WEIZENWOFFMAN, Kasyade

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WEIZENWOFFMAN, Kasyade

Mensagem por Kasyade Weizenwoffman em Dom Abr 02, 2017 9:32 pm

original




Escreva os dados


i. A NOMENCLATURA: Kasyade Sportza Weizenwoffman;
ii. COMO É CONHECIDO: Usurper;
iii. TIPAGEM SANGUÍNEA: Original/Mutante;
iv. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: 21 anos;
v. PRIMEIRO RESPIRO: 03/12/1995;
vi. DESCENDENTE DE QUE POVO: México;
vii. COMPORTAMENTO: Neutralidade bélica;
viii. COMUNIDADE: Anti-herói.

Informe os atributos


i. PONTOS DE ATRIBUTO: 60;
ii. ESPECIALIZAÇÃO: Ágil (+5 DE AGILIDADE);
iii. ATRIBUTOS:



FORÇA: 10INTELIGÊNCIA: 10
RESISTÊNCIA: 15AGILIDADE: 10
VIGOR: 10CARISMA: 05



Diga as perícias


i. PERÍCIAS:

i. INTIMIDAÇÃO, nível calouro;


Cite os poderes


i. SUPER-PODERES:

i. Mimetismo Empático: Mimetismo Empático é a habilidade por meio da qual, através do contato físico, o mutante consegue drenar a energia, as memórias e as habilidades físicas e mentais, normais ou especiais que a vítima possua, além de alguns dos seus super-poderes e alguns traços de sua personalidade. Normalmente, isso ocasiona a perda de consciência e de memória no alvo. O efeito da transferência é temporário; escoam-se as características absorvidas e a vítima volta ao normal. Todavia, contatos prolongados podem causar o dreno permanente e até levar à morte a pessoa que recebeu o toque.

— ADQUIRIDOS

• Telepatia é o nome dado ao poder que concede a habilidade de invadir mentes alheias para escutá-las, projetar seus pensamentos nelas como forma de comunicação. A telepatia é usualmente um gatilho para desbravar outros poderes do gênero mental, sendo a base de outras ramificações.


— SUBPODER

• Detectar condições: Capacidade de detectar condições específicas a seu redor, incluindo ameaças, seres vivos e habilidades.


Conte o histórico


What a wicked game to play...

Os olhos castanho-avermelhados fitavam o teto esbranquiçado do quarto completamente branco do recinto. Não sabia exatamente o que era aquele lugar ou o propósito de ter sido jogada lá dentro da forma mais negligente para se fazer com uma criança. A única coisa que restou-lhe, fora deslizar na parede revestida com um material fofo que provavelmente servia para abafar o som. Quando atingiu o chão lustroso e gélido, sentiu a tez formigar bem na ponta dos dedos e percorrer a sensação até alcançar um ponto tão profundo, que as vísceras tornavam-se quase palpáveis ao poder do gelo causado.

Ainda tinha a sensação estranha de ouvir vozes que não diziam respeito ao que lhe era conhecido ou até mesmo estranho, pois tinha quase certeza de que aquela não era a única sensação presente no pequeno corpo. Tremia, um tipo de vibração leve capaz de não lhe permitir segurar um objeto de forma segura, por menor que seja. Mas o tremor... Tinha quase certeza de que havia causado o mesmo tremor no solo. No solo do parquinho no qual estava sentada, observando as demais crianças para ignorar a discussão baixa mas ainda sim perceptível de seus pais não muito atrás de onde estava. No processo de erguer-se da caixa de areia - pois sentia-se como um gato selvagem aprisionado por alguma criança eloquente e malvada, mas estava apenas em uma notória gaiola premeditada exercida por seus progenitores - onde tinha se sentado por vontade da mãe, acabou encontrando-se com uma garota muito maior e mais velha, numa faixa etária de aproximadamente dezesseis ou dezessete, era difícil dizer. Viu com mais detalhe o par de olhos tão azuis, que o mais ensolarado dos dias não era possível de se comparar com o tom do céu particular que encontrou ali. Mas, não havia sol ou calor... A tempestade era tão nítida, que teve vontade de segui-la por aquela tormenta.

Quando tocou-lhe, sentiu a pele estremecer. Os olhos perderam o foco num instante ligeiro de segundos, e de repente já não era a figura legítima de uma criança confusa. Era a mesma adolescente com quem havia trombado, com pensamentos assombrosos do que lhe acontecia, dos olhares direcionados enquanto o sorriso que portava anteriormente era substituído por uma máscara plena de pavor. Ao fechar as mãos em punho, como mandavam os pensamentos.... Não houve um lugar que não havia tremido. Inclusive, o olhar aterrorizado de seus pais, que pela primeira vez na vida, não mais brigavam.

The world was on fire...

O sistema não detectava nenhum tipo de falha genética capaz de causar-lhe alguma deficiência ou anomalia nas células cerebrais, o que constatava alguém completamente perfeito de suas ciências. Era algo devastador se levasse em conta os anos que havia sido trancafiada dentro de uma casa para pacientes psiquiátricos em estado avançado. Doze anos. Doze longos anos. Chegava a ser completamente curioso a forma em como Kasyade se comportava, nunca falando ou movendo-se mais do que o necessário. O quarto branco era propositalmente formado para alimentar a loucura, transformá-la e moldá-la nas proporções desejadas pelo examinador, mas nada disso era capaz de lhe atingir. Durante todo o tempo começou a se entender, agindo sabiamente ao usar a hora das higienes diárias para descobrir quem era e a própria capacidade. As conversas com o Dr. Lewis eram sempre... Esclarecedoras de uma forma geniosa, onde o bom homem aproveitava para lhe dar algumas dicas de forma discreta, tornando-o o único amigo da adolescente. Ali, ela entendia do modo mais obsoleto que o mundo estava em guerra. Pobres, nobres... Esta não era mais os esteriótipos levados em conta. Ela, os tipos dela, eram.

What a wicked thing to do...

A liberdade tinha cheiro de chuva.

A morte dos pais em nada havia lhe atingido. Não os conhecia, não tinha alguma memória feliz ou triste para fazer-se estar em luto. Já era adulta, fazia muito tempo. Sabia apenas que a assinatura de Maryse e Erick Lightwenn estavam marcadas no x delimitado pelo diretor da Goldrick Mental's House no contrato que concedia o aprisionamento naquele lugar. Não procurava compreendê-los ou fazer algum julgamento, não estavam em vida e muito menos considerava algo importante, pois... Não era a opinião de quem não sabia o que tinha passado que faria alguma diferença. Com uma herança deixada, vivia sozinha numa mansão americana num bairro nobre. Havia mudado o suficiente para que não lhe reconhecessem, então viu a chance de ter o seu reconhecimento, deixando o nome de Kisa Lightwenn para trás, apresentando-se aos que chegavam em sua porta para as boas vindas como Kasyade Weizenwoffman.

O anjo caído.

Outras Coisas


i. Kasyade tornou-se seu nome de nascença, consolidando-se no cartório internacional ao procurar Stan Kelley, melhor advogado de New York, para lhe conseguir o processo de forma ágil assim que saiu da Goldrick;
ii. Ninguém sabe sua real história ou imagina suas origens. Não existe nenhum documento ou foto, por exemplo, que comprove tal coisa. A única exceção é o contrato fornecido pela Goldrick em sua partida, sem cópias e guardado no cofre no qual apenas Kasyade tem acesso;
iii. Teve um único envolvimento, ao preferir não ter nenhum tipo de relação duradoura em termos românticos.



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this girl can only break you

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