie Sinclair em Sab Abr 01, 2017 7:53 pm








She's Iron Lady
... but I'm Black Canary!


Ter conquistado uma bolsa de estudos pela empresa Stark dava mais notoriedade do que eu havia imaginado. Havia participado do concurso e, dentre algumas centenas, eu havia conquistado o prêmio final. Só que eu não esperava uma festa de gala só por isso. Ou que a maioria no campus soubesse que eu havia gabaritado o maior número de questões do que os outros. Isso havia aposto por água a baixo todos os meus planos de ser discreta durante os meus anos como universitária.

Ainda lembrava daquela noite. Muita música, bebida chique, pessoas aleatórias e importantes no mesmo lugar. Por semanas meu pai distribuiu o tempo dele em fazer piadas sobre a festa e em proclamar o orgulho que tinha, por sua única filha ter conquistado algo tão grandioso. A bolsa em si não era grandiosa, mas sim a oportunidade que ela oferecia. O meu plano era tão simples quanto complicado. Combater o crime em todos os aspectos de minha vida. Durante o dia, ser uma advogada que colocaria atrás das grades criminosos. Durante a noite, lidar com os vilões que escapam em cada curva que as nossas leis oferecem.

Estava saindo de uma aula de penal quando o celular vibrou no bolso de minha jaqueta. Não havia parado o meu trajeto enquanto capturava o aparelho e franzia o cenho ao ver que era uma mensagem de vídeo. No entanto, ao reconhecer o autor, meus pés travaram no meio da calçada enquanto meus olhos se abriram em evidente surpresa. Melanie Stark havia enviado um convite para um encontro mais a noite. Não um encontro, encontro mas... Bem, certamente eu não fazia ideia do que ela queria realmente, o que tornava aquilo ainda mais misterioso e intrigante. Assim que terminei de ver o vídeo pela segunda vez, mexi na tela do smartphone para poder ligar para meu pai cancelando a noite que teríamos juntos.

Não papa, eu não sei o que ela quer ▬ dizia para o homem do outro lado da linha. Uma risada escapando com algum comentário que ele havia feito ▬ Bem, se a Iron Lady me sequestrar e manter em uma prisão tecnológica me alimentando todos os dias e deixando assistir a Netflix... Por favor, não me resgate!

A risada dele era como um balsamo para o meu espírito. Por muitas vezes era apenas eu e ele contra o mundo. Jean Sinclair havia sido um detetive dos bons, honrado e leal. Porém, depois de se meter em uma investigação que resultava em desmascarar policiais sujos, o meu herói particular foi atacado. Jean agora andava em cadeiras de rodas, tendo perdido completamente a mobilidade das pernas, graças a um tiro em suas costas. Foi graças a esse infortúnio que eu havia adentrado para o mundo dos mascarados. Meu primeiro trabalho como vigilante foi terminar a investigação do meu velho, desmascarar os verdadeiros culpados e dá as provas necessárias para a promotoria. Eu sabia que meu pai desejava que eu tivesse parado por ali... Mas eu não parei. Continuei todas as noites vagando pelas ruas de Nova York, procurando confusão e a encontrando.

Ao chegar em casa minha nova batalha era a de encontrar o que vestir. Não que eu ligasse muito para a moda ou coisas triviais assim. Porém, era um encontro com a pessoa que patrocinava meus estudos. Não poderia dar-me o luxo de escolher qualquer tipo de roupa. No fim, estava usando uma calça extremamente colada, botas de salto alto e uma blusa de tom claro e elegante. O cabelo deixei solto, gostava do modo como estavam cheios. Caprichei na maquiagem, pois ai sim residia uma das coisas da qual gostava quando tratava-se de aparências. Batom vermelho escuro, lápis e delineador para destacar bem os olhos. O perfume escolhido era suave e cítrico.

Apesar de ter uma moto estacionada em frente ao dormitório da universidade, havia optado por chamar um Uber para deslocar-me até o endereço que a empresária havia mandado. Não me surpreendi por ser um pub, porém era difícil conter a sensação crescente de curiosidade. Se o encontro era em um pub, provavelmente não era tão formal quanto eu havia imaginado. Acabei por dar de ombros e finalmente adentrar o lugar.

Primeiro, meus olhos analisaram o local em busca da mulher. Não me surpreendi ao não encontrá-la. Decidia a espera-la da melhor maneira possível, aproximei do balcão do bar e sentei em uma das cadeiras altas.

Um Dry Martini por favor ▬ pedi ao barman assim que ele parou a minha frente.

A bebida mal havia sido repousada a minha frente quando escutei aquela voz atrás de mim. Olhei por sobre o ombro, confirmando que era ela. E  que ela ficava muito bem em azul. Um sorriso discreto repuxou o canto dos meus lábios quando Melanie ficou bem ao meu lado, solicitando o mesmo que eu havia pedido.

Não faz uns dez minutos que cheguei ▬ a tranquilizei e cruzei as pernas, enquanto a escutava fazer uma questão atrás da outra, parece que alguém era um tanto quanto hiperativa ▬ Estou bem, obrigada. Um tanto surpresa com seu convite ▬ pegou o drink e bebericou antes de prosseguir ▬ A universidade vai bem, nenhum projeto novo, apenas procurando por estágios já que estou iniciando o terceiro semestre. E não me atrapalhou em nada.

Em minha mente ela só poderia estar se referindo a universidade. Afinal, do que mais ela poderia querer saber de mim além disso? Meus olhos buscaram os dela, apenas para descobrir que eram ainda mais azuis e marcantes quando vistos assim de perto.

Ainda estou tentando imaginar o motivo do convite, Srta. Stark. ▬ perguntei de maneira direta, sem rodeios e, principalmente, sem me intimidar pelo fato dela ser uma das pessoas mais ricas e inteligentes dos Estados Unidos. Afinal, estava acostumada a encarar traficantes e pessoas sem escrúpulos durante a noite ▬ Aconteceu algo com a minha bolsa de estudos?

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Re: [RP Fechada] The lull

Mensagem por Melanie Stark em Seg Abr 03, 2017 1:49 am

Preparation Night


Confesso que fiquei boa parte do dia pensando em como é que ela iria reagir quando falasse com ela sobre o que tinha para falar. Não sou de fazer isso quando se trata de uma negociação qualquer, mas como o assunto que eu iria falar com ela era especial, bem, é claro que ela merecia mais atenção minha que o normal. Consegui muito bem administrar minhas empresas e continuar com o desenvolvimento dos mecanismos para as minhas novas armaduras, enquanto que ao mesmo tempo, também escolhia a roupa com que eu iria hoje para o pub enquanto também pensava em como falar com a jovem Natalie sobre o que eu sabia, mas confesso que foi muito bom ter chegado logo o momento de ir ao nosso encontro, pois eu não poderia estar mais ansiosa para a nossa conversa.

É, eu geralmente nunca fico ansiosa, na maioria das vezes já sei como as pessoas vão responder antes mesmo que respondam, analisando seu psicológico e percebendo pelas suas feições também seu comportamento e... enfim, o que importa é que eu não conhecia direito a mulher para saber como é que ela iria reagir ao que eu pretendia conversar consigo. Afinal, só a havia visto e conversado com ela na cerimônia do dia em que ganhara a bolsa, nada demais... Pensando bem, acho que deveria ter observado de outra forma as imagens que eu havia conseguido dela, analisar seu psicológico seria bem útil para me tranquilizar agora... mas... não, não importa mais!

Quando cheguei no local, não pude acreditar como é que estava quase cheio. Tudo bem que encher a cara com amigos e amigas em um lugar totalmente estranho ou fora de sua zona de conforto é muito bom (eu mesma já perdi muitas horas de sono por conta de coisas assim), mas ainda fiquei decepcionada com a quantidade de jovens que desperdiçavam suas vidas ali. Mas eu sou a última pessoa que poderia ser juíza de jovens bêbadas, e tinha mais o que fazer, então ignorei aquelas pessoas aleatórias que ficaram no meu caminho até Natalie. Não demorei para chegar nela, apesar de ela parecer estar me esperando quando eu me aproximei, só que, para a minha sorte, ela não estava assim há tanto tempo ali, então eu poderia ficar aliviada ao perceber que ainda não havia faltado com a educação com ela. Ao menos, não ainda.

Mas, voltando ao que interessa de verdade, quando ela me respondeu que tudo ia bem na faculdade e que não lhe atrapalhava em nada hoje... bem, eu não consegui evitar de sorrir de canto, por entender que ela realmente nem suspeitava de mim, o que só deixava aquilo ainda mais legal. Então é claro, apesar do meu sorrisinho, eu tentei falar com ela de forma natural- Ah, certo, certo! Já esperava que estivesse indo bem, você é muito inteligente. Não vai demorar nada para que encontre um estágio. -disse, olhando para o meu drink que acabara de chegar, e mexendo um pouco na taça, só para agitar seu conteúdo um pouco, enquanto a observava um pouco, tentando analisá-la antes de continuar. E não sabe o quanto fiquei feliz quando notei a curiosidade dela ao ver a minha pausa, só que nem deu tempo de observar por muito mais tempo tal curiosidade nela, pois logo foi direta comigo, fazendo logo a pergunta chave dali.

- Bem... -comecei, assim que ela avisou que estava curiosa sobre o motivo de estarmos ali, mas me interrompi para beber aos poucos o conteúdo da taça que estava comigo. Na intenção de criar um pouco de suspense e deixá-la um pouco mais ansiosa (só queria testar como ela agia em momentos assim, nada demais), acabei me empolgando com a minha taça e, de uma vez, bebi todo seu conteúdo, e indo contra minha ideia de lutar contra meu alcoolismo, pedi mais outra dessa mesma bebida. Após isso sim eu resolvi continuar, só que ela me fez outra pergunta que foi até fofa, só não podia deixar transparecer que estava comovida com sua preocupação por questão profissional, mas pelo menos tentei tranquilizá-la, da forma mais natural possível- Sua bolsa? Não, não! -disse logo, gesticulando com uma das mãos para ela se acalmar- É outra coisa, mas independente do que acontecer aqui hoje, não precisa se preocupar com sua bolsa. Eu não faria isso, e nem deixaria alguém das minhas empresas fazer algo assim, usar a bolsa contra você, mereceu tê-la ganhado. Não se preocupe. -prometi, e falei a pura verdade, já que sou uma das pessoas nesse mundo que mais sonha com o bom desenvolvimento de mentes como a dela.

Mas é claro que, após tranquilizá-la, comecei a pensar um pouco e, percebendo o quanto ela havia sido direta comigo ainda há pouco, resolvi também fazer o mesmo por ela. Ela não queria rodeios, não parecia do tipo que gostava disso, e foi uma das coisas nela que me fez gostar ainda mais dessa garota, por isso eu decidi mesmo parar de enrolar.

Assim que chegou meu segundo drink, peguei meu celular do bolso (especialmente feito por mim para eu mesma, mais fino que o normal e revestido para ser à prova de balas, com algumas funções que outros smartphones não tem, só algumas...) e comecei a mexer nele, como se procurasse alguma coisa, antes de voltar a falar com Natalie- Agora, sobre o motivo de ter te chamado até aqui... nossa, como você vai ficar zangada... -disse, rindo e olhando para a tela do smartphone, enquanto ainda mexia no celular- Mas é que, eu vi um vídeo muito legal e lembrei de você, sabe? E eu tinha que te mostrar, pessoalmente! -afirmei, olhando para ela como se fosse realmente se surpreender com o que eu tinha para lhe mostrar, mas ainda fuçando no meu celular, ainda procurando esse tal vídeo. O que eu sei que irritaria qualquer pessoa (afinal, ninguém gostaria de sair de casa e ir para o outro lado da cidade só para ver um vídeo com uma pessoa de fora de seu círculo social que mal lhe conhece, quando pode-se muito bem enviar um desses por programas como whatsapp e ver do conforto de sua casa), mas era tudo parte da brincadeira- Tá eu pensei em te convidar para a minha casa, ou ir até a sua para ver esse vídeo e conversarmos mais sossegadas, mas... bem, é melhor ir devagar no primeiro encontro, não é? Claro, que se quiser conversar em um lugar mais privado após ver... bem, é com você!

Pois é, minhas brincadeiras talvez estivessem irritando-a, só que eu não tinha mesmo motivo para isso, era só a minha forma de me divertir um pouco antes de falar sério... tudo bem, talvez eu quisesse sim ver se ela tinha algum limite para as minhas brincadeiras (pois isso seria sim essencial para o que eu queria com ela), mas a maior parte do por que de eu fazer aquilo era para me divertir mesmo, não vou mentir. Enfim, é claro que chegou uma hora que eu deixei de enrolar, antes que ela resolvesse me bater (coisa que eu iria mesmo admirar, pois já gostei de ela não ter receio em falar comigo mesmo eu sendo tão importante, mas ao mesmo tempo também me tratar com respeito), e então finalmente fui direto para a pasta que eu queria, e que eu sabia o tempo todo onde estava, é claro.

- Aqui, enfim! Achei... -disse, abrindo um dos vídeos e deixando programado para rodar todos os outros 658 daquela pasta, que totalizavam mais de mil horas gravadas das cenas mais interessantes que encontrei da vigilância dela nos últimos três meses, cortando (com a ajuda de Jarvis) o restante que era inútil ou que... bem... eu podia pretender guardar para mim... ou não... De toda forma, após isso eu passei para ela meu celular, para que ela visse com os próprios olhos  o que eu queria mostrar. Tudo bem que eu podia colocar aquilo em uma tela holográfica acima do celular, seria mais fácil e teria mais definição, mas eu não queria arriscar que outras pessoas vissem aquilo também, então deixei com que ficasse apenas entre nós duas aquilo- Vai, dá uma olhada e me diz, o que acha. Mas seja sincera, tá? -pedi, brincalhona ao falar aquilo para ela, fingindo que tratava aquilo como se fosse apenas um encontro entre amigas, algo comum...

Quando ela apertasse o play do vídeo, ela veria cenas e mais cenas da vigilante conhecida como Canário Negro, finalizando uma luta contra famosos traficantes da cidade, e em frente de um dos meu micro-drones, que logo ficou óbvio, pois a câmera a seguiu no ar quando ela fugiu da cena para se trocar, filmando de cima todo o processo em que a Canário Negro tirava seu disfarce e revelava-se para a câmera do drone oculto como a garota que se encontrava ao meu lado no bar, Natalie. Claro, dei um tempo para ela poder ver o vídeo, e fiz questão de colocar o mais curto (com cerca de dois minutos cheio de cenas cortadas), para que ela não perdesse o interesse ou a paciência. Só que, enquanto ela via, eu tive que comentar um pouco- Sozinha, e contra dez caras armados... impressionante, né? -comentei, fazendo uma expressão de impressionada, antes de beber um pouco do meu drink, como se realmente não falássemos de nada demais, só um vídeo qualquer de, talvez, alguma cena de ação de um filme- Agora, olha só essa parte... BAM! -disse, em sincronia com a cena um belo chute que ela dera em um sujeito, antes de derrubar as armas do resto com um grito- Um belo chute no queixo, seguido de um super-grito que desarmou o resto da gangue... Vai, tem que admitir que essa garota é demais. -brinquei, dando uma batidinha de leve no braço dela com o meu braço, como quem incentivava uma amiga à algo. Mas tudo bem, depois disso, deixei ela ver o resto do vídeo sem mais interrupções.

Só que, assim que terminou, eu virei o resto da minha bebida em minha boca e engoli com calma, analisando seu olhar para tentar entender o que ela sentiu após ver o que eu havia lhe mostrado, agora que ela sabia o assunto que eu tanto queria falar com ela. Claro, ela poderia ver o resto dos vídeos que tinha no celular só para ter certeza, não a impediria, mas tinha que saber como ela estava ou o que pensava após o vídeo, então tive que perguntar uma coisa. Claro, com um pouco de sarcasmo, e um levíssimo sorriso no rosto enquanto encarava seus belos olhos azuis- E aí, o que me diz? Não é a sua cara?

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OFF: Desculpaaa, Mel um tantinho irritante, mas ela tá só brincando, juro! ><  


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Re: [RP Fechada] The lull

Mensagem por Natalie Sinclair em Ter Abr 04, 2017 7:12 pm








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O sentimento de alívio por ter minha bolsa intacta não durou meros segundos. Stark havia comentado sobre deixar-me zangada e um vídeo. Em minha mente passava-se possibilidades e hipóteses, mas nenhuma se comparou com a verdade. Ela propositalmente parecia retardar o momento da entrega do celular para mim. Melanie Stark não parecia uma pessoa que hesitava em fazer algo, então era algo ainda mais sério do que eu pensava. E o era.

Assim que minhas mãos tomaram posse do celular e o play foi liberado, minha garganta havia secado e minhas mãos suaram suavemente. A surpresa foi rapidamente disfarçada, mas a batida acelerada de meu coração não pode ser controlada. Eu não precisei de dez segundos assistindo aquele vídeo para entender do que se tratava. Era a Canário Negro tendo uma boa noite de ação. Dez bandidos, muitos socos, um grito sobre-humano. Como ela havia conseguido aquele vídeo se eu havia averiguado as câmeras das ruas? A minha mandíbula se apertou e a vontade que eu tinha no momento era quebrar aquele celular e livrar-me das evidências. Porém, logo o pensamento era afastado, obviamente ela tinha salvado aquele vídeo em outras fontes, provavelmente em uma rede praticamente impossível de hackear. Escutava o que a mulher ao meu lado falava sem conseguir comentar, pois se o fizesse muitos perjúrios inapropriados seriam proferidos em menos de cinco segundos.

Meus dedos se mexeram ousados. Sabia que informação era poder, então que tipo de informação ela tinha? Stark não poderia fazer nenhum movimento muito brusco, estávamos em um bar e o bartender estava bem próximo. Retornei duas pastas e vi que ela não tinha apenas arquivos sobre a Canário Negro. Respirei fundo, minha mente parecendo trabalhar a mil por hora, provocando uma sutil dor de cabeça. Peguei a minha bebida e a virei, terminando com o líquido em grandes goles.

-Você é tão irritante quanto dizem – assumi e estiquei o celular em sua direção, devolvendo o smartphone – Você tem um segredo meus em mãos e não sou idiota de pensar que esse é o arquivo original. Assim como você tem segredo de outras pessoas bem ai – busquei o olhar dela sem esconder o quão séria e na defensiva eu estava – Não tente me enganar, não tente rodear, não faça brincadeiras. Poderia ter publicado isso, oferecido para as autoridades, mas está aqui mostrando que tem um segredo em mãos. Então apenas me responda: o que você pretende com isso tudo?

Essa resposta definiria o curso que a noite iria tomar. Se ela compraria briga ou revelaria suas verdadeiras intenções.



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Re: [RP Fechada] The lull

Mensagem por Melanie Stark em Qua Abr 05, 2017 5:11 pm

Preparation Night


É claro que eu observei cada gesto e movimento de Natalie assim que entrei no bar, fiz o máximo para não perdê-la de vista e analisar cada reação sua durante a nossa conversa para tentar entender como é que ela reagir à toda dificuldade que eu colocava em nossa conversa. Digo, não apenas pela minha demora, como também pelas minhas diversas brincadeiras que eu acabei soltando de vez em quando, de forma um tanto desnecessária sim, mas era divertido demais para que eu não fizesse, e não me arrependi. Como eu imaginava, ela parecia não ter gostado muito daqueles meus modos que eu adotei especialmente para irritá-la, mas ela deixou isso menos evidente do que eu imaginava, o que demonstrava uma grande paciência sim, mas... também deu para perceber que ela não estava assim toda quieta por questão de paciência. Ela me observava como se me analisasse também, como se estivesse desconfiada por conta daquele meu comportamento, como se soubesse que aquilo não era normal para alguém como eu... o que me deixou realmente feliz, pois gostava de ter a companhia de outras pessoas perspicazes.

Pois é, antes mesmo de chegarmos na parte principal da nossa noite, já fiquei mais interessada pela futura advogada, pois ela tinha mesmo uma mente tão ligeira quanto os seus punhos e seu super-grito, e olha que, pelo que eu pude ver dos vídeos de vigilância feitos, ela podia acabar com qualquer esquadrão de elite do mundo sem suar. Cada segundo observando as suas reações, me provavam que estava certa em querer ela envolvida com aquela minha ideia, um dos projetos que eu ainda tinha certeza de que iria salvar muita, muita gente. Mas, tenho que admitir, foi bem legal observar certas reações dela e torcer para que ela perdesse o controle em alguma hora, o que quase aconteceu quando ela enfim colocou os olhos nos vídeos que estava no meu celular. Na realidade, antes mesmo de ela apertar o ''play'' do primeiro vídeo que eu queria que ela desse uma olhada, percebi que suas feições mudaram, ela imediatamente ficou mais tensa, como se... não sei... ela tinha medo do que estava para vir, mas será que já sabia o que estava por vir? Bom, eu considero que sim, pois ela até hesitou um pouco antes de iniciar o vídeo, o que só me deixou ainda mais curiosa pelo que estava a vir.

Não consegui mesmo deixar de comentar enquanto ela assistia, pelo menos ao primeiro vídeo, já que esse era o mais curto deles, e praticamente mostrava o que eu queria que ela soubesse que eu sabia dela agora: ela era a Canário Negro, tinha um belo poder, além de lutar muito bem e também ser dona de belas curvas. Talvez até percebesse o quanto eu me sentia atraída por aqueles seus belos olhos azuis, não que isso fosse relevante para a conversa também. Mas enfim, é claro que eu acabei deixando de falar com ela em certo momento, após ela prosseguir para o próximo vídeo, pois queria que ela prestasse atenção no que estivesse para ver e, claro, continuar irritando-a ao narrar o que acontecia em cada vídeo poderia fazer ela me bater (eu mesma daria um soco em uma pessoa assim, caso encontrasse alguém mais irritante do que eu), então preferi deixar com que assistisse ao que mais quisesse em paz, enquanto que eu relaxava e tentava ser irritante de outra forma. Ou seja, deixava claro o quanto estava tranquila e confortável naquela situação, em que eu era dona dos segredos mais obscuros da minha nova amiga- Nossa, isso é bom. Muito melhor do que eu eperava! -disse, elogiando ao bartender pela outra taça que eu acabara de beber de seu dry martini, como se estivesse em um dia comum experimentando uma bebida de classe média, não tratando de um segredo que poderia acabar com a vida e carreira de alguém- Mas você não me faria um City of Lights, né? -pergunto, esperançosa em ter minha bebida favorita das festas finas aqui, só que, é claro, não daria, já que era cara demais para aquele pub.

Bem, eu estava apenas sendo eu. A meio irritante e alcoólatra Melanie que as pessoas falam. Mas não me incomodava mesmo de ser assim, mesmo quando as pessoas tentavam fazer isso parecer como algo ruim. Como aconteceu assim que minha amiga ali fez ao terminar de ver os vídeos.

Estava olhando para o bartender quando ela havia encerrado, então não percebi quando ela estendeu o smartphone para mim, mas é claro que ouvi a sua afirmação sobre o quanto eu era irritante, e não consegui conter o sorriso quando me virei para ela naquele momento- Ah, para! Gentileza sua. -brinquei, falando sim de forma um tanto sarcástica e tratando aquele insulto como um elogio, mas também indiretamente dizendo que... bem, eu conseguia ser bem mais irritante do que as pessoas dizem que eu sou, mas não era necessário isso com ela, então- Sabe, é o que dizem. Arrogância é sinal de inteligência e... olha... não quero que pense que sou desumilde, mas ainda não achei nesse mundo ninguém na área da tecnologia com mais inteligência do que eu. -resumi enquanto recebia o celular de suas mãos, fazendo uma leve careta (como quem diz ''ops'', ao fazer algo de errado ou deselegante de propósito), justificando o quanto era irritante. Bom, ao menos tentei, dizendo que podia compensar dando soluções para problemas na área da tecnologia e... bem, não importa... não iria continuar a falar sobre isso, pois podia apenas irritá-la ainda mais. E pelo visto ela não queria isso...

Deu para ver o quanto ela estava cansada daquele jogo, e não apenas pelas suas palavras como também pelo seu olhar. Claro que ela continuou sendo grossa comigo, ainda que eu estivesse de tão bom humor e disposta a conversar com um sorriso no rosto, isso seria natural, tendo em vista que eu lhe revelara que sabia de um dos seus maiores segredos e, claro, talvez muita coisa estivesse em jogo ali por causa desse meu ato de espionagem, por isso era normal que ela ficasse bem na defensiva, por isso tive paciência quando ela começou a falar, e deixei com que ela fosse até o fim antes de chegar na minha vez. E quando chegou, eu tentei sorrir da forma menos irritante possível, apenas para tentar aliviá-la o máximo possível, enquanto eu começava a falar.

- Quer mesmo saber o que eu pretendo com isso? -perguntei, olhando para a minha taça vazia, como se estivesse decepcionada- Bem... sendo sincera, esperava enrolar um pouco mais a nossa noite, te embebedar um pouco e talvez... não sei... continuar a negociar contigo na paz do meu quarto? -continuei, me fazendo de desentendida no decorrer da frase, e suspirando agora ao fim, deslizando meu dedo pelas bordas da minha taça, como se as desenhasse. Era mais que uma brincadeirinha aquilo, mas entendia que não podia continuar com isso- É bem bonito o nascer do sol da minha cama. Uma pena não poder ver... -disse, fechando com certa força meus próprios lábios, pressionando um contra o outro e dando de ombros como quem aceita que perdeu. Mas enfim comecei a falar sério- Tá bem, como você disse, chega de enrolar. -encerrei, dando um fim para a parte engraçada.

E é, eu sei que falo bastante, gosto muito disso, principalmente quando eu tenho a vantagem em uma conversa, mas... bem, ela merecia saber do real motivo para eu tê-la chamado ali, e já havia testado o bastante a sua paciência, então podia continuar.

- Acontece que, é, você tem razão, eu tenho o segredo de muita gente guardado comigo, e a maioria nem sabe disso, mas eu os guardo apenas para emergências, nada demais. Uma forma de me preparar para o futuro, e eu gosto muito de fazer isso. -avisei, fuçando mais uma vez no meu celular, e me aproximando dela, dando as costas para Natalie e deixando com que ela visse comigo o que eu fazia no celular- Posso usar essas informações contra essas pessoas, mais do que apenas para chantagens, depende do quanto se mostrarem perigosas ou ameaçadores de qualquer forma. Mas... -enquanto falava, selecionei as pastas em que os vídeos de Natalie estavam, deixando claro que realmente estavam ali, e então, na frente dela eu apaguei tudo o que tinha sobre ela da memória do meu celular- Você não está incluída em uma dessas pessoas. Você é diferente, Natalie, certo? -perguntei, agora voltando para minha posição normal, e falando com ela apoiada em meu braço, no bar, virada para sua direção e lhe dando total atenção- Não te vejo como uma ameaça para as pessoas, apesar de tudo o que você pode fazer. Você só tenta ajudar as leis à serem aplicadas, mesmo contra aqueles que conseguem pagar para driblá-la. -continuei, agora sem qualquer sarcasmo ou mesmo humor, era totalmente honesta com ela.

- Por isso, não vejo por que teria que manter qualquer coisa contra você. Estamos do mesmo lado. -resumi, e então deixei meu celular ao seu lado, e retirei da minha bolsa um HD Externo, totalmente negro e... bom, o padrão, portátil, mas esse não a entreguei- Aqui é que estão todos os arquivos e vídeos que tenho que podem provar que você é... bem, você sabe... -não falaria em voz alta a identidade secreta dela, não sou burra- Mas eu não trouxe isso para lhe chantagear, era apenas para encurtar a nossa conversa, entende? Assim pulamos o teatro que saberemos que teria quando eu apontasse e dissesse para você tudo o que sei. -resumi, com um pouco de meu tom natural de sarcasmo, mas isso era coisa minha mesmo, não pude evitar, então apenas continuei- Enfim, eu vou lhe dar tudo isso, pois não quero lhe chantagear ou coisa do tipo, só preciso que me escute, ok? Me dê essa chance e pode fazer o que quiser com esse HD Externo, e até analisar o meu smartphone. Só... não quebra esse último viu? Não é que foi caro, mas eu mesma o modifiquei e... bem, foi um trabalho que só, sabe? -disse, realmente um pouco preocupada com meu celular. Mas... será que estava sendo chata ao dar tanta importância para ele?

Tá, deixando de lado o que não importava, agora sim ia para a parte que ambas tanto queriam- Acontece que eu tive uma ideia anos atrás, quando eu comecei a construir minhas armaduras, e eu ter conseguido gravar tão facilmente sua identidade secreta pode até ajudar a exemplificar isso... -dizia, guardando o HD Externo outra vez em minha bolsa, falando de forma séria enquanto isso- E se, enquanto tentamos salvar o mundo, nós, heroínas, acabarmos caindo em alguma armadilha? E se fosse alguém com más intenções, e não eu, que tivesse colocado as mãos em um vídeo desses? O que seria de você? -era apenas uma pergunta para que ela pudesse refletir, de nenhuma forma tentando ser ofensiva ou agressiva- Vê? Corremos muito perigo também, mais do que pessoas comuns, pois nos arriscamos mais do que qualquer outra pessoa! E mesmo tendo formas de nos defender, planejar cada passo e nos organizar, ainda podem acontecer falhas. E se os seus vilões se unissem contra você sem que soubesse? O que faria? Pois pode acontecer, principalmente por você ser tão boa no seu trabalho, assim como pode acontecer com qualquer outra de nós... certo? -perguntei, com meus dedos entrelaçados, e ainda apoiada em meu braço, conversando de forma calma com Natalie.

- Por conta disso é que eu ando trabalhando em um projeto especial. Algo que chamo de projeto Lótus. -dito isso, meu smartphone ao lado dela fez um barulho (reconhecimento de voz e, claro, uso de palavra chave), liberando arquivos para que a garota pudesse dar uma olhada se quisesse, sobre outras pessoas super poderosas que eu estava de olho- Minha ideia seria reunir uma equipe de pessoas preparadas e dispostas não apenas para defender o mundo, como também auxiliar outros heróis, heroínas e anti-heróis de todos os tipos, mas de uma forma organizada, entende? E claro, sem cobrar nada, pois eu mesma poderia bancar tudo sem problemas. -resumi, com um pequeno sorriso no rosto, mas nada arrogante ou debochado. Claro que é verdade que anda entrando mais dinheiro na minha conta do que eu posso gastar, devida a expansão constante das minhas empresas e, claro, dos restaurantes da minha família, mas eu não precisava jogar isso na cara de ninguém- Assim, ninguém precisaria mais se preocupar em atuar sozinho, se aceitasse se filiar a nós e também nos ajudar quando precisássemos. Sabe? Toda aquela história de unidos venceremos, uma mão lava a outra, etc e tal... -comentei, com certo tom de piada ao fim da frase, mas tentando não exagerar.

Provavelmente estava já falando demais, mas apenas queria deixar tudo às claras com ela, e por isso não podia poupar palavras. Só que, para a sua felicidade, estava mesmo no fim- Seríamos praticamente como o 190, só que, mais... ''super'', entende? -resumi, agora sim com um sorriso ao fim da frase, levando minha mão para a minha bolsa, para pegar o HD Externo mais uma vez- Então agora, que já me ouviu... -falo, mostrando o aparelho na minha mão, e colocando-o no balcão, antes de arrastá-lo com as pontas dos meus dedos até Natalie, piscando para ela- É seu. -disse, como se ''apresentasse'' ela ao seu novo pertence- Pode fazer o que quiser com ele. Tipo quebrar ou... bem, no seu lugar, eu usaria. Ele tem uns 11 terabytes para você poder utilizar à vontade, só apagar o que já tem aí. Poderia ser útil. -disse, dando de ombros em seguida, lhe deixando livre para fazer o que quisesse, é claro- Mas e então, me diz, o que achou da ideia? Tem algo para acrescentar? Seria bom ter a opinião do resto do grupo e... olha, eu posso ser a pessoa mais chata do mundo, mas se tem uma coisa que eu gosto é de aprender, então não me ofenderia se apontasse meus erros ou me desse alguns conselhos, desde que faça de forma... amigável, sabe? -comentei, com um sorriso sim, mas tentando não ser ameaçadora.

- Ahn, não que isso seja uma ameaça, claro! Eu só quero te ajudar a falar comigo sem que... bem... eu seja mais ignorante do que já sou. -comentei, agora finalmente rindo ao fim de uma frase, de forma sincera mesmo, sem qualquer tentativa de ser ofensiva- Mas me diz de forma sincera, gostou da ideia? Tem a opção de dizer o que quiser aqui, sei até que mereço boa parte do que você quer falar... -disse, sorrindo e mordendo a minha própria língua ao fim da frase, de forma brincalhona- Mas, sem qualquer pressão, okay?

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