FEUD, Varus Melbourn

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FEUD, Varus Melbourn

Mensagem por Varus Melbourn Feud em Seg Abr 03, 2017 11:27 pm

Reencarnado




Escreva os dados


i. A NOMENCLATURA: Varus Melbourn Feud;
ii. COMO É CONHECIDO: Poison Ivy;
iii. TIPAGEM SANGUÍNEA: Reencarnado ;
iv. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: 22 Anos;
v. PRIMEIRO RESPIRO: 21 de Julho de 1994;
vi. DESCENDENTE DE QUE POVO: Americano;
vii. COMPORTAMENTO: Neutralidade Bélica;
viii. COMUNIDADE: Anti-Herói

Informe os atributos


i. PONTOS DE ATRIBUTO: 21-30 (60 PA);
ii. ESPECIALIZAÇÃO: Intelectual (+5);
iii. ATRIBUTOS:



FORÇA: 8INTELIGÊNCIA: 15 (+5)
RESISTÊNCIA: 8AGILIDADE: 8
VIGOR: 8CARISMA: 13



Diga as perícias


i. PERÍCIAS:

i. Biologia, nível Calouro;


Cite os poderes


i. SUPER-PODERES:

i. Imunidade Tóxica - Após ser envenenado no acidente, o mesmo desenvolveu uma forte imunidade a qualquer veneno ou toxina por mais letal que seja;
ii. Hipnose -Possui a habilidade de hipnotizar com um veneno em sua boca transmitido através do beijo;
iii. Manipulação de Plantas - Se torna capaz de manipular a vida vegetal ao seu redor, ou até mesmo, transformar geneticamente as que já existem em formas mais poderosas.

iv. Manipulação de Feromônios - Através de seu veneno espalhado pelo ar, eis que, VArus consegue manipular as emoções de outros indivíduos.


Conte o histórico


“Onde estão os seus amigos? Os meus estão por todos os lados.” - Zyra

Steven Feud era um renomado cientista da alta sociedade de Seattle, sempre envolto nas descobertas biológicas mais recentes e promissoras. Mal havia tempo para que o homem inteligente pudesse fazer outra coisa diferente de estudar e pesquisar. Ele apenas possuía vinte anos quando entrou para o ranking dos cientistas mais promissores dos Estados Unidos da América. Foi nesta mesma época que ele conheceu Emma Melbourn, uma importante pesquisadora e arqueóloga. Eles pareciam como letra e música, a junção para algo grandioso. E foram. Com as descobertas de Emma e os estudos tipológicos e funcionais de Steven, não houve um estudioso americano que não viesse a se curvar ao que parecia ser o grande casal da mídia científica. Enriqueceram em pouco tempo à medida que o relacionamento evoluiu. E então, em seu quinto ano de matrimônio, foi que Varus veio ao mundo.

Como qualquer pai visionário e controlador, Steven não mediu esforços ou barreiras para lecionar o filho desde cedo sobre o que ele deveria ser. Biologia avançada, estudos ecológicos, tudo proveniente dos melhores professores que a sociedade podia oferecer. Varus apreciava aquilo, realmente o fazia, no entanto, num dado momento de sua vida, deu-se a inclinação para o ramo artístico. Varus descobriu que tinha uma voz atraente e bela quando completou suas doze primaveras, enquanto uma professora o encorajava a cantar uma música qualquer dos Bealtes na aula de artes. E ele gostou tanto daquilo quanto de catalogar e entender o funcionamento de angiospermas e briófitas. Não demorou até que os conflitos entre ele e a família começasse, não somente pela mudança do caminho, como também, por sua sede de independência e de deixar a família.

Quando a pesquisa acerca de plantas egípcias e radioatividade começaram, Varus tinha pouco mais de dezessete anos, estava preste a finalizar o ensino médio e havia optado por cursar música na Academia Julliard, ainda que, sem nenhum apoio dos pais. Tentara de todas maneiras encontrar um ponto no qual todos pudessem sair beneficiados daquela situação, porém, a mente fechada de Steven dificultava a cada dia mais o convívio.Ele o julgava Obcecado e cego pela música”, todavia, quem estava obcecado por algo era ele, vosso pai, sempre trancado em seu laboratório e tentando estimular o crescimento da planta através da substância radioativa. “Vai ficar neste laboratório, vai me ajudar até entrar nessa sua cabeça que vai se afundar se seguir a música.” - O tom de voz com o qual o pai usara para falar ao filho o assustou, como se ele estivesse, de fato, louco. Varus, disposto a acalmar os nervos, utilizou de todo o seu conhecimento e passou mais de dois dias ajudando no experimento. Até que no terceiro dia algo ocorreu. Um erro.

O uso excessivo da substância em contato com a planta que, sem que eles soubessem, possuía propriedades combustíveis, fez com que uma explosão destruisse parte do laboratório. Steven faleceu em pouco tempo, enquanto Varus, seu filho, fora internado e passara mais de duas semanas em coma profundo. Parte do corpo sofreu queimaduras de segundo grau, no entanto, por um milagre, ele sobreviveu. Emma, recém chegada de uma expedição ao Cairo, acolheu o filho com todo amor que entrou. Mas na verdade, tudo que acontecera naquele laboratório, tudo o havia alterado. Fisiologicamente e psicologicamente. As flores que eram tão comuns e passíveis, posteriormente se tornaram eufóricas perto dele, talvez até, devotas. Ele não entendia aquilo no início, porém, conforme o tempo foi evoluindo e a mágoa crescendo em seu peito, Varus entendeu o que significava. Estava distante daquilo que sonhara para si, de estar de fronte aos holofotes, agora estava condenado a esconder a si mesmo, ao menos se quisesse ascender para um poder diferente.

Estava destinado à profunda melancolia, esta, banhada em certa ironia. A ironia de ser algo que nunca quis. A ironia de florescer e destruir ao mesmo tempo.
Outras Coisas


i. Varus possui tatuagens pelo corpo em formatos de folhagem, estas feitas por uma espécie de seiva de uma planta do mediterrâneo. Uma releitura das folhas que Poison Ivy utilizava na história clássica;
ii. Referências dos Poderes - Aqui



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I don't ask the mirror, I know I'm the fairest. I'm bringin' the fire, so call me Daenerys. They wanna know who sneakin' into my place, They don't need to know. No one's business how I play.

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