[RP FECHADA] — Kung Fu, pastéis e pauzinhos

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[RP FECHADA] — Kung Fu, pastéis e pauzinhos

Mensagem por Steven Abraham O'Keefe em Sab Abr 01, 2017 2:38 am

Kung Fu, pastéis e pauzinhos
A roleplay é iniciada pelo post de Christopher Arsenáult, seguindo por Steven Abraham O'Keefe. Estando, portanto, fechada para os demais. passando-se esta em dois de abril de 2017, Coréia do Norte. O conteúdo é somente para maiores. Atualmente, as postagens estão em andamento.



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Re: [RP FECHADA] — Kung Fu, pastéis e pauzinhos

Mensagem por Christopher Arsenáult em Sab Abr 01, 2017 7:12 pm

it is a weeping and a moaning and a gnashing of teeth


— Aconteceu outra vez. - Christopher estava mais acordado do que da última vez. Nem sempre dirigir horas para voltar a cidade dos sonhos era um trabalho fácil. Afinal, nem todas as rodovias reais conseguiam se mesclar com a realidade criada pelo pai e nem toda a realidade poderia se fingir de um sonho. É complicado explicar até mesmo a ele, que era uma obra-prima deste feito. — Isso dói, Oliver? - Sussurrou cutucando a bochecha esquerda do irmão mais novo que estivera  prosternado bem a frente de seu nariz. Ele respirava lentamente coisa que fizera Christopher apenas mimetizar com os cílios um sinal positivo. Bars estava quieta por fim. 

Como a casa era falante, Noturno não estaria sozinho; Comentaria sobre a família para a porta pediria conselhos para o corrimão e o melhor de tudo, se despediria do telhado, da cabeceira, das janelas e da tapeçaria. Sua mãe que também estava em coma, olhava as faíscas da lareira reacenderem e causar um suadeiro na pele morena protegida por poucas porções de roupa. Chris gostava de vê-la, quase tão bonita quanto ele com quase vinte e sete anos. — Vai ficar tudo bem, mãe. - Os dedos alcançaram a face alheia atribuindo uma carícia simples, mas que de longe não fugia de proporcionar carinho. Os dentes do francês ficavam expostos ao longo do processo só então recolhidos novamente quando escutará dois murros fortes contra a porta da frente :

— Quem é? - Sussurrou para as flores aguardando que elas espreguiçasse os caules verdes e observassem a fachada da porta. Ao contrário do que se pensava, havia uma pessoa, porém parecia impossível reconhecer quem é e nas contradições de ser um mutante, aquele que delibera de poderes incríveis, o outro ficou imóvel dentro da sala. 

Mais duas batidas, agora três e o trinco não aguentou. A porta se esforçava ao máximo manter as suas pregas contra a madeira no entanto a força vinda do exterior, parecia ser muito maior. Desabou. A sombra que projetou no corredor fizeram com que as velas dos castiçais repousados na mobília se apagassem e o suspiro de lamento da residência esvaísse. Comum desde a criação, diversos ataques já foram feitos tudo a mando de desejos de estudos contra as criaturas que ali habitavam. Somente Robert, pai do Christopher, era real e os demais são simples criações de sua mente tragas de uma forma bastante sucinta para o tempo atual. Ruim ou não, aquilo gerava medo entre a família sonâmbula e somente ao primogênito resgatar as últimas peças que bastariam para acordar todos :

— Quem é você? - Pergunta o moreno apenas uma única vez, dando um passo à frente da localidade para avistar a face suspeita. O outro não respondeu nada apenas movendo a face difundida com o breu a direção do de cabelos encaracolados começando uma corrida a sua direção. Neste espaço de tempo era notáveis as garras prateadas que cresciam e de forma defensiva, o francês moveu-se pela direita adentrando a porta da cozinha enquanto a infame metamorfose era executada; os pelos escuros cresceram, suas pupilas amarelaram  e logo a capacidade óssea foi mais liberdade dando-o capacidade para saltar e se esquivar do inimigo por pequenos instantes. Parando próximo a entrada da fazenda, o demônio observou melhor de quem estava fugindo e concluiu apenas que ali seria um lugar arriscado demais para iniciar qualquer tipo de ação ofensiva logo usurpando da habilidade física e elástica de saltar sobre o grande corpo e dar abre-alas a sua dimensão de enxofre. 

E como se não bastasse, ambos desapareceram. 
Vamos sair de casa e ir para bem longe, está bem?
Aquele lugar não pertence a pessoas fechadas e mundanas. Logo, não pertence a Christopher Arsenáult também. 

O baque surdo fez reconhecer que caíram contra uma folhagem abundante típicas de alguma floresta. Estranhando a especulação de seu teletransporte, Christopher inclinou o rosto para o céu e notou que ali era uma mata íngreme e também muito fechada. A coluna não doía, mas travou enquanto tentava resgatar a postura e finalmente notando que o inimigo havia desaparecido em meio a trilha, começou a correr entre os galhos a fim de novamente encontrar o perigo. 

Ainda que esse fosse o objetivo, o máximo que conseguiu perceber ao longo do trajeto era nas placas que existiam; Diversas letras talhadas não tinha necessidade de ser um expert a concluir que se tratava de outro país. A mente se dispôs a desembaralhar a confusão mental que se fazia traduzindo de uma forma branda ser um quartel e pior, Norte-coreano. O mutante sentiu os lábios secarem e empoleirado junto a um grupo de samambaias tentou traçar um novo plano; Não permitiria que alguém que ameaçou sua casa, o lar de seus sonhos, fosse escapar impune e também não arriscaria a própria vida numa linha de fogo como aquelas chegando ao fim no prosseguimento do plano primário - este matar o invasor de domicílios - de uma forma discreta. Interpretou o chão com a cauda pontiaguda e peluda e cruzou o desfiladeiro de copas, sempre com os olhos prendados para o chão. Tinha ciência que o exército daquele lugar poderia ser o mais perigoso do mundo e que se o tivessem em mãos, usariam-no para coisas abomináveis; Arma humana, experimentos, arma-humana com experimentos e mais experimentos. Não, não queria isso. 

Nesta viagem avistou um movimento terrestre diferente, algo pálido e perfumado para as suas narinas, desvendando a mesma rota de que fazia porém, sem sequer notá-lo próximo do céu. Christopher comprimiu os dentes em um sorriso sarcástico e no próximo salto, desceu o nível mirando mirabolantemente com os dois braços em direção da presa coisa que fizesse na hora da aterrissagem, cair bem acima do corpo :

— Ah! - Arfou com o esforço, assim notando que ação fora efetiva. — Peguei você. - Cuspiu as palavras buscando afastar os cabelos longos e brancos que dificultavam a visão do rosto do sujeito encontrado.
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Re: [RP FECHADA] — Kung Fu, pastéis e pauzinhos

Mensagem por Steven Abraham O'Keefe em Dom Abr 02, 2017 2:21 am



Nada de K-Pop

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Manual para Comer com Pauzinhos — Escrito por Steven
Capítulo I: Encontrando um pauzinho adequado


Domingos costumam ser entediantes para pessoas normais e horríveis para telepatas que escutam muitas mais vozes pelo fato das famílias se reunirem nesses dias em meu prédio. Até as vozes em minha cabeça detestavam esse dia da semana. Então, para solucionar esse problema, foi decidido que todo domingo seria dedicado à animes, mangás e tudo mais que eu fosse capaz de encontrar da cultura asiática, como sua culinária e música. Algumas personalidades gostam dessa ideia, inclusive.
— Certo, então concordamos que essa comida coreana parece ser muito apetitosa, mas nenhum restaurante da cidade e do estado a faz. Vamos para a Coréia — afirmei às pessoas que estavam no sofá da minha sala de estar. Todos mexeram as cabeças concordando comigo. É tão boa a sensação de poder fazer o que realmente desejava, apesar de ser precisa a aprovação da maioria, mas o momento valia a pena.
Antes de deixar meu apartamento, fui ao meu guarda-roupa para selecionar vestimentas adequadas para o outro lado do globo. Nada muito de diferente, apenas uma jaqueta de couro preta que não usaria durante o dia em estações quentes. Também adicionei um par de luvas negras para levar comigo.
Sem que me desse conta, eu atravessei a porta que me levaria para o corredor da cobertura e me deparei em um lugar muito diferente. Estava na Coréia, ao que tudo indicava, mas, diferente do que eu pensava naquele momento, não era a do Sul, e sim a outra. Esse era um dos problemas em se teleportar sem conhecer a localização que deseja.

Meu objetivo era muito simples: reconhecer o terreno, arranjar a localização mais próxima de um restaurante — que poderia ser substituído por uma cozinha mais tradicional —, interceptar o alvo e fotografar os melhores momentos para postar no Instagram. Não havia uma ordem exata, pelo menos para o último quesito na lista.
Era tudo diferente de Nova Iorque, algo que já esperava, mas o silêncio era muito grande. Até o ar não era semelhante, menos tóxico e movimentado. As poucas pessoas que avistei estavam muito distantes para me notarem, ou para eu saber se eram homens ou mulheres, e vice-versa. Foi nesse momento que comecei a suspeitar. “Talvez eu esteja no lugar errado”, pensei. As vozes, pela primeira vez nesse domingo, mantiveram-se em silêncio. Eu gostei, mas em seguida deixei de gostar. Não era normal.
Fiquei incomodado, depois irritado.
— Que por... — Interrompi a mim quando escutei alguém se aproximando. Apoiei-me em meus calcanhares e os girei em trezentos e sessenta graus à procura de alguém.
Nada.
Graças a isso, minha raiva retornou e ainda maior. Algo que nunca é bom aumentar, era a minha raiva. Precisei de anos para aprender a controla-la através de meditação, calmantes naturais, desenhos animados e drogas ilegais, pois, quando eu saía de meu controle, coisas muito ruins costumavam acontecer.

Na primeira vez que deixei minhas emoções tomarem conta de mim, dezenas de pessoas morreram — para não dizer que foram assassinadas. Sim, embora eu me considere uma espécie de herói busca trazer segurança para os inocentes com métodos pouco ortodoxos, ou não, também já tirei muitas vidas desse tipo de gente. Todavia, não foi minha culpa. Não fui eu quem fez as atrocidades, e sim os demônios de minha cabeça.
Tudo bem, eu concordo que, no tribunal, isso jamais seria aceito. No máximo pediriam para um psiquiatra fazer uma análise psicopatológica para saber se eu possuo alguma loucura não adequada para se viver entre as pessoas “comuns”.
Já passei por isso antes.

Voltando à Coréia do Norte...
O chão debaixo dos meus pés começou a tremer e algumas pedras a levitar. Era possível sentir a temperatura do ambiente aumentar também. Depois que explodisse de raiva, uma cratera seria ponto turístico no país, isso se a entrada nele fosse fácil.
No momento em que me encontrava no meio de minha sanidade e as personalidades mais irritadiças, algo me lançou para a baía da consciência, vulgo chão norte-coreano nada limpo. Antes de qualquer coisa, eu gritei durante e um pouco após a queda, o suficiente para acabar com o ar dos pulmões e acelerar o coração ao máximo.
— O que... você... está... fazendo? — Era difícil falar, ainda mais com o estranho de olhos amarelos por cima de mim. — E quem... é você? — Naquele momento eu não fiz questão de lança-lo para longe com telecinese, ou queimá-lo feito lenha. O susto foi tão grande que esqueci por um breve instante que possuía poderes e que estava num país que nunca visitei.
“Ele é burro ou idiota?”, perguntou uma das vozes para as outras.


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Re: [RP FECHADA] — Kung Fu, pastéis e pauzinhos

Mensagem por Christopher Arsenáult em Dom Abr 09, 2017 1:11 pm

it is a weeping and a moaning and a gnashing of teeth


Os olhos fugazes pareciam analisar a carne extremamente pálida sem preocupações ao contrário, enxergava cada perímetro como um alvo. A pele deveria formigar abaixo de suas longas mãos azuladas. Piscando os olhos deixando as íris douradas incinerarem a imagem do rapaz, sentiu-se satisfeito ao notar a proeminência do vermelho que graduava o rosto e os cabelos espalhados para trás. Um sorriso involuntário escapou dos lábios deixando com que os dedos tivessem mais tempo de atração com o pescoço aparentemente frágil. Foi depois do tempo instaurado que então o francês se posicionou ao lado, ficando de pé enquanto passeava uma das mãos pelo corpo :

— Não é você. - Sussurrou em inaudível, estendendo uma das palmas para sublevá-lo do chão. Quando cessado o mesmo se recolheu entre as folhagens, balançando a cauda enquanto procurava demais regiões. Estava sério e não tinha um resquício em sua face que denunciasse satisfação com o resultado obtido. Seguiu então o olhar ao outro sequentemente a placa. Não era um asiático. — Ninguém muito importante. - O cenho foi franzido enquanto os pés desengonçadamente tomavam frente do caminho, suspirante afastando mais centímetros de relva. Tal movimentação, deixava as folhas chacoalharem com a pressão atmosférica fazendo o mutante vergar levemente o corpo para frente :

— Esse lugar é mesmo um quartel? - Aumentou o grau da voz enquanto se afastava com o queixo empinado. Por garantia, tocou o relógio que possuía no pulso e sentiu os cabelos cacheados caíram saudavelmente pelo pescoço e a pele antes anoitecida, agora era tomada pelo moreno da terra, os lábios ficaram mais finos e mais visíveis juntamente com a altura esquelética menos corcunda. Pasmado pela sensação de ignorância advinda do outro, suspirou alto e folgado alojando as mãos contra um tronco enquanto alinhava os olhos em um modesto exemplo de observação :

— O que diabos, faz aqui? - A questão foi engolida pelo ar antes mesmo que houvesse alguma mudança de clima. As sobrancelhas do rapaz ainda estavam tensionadas prejudicadas pela cisma. Enquanto ainda tentava seguir algum plano, este não densencanaria de encarar o albino talvez pelos traços fortemente autênticos e até mesmo curiosos para os seus costumes. Duvidosamente, encostou o quadril contra a estrutura sólida e mordiscou o próprio lábio tentando se garantir na região :

— Eu me chamo Christopher. - A palma da mão foi estendida, mas ainda impossibilitando selar algum contato físico, recolheu para próximo do bolso da calça preta enquanto involuntariamente a mão livre alcança a gola da camiseta preta puxando para tomar ar.
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Re: [RP FECHADA] — Kung Fu, pastéis e pauzinhos

Mensagem por Steven Abraham O'Keefe em Qui Abr 20, 2017 5:49 pm



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Manual para Comer com Pauzinhos — Escrito por Steven
Capítulo I: Encontrando um pauzinho adequado


Cães sendo caçados ou criados para a produção de alimentos assim como é feito na América com outros animais, por exemplo o gado, era uma das coisas que eu esperava presenciar de absurdo no continente oriental. Para meu espanto, embora não muito, fui presenteado com a figura de um demônio azul dos olhos amarelos. Fui derrubado pela criatura que viera do céu, ironicamente, deixando-me no chão com seus dedos segurando meu pescoço. Eu era uma presa indefesa, prestes a ser morta pelas garras de um predador hábil e impiedoso.
Uma frase curta foi o único golpe sem dano desferido pela criatura que fedia a enxofre. Eu fiquei surpreso, admito. Esperava que minha morte seria entregue a mim por aqueles dedos azuis, mas eles apenas me ofereceram apoio para poder me levantar do chão.
— Quartel? — deixei minha total falta de noção do que estava acontecendo evidente. Era para eu estar na Coréia do Sul, à procura de comidas que não existiam em Nova Iorque. Infelizmente, parecia que eu estava muito enganado.
O demônio sofreu uma metamorfose em minha frente, ficando similar a uma pessoa normal, perdendo sua coloração azul e suas características não humanas.

Ao lembrar da palavra “demônio”, eu parei para refletir. Minha cabeça era infestada por essas criaturas, apesar de não serem verdadeiramente o que os cristãos pensam. Personalidades é o termo mais específico, embora pudessem criar uma palavra mais adequada para quando essas vozes em minha cabeça assumem o controle de minhas ações e trazem poderes que eu desconheço à tona. Acho que sou o único com esse tipo de “personalidade”.
Quiçá o diabo azul fosse mais alguém em minha mente.

— Estou procurando… comida? — respondi um tanto receoso com o efeito que causaria ao outro.
Quando ele estendeu sua mão para me cumprimentar após se apresentar como Christopher, eu ajeitei minha coluna se encontrava curvada, assim como meu pescoço abaixado, permitindo que os ombros se encostassem na cabeça. Para apertar a mão do moreno, descruzei os meus braços.
— Meu nome é Steven — apresentei-me ainda hesitante, temendo outro salto do demônio dos olhos amarelos. Por alguma razão, aqueles olhos me faziam lembrar de algo que provocava calafrios em minha espinha. — O que você faz aqui? Veio por comida também?


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