[RP Fechada] Underneath the rising sun

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[RP Fechada] Underneath the rising sun

Mensagem por Kasyade Weizenwoffman em Seg Abr 03, 2017 9:26 am

The clock is ticking
A roleplay é iniciada pelo post de Kasyade Weinzenwoffman, seguindo por Gerrard B. Mantovani. Estando, portanto, FECHADA para os demais. Passando-se esta em 01/04/2017, Manhattan Valley. O conteúdo é LIVRE. Atualmente, as postagens estão EM ANDAMENTO.



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Re: [RP Fechada] Underneath the rising sun

Mensagem por Kasyade Weizenwoffman em Seg Abr 03, 2017 10:06 pm



I know i don’t feel too sober now
O vento que colidia com o rosto feminino era suscetível a um possível clima frio. Subestimada pelo temporal que se aproximava, Kasyade espremia os ombros dentro do sobretudo que lhe formava um casulo de proteção. Podia sentir parcialmente a ponta dos dedos começarem a umedecer, a tez sempre macia começando a estremecer de leve. A saída da agência levou cerca de quatro horas e trinta e seis minutos, aproximadamente. Havia levado toda sua manhã, o que a impedia de seguir algum caminho que não fazia parte de sua agenda pelas horas seguintes. Por que? Fome. O jejum era um costume diário, desde que havia retornado para Manhattan, o que não era um fato a se orgulhar. Era mais um engajamento corriqueiro de estar habituando-se ao trabalho que já protagonizava a alguns meses. Era difícil ter o foco da câmera centrado em seu externo, capturando curvas, sejam elas os sorrisos ou as curvas corpóreas, para que todo o mundo tivesse acesso a uma parte sua de uma forma tão fácil. Não era o que pensava fazer, mas não se opunha a isso. Ganhava bem; Não que precisasse de uma carga monetária exagerada. A herança deixada por seus pais lhe sustentaria pelo resto da vida, com direito a muito luxo e folgas inimagináveis perante uma outra sociedade que não fosse a de elite.

A entrada no restaurante tornou-se algo chamativo, não por culpa sua, mas pela chuva torrencial que despencava céu abaixo. A imensidão azul-acinzentado era como uma tela artística, com manchas negras subjuntadas de um canto ao outro, numa indicativa clara de que as coisas piorariam em algum momento não tão distante. A pressa havia lhe impossibilitado de sair com o veículo particular, tendo que tomar o primeiro yellow box que esvanecia a sua frente, não muito longe da frente de onde residia. Aquela era a parte boa de se morar numa mansão construída em um bairro nobre: Tudo estava, literalmente, ao seu alcance. E em pouco tempo!

William Kelley se ornamentava ao canto direito do balcão de atendimento, endireitando o topete loiro para a esquerda, espetando os fios de forma desgrenhada. Tudo para agradar a cliente recém-chegada, a quem nutria um tipo de crush secreto e não percebido pela própria Kasyade. Diferente dos demais funcionários, que reparavam na penumbra da discrição a forma em como o rapaz preparava-se para um simples atendimento. O restaurante gran fino atendia as expectativas gastronômicas da modelo, sendo sempre a sua primeira opção quando estava naquele enquadramento. ‒ Will! Cortou o cabelo? ‒ A tonalidade rouca da latina era uma arma de sedução natural, se mista ao sorriso simpático que costumava demonstrar aqui e ali, como nos photoshot’s. William não era o típico nerd americano, fazia a linha de atleta jogador de futebol americano, musculoso o suficiente para fazer a camisa pólo vinho com o emblema do restaurante bordado no peito ficar esticada. Ele era bonito. ‒ O de sempre, por favor. E muito obrigada. ‒ Tocou-lhe gentilmente o ombro quando ele, num gesto cavalheiresco que não lhe era uma obrigação como funcionário, puxou a cadeira para que ela se acomodasse. Lá estava o sorriso, Will!



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Re: [RP Fechada] Underneath the rising sun

Mensagem por Gerrard B. Mantovani em Ter Abr 04, 2017 4:49 pm


Don't be afraid... I don't bite
Let the Rain wash away our souls!

 

Mais uma manhã se iniciava na bela cidade de Nova Iorque. Mas, para Gerrard era sempre a mesma rotina entediante de sempre, pelo menos, matutina. Despertou de forma leve, averiguando a paisagem de concreto ao seu redor, não era lá uma coisa muito agradável de ver a cada manhã, mas era o que a vida lhe reservou.   Após sua higienização, café da manhã e treinos deu conta que já era onze horas da manhã, voltou a sua suíte tomando mais uma ducha, trocando-se de roupa.  Vestia agora uma camisa regata cinza, uma calça cinza negra, uma jaqueta de couro da mesma cor finalizando com um All-Star negro. Antes de remover-se do seu quarto, colocou ambas as pistolas na cintura as cobrindo com o jaleco, vestiu seu colar do exército que por algum motivo amava andar com ele, pois o relógio em seu pulso ao mesmo tempo em pegava seu capacete saindo de seus aposentos adentrando o elevador de acesso ao subsolo simultaneamente.

Vestiu o capacete quando a porta metálica se abriu e caminhou até a Soundkiller, sua moto, colocou a chave na ignição e a girou, o ronco da moto era maravilhoso de se ouvir ainda mais em um local com eco. Depois de se aproveitar daquele eco o mesmo saiu do estacionamento pegando a rua principal indo em direção ao centro de Manhattan, tinha que fazer algumas coisas em Manhattan Valley.  No meio do caminho, quando este observou o sinal, viu nuvens carregadas ao céu, aquilo era mau sinal, este por precaução diminui a velocidade e sem que sentisse os minutos resultantes passarem, uma chuva torrencial começou a cair na cidade de nova Iorque.  

E a situação piorava mais, quanto mais Gerrard forçava a moto naquela condição pior ela ficava, até que em frente a um restaurante ela se desligou sozinha, não teve outra alternativa se não parar ali. Pediu para que o manobrista levasse a moto até o estacionamento e que ligasse algo que aquecesse perto da mesma, para que a água evaporasse e estivesse pronta para quando fosse sair. Adentrando o recinto acabara sendo surpreendido por alguns funcionários que alegavam que ele estava molhado demais para entrar, e o pior de tudo que estava, sua camisa estava tão molhada, que grudou no seu corpo revelando todos os músculos em seu tórax. Quando Gerrard estava preparado para esbravejar com todos olhou por cima dos ombros de um loiro que estava perto de si, vendo uma silhueta interessante, uma morena linda sentada a uma mesa, sua beleza era algo que não precisava ofuscar nem usar nada vulgar, encantadora? Claro, não havia dúvidas sobre isso, passou por entre os funcionários sem problema utilizando de sua força física abrindo caminho, passando ao lado da bela mulher, repousando ao mesmo tempo que estreitava os olhos, suas irises azuladas como o céu emanavam contra as dela, um sorriso bobo fora dado por parte do homem junto a uma leve corada, e sentou-se três mesas a diagonal da jovem, onde já chamou o garçom pedindo uma soda e um capuccino para o esquentar, enquanto discretamente fitava a mulher se perguntando se era provavelmente uma modelo ou algo do tipo.

Armas:

DUAL DESERT EAGLE (PAIN E KILLER): DUAS PISTOLAS CALIBRE 50MM, CROMADOS EM PRATA, TENDO NA LATERAL DE CADA ARMA A PALAVRA "PAIN" E EM OUTRA "KILLER" EM RUBRO. CADA UMA POSSUI 7 BALAS POR CARTUCHO, CAPAZES DE PERFURAR SEM DIFICULDADE COLETES E ATÉ MATERIAIS BLINDADOS ATÉ VINTE E CINCO METROS DE DISTÂNCIA.


SOUNDKILLER: HARLEY DAVIDSON V-ROD MUSCLE CUSTOM (SOUNDKILLER): UMA MOTO TODA MODIFICADA DA FABRICANTE HARLEY DAVIDSON, POSSUINDO UMA NOVA CARROCERIA, RODA TRASEIRA ALTERADA, ASSIM COMO SEU ALCANCE MÁXIMO DE VELOCIDADE, POSSUI UM MOTOR V8, ALCANÇANDO ATÉ 200 CAVALOS DE POTÊNCIA, ALCANÇANDO A VELOCIDADE MÁXIMA DE 280 KM/H, TANQUE DE GASOLINA COM CAPACIDADE DE ATÉ 35 LITROS. O NOVO "CORPO" DA MOTO É TODO BLINDADO, TENDO DUAS COBERTURAS PERTO DO TANQUE DE GASOLINA NADA EXPOSTO E CONTENDO UM RESFRIADOR CASO SUPER AQUEÇA EVITANDO POSSÍVEIS EXPLOSÕES POR ESTAR ENVOLTO DE GROSSA BLINDAGEM.  

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Re: [RP Fechada] Underneath the rising sun

Mensagem por Kasyade Weizenwoffman em Ter Abr 04, 2017 7:20 pm



I know i don’t feel too sober now
Estava distraída demais, observando a si mesma em várias formas e sorrisos perante a sequência de fotos recebidas na conversa com Marc, que havia prometido esperá-la para enviar somente as que fossem de seu gosto e só então terem o resultado diante das publicações feitas pela marca da vez. Era como se pudesse reviver os momentos anteriores a cada click sempre que fuçava alguma foto, chegando a abrir um sorrisinho discreto ao notar que, dentre todas as profissionais, existiam uma ou outra foto tiradas por fora do foco principal em alguns momentos naturais. Por exemplo, havia uma da latina sorrindo enquanto encurvava um pouco os ombros, a coluna um pouco para trás enquanto trocava uma gargalhada com Eve, a produtora do ensaio. A ruiva, soltando um comentário divertido sobre como Kasyade parecia uma vara olímpica de tão alta lhe tirava a atenção e a risada foi impossível de conter.   

Mais ao canto, William não tirava os olhos da jovem modelo. Um de seus colegas de profissão colidia a ponta do cotovelo em seu antebraço, despertando-o do transe. Já tinha feito o pedido da mulher e declarado como prioritário, apesar de não existir um fluxo alto de demanda. Como o restaurante possuía um nível mais elevado que a estima média na cota de dólares requeridos por prato, o número de clientes costumava ser mínimo, apesar de satisfatório.

A movimentação agitou-se repentinamente, quando, um cara abriu as portas do restaurante, sendo barrado de imediato pelos seguranças que lhe averiguavam bem na entrada. Molhado era pouco para definir seu estado, e por uma fração de segundos chegou a se perguntar o que diabos ele ainda estava fazendo ali, vestido e molhado a ponto de pegar um resfriado. Foi só olhar para o lado de fora e encontrar a chuva exagerada que despencava do véu cinzento no céu, escuro o suficiente para formar uma penumbra de neblina por toda Nova Iorque. Não percebeu os olhares direcionados duplamente em sua direção, pois erguia a mão e parava Dave, o outro rapaz que trabalhava por ali. ‒ Aquele cara deveria se secar. Por que não o instrui a fazer isso no banheiro? Os aquecedores de lá são mais fortes. ‒ Dave parecia ter pensado na mesma coisa, e por trás daquele gesto, Will parecia enciumado por ver o amigo com a atenção da jovem, que ainda mantinha-se alheia ao ocorrido por baixo dos panos.

Mudou a atenção para ele, os olhos filtrando sem desviar dos dele por um pequeno time, notando os músculos exaltados pelas vestes molhadas. Apesar de ser uma bela vista, não faria bem a saúde dele. Esboçou um mínimo sorriso e logo desviou, bem quando o carnad à l'orange e o parmentier de carnad eram postos a sua frente. O Château Rieussec foi servido, e logo estava sozinha, degustando de seu prato.



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Re: [RP Fechada] Underneath the rising sun

Mensagem por Gerrard B. Mantovani em Ter Abr 04, 2017 8:40 pm


Don't be afraid... I don't bite
Let the Rain wash away our souls!

 

Gerrard enquanto era barrado pelos homens, ouvia a mulher que este fitava falar com um dos atendentes que se intitulava de “Dave”, que logo veio falar consigo sobre os aquecedores no banheiro, este deu de ombros e seguiu o homem e ao chegar ao banheiro, já com um pouco mais de privacidade removeu sua camisa se escorando na parede de braços cruzados. Fechou os olhos a sentir o corpo começando a se aquecer e com isso se lembrou do time em que os olhos alheios se chocaram, e rebobinando um pouquinho pudera lembrar de um mínimo sorriso que a mulher esboçou, um suspiro isolado fora dado enquanto mordeu seus próprios lábios inferiores, ele tinha que ir falar com aquela mulher novamente.

Vestiu a camiseta que estava mais seca, mas, ainda colada em seu corpo já seco, acho que aquilo era inevitável pela tempestade que acabara tomando desprevenidamente. Cinco minutos se passaram até tomar coragem de sair, não podia ficar ali parado esperando que ela visse falar consigo. A passos calmos saiu do banheiro indo em direção a latina, chegando próximo a si a primeira coisa que fez, foi reverenciar-se pegando a mão destra da mesma depositando um beijo demorado em seu dorso enquanto fitava-a nos olhos novamente, no fim do ato ela poderia ouvir um timbre de voz rouco carrego em um sotaque italiano:

– Scusami, io sono Gerrard. Tuttavia, grazie, mio amore. Completou o rapaz dando um singelo sorriso sentando-se a frente da jovem. Levantou o dedo indicador brevemente como se chamasse um garçom e disse em um timbre de voz embriagado. – Mi ami, poderia por gentileza me trazer uma limonada suíça, no capricho? Aceito uns amendoins caso tenha também. Ah sim, poderia guardar isso para mim também? Está gelado e bem... Não sei lidar com isso, saindo pego com você tudo bem? Falou para o garçom, removendo as pistolas da cintura as engatilhando para que travassem as depositando na bandeja de forma calma, e virou-se para a mulher. – Um bom estabelecimento de fato, minha cara, primeira vez que venho aqui, parece ser bem reservado, como diz um amigo meu, há males que vem para o bem, digamos que essa tempestade me permitiu conhecer esse estabelecimento... E claro, você. Proferiu em um timbre de voz tranqüilo e gentil, com jeito nenhum de uma insinuação ou coisa do tipo, focou seus olhos no da moça levemente esperando o seu pedido ser entregue enquanto levava levemente a mão a seu traje superior notando que ainda estava molhado o suficiente para manter-se colado aquilo realmente o incomodava e provavelmente poderia incomodar a latina, que era seu temor.


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Re: [RP Fechada] Underneath the rising sun

Mensagem por Kasyade Weizenwoffman em Qua Abr 05, 2017 10:00 pm



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Quando o rosto virou um pouco para a esquerda, se deu conta de que William estava parado a poucos metros, observando-a de forma curiosa. Arqueou uma sobrancelha, e a cena seguinte lhe despertou para o garoto de bochechas ruborizadas e ações desmedidas. Ao ser pego no flagra, o loiro reagiu tão rápido que terminou derrubando uma cadeira. Negou com um gesto breve de cabeça, espetando um pedaço macio do pato assado com suco de laranja. A culinária francesa não era a sua grande paixão, mas não restavam dúvidas de que o chef havia conquistado a latina pelo estômago com tamanho dom para cozinhar aquela receita.

Não chegou a morder um pedaço, pois ainda analisava o comportamento do funcionário ao ter agido de forma embaraçosa, pois, momentos depois o mesmo homem que havia causado um pequeno transtorno por suas vestes molhadas lhe fazia uma reverência, tomando a mão direita para deixar um beijo. O gesto cavalheiresco fez a mulher atrair toda a atenção para ele, que ocupava o lugar logo a frente, destinando duas pistolas a Dave. Perguntou-se ligeiramente porque diabos ele havia as entregado, pois já que andava armado, não faria o mínimo sentido livrar-se delas. ‒ Ahn, italiano. Não compreendo nada da língua, mas posso dizer que você se chama Gerrard. Já o resto... Bom. Kasyade Weizenwoffman. ‒ Fez uma leve careta, que tinha uma ambiguidade razoável perante os fatos. Ele era um estranho que havia chego repentinamente, lhe cortejando como se estivesse no século passado. Deixou passar o final de sua fala, não tendo uma resposta para aquilo. Não por estar envergonhada ou qualquer outro tipo de julgamento pela falta do que falar. Kasyade não era muito de trocar palavras com estranhos.

Podia muito bem ter pedido para ele se retirar e ocupar outro lugar do estabelecimento, mas resolveu aceitar a companhia. ‒ Servido, Gerrard? ‒ apontou com os dentes do garfo para a carne do pato que cheirava muito bem. O corte refinado das fatias davam um aspecto muito belo e apetitoso, mas o que realmente contava era o paladar. Partiu um pedaço, levando até os lábios, chegando a fechar os olhos por uma fração de segundos. ‒ Mmm... Está perfeito. ‒ falou mais consigo mesmo do que com ele.



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Re: [RP Fechada] Underneath the rising sun

Mensagem por Gerrard B. Mantovani em Qui Abr 06, 2017 11:26 am


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O jovem ouviu tudo que a mulher havia falado, incluindo seu nome. Ficara instigado com a latina vendo a deleitar-se de sua refeição, sobre a sua pergunta este deu uma pequena corada quando imaginou a mesma levando o garfo a sua boca com a carne, piscando repetidas vezes tentando afastar aqueles pensamentos enquanto negava agradecidamente.

Dave quebrou o silêncio do casal que ali estava quando trouxe seu pedido, levou alguns dos petiscos a boca logo os deixando no centro da mesa caso Kasyade viesse a querer, enquanto ingeriu uma generosa quantia de sua Limonada, pausando brevemente tentando iniciar uma conversa. – Vejo sim que está apetitoso Kasy, se me permite chamá-la assim, fico feliz que esteja aproveitando. E, o italiano não é lá tão difícil, o que eu disse fora. ‘Com licença, me chamo Gerrard. Contudo, obrigado meu amor.’ Isto fora apenas uma cortesia de minha parte em relação sobre os funcionários do local que pelo visto você deu a idéia de que permitissem minha entrada. Agora, poderia me dizer com o que trabalha se é por aqui mesmo? Eu por exemplo eu vim fazer uma... Escolta... Digamos assim, só que minha moto afogou com esta tempestade que me pegou de surpresa. Proferiu em um só fôlego suspirando depois em desgosto, levando mais alguns amendoins aos lábios os mastigando lentamente, assim como ela parecia não estar acostumada a lidar com estranhos ele também não era do tipo de iniciar uma conversa sem um motivo. Apesar de quê fora atraído pela beleza notória e gentileza da latina outrora, perguntava-se de suas atitudes, provavelmente precipitadas.

Fechou os olhos de forma breve passando a língua entre os dentes, definitivamente seria a primeira e última vez que fizera isso com alguém, até porque, não gostava já de definir sua identidade, muito menos já iniciar um diálogo com pessoas que nunca vira antes em uma câmera, não sabia sequer sua história. O silêncio se estabelecia novamente, foi onde quando ele tomou mais um gole do líquido preenchendo o copo novamente com a jarra da limonada que fora deixada na mesa, limpou sua boca com um guardanapo tornando a falar. – E você já viu alguma coisa de estranho nessa sua vida notória de modelo, meu amor? Sabe... Algo fora do normal? Algo fora da realidade humana? Algo fora dos padrões científicos já conhecidos. Acho que estou sendo perfeitamente claro não é? – Pendeu a cabeça para o lado levemente, estreitando o olhar para ela, voltando a posição original, estalando os ossos de seu ombro os mexendo circularmente. Repousou seu olhar no lábios da mesma para depois retornar as suas irises, ficando ali inerte esperando uma resposta da parte da mulher.



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Re: [RP Fechada] Underneath the rising sun

Mensagem por Kasyade Weizenwoffman em Sex Abr 07, 2017 2:49 pm



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O assunto teve sua continuidade a partir do desfecho iniciado pelo italiano recém chegado. Kasyade, em sua plena elegância, tornou a gozar de sua refeição enquanto ouvia o monólogo que se seguia. Enquanto mastigava a carne macia do pato, o observava enrubescer ao dirigir os olhos no movimento feito ao erguer o garfo até os lábios. Não tinha o que responder sobre a maioria das coisas ditas, uma vez que o motoqueiro verbalizava a tarefa que deveria ser executada em seu dia, falhando miseravelmente por uma falha técnica de seu veículo. Motos não eram amigas da chuva, e qualquer pessoa consciente disso que fosse sair naquele dia, ciente do tempo fechado, optaria por outro automóvel. ‒ Modelo fotográfica, trabalho aqui perto. ‒ Segurou a taça com uma quantidade rasa do Rieussec, saboreando-o internamente. Era o seu vinho preferido, afinal.

Quando a contrapartida para o assunto seguinte se fez presente, seu dom lhe dava um indicativo claro de que Gerrard fazia parte de seu universo alternativo, com uma porcentagem de humanidade dividida com uma outra. ‒ Não preciso ver quando já sou uma diferença de grande peso nessa realidade alternativa, muchacho. ‒ de uma forma sutil, instaurou seu idioma natural ao fim da frase, a rouquidão empoderando o sotaque carregado. ‒ Así como tu eres. ‒ Recostou a taça sobre a mesa maciça, passando a ponta da língua pelos lábios. ‒ Sempre entrega suas armas? ‒ Perguntou com uma leve pitada de humor no timbre, visto que não era comum um homem de escolta encontrar-se desarmado, não importando a questão.



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Re: [RP Fechada] Underneath the rising sun

Mensagem por Gerrard B. Mantovani em Sab Abr 08, 2017 8:32 pm


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Atento no que a jovem falara o rapaz ficava refletindo enquanto bebia sua limonada tranquilamente. *Modelo fotográfica, huh?* levou os olhos da cabeça até abaixo dos seios da mulher que era a parte que podia ser vista, realmente ela tinha o porte físico envolto de curvas sinuosos e provocantes para tal emprego. Em seguida, não demorou muito até que a jovem continuo uma fala sobre sua pergunta anterior, e realmente aquilo não só o intrigou como o irritou profundamente, normalmente era ele quem tinha as informações das pessoas com que convivia consigo.

Pousou ambos os cotovelos na mesa após ouvir calmamente a pergunta da mulher sobre suas armas, os seus olhos azuis que antes transmitiam a calmaria e a beleza de um céu límpido sem nuvens tornaram-se quase tão turbulento quanto uma maré em fúria. Não só isso era notara, um cheiro de sangue começou a perturbar a narina dela, a única coisa transmitida por aquelas irises agora era uma aura assassina extremamente perturbadora, a mente da jovem podia começar a querer brincar com a própria podendo imaginar o cheiro pútrido de cadáveres e do líquido viscoso que banhavam aquela alma. Gerrard já fez muitas coisas das quais não se orgulha, mas aquilo o beneficiou em uma parte, em sua intimidação.

Após isso deu uma gargalhada sádica em rumo à latina enquanto proferia em um tom sombrio e extremamente ríspido. – Você realmente acha que preciso daquelas armas para matar alguém caso eu precise? Não pense que é porque estou sendo extremamente amável com você coisa que não costumo ser que sou uma rosa delicada e com aroma perfeito. Pelo contrário. Posso e sou o pesadelo de muitos que ainda caminham nesta terra sem sentido. Compreende? Questionou em finalização o italiano levando a limonada aos lábios que acabavam ficando secos com a fala o saboreando fechando os olhos brevemente, e quando os abriu e fitou nas irises da jovem novamente, parecia a maresia com a turbulência já tendo sido extinta. O soldado não era um dos homens que conhecia mais fáceis de lidar, principalmente com pessoas que tentavam o surpreender. Se aquela mulher tinha a intenção de provocá-lo, acharia o pior parceiro para isso principalmente tendo notado o pavio quase inexistente do homem podendo explodir e espalhar labaredas em todo seu entorno.

Esperou uma nova atitude agora da jovem para tomar alguma providência no momento ele só fazia era triturar uns amendoins trazidos pelo garçom em sua boca e a fitar no processo, esperando uma próxima alfinetada alheia.



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Re: [RP Fechada] Underneath the rising sun

Mensagem por Kasyade Weizenwoffman em Sab Abr 08, 2017 10:42 pm



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Quando a latina resolvia instaurar um espírito relaxado em seu corpo, não havia cristão, religioso de qualquer patente ou criatura que lhe tirasse daquele estado. Portanto, dificilmente Gerrard veria alguma alteração em sua face, pois não existia nenhuma. A intimidação não lhe fora algo de total efeito, muito menos os alardes feitos numa proporção mental, uma vez que tinha poderes telepáticos. Achou engraçado a alteração de humor vinda do italiano, sua mente supondo uma e outra coisa. Ele deveria ter um grau forte de bipolaridade, pois havia, literalmente passado de simpático para rude. O melhor? Ela não deu a mínima atenção. Kasyade poderia descriminar sua capacidade científica, referente ao compreendimento do que havia dito, uma vez que a brincadeira era clara ao perguntar sobre a entrega das armas, sendo nulo qualquer sentido de provocação ou algo que desse sentido a raiva exposta. ‒ Vou fingir que sim. ‒ Não tinha motivos para mentir, e como não encontrava razão ou até mesmo lógica na reação, procurou não se prender a isso.

Diferente do homem alterado, não via necessidades em expor seus poderes, coisa que o abalaria, com toda certeza. Não é todo dia que se encontra alguém com a capacidade de tomar não só seus poderes, como seus sentidos e lembranças, deixando-o desacordado por um tempo. ‒ Baixe o tom e procure voltar ao seu estado de rosas, cabrón. Além de estar falando com uma mulher, respeito é bom e quem preza pela vida gosta disso. Se não faz o seu gosto, faça o favor de retirar-se da mesa e procurar um lugar para se acomodar. ‒ Direta, nada melhor para definir a personalidade da morena, que não tinha nenhum traço ou histórico de bipolaridade na família. Porém, era ácida quando o momento em questão pedia. ‒ Ou melhor, como diz o ditado, os incomodados que se mudem, uh? ‒ Olhou para William, que parecia afiado e pronto para intervir, a poucos passos de onde estava como se fosse um segurança particular da Weizenwoffman. ‒ A conta, por favor, Will. E não traga, irei com você. Perdi o apetite. ‒ A elegância jamais lhe abandonava, por mais que não reparasse nas formas graciosas em como se portava ou simplesmente andava. Era uma característica natural sua. Levantou-se sem nem dirigir o olhar ao italiano, acompanhando o loiro que andava lado-a-lado com a cliente, perguntando-lhe se deveria expulsar o homem por algum abuso. Não viu necessidades naquilo, considerando o episódio como falta de educação e má interpretação de palavras ditas. Acontecia.

Conta paga, recostou-se no balcão, sacando o celular do bolso para passar o tempo. A tempestade ainda caía lá fora, sem indícios de uma pausa. O céu nublado resumia-se em tons escamosos do cinza ao preto, com grossas gotículas caindo num despencar agressivo num ritmo bruto. Estava distante da mesa anteriormente ocupada, o episódio já deixado de lado para dar atenção ao que tinha importância.



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Re: [RP Fechada] Underneath the rising sun

Mensagem por Gerrard B. Mantovani em Seg Abr 10, 2017 7:40 pm


Don't be afraid... I don't bite
Let the Rain wash away our souls!

 

Gerrard logo observava a garota tomar uma postura séria ouvindo calmamente o que ela tinha a dizer fechando os olhos e suspirando profundamente, ele sabia que havia cometido um erro gravíssimo a questão no momento era como consertar. Esperou o momento certo calmamente não a encarando, só as vezes disfarçadamente mirando o olhar na latina logo depois rumando a mira a sua frente ou ao copo.

Não passou muito tempo ao ver a mesma começar a tatear seu smartphone, pois se de pé caminhando vagarosamente até a mesma um pouco sem graça meio que com a cabeça abaixada falando em um murmúrio que apenas a mesma pudesse ouvir. – Perdoe-me, não foi minha intenção. Eu só não sei aceitar bem que existam outros que pudessem detectar as coisas até melhor que a mim, fui tolo de ter agido daquela maneira, garanto que isso não repetirá. Isso claro, se ainda quiser minha companhia... O timbre de voz rouco e trêmulo do mesmo mostravam que ele realmente não tinha gostado do próprio comportamento, estava envergonhado o suficiente para não conseguir encarar a latina nos olhos.

Afastou-se um pouco da mesma indo até a porta em passos deliberadamente rápidos, apreciar a chuva, era uma das coisas que amava fazer, a melodia das gotas caindo sobre as construções ou contra o solo, o seu doce aroma que emitia quando molhava a terra e até mesmo a maneira que aquilo ao mesmo tempo era perturbador para algumas pessoas, para si era quase como um déjà vu de quando criança tomando banho de chuva diversas vezes dançando e cantando alegremente ainda na sua terra italiana. Aquilo lhe lembrou de como tratou a garota, fazendo o abaixar a cabeça semicerrando os olhos enquanto os pingos d’água batiam contra o vidro da porta e contra tudo naquele momento, uma das coisas que ele gostava na chuva e que se quer sabia que tinha o efeito nele, era que o purificava por inteiro e o fazia pensar nas merdas que já cometeu em sua vida e ajudava-o a achar uma solução, que no caso era apenas rezar para que ela o perdoasse.


Armas:

DUAL DESERT EAGLE (PAIN E KILLER): DUAS PISTOLAS CALIBRE 50MM, CROMADOS EM PRATA, TENDO NA LATERAL DE CADA ARMA A PALAVRA "PAIN" E EM OUTRA "KILLER" EM RUBRO. CADA UMA POSSUI 7 BALAS POR CARTUCHO, CAPAZES DE PERFURAR SEM DIFICULDADE COLETES E ATÉ MATERIAIS BLINDADOS ATÉ VINTE E CINCO METROS DE DISTÂNCIA.


SOUNDKILLER: HARLEY DAVIDSON V-ROD MUSCLE CUSTOM (SOUNDKILLER): UMA MOTO TODA MODIFICADA DA FABRICANTE HARLEY DAVIDSON, POSSUINDO UMA NOVA CARROCERIA, RODA TRASEIRA ALTERADA, ASSIM COMO SEU ALCANCE MÁXIMO DE VELOCIDADE, POSSUI UM MOTOR V8, ALCANÇANDO ATÉ 200 CAVALOS DE POTÊNCIA, ALCANÇANDO A VELOCIDADE MÁXIMA DE 280 KM/H, TANQUE DE GASOLINA COM CAPACIDADE DE ATÉ 35 LITROS. O NOVO "CORPO" DA MOTO É TODO BLINDADO, TENDO DUAS COBERTURAS PERTO DO TANQUE DE GASOLINA NADA EXPOSTO E CONTENDO UM RESFRIADOR CASO SUPER AQUEÇA EVITANDO POSSÍVEIS EXPLOSÕES POR ESTAR ENVOLTO DE GROSSA BLINDAGEM.  

The Terminator! The Judger! The ender of all things!


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Don't blame me if you get killed!
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Re: [RP Fechada] Underneath the rising sun

Mensagem por Kasyade Weizenwoffman em Qui Abr 13, 2017 10:41 pm



I know i don’t feel too sober now
A morena não se pronunciou quanto a nova aproximação do italiano. Já não estava segura de que sua presença traria algo de bom para o dia, uma vez que já tinha estragado o humor da jovem modelo. ‒ O local é público, você pode se sentar ai, isso só não quer dizer que terá minha atenção. Vai que você resolve dar uma de rude de novo, uh? ‒ Era fácil notar o semblante chateado da latina, quando esta se mostrava sem nenhum bloqueio emocional. Claro, era escolha sua deixar que ele soubesse exatamente o que estava sentindo, já que não era de sua rotina deixar que um estranho conhecesse qualquer expressão que pudesse demonstrar. Havia um quê de mágoa no tom, pois o moreno desconsiderou qualquer tipo de educação com alguém que lhe recebeu bem demais para alguém que nunca tinha visto na vida.

Os olhos castanhos avermelhados encontraram o corpo do homem, sereno, observando o despencar da chuva do lado de fora. Automaticamente fez o mesmo, virando o rosto de lado, imaginando como as coisas eram engraçadas. Num minuto, estava tudo bem. No segundo seguinte, tudo tornou-se uma tempestade confusa onde ela havia sido arrastada por partes. Suspirou, soltando o celular enquanto um suspiro abandonava os lábios pintados de vinho matte. Não poderia simplesmente se levantar e ir atrás dele, certamente deveria ficar o mais longe o possível, mas por que havia algo chamando-a para fazê-la ir até lá?

Quando percebeu onde estava, negou com a cabeça. Alguns passos lhe separavam da presença máscula, numa distância segura para agir caso fosse necessário. Bastava um toque, não importando onde. ‒ Aceite, sem mais ou menos. Não se trata de ser melhor, você se sairá bem quando aprender que se um inimigo é bem tratado, em algum momento, ele se torna amigo, assim como você fica mais forte. ‒ Deixou as palavras escaparem. Era uma referência ao ocorrido, mas de forma indireta. Não por não ter coragem de retomar o assunto, apenas por não querer revivê-lo uma outra vez.


manhattan ▪ w/ gerrard ▪ 15º /-





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this girl can only break you

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Re: [RP Fechada] Underneath the rising sun

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