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Mensagem por Natasha Schneider em Ter Abr 04, 2017 12:54 am

Life always brings you back
A roleplay é iniciada pelo post de Natasha Schneider, seguindo por Andras Janggok. Estando, portanto, FECHADA para os demais. Passando-se esta em 1 de março de 2017, Tavern Lounge. O conteúdo é LIVRE. Atualmente, as postagens estão EM ANDAMENTO.


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Re: + life always brings you back

Mensagem por Natasha Schneider em Ter Abr 04, 2017 12:59 am



I'll never know the reason behind your eyes

Aquele ambiente definitivamente não combina com a menina que está adentrando o antro cheio e apertado. Como havia adentrado o local? Por mais que houvesse várias regras que impediriam a entrada de Natasha e seus companheiros de lacrosse, nenhuma das pessoas consideradas responsáveis pelo local realmente parecia se importar em verificar a documentação dos jovens que invadiam o interior da boate. As poucas garotas que compõem a equipe mista de lacrosse do colégio estão rindo histericamente, loucas por uma noite cheia de loucura e libertinagem. Os rapazes já trazem consigo garrafas de bebida com porcentagens absurdas de álcool. O que Natasha faz ali? É complicado explicar. A menina com traços de alguém que possuía dezoito anos nas costas não passava de algo estético, uma máscara jovem para alguém com uma alma muito velha. Os olhos carregam consigo o brilho intenso de alguém que presenciou o que as pessoas considerariam impossível. Não foram necessárias viagens do tempo e nem aulas intensas de história para que Natasha soubesse o que cada um dos séculos portavam consigo na bagagem. Schneider é a própria história personificada em uma figura de quase eterna adolescente. Apesar disso tudo, a garota decidira deixar as guerras de lado e viver a vida como alguém de sua idade deveria viver. Era estranho ver uma moça com uma compostura tão imaculada, contudo não se trata de nada completamente anormal. Seus colegas de colégio simplesmente achavam-na uma moça muito séria — o que não deixa de ser verdade. Contudo ela necessita admitir para si mesma com urgência que ela não é uma grande amante de festas.

Há algum tempo Natasha veio a considerar o fato de que apenas estava ali para garantir que seus colegas de time chegassem em casa com segurança, pois nenhum deles sairia daquele antro de tortura em condições para dirigir. Sequer saberiam colocar um pé atrás do outro, imagina manejar um volante de um veículo em alta velocidade na estrada? Já faz mais de quarenta minutos que Natasha está ali, e confessa que existe certa diversão em estar naquele lugar. O fato de se manter sóbria trazia algumas vantagens á jovem de cabelos acobreados que quase deixa esboçar um ligeiro sorriso irônico em sua fisionomia pétrea. Quase. Além de manter os próprios reflexos e coordenação motora sem nenhum comprometimento, outro benefício é ver como as pessoas bêbadas agem. Até mesmo as pessoas consideradas mais quietas perdem a linha quando estão embriagadas, e ver essas personalidades reclusas se libertarem quando sob efeito de drogas lícitas e ilícitas arrancam pequenos risos abafados de uma mutante que jamais deseja chamar a atenção para si, preferindo que outras pessoas protagonizem o espetáculo proporcionado por adolescentes depravados e cheios de hormônios. Natasha não bebe. Mas se você pensa que o fato de ter vivido por sete séculos fazem dela uma pessoa antiquada, está redondamente enganado. Os hormônios de Natasha ainda se fazem presentes, e ela ainda é teoricamente uma jovem ávida por diversão, mesmo que não sejam os meios mais convencionais. Natasha tem conceitos diferentes de diversão.

No momento ela está com sua coluna recostada em um balcão onde os barmans estão trabalhando, servindo bebidas e drinks para os jovens sem nem ao menos se preocuparem com a embriaguez alheia, contanto que seus produtos ali vendessem. Seus colegas organizaram uma grande roda onde eles desafiam uns aos outros a tomarem doses exorbitantes de conhaque. A ruiva estremece só de pensar no sabor ardente da bebida que no momento desce diretamente pela garganta de Edwin. Quando o mesmo ergue os braços e comemora como se fosse um homem das cavernas, ela não consegue conter um revirar de olhos e um mirar enjoado na direção do garoto, que pisca na direção dela e manda um beijo no ar como se ela estivesse sedenta por um gesto dele. De longe era um dos jogadores de lacrosse que menos gostava, e sua única reação perante à última ação do mesmo é o mesmo de sempre. Sua língua é envolvida por uma camada grossa de chiclete, e ela faz com que uma bolinha cor-de-rosa apareça fronte seus lábios. Seus dentes rompem a película fina e elástica da guloseima segundos depois, enquanto seus olhos castanhos fitam o estudante com uma indiferença quase dolorida. — Idiota. — Murmura consigo mesma, voltando a morder o chiclete com os dentes dos fundos de sua arcada perfeita. Quando desvencilha o olhar logo para a direita, depara-se com uma pessoa que não esperava encontrar. Justamente ele? Há algum tempo que Schneider não precisa se preocupar por estar ocupando um mesmo espaço que o outro, contudo quanto mais pudesse evitar o jovem de traços orientais, menos deveria perder seu tempo imaginando os motivos pelos quais ela pratica meditação com tanto afinco. No instante em que o mesmo redesenha o seu trajeto para encontrá-la em seu canto isolado, ela vira o rosto sem mostrar-se afetada pela presença alheia. Tudo o que ela faz é arrumar as mechas que se encontram fora do lugar e atrapalhando sua visão e respirar profundamente, erguendo levemente seu queixo e evitando olhar para o rapaz diretamente. — Legal te ver aqui, Andras. — Murmura de forma casual e desprendida. Como sempre, sua expressão não diz muita coisa que não seja seu semblante austero. Ela possui um histórico um tanto quanto complicado com Janggok.




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Re: + life always brings you back

Mensagem por Andras Janggok em Qui Abr 06, 2017 4:13 am

 
Por quanto tempo acha que consegue me manter distante? O moreno pressiona os indicadores e médios a pressionarem contra suas têmporas ainda que estivessem úmidos pela limpeza rápida que fizera sobre a derme anteriormente respingada pelo sangue de sua última vítima. Adentrar na área administrativa do estabelecimento fora tão fácil quanto tirar doce de uma criança; pois é por conta de sua aparência incólume em conjunto de sorrisos e uma lábia matreira conquistou uma das funcionárias que o levou diretamente a sala de seu superior. A presença dos seguranças é nula por tais bandas pelo início da entrada dos frequentadores a propriamente supervisioná-los como demanda vossos cargos; portanto que Janggok fizera uso de seus poderes e habilidades para intimidar o proprietário afim de cometer alguma calamidade. Conseguira o que bem queria com dois de seus seguranças e a própria hostess, assegurando-se que o homem se manteria em silêncio diante de tais acontecimentos pelas ameaças que lhe foram feitas. Haveria mais acusações ilegais contra ele do que aos três homicídios cometidos pelo jovem dono de características físicas orientais a predominar. — Eu acabei de alimentá-lo. Contente-se.

Não é a primeira vez que se encontra na famosa boate e pode ter a certeza que caso fosse questionado por tamanho sua fisionomia seria tomada pelo puro e intenso desdém. Contudo, ele mesmo é ciente de que se apresenta pelo sobrenome materno, pois do contrário não lhe deixariam em paz pela influência que seu progenitor possui sobre a cultura atual como um ator hollywoodiano que adora essa cidade cinzenta movimentada pelo comércio, finanças e principalmente seu entretenimento que consequentemente o torna tão popular. A cisma de sua mãe a mantê-lo distante dos holofotes ajudou-o atualmente a não comprometer por seus atos, mesmo que seu parasita forneça um traje e responda por um alter-ego escolhido por si mesmo a ser reconhecido por sua malevolência executada em atentados periódicos por conta da necessidade do simbionte por adrenalina. Andras, assim como seu parasita, aprendeu a sentir prazer quando comete seus crimes que ultrapassa qualquer outro que provou entremeio aos recursos abundantes que possui e possuiu durante seus vinte e cinco anos vividos. O som...
 
Um bolo de notas verdes são entregues ao DJ quando seus olhos escuros miram uma figura deveras... Interessante. O que ela tem de mais que tanto lhe intriga? Com seu status ele pode foder com qualquer garota que deseja pertencente a metrópole ou não. Limites não há quando se têm uma gorda conta bancária e poderes como os seus, mas quando se trata da adolescente de longas madeixas de tom acaju nada que possa proporcionar por via de seu materialismo é capaz de impressioná-la. Seu corpo se movimenta instintivamente em direção a moçoila que se encontra acompanha de um grupo de adolescentes que hora e meia tentam chamar a atenção da menor que se mantém isolada no interior do louge com sua costumeira desanimação. Natasha não é nem um pouco divertida, na visão do coreano, ou melhor dizendo, ela não sabe como se divertir. E se sabe, algo lhe diz que não é da mesma forma que o faz. As íris escuras fixam-se na ruiva como um caçador hipnotiza sua presa antes de abatê-la e mesmo que não seja correspondido, semicerra os olhos na medida em que encurta a distância outrora existente entre eles em questão de segundos. O equilíbrio e agilidade são notórios, mas Schneider é ciente da verdadeira natureza de sua então afável companhia. Sarcasmo.

A distinção de temperamento é quase palpável pela maneira que ambos se portam, a descontração demonstrada pelo maior é uma maneira de atacar diretamente a fachada rigorosa ostentada pela estudante. Os olhos do moreno passeiam pela fisionomia alheia e principalmente pelo corpo curvilíneo demarcado pelas vestimentas que instiga o desejo guiado pela luxúria desde a primeira vez que a viu. Andras não encara Natasha como a mulher que é, mas como um troféu a ser conquistado independente do número de investidas que teria de dar. Um dia ela seria sua, e esse dia não está tão distante por não ter sido agraciado pelo dom da paciência. O que vocês esperavam de um jovem que sempre tem o que deseja em um estalar de dedos? — Natasha. — Profere o nome dela com lentidão, como se deliciasse com cada sílaba pertencente a ele. O canto de seus lábios se inclinam em um sorriso mínimo, mas sobrecarregado pela malícia vulgar que exala de todos seus atos executados na presença dela. — Nunca nos encontramos em um lugar assim. Pensei que preferisse algo mais, digamos que, "careta". — Ele faz aspas nos ares com ambas as mãos e inclina a cabeça para o lado para em seguida morder o lábio inferior ao arriscar dar um último passo que aproxima seus corpos de imediato.
 
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Re: + life always brings you back

Mensagem por Natasha Schneider em Sex Abr 07, 2017 4:01 am



I'll never know the reason behind your eyes

Escutar a voz do rapaz como se ele saboreasse de cada sílaba do nome da garota faz com que ela, involuntariamente, acabe franzindo sua testa e encarando-o com um humor extremamente cético.  Dessa forma, a tarefa de tratá-lo com indiferença é uma coisa um tanto quanto difícil, afinal Natasha não consegue realmente controlar suas reações quando se diverte de sua maneira estranha e individualista — sem compartilhar de suas piadinhas internas com ninguém jamais. A forma como a vida sempre coloca Andras em seu caminho faz com que Natasha finalmente comece a imaginar se a vida estaria ou não começando a lhe pregar peças, e isso se trata de uma sátira muito bem feita por ela tanto para a alemã quanto para o rapaz que deseja com ela interagir. Ela balança a cabeça negativamente com seu sorriso curto e carregado de sarcasmo, antes de baixar o semblante para ocultar as feições por poucos segundos e voltar a erguer seu olhar para finalmente encarar as feições do rapaz. Mesmo no escuro consegue enxergar a beleza do mesmo em todo o seu louvor; constatando mais uma vez que não é por pouco que as mulheres de New York fazem fila para ter um momento com Janggok. Natasha viveu o suficiente para vislumbrar de todos os tipos de beleza possíveis, contudo os traços de Andras sempre foram novos para ela. Por isso nunca deixavam de surpreendê-la mesmo que passasse cinco minutos sem encará-lo.

— Careta? — Schneider encara-o de cima a baixo quando percebe a proximidade repentina do rapaz, colocando uma das mãos na cintura enquanto a outra pende ao lado de seu próprio corpo como se ela não acreditasse que ele tivera tamanha audácia. “Ora, Natasha.”, ela pensa consigo mesma. “Não é uma grande surpresa.” Para ela, Jangook nunca conhecera a palavrinha chamada limite. Com a mão desocupada, ela repousa-a no peitoral de Andras firmemente como se seu antebraço pudesse formar uma barreira entre os dois, muito embora não estivesse se sentindo sequer desconfortável com a ínfima distância que seus corpos ainda mantinham. Olha nos olhos dele e deixa transparecer o brilho mordaz em seu próprio mirar, outra vez negando com a cabeça. — Você pensa demais, Andy. — Enaltecendo o apelido que ela profere sem nem ao menos que ele tivesse lhe concedido intimidade para tal, arrastando as sílabas em um tom cáustico e um tanto desdenhoso, Schneider desliza a mão pelo tórax alheio e deixa que sua mão acabe pendendo novamente ao lado de seu corpo. Os olhos da mutante não se desprendem um segundo sequer dos de Andras, e ela não se permite quebrar tal conexão mesmo que os holofotes de baixa luminosidade tornasse a possibilidade de manter-se daquela forma muito mais difícil.

— Não se acostume, ok? — Alerta-o em um tom firme, antes de elevar seus dedos até os próprios cabelos para retirar as mechas que insistem em cair na frente de seus olhos. — Agora que eu sei que você frequenta esse lounge, a probabilidade de eu retornar é quase nula. — Ajeitando a blusa de alcinhas que expõe uma pequena parcela de sua barriga por debaixo de sua jaqueta, Corax estica o tecido distraidamente conforme profere as palavras com o timbre letárgico, como se estivesse exausta. — Não achou nenhuma outra mulher que pudesse brincar com você e veio justamente até mim? — Pergunta, tirando um isqueiro de seu bolso e um cigarro de um maço que estivera guardado junto do primeiro artigo. Prendendo o cigarro entre os lábios rosados, Natasha acende a outra ponta e traga-o profundamente, sentindo a fumaça em seus pulmões. Vira o rosto para o ligeiramente para o lado para que não soltasse toda aquela fumaça na face de Andras, deixando que a mesma escapasse por seus lábios agora entreabertos gradativamente e sem nenhuma pressa. — Eu já te disse, Andras. Eu não tenho vocação pra babá. — É irônico que a última oração da jovem seja carregada de convicção. É do conhecimento de Corax que o rapaz é crente de que tem alguns anos a mais que ela, contudo a verdade era uma só: Natasha vivera o suficiente para ter conhecido a toda a longa linhagem Janggok. O sorrisinho cínico da estudante cresce novamente em seus traços delicados, muito embora essa fosse exatamente a única coisa delicada na mutante; a fisionomia. — Até hoje eu não sei o que você procura conseguir de mim. — Compartilha da informação como se fosse um segredo, muito embora não houvesse discrição nenhuma naquela cena. Ambos com os corpos quase colados um no outro, com Natasha quase encurralada em seu próprio espaço por Andras, criando assim a sensação de que eles estejam em uma bolha de tensão somente deles. A jovem de madeixas acobreadas poderia sair daquela situação e romper a tal camada pesada sem nenhum problema, contudo a mutante vem de eras antigas. Vê diversão em potencial nas situações mais improváveis e mais irrelevantes.




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