EVENTO P/ VILÕES, manifestação

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EVENTO P/ VILÕES, manifestação

Mensagem por Adam Warlock em Ter Abr 04, 2017 4:31 pm

manifestação
Seres humanos conseguem ser tão chatos quando querem, lutando pelos seus direitos, fazendo paralisações para que o governo os notassem. Blá. Estúpidos. Com isso em mente, muitos reuniram-se na ponte que interliga o condado de Staten Islands ao condado de Brooklyn, fechando as faixas de inda e vinda nas duas extremidades da ponte. Você se via nesse cenário irritante e a sua paciência não é tão longa quanto as demais, então, cabe a você findar com tal movimentação de pessoas e cedendo passagem aos outros.


informações


i. Ao total, existem 20 pessoas fazendo a paralisação: metade em cada extremidade da ponte.
ii. Deve-se explicar como chegou ao tal lugar e porque motivos estava lá.
iii. Ser vilão não incita a matar inocentes, mas, sim, a cometer atos contra as leis da sociedade. Logo, você se vê com a possibilidade só de machucá-los, a menos que queira matar todos. Faça o que quiser.
iv. A duração do evento é até a próxima sexta, dia 28/04, até o término do dia (23:59).
v. Ao final do post deve conter todas as informações do personagem, como atributos, perícias, poderes.
vi. Haverá penalidade no HP de todos, exceto àqueles que possuem uma contra-medida a tiros.
vii. O evento trata-se de uma simples missão de nível fácil-normal, ou seja, não esperem grandiosas recompensas. Ao mesmo tempo, o mínimo exigido de linhas no post é de 20 (como Arial 11, no Word). Vale ressaltar que é um evento individual, ou seja, todos podem participar sem que seja atrapalhados pelo desenvolvimento e envolvimento dos outros.


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2016

Vácuo do espaço-tempo

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Re: EVENTO P/ VILÕES, manifestação

Mensagem por Christian K. Pasternak em Qua Abr 05, 2017 11:34 pm



Solving Problems
▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄
Spending all my time, running from nowhere, looking for nothing!


Tendo saído de Toronto recentemente, o meta-humano havia experimentado a sensação de viajar para qualquer lugar além de sua cidadezinha onde ele havia permanecido durante todos esses anos. Nem parecia: um homem de vinte e cinco anos que nunca se aventurou a ir além de sua antiga rotina de escola-casa. Agora, finalmente livre dos dois cientistas disfarçados de filantropos bonzinhos apoiadores de locais desolados, o jovem rapaz podia aventurar-se a ir para locais onde nunca esteve antes, a qualquer hora que quisesse. Obviamente, ele teve de usar à exaustão seus poderes mentais para poder se esquivar, mas até que seus pais ajudaram: ao mentirem que o filho estava na Califórnia enquanto o mantinham em cativeiro, foi preciso apenas vestir-se formalmente e fingir ter acabado de chegar de viagem. Pouco tempo depois veio sua liberdade – além de uma gorda herança que ele no momento preferia guardar para poder viajar até a Rússia buscar respostas sobre quem ele era e de onde ele havia vindo.

Como herança, além do dinheiro também haviam várias coisas do casal guardadas num cofre num banco do Canadá, o qual avidamente o moreno vasculhou em buscas de respostas, encontrando algo que lhe chamara a atenção; um amigo de longa data do casal, sem nome, mas com um endereço; Brooklyn. Indo de táxi ao local indicado – uma rua cheia de apartamentos de classe baixa – o moreno não perdia tempo, ainda segurava o papel ofício onde dentro haviam várias cartas do casal endereçadas a um homem que era chamado apenas de “querido amigo doutor”. As cartas possuíam apenas advertências sobre crianças especiais, mutantes e meta-humanas, sobre gene-X, genes impossíveis de serem alterados e poderes diferentes, sendo que de todas as setenta e cinco cartas apenas uma citava Christian. “Garoto vindo de um vilarejo russo ainda recém-nascido, poderes cósmicos caóticos capazes de destruir pequenas cidades ao absorver energia cósmica.”, dizia a carta, e Christian acabou gostando do apelido, adotando a alcunha de “caos cósmico”. A freada brusca fez o moreno apoiar a mão rapidamente no banco do motorista, que erguia a cabeça curioso com o trânsito parado logo à frente.

— Parece que vamos passar o dia inteiro aqui, amigo. Serei sincero e vou te dizer que caminhando ou pegando uma bicicleta alugada vai ser bem mais produtivo. — Falou o motorista, alisando seu bigode negro e espesso, sorrindo calmamente como se já estivesse acostumado com engarrafamentos.

— Vou resolver isso. — Murmurou baixo o moreno, descendo do táxi e deixando para trás as cartas, deixando claro para o taxista que ele iria voltar depois.

— Queremos os nossos direitos! — gritavam um grupo de pessoas que formavam um fila de pessoas, bem no início da ponte que dava acesso ao Brooklyn, todos de braços enroscados formando uma espécie de barreira humana.

— O que vocês querem atrapalhando o trânsito? — perguntou o moreno com a maior calma, ignorando os motoristas que buzinavam e xingavam.

— Eu já disse, babaca, queremos os nossos... — gritou irritadiço um dos homens, usando camisa listrada azul e branca e com cabelos ruivos, mas logo fora interrompido quando sua testa fora tocada pelo meta-humano, que absorvia apenas o suficiente para saber do que se tratava o assunto.

E então, ele pôde compreender tudo como um passe de mágica. Eles queriam que o governo os dessem ouvidos, abrissem várias escolas públicas fechadas por falta de verba e que contratassem novos funcionários para os postos de saúde lotados. Por um momento, Christian finalmente compreendera tudo e até mesmo se compadeceu por todo aquele esforço, mas... bem, ele queria passar. Erguendo uma sobrancelha, Chris observou o homem cambalear um pouco tonto, logo sacudindo a cabeça gritando que ele era uma “aberração”. Olhando para o homem de olhos semicerrados e punhos fechados, Chris olhou para o céu nublado, enquanto sentia como se o vento o abraçasse, o envolvesse, abraçando seu corpo. A energia cósmica fluía dele e o envolvia, enquanto uma espécie de pequenina nuvem roxa surgia na mão direita de Christian. Ele apenas apontou o punho para o homem, rapidamente a luz púrpura rasgou o tecido de sua camisa listrada e adentrou sua pele, que logo assumia um tom vermelho e deixava a derme do outro inchada.

— Que porra é essa? — gritou o homem, desfazendo seus braços do de seus amigos e caindo ajoelhado, apalpando o volume crescente.

— Uma estrela está nascendo dentro de você. A radiação, o calor, o excesso de hélio, carbono e oxigênio dentro de seu intestino vai te matar a qualquer momento... — falou Christian enquanto unia as mãos, observando o homem grunhir de dor enquanto sangue vazava por seus orifícios.

Dando alguns passos para trás, de repente gritos ressoaram enquanto os protestantes desesperavam-se. O corpo do homem foi literalmente aberto, a supernova explodiu dentro do corpo do homem que agora era uma massa desforme de carne e pequeninos ossos chamuscados. As pernas do homem residiam no mesmo local de antes, abertas de um jeito engraçado enquanto a calça jeans do homem ainda tinha um pouco de flama na mesma. Vários pedaços de ossos e pequeninos pedaços de estrela haviam atingido alguns vidros de carros, destruindo-os completamente, amassando o aço e o ferro e rasgando a derme da maioria dos protestantes irritados. Como se não houvessem aprendido a lição, um deles foi na direção de Christian gritando de ódio – pelo cabelo ruivo do jovem mais novo, aquele deveria ser seu pai ou seu irmão mais velho. Buscando defender-se do soco, o meta-humano disparou um forte feixe de luz branco-cinzento e então mínimos pedacinhos de cérebro e cabelo queimado espalhou-se pelo asfalto.

— Matem essa coisa! Ele vai destruir a ponte! Terrorista! — gritou o outro protestante, enquanto Christian voava lentamente, seu corpo envolto por pura energia cósmica. Suas vestes sumiam, dando lugar a um corpo masculino sem roupas envolvido em luzes multicoloridas advindas das energias cómicas das supernovas e nebulosas, enquanto ele estendia os braços.

— Meu intento é deixar vocês em paz e seguir em frente até o outro lado da ponte. Meu desejo não é dominá-los ou destruí-los, e sim ter minha própria vida em paz. — Falou o moreno, sem sombra de dúvida a maior frase naquele dia. Vários motoristas saíam de seus carros, gravando o ser levitando sem roupas e coberto por uma estranha matéria metamórfica em sua pele, em constante movimento. Mesmo falando pouco, o ser buscava cativar os outros, deixar seu ultimato sem brigas – apesar dos dois corpos irreconhecíveis que dariam problemas ao investigadores de cenas de crimes.

Sorrindo levemente, dois dos protestantes baixaram seus pedaços de madeira, mas quando um deles pegou um pedaço de aço de um dos carros atingidos pela estrela explodida dentro do homem, a maioria pareceu perceber os corpos de pai e filho ali no chão, e isso foi o suficiente para despertar a fúria destes. Uma pedra foi atirada em sua direção, atingindo de raspão sua testa. Gemendo baixo, o meta-humano desceu um pouco sua levitação, engolindo em seco e olhando irritado para seus algozes declarados.

— Bem, pelo visto terei de mata-los. — Erguendo as duas mãos, o brilho avermelhado fluiu e formou duas enormes espadas feitas puramente de energia cósmica, que atingiram os peitorais de mais dois protestantes.

Alguns motoristas e inclusive alguns policiais que vinham ao longe atrasados pelo engarrafamento pareciam impressionados e assustados pela figura coberta de luz que levitava despido. Fechando os olhos, o meta-humano concentrou-se, e assim que passaram pelos carros parados no engarrafamento os policiais automaticamente começaram a levitar, a gravidade afetada pelos poderes do jovem de poderes cósmicos parecia trabalhar ao seu favor, e logo os protestantes restantes lentamente também começavam a retirar seus pés do chão, gritando afobados em pânico.

— Não há motivos pelos quais gritar, apenas estou controlando a gravidade ao meu redor para que eu não seja machucado, mas não se preocupem; irei mata-los com rapidez, não sentirão nada. — Sussurrou o moreno para os seis protestantes restantes, pela primeira vez um indício de um pequeno sorriso surgira em sua face.

Apesar de ter sofrido bastante vivendo em cativeiro por mais de seis anos, confinado pelas pessoas que haviam o adotado e dito que o amavam, o moreno não guardava nenhum tipo de maldade suprema, ou desejos de dominação mundial, mesmo seus poderes sendo bastante úteis quando se tratava de espalhar destruição. Ele apenas estava... diferente, algo nele havia se fechado, seu espírito estava fraco e sua alma calejada, mas isso não significava que ele não possuía sentimentos. Ele ainda sentia aconchego em pequenas coisas, ainda dormia agarrado a um travesseiro todas as noites, desejando ter de volta seu urso, ele ainda sonhava e imaginava se em alguma dimensão por aí seus pais não eram loucos homicidas e ainda o criavam com amor, abraçando-o todas as noites, dizendo que ele era amado.

A dor excruciante fez o moreno cair abruptamente de seu voo, apoiando os pés no solo e buscando apoio no próprio ar enquanto arfava. Ele engoliu em seco, observando o ferimento que a bala havia feito em seu braço direito, e então seus olhos semicerraram, fitando o policial que flutuava a poucos metros do chão, segurando a arma em mãos. Ele realmente não queria machucar ninguém, mas o que fazer quando as pessoas simplesmente buscavam machuca-lo? Ele tinha de tomar medidas! Mas sua mente de repente o puxou para a realidade da situação; ele não estava ali para machucar ninguém, apenas seguir em frente para o outro lado da ponte, buscar informações importantes. O resto não deveria ser importante. Um dos protestantes buscou atingi-lo por uma pedra, a qual o ser cósmico ainda em sua forma de energia apontou para a mesma e explodiu-a em uma massa poeirenta e cinza.

Levitando mais uma vez, seu corpo continuou em frente, atravessando a ponte sem preocupar-se com problemas vindo dos protestantes que permaneciam agachados em medo – se a polícia neste momento estava levitando graças a dons gravitacionais do ser cósmico, o que eles poderiam fazer contra o caótico homem? – Christian prosseguiu calmo, a um ritmo próprio. Sua expressão era calma, a energia que mudava de cor o tempo inteiro movia-se, como se mudasse de estrutura a todo instante, os pensamentos do moreno por coincidência também faziam tal coisa, vagando em inúmeras possibilidades. Se ele encontrasse o amigo doutor, o que ele faria? Tocaria no homem e buscaria informações relacionadas ao vilarejo russo? E se ele não soubesse de nada? Bem, de acordo com as cartas, ele parecia muitíssimo ciente do processo de adoção da “criança de poderes cósmicos impressionáveis”, como dizia as cartas. Ele sabia de alguma coisa! E Chris iria arrancar as informações do homem, nem que fosse a última coisa que fizesse.



∆∆∆



Chegando próximo da outra parte da ponte do Brooklyn que daria acesso à Staten Islands, os protestantes já o esperavam. Em mãos, paus, um machado e até mesmo um pedaço de aço arrancado de alguma lixeira próxima. Como os seres humanos uniam-se em ignorância contra alguém, não é mesmo? Se havia sido assim na Inquisição, por que não agora? Os humanos se juntavam e discutiam que aquela pessoa era diferente demais, poderosa demais, com ideais opostos aos seus, portanto, deveria morrer da forma que eles melhor julgavam. Para Christian, era algo que em nada ajudava-os a evoluírem, apenas os faziam parecer mesquinhos e inferiores. Mutantes, meta-humanos e alienígenas eram mais merecedores da vida do que eles, criaturas que possuíam um planeta apenas seu e que nada faziam para ajuda-lo, apenas poluíam e sujavam-no diariamente. Apesar da linha de raciocínio do meta-humano, o mesmo não iria fazer nada para mudar isso; não iria ajuda-lo em nada, afinal.

— Saiam da minha frente! — falou ele, seu corpo assumindo tons de vermelho, vinho e preto, sua energia intensificando-se graças a suas emoções voláteis naquele momento.

— Aberração! Vimos no jornal o que fez do outro lado da ponte, e daqui podemos ver o que você fez! — apontou um homem negro de longos cabelos encaracolados, apontando para o céu. Chris notara com certa ironia que os policiais já estavam acima da ponte, levitando. Bem, conseguiriam pegá-los antes que a gravidade os puxassem para a atmosfera, disto o moreno tinha certeza.

— Como quiserem! — soerguendo uma sobrancelha e exibindo a perfeita expressão neutra de seu rosto iluminado pela energia cósmica, o moreno envolveu suas mãos abertas em energia cósmica, lançando-a em feixes fortes que mais pareciam pequeninas poeiras estelares, mas que o que possuíam em beleza também tinham em fatalidade – os corpos atingidos eram rasgados e a carne era chamuscada pela intensidade da radiação e do calor.

Pedras lhe eram atiradas, mas a gravidade trabalhava para fazê-las permanecerem imóveis no ar e então subirem para o alto, puxadas pelas novas leis gravitacionais impostas pelo ser caótico. Um dos homens buscou atingir o moreno com um soco, como defesa Chris desviou, levitando um pouco para trás, desferindo um chute no meio das pernas do homem, apoiando o pé no joelho dobrado do homem o caos cósmico jogou ali o peso de seu corpo, escalando o mesmo e enroscando suas pernas ao redor do pescoço de seu oponente, trazendo-o ao chão. Pressionando suas pernas, aos poucos o ar fora expulso dos pulmões do homem, até que ele finalmente desmaiou. Pondo-se de pé, o moreno teve apenas tempo de girar o corpo para a sua esquerda, desviando do enorme taco de baseball, e então Chris desferiu um soco no homem com força o suficiente para fazê-lo ir quase voando até cair no capô de um carro preso no engarrafamento.

Como haviam morrido vários protestantes devido aos feixes de luz, vários deles buscavam atacar o caos cósmico sem ideias ou planejamentos – iam em sua direção com armas brancas improvisadas e tentavam machuca-lo de qualquer maneira – apenas rendendo-se a seus intentos violentos. Chutando um no estômago e acertando outro no queixo com uma cotovelada, Chris rapidamente terminou com o pequeno protesto enfadonho. Desmaterializando seu corpo constituído de energia cósmica, Christian apareceu já completamente vestido dentro do táxi, tocando no rosto do taxista bigodudo lançando a ordem mental de que ele deveria agir como se nada de estranho tivesse acontecido. Pegando sua pasta com as cartas dentro, rapidamente ele surgira dentre a multidão do outro lado da ponte e prosseguiu a pé seu percurso para encontrar o amigo de seus pais.

Nada nem ninguém iria impedi-lo de descobrir quem ele era e quem eram seus verdadeiros pais. E então Christian continuou caminhando normalmente, despercebido e longe de toda a confusão.



###

Clothes
Music
mission ≡

falling down to the blue sky


Informações:

Alter-Ego: Cosmic Chaos
Raça: Meta-Humano
Nível: 1
Velocidade: 100m/s [+5]
Percepção 100m/s [+5]
Especialização: Carismático



Atributos:

Código:
Força: 10
Inteligência: 10
Resistência: 10
Agilidade: 10
Vigor: 10
Carisma: 15



Poderes:

Código:
<B>i. Mimetismo Empático:</B> Mimetismo Empático é a habilidade por meio da qual, através do contato físico, o mutante consegue drenar a energia, as memórias e as habilidades físicas e mentais, normais ou especiais que a vítima possua, além de alguns dos seus super-poderes e alguns traços de sua personalidade. Normalmente, isso ocasiona a perda de consciência e de memória no alvo. O efeito da transferência é temporário; escoam-se as características absorvidas e a vítima volta ao normal. Todavia, contatos prolongados podem causar o dreno permanente e até levar à morte a pessoa que recebeu o toque.

i. ADQUIRE: TELEPATIA;

ii. Os poderes absorvidos pelo mutante incluem tanto os poderes primários, quanto os subpoderes;

iii. Caso o mutante absorva os poderes de duas pessoas consecutivamente, perpetuarão os últimos poderes absorvidos;

iv. O mutante só possuirá Telepatia quando usufruir do Mimetismo Empático. Caso contrário, não possuirá tais poderes;

v. É importante que haja senso quanto à absorção dos poderes. Como seu personagem não terá conhecimento de todos, torna-se de suma importância a interpretação do descontrole com relação à manipulação dos poderes absorvidos inicialmente,



<B>ii. Absorção e Manipulação de Energia Cósmica:</B> Absorção e Manipulação de Energia Cósmica é a capacidade de manipular os elementos cósmicos do universo, incluindo nebulosas, raios e radiação cósmica, partículas subatômicas, capacidade de fazer explosões.

i. ADQUIRE: VOO, GRAVITOCINESE, MATERIALIZAÇÃO E DESMATERIALIZAÇÃO DE OBJETOS (EM FORMA DE ENERGIA CÓSMICA MANIPULADA), MATERIALIZAÇÃO CORPÓREA (EM ENERGIA CÓSMICA);

ii. Na forma cósmica ganha: Força Sobre-Humana, Super-Agilidade, Resistência Sobre-Humana.



Perícias:

Código:
i. <b>Corpo a Corpo (Krav Maga)</b>, nível i (calouro);



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Re: EVENTO P/ VILÕES, manifestação

Mensagem por Loretta Holmes em Qui Abr 06, 2017 11:55 am

Nuclear
I'll show my power to the world!
Uma manifestação na ponde de State Island e eu estava em assalto a banco quando ouvi falar do mesmo e foi quando pendei comigo mesmo que isso poderia me dar muita fama além de mostrar para as pessoas que eu sou a mais poderosa de todos pelo entre as pessoas ali e sendo assim usava meus poderes para voar e ir até o local da manifestação chamando muito a atenção dos policias e da reportagem que decidiram me seguir até o local.

Quando finalmente cheguei no local os manifestantes nem ligavam para mim já que o grito sobre igualdade, remuneração e entre outros problemas era mais alto do que qualquer coisa, até que com um sorriso sádico em meu rosto começo a atacar o chão primeiro para assustá-lo e foi quando as pessoas me olharam gritando outra coisa que não havia me ofendido. -MOSTRO! – Era isso o que eu ouvia saindo de sua boca e com um sorriso começava a rir.

-Que bom que me acham um monstro e vocês nunca chegaram aos meus pés ou de qualquer um que tenha poderes sabiam disso? – Fazia uma pergunta retórica quando algumas pessoas começavam a se aproximar de mim então começava a ataca-los matando os mesmos na hora. -Quatro de vocês já morreram que pena, só que não. – Dizia ao ver mais 4 pessoas se aproximando e eles logo conseguiram me atacar me derrubando de meu voo, porém, minhas feridas logo começavam a se curar para a surpresa de todos ali.

Sem dó nem pena logo matava os quatro e observava de longe que as televisões me filmavam e com isso aparecia em todos os lugares e com um sorriso no meu rosto esperava mais alguma ação das 12 pessoas restantes enquanto olhava para os reportes ao longe. -Vocês viram o que eu sou capaz de fazer então nunca me subestimem, quem sabe deixo vocês vivos ou não. – Dizia quando via cinco pessoas vindo em minha direção tentando acertar os cartazes em minha e com um sorriso apenas passava por eles sem que nada acontecesse comigo.

Com o sorris no meu rosto matava o homem mais próximo usando a minha força sobre humana e logo matava o resto com meu poder olhando fixamente nas outras 7 pessoas. -Mas que pena só sete? – Outra pergunta retórica quando todos eles vieram para cima de mim e tentaram me bater, porém, a durabilidade naquele momento estava me ajudando fazendo com que alguns deles ficassem cansados e com um sorris logo os matava faltando apenas dois que imploraram por sua vida. -Olha só os insetos querem viver, que pena hoje não é a sorte de vocês. – Dizia os matando calmamente com um sorriso para os guardas que se aproximavam rapidamente começava a voar saindo do lugar.

Poderes:
Projeção de Energia: Elementos ligados à Matriz de Incêndio podem projetar quantidades maciças de diferentes quantidades de energia. Energia naturalmente projetada pela Firestorm são "Explosões Nucleares", no entanto elementos podem projetar uma série de diferentes energias à vontade.

Visão aprimorada: Os elementos ligados à matriz Firestorm têm acesso a uma visão aprimorada devido à sua natureza nuclear. Diferentes visões experimentadas são visão de raios-X, visão microscópica e visão térmica.

Vôo: Elementos ligados à Firestorm Matrix podem subir através do céu a velocidades surpreendentes. No início, pode ser difícil conseguir o vôo através da natureza nuclear do Firestorm, embora a maioria dominá-lo rapidamente. Firestorms foram clocked em mais de 600mph teoricamente eles podem voar muito mais rápido.

Fase: Elementos ligados à Firestorm Matrix podem fasear seus corpos através de objetos sólidos. Embora eles tenham controle direto sobre a densidade de um objeto, eles podem usar essa habilidade em si mesmos e somente eles mesmos e afetar o tecido vivo para passar através de objetos.

Regeneração: Embora um poder majoritariamente não testado, bem como sendo tanto uma reação de mudança de forma e um resultado direto da reconstrução molecular; No entanto, elementos Firestorm pode regenerar grandes seções de propriedades físicas mal colocadas ou destruídas.
Auto-Sustenance: Elementos ligados ao Firestorm Matrix pode sobreviver no espaço sem ajuda, nunca precisa comer para sustentar a vida e nunca realmente precisa de outro elemento para ser processado ou discriminado por seus corpos. Embora os usuários possam sentir essas necessidades e gostariam de produzir tais funções corporais é desnecessário.

Os Elementos de Durabilidade Super-humanos: Ela recebe uma maior quantidade de resistência física e durabilidade. Eles podem sobreviver balas e facadas feridas, bem como o dano físico de explodir constantemente.

Os Elementos de Força Super-humanos: Ligados à Matriz de Fogo recebem uma quantidade aumentada de força física e massa muscular. Certos elementos podem aproveitar esta energia e tornar-se grandes entidades hulking no entanto tal força pode ser bastante destrutivo para o host se não for usado com moderação.

Perícia:
I. INTIMIDAÇÃO, nível iii pedagogo

Atributos:
Força: 10
Inteligência: 20
Resistência: 10
Agilidade: 25
Vigor: 10
Carisma: 10
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VILÕES
20

Manhattan

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Re: EVENTO P/ VILÕES, manifestação

Mensagem por Orion Proudmoore em Dom Abr 09, 2017 2:26 am

Serviço de entrega
Não há vergonha em um serviço feito somente pelo dinheiro

Ponte de Staten Islands-Brooklyn
Agora, 11h21min

Nova Iorque recebia um banho calmo do chuvisco que caía em suas ruas, avenidas e tudo mais que não estivesse coberto. Seus cidadãos podiam seguir com a vida sem interferência da Mãe Natureza. Podia-se dizer previamente que era um dia comum, uma tarde típica para a capital mundial para eventos raros. Entretanto, um deus se encontrava na cidade.

Quatro carros pretos com janelas tão negras quanto, cercavam um caminhão numa estrada. Havia uma carga importante naquele veículo pesado, o suficiente para ser necessária a proteção de dezoito homens bem armados e um loiro com um martelo. Thor, aquele que se denomina Deus do Trovão, somava-se aos que foram contratados para impedir que a carga no caminhão fosse roubada ou interceptada por policiais.

— Teu time perdeu o jogo ontem, cara. Vou deixar que me pague nesse sábado que vem, porque sou amigo — falou Gregory, o motorista do carro em que o deus se encontrava.

Uma risada ultrapassou o volume das músicas que tocavam na rádio, incomodando o homem no banco ao lado do motorista. Bob Quatro-Olhos, com uma carranca que encolhia ainda mais os seus olhos atrás das lentes fundo de garrafa, começou a gesticular com suas mãos enquanto reclamava com seu “amigo”. Ele era também conhecido como Italiano por causa de sua mania de falar mais usando as mãos do que a boca.

— Espero que você compre uma cerveja das boas com minha grana e que engasgue com ela enquanto eu fodo a tua mulher — bradou Quatro-Olhos.

Os dois homens caíram em uma gargalhada alta que não foi o suficiente para perturbar o sono pesado do loiro deitado nos bancos para carona atrás. Eles nem sequer lembravam daquele passageiro, tratavam-no como um parente de seus chefes, ou seja, café com leite nos negócios do crime. Enquanto não o incomodassem e ele não os atrapalhasse, tudo estaria bem com o dinheiro que conseguiriam com o término do serviço.

Gregory pisou no freio de seu carro bem a tempo de impedir que batesse em um carro e provocar um acidente. Aquilo quase fez com que Bob colocasse uma macarronada para fora e acelerou o coração do próprio motorista que precisou usar sua bombinha para a asma. De repente uma orquestra sem maestro de buzinas de automóveis teve início, retirando os dois homens do carro preto de suas paralisações de medo. Sendo italiano o primeiro a reclamar de forma rápida enquanto gesticulava:

— Porra!

Toda a barulheira que começara na ponte do condado de Staten Islands ao condado de Brooklyn não foi capaz de despertar Thor de seu sono. Mesmo assim, suas pálpebras se moveram, permitindo que suas írises azuis comprimissem a pupila com o choque de mudança da claridade que ocorrera. Um raio percorreu o céu naquele instante, um o som do trovão cessou todos os demais sons enquanto o deus sentava.

Além da segurança da carga misteriosa do caminhão, os homens contratados deveriam fazer de tudo para que a entrega não fosse atrasada. O uso de armas de fogo foi recomendado no caso de alguma interferência; “Criança ou mulher, não importa, e sim a encomenda”, disse o chefe. Todavia, os criminosos pareciam não se importar em desapontar seu patrão, visto que permaneceram em seus carros durante todo o tempo em que o trânsito não tinha movimento.

Thor deixou o carro e caminhou entre os demais veículos da ponte. Gregory, com metade do corpo do lado de fora da janela de seu carro, gritou:

— Onde cê tá indo, cara?

Não houve resposta verbal, nem um gesto italiano para tirar aquela dúvida do motorista. O Deus do Trovão apenas seguiu em direção às pessoas que protestavam no extremo da ponte daquele lado. Mjölnir estava empunhada, ele não marchava buscando paz.

•••

Brooklyn
Ontem, 17h42min

Depois de encerrar uma briga de bar um empurrão nos dois bêbados que se estapeavam, Orion recebera algumas garrafas de cerveja como recompensa. Agradecido com aquilo, fez questão de beber no lugar e dividir com alguns rapazes que conhecera naquela tarde. Nunca parava de buscar gente para satisfazê-lo, fosse em brigas ou na cama. Era o misto de sua natureza juvenil com a divina que trazia essa sede infinita por prazer.

O terceiro beijo de Orion naquele dia foi interrompido pelo toque de seu celular. Pretendia esmaga-lo para voltar ao que fazia, mas reconheceu o número como de alguém que não era bom evitar. Agarrou a camiseta do rapaz em sua frente, segurando-o para que permanecesse ali enquanto atendia seu telefone.

— Tenho uma proposta. Pagamento gordo. Venha no endereço que estou enviando agora se estiver interessado — disse a voz do outro lado da linha antes de desligar.

O loiro deu de ombros e continuou de onde havia parado, puxando um rapaz mais jovem para um beijo junto de toques pelo corpo, por cima e por baixo das roupas. Ele não se importava com os olhares curiosos dos demais no bar, funcionavam quase como um incentivo para o que fazia. Por isso concluiu o que seu corpo desejava naquele momento antes de ir ao local que recebera por SMS.

Depois de superar a altura de um arranha-céu nova-iorquino, Proudmoore desceu até a cobertura onde se encontrava aquele que o contatara antes. Um senhor com seus cabelos todos grisalhos, um terno branco e uma bengala chique com uma cabeça de lobo em sua ponta para segurar, aguardava o deus da guerra nórdico com os braços abertos, um sorriso no rosto e um mordomo ao lado segurando uma bandeja com bebida e taças.

— Orion, quanto tempo que não te vejo — falou o senhor pegando as taças da bandeja e esperando seu empregado enchê-las antes de entregar uma para seu convidado. — Quer uma bebida?

Apesar de sua expressão de poucos amigos, o mais jovem aceitou a taça e levou aos lábios, tomando o conteúdo em um só gole. Se o intuito daquele senhor fosse fazer com que conversa fosse jogada fora para amaciar o humor do seu antigo conhecido, ele tivera êxito em fracassar. Orion ainda guardava rancores antigos dele, mas o dinheiro falava mais alto em seus ouvidos, ganhando das memórias ruins.

— Eu aceito, sr. White. — Orion interrompeu o milionário que estava em meio de uma história sobre como havia enfrentado um nazista que carregava um rifle enquanto ele tinha apenas seus punhos poderosos. — Envie a mim o que for preciso para me pôr a par dessa incumbência. Deixar-te-ei contente como jamais esteve com algum outro guardião que pactuou contigo.

Mais uma rodada da bebida caríssima do dono do prédio foi feita em comemoração ao acordo fechado.

•••

Ponte de Staten Islands-Brooklyn
Agora, 11h38min

Uma mulher próxima da casa dos cinquenta anos de idade, encontrava-se erguida por uma mão atravessada em seu peito esquerdo. O coração daquela civil estava sendo segurado pelo loiro que a mantinha suspensa poucos centímetros do chão, seus batimentos se mantiveram por um tempo menor do que o necessário para a mortal cair em seu último sono.

— Sentenciaram a si próprios à uma morte dolorosa e rápida ao deus certo — anunciou Thor que largava o cadáver de sua primeira vítima encima de um carro próximo.

Aqueles que protestavam e os motoristas dos carros que foram capazes de testemunhar a cena sangrenta, permaneceram em choque por quase um minuto, até que uma cabeça de um homem voasse e quebrasse a janela de um carro. A gritaria teve início nesse instante. Pessoas começaram a sair de seus veículos para correrem por suas vidas, visto que elas não estavam isentas da fúria divina que usava sua força descomunal para lançar carros, vazios ou não, naqueles que antes formavam uma barreira humana.

— Por favor, eu tenho filhos para cuidar... — choramingou uma outra mulher antes de ter seu crânio destruído pela força aplicada em sua testa do ataque com Mjölnir do nórdico implacável.

Mais duas mulheres sucumbiram a um simples tapa que as lançou para fora da ponte, caindo as duas no mar com os ossos quebrados e órgãos prejudicados gravemente. Em seguida quatro pessoas que fugiam juntas na velocidade máxima que suas pernas permitiam naquele estado de adrenalina, foram esmagadas por uma van laranja que Thor jogara após voar alguns metros na direção deles com o veículo sendo puxado.

Conforme o número de almas que eram arrastadas ao Hel aumentava, a chuva e a ventania se fortaleciam, transformando-se em uma verdadeira tempestade digna de muitos relâmpagos iluminando toda a cidade a cada segundo.

Devido ao fato de ter um horário apertado, o Deus do Trovão decidiu por acabar com aquelas pulgas restantes de uma só vez. Assim se afastou da ponte até se aproximar das nuvens escuras do céu da tarde, levantou seu martelo mágico que atraiu para si todos os raios e os apontou para os tolos em protestos fúteis. Instantaneamente, mais de uma dúzia de pessoas foi carbonizada, três carros explodiram e uma cratera foi deixada na ponte.

Em um piscar de olhos, o loiro retornou ao veículo que antes se encontrava com Gregory e Bob. Eles não tiveram coragem de olhar para o ser maligno que voltara a dormir como se tivesse feito nada demais. Então ainda o trataram como café com leite, não o incomodando enquanto ele não os atrapalhava de ganhar o dinheiro deles. Acompanharam assim o caminhão com a carga especial em direção ao depósito de sr. White.

Informações:
Poderes:
i. SUPER-PODERES:

FORÇA DIVINA é a forma adequada de se dizer que Thor é muito mais forte que qualquer ser humano comum ou asgardiano. Além de ser o Deus do Trovão, é também o Deus Asgardiano da Força, o que deixa evidente a sua vantagem física em comparação com os demais habitantes de Asgard.

Apresenta INVULNERABILIDADE às doenças humanas, toxinas, venenos, corrosivos, fogo, eletrocussão, asfixia, envenenamento por chumbo e radiação, e ainda tem imunidade ao calor e temperaturas abaixo de zero. Explosões de estrelas, disparos diretos de Odin ou a gravidade de uma estrela de nêutrons não são capazes de produzir danos fatais ao deus.

A SUPER-VELOCIDADE de Thor o faz capaz de se mover em velocidades extremas, podendo assim voar até o Sol em questão de poucos minutos. Ele consegue lançar Mjolnir em várias vezes mais rápido que a velocidade da luz. Pode-se afirmar que ele é tão rápido quanto os relâmpagos que conjura.

RESISTÊNCIA SOBRE-HUMANA o permite prender a respiração por um período grande de tempo e também é capaz de batalhar no pico de suas habilidades durante meses sem se cansar.

SUPER-SENTIDOS permitem enxergar objetos velozes na borda do sistema solar ou escutar um grito do outro lado do planeta.

O FATOR DE CURA de Thor o faz capaz de curar a maioria das lesões muito mais rápido do que um ser humano poderia. Regenerar um fígado ou pulsos quebrados — em questão de horas —, não é impossível para ele. Todavia, membros perdidos não podem ser regenerados.

SUPER-RESPIRAÇÃO permite produzir ventos com a força igual a de furacões.

Para exercer seu VOO, o uso do martelo não é necessário.

AUTO-SUSTENTAÇÃO permite sobreviver no espaço sem ar, água, comida e sono.

ELETROCINESE permite manipular quantidades absurdas de energia elétrica. Thor é capaz de conjurar raios para sua arma e direcionar um disparo, ou simplesmente ordenar que raios caíam em algum alvo. Não é necessário haver alguma eletricidade para controlar, Thor é capaz de produzir a própria energia das mãos nuas.

MANIPULAÇÃO DE CHUVA é mais uma das habilidades que Thor também não precisa do Mjolnir para fazer uso.

LÍNGUA UNIVERSAL permite que Thor se comunique com qualquer ser do universo, ou seja, ele é compreendido e compreende todos.


ii. HABILIDADES:

VONTADE INDOMÁVEL de Thor o permite enfrentar qualquer inimigo sem que recue quando se encontra em desvantagem ou com medo.

ESPECIALISTA COMBATENTE: Um fato pouco conhecido sobre Thor é que ele não só é conhecido ao longo da história como o Deus nórdico de trovão e força, mas também de guerra. Desde o nascimento, ele foi preparado para ser o melhor guerreiro de Asgard. Ele demonstrou proficiência em combate corpo-a-corpo, combate aéreo, espadachim, mace empunhando, lançando martelo e lutando. Sendo um Deus da Guerra, ele dominou vários estilos de luta (históricos e modernos) tanto de Asgard como da Terra.

MENTE RESISTENTE a ataques psíquicos, leitura da mente e até ilusões.
Perícias:
i. ARMAS BRANCAS, experiente
ii. MIRA, calouro
Especialização e atributos:
Atacante

FORÇA - 16
INTELIGÊNCIA - 9
RESISTÊNCIA - 9
AGILIDADE - 10
VIGOR - 11
CARISMA - 20
Arma:
MJOLNIR — Mjolnir é uma arma simbólica de Thor, um martelo forjado a partir de metal Uru, cujas principais propriedades são a durabilidade, a capacidade de manter o encantamento, e absorver energias. Mjolnir em si já é extremamente durável, e combinado com os vários encantamentos colocados sobre ele por Odin, é ainda mais difícil. Sobreviveu ao calor tão extremo quanto o coração do Sol, e explosões poderosas o suficiente para destruir planetas.
vitu

_________________




Proudmoore
god of thunder

Deixado para morrer sangrando na neve por conta de seus pecados na comunidade, sofreu de uma reviravolta em sua história quando um martelo o escolheu para passar os poderes do Poderoso Thor.

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Re: EVENTO P/ VILÕES, manifestação

Mensagem por Liam Hughes Sawyer em Seg Abr 10, 2017 11:09 am

The teenage rush
When the call came down the line


Se você não esteve na Terra com Apocalipse na frente de uma potência mundial praticamente dominando o mundo se colocar na prática que ninguém ia diretamente contra ele. Ele era incrivelmente ameaçador a ponto de seus próprios subordinados desejarem seu posto por considerarem o mesmo velho para seu enorme papel maléfico. Com essa base em mente e lembrando da luta dos humanos da resistência me fez seguir na internet coisas similares que eu queria ver a prática em outra versão de realidade.

Eu tinha esse tipo de luta em Detroit, a maioria das coisas se resolvia com tiros, mensagens explícitas e nojentas pelo correio, ou então em incêndios nada acidentais. A parte de democrática de lutas pelos direitos era novidade pra mim, me forcei a ir atrás de um movimento que me pareceu bem grande pelo que tentariam fazer. Seria no condado de Staten Islands, lar dos idiotas, mas em prol da minha curiosidade quis saciar minha curiosidade momentânea.

Me arrumei basicamente de branco pensando em paz, meu sobretudo customizado de assinaturas e mensagens que pareceu combinar bem pelo que iria ver em breve. O lenço vermelho e as alças douradas apenas por um pouco de cor naquele conjunto todo. Olhei no espelho uma última vez e em um estalar de dedos estava na ponte. Como não gostava daquele bairro, nem procurei saber qual das pontas estava, apenas me teleportei para cima e me sentei acima do grupo observando sua movimentação e o que falavam.

Preguiça da minha parte não usar telepatia neles, mas não queria saber o que pensavam, e sim o que faziam em uma manifestação como aquela. Aos poucos, em questão de minutos mesmo consegui entender o real motivo daquilo tudo: a prefeitura não bancou um desconto para a faculdade de um filho deles e com isso ele foi procurar novas oportunidades pro garoto, mas encontrou falhas orçamentarias que a prefeitura acobertava o uso dos fundos das obras inacabadas e o pai do garoto resolveu juntar pessoas insatisfeitas com essa informação pra isso tudo.

Não era realmente errado, mas porra. Tomar atitude pelos motivos errados não era certo e os outros ali concordavam com ele porque eles ainda assim estavam fazendo “barulho” por direitos deles. Arregalei os olhos, empurrei a cabeça pra trás fechando os olhos e negando aquilo tudo. Reabri as pálpebras e aproximei a cabeça terminando de ouvir aquela conversa ainda abismado com o ideal errado deles. Desci com um salto do poder e me intrometi naquela conversa toda puxando um deles pelo ombro pra trás:

- Ei, isso não é o modo correto de lutar pelos direitos de vocês. Se estão aqui só porque o idiota ali está putinho com a prefeitura, não é razão pra criarem tumulto assim. Ele esta usando vocês todos e em troca de que? Isso mesmo, nada. O prefeito não virá aqui explicar onde gasta o dinheiro e estão apenas perdendo... - Não consegui terminar de falar, senti uma pressão no queixo e um vulto preto antes de me abaixar um pouco para a esquerda enquanto dava alguns passos pra trás sentindo dor e recobrando a consciência.

- Cala a boca, seu merdinha. - Me ergui novamente e olhei para o idiota sabendo exatamente o que pensava sem sequer precisar usar qualquer poder mental. Ergui a mão direita, separei o indicador e médio segurando o peso do homem com a mente, o levantei e o joguei do outro lado da rua avisando: - Não faça isso de novo imbecil. - Estranhei que os outros ali não fugiram, vieram pra cima de mim com tudo que tinham em mãos, ou perto deles para usar contra mim.

O primeiro deles tentou um movimento horizontal com pedaço de cano, apenas me abaixei, mas o observei vendo sua falha logo que aconteceu. Ele era ágil com os olhos e tentou um golpe esmagador com o cano para cima de mim, apenas ergui a mão segurando seu braço sem esboçar qualquer esforço e o mantive ali com telecine e o olhei nos olhos esperando alguma coisa dele. Como não viera nada do mesmo, soltei sua mão da falsa força que o mantinha ali, me impulsionei para trás e ergui o pé pisando na barriga do mesmo como apoio, seguido de um chute com o outro pé subindo pelo queixo dele.

Encerrei meu mortal no ar e cai olhando envolta mais um caído e esperando outros insistentes. Nem um segundo foi, já senti o vento e forcei minha cabeça pra trás a tempo de sentir meu cabelo quase mudando sua direção na minha cabeça tamanha velocidade e proximidade do cara ao meu lado. Empurrei seu braço pra frente e dei dois socos em seu peito e barriga para o afastar um pouco, seguindo com um giro do meu corpo para baixo e o fazendo cair com uma rasteira.

Mantive minha posição baixa e levantei a mão esquerda para uma perna contra mim em um chute na direção da minha cabeça. Parei o membro de movimento certeiro e o arremessei pra trás com força não querendo saber onde iria voar naquela rua. Senti uma raiva diferente mais próxima, cerrei o punho esquerdo e girei meu corpo rapidamente e estendi o braço para um soco. Acertando a virilha do quase oponente que vinha contra mim. Ele caiu de joelhos e tamanha surpresa do movimento e a força que ele se colocou contra mim a ponto do efeito ser bem pior do que apenas pela minha habilidade de luta.

Senti mãos nos meus ombros e sentindo os donos pude perceber intenções de me manter parado para acertar um golpe conjunto. Sorri me abaixando e os movi na hora certa como um relógio e eles mesmo se acertaram com socos onde tinham falhas pela posição de ataques opostos. Acabam caindo no chão reclamando de dor, bati palmas chamando atenção e notifiquei: - Não voltem a fazer algo pelos motivos errados, ou irão se arrepender. Bom dia. - Subi com um salto para o outro lado da ponte.

Contava com um pouco mais de bom senso do outro grupo, mas em poucos instantes caminhando por cima da rua já consegui ouvir o que não queria. Havia saltado para quase o fim da ponte e caminhava rumo ao fim dela pelas pessoas ali juntas, mas ouvi vozes e encontrei três meninas conversando enquanto fumavam maconha. Reconheci aquele futum da droga de longe, era do tipo que fedia mesmo, quase que pra chamar atenção mesmo. Parei um pouco sobre elas e ouvi que o motivo de estarem ali era pro filho do casal Parker, mas mesmo sendo errado pelo menos foram honestos antes de irem pra manifestação.

Minha mente repetiu os momentos recentes que acabei de discutir com os rapazes e até deixei de escutar as meninas comentando do filho do casal que por elas era bonitinho. Girei o punho e toquei suas mentes com força a ponto de dormirem com o mínimo de intenção. Desci da figa acima da rua e avancei para o grupo que já se organizava como um exército em formação. O outro lado está de pé e avisou sobre mim. Que bom, me poupa trabalho. Com a aproximação razoável, ouvi: - Alí Dolores, foi um belo gancho de direito do meu marido.

Arqueei uma sobrancelha em surpresa com aquele ego todo, entrei na onda também, girando minha mão esquerda com o indicador e médio tortos enquanto segurava a mulher que falara com telecinese. Sorri aproveitando um pouco daquele castigo: - Ei Dolores, olha ali o pescoço da idiota quebrado. - Em seguida girei o punho e o barulho alto calou o ambiente. Deixei o corpo dela cair em seguida e avisei para o grupo misto de pessoas: - Não sei essa chance aos outros, saiam daqui agora. - O grupo ficou mais abismado com o corpo da colega deles do que com a minha ameaça.

Arqueei minhas sobrancelhas e dei um passo gritando dando um toque a mais com um tremor telecinético neles: - SAIAM AGORA. - Segurei o riso quando vi alguns caindo, outros tropeçando e mais ainda com aquele medo e pavor do corpo no chão. Respirei fundo quando enfim foram embora e saltei novamente pra casa. Estava realmente decepcionado com esse tipinho manipulador de humanos, como era possível não só pelos manipuladores, mas pelos manipulados querendo mesmo seguir os idiotas apenas por amizades e ignorando a importância real do que faziam. Queria extravasar e tratei logo de beber pra tentar não quebrar nada pelo que ouvi essa manhã, além de pôr gelo no queixo porque realmente foi um bom gancho de direita.

Clothes: AQUI




Informações:
Reencarnado X-Man
Nivel: 10
Especialização: Intelectual.

Atributos:
Código:
FORÇA: 17 INTELIGÊNCIA: 12 + 5
RESISTÊNCIA: 20 AGILIDADE: 21
VIGOR: 20 CARISMA: 14

Perícias:
Código:
i. LUTA DE RUA, nível experiente;
ii. MUAY THAI, nível experiente;
iii. RESISTÊNCIA À TORTURA, nível experiente;
iv. PRONTIDÃO, nível experiente;
v. MIRA, nível experiente;

Poderes
Código:
i. TELECINESE: é o poder do ganho da manipulação e controle de copos somente com a força mental, sem o auxílio de nenhum movimento físico. O uso de tal poder depende da criatividade do telecinético, mas em geral permite a levitação, locomoção, o disparar ou o quebrar qualquer objeto físico;


ii. TELECINESE MOLECULAR: um dos poucos telecinéticos capazes de controlar moléculas, alterando a forma física e química de um objeto;


iii. ILUSÃO TELECINÉTICA: consegue distorcer e manipular poeira e vapor para refratar ondas de luz, criando ilusões telecinéticas;


iv. INVISIBILIDADE TELECINÉTICA: um dos poucos telecinéticos capazes de distorcer lasers e até mesmo a luz, para tornar-se invisível;


v. TELEPATIA: telepata de primeira ordem mesmo sem tanto treinamento como muitos telepatas famosos. Consegue ler o que outros pensam, além de induzir ou manipular terceiros. Também por meio disso, projetar seus próprios pensamentos como forma de comunicação;


vi. HIPNOSE: habilidade de introduzir sensações ao cérebro de outra pessoa, o conduzindo ao transe. A hipnose pode ser usada para persuadir uma pessoa, conduzi-la a fazer ações ou responder a perguntas;


vii. RAJADA PSIÔNICA: capacidade de sobrecarregar a mente, causando dor, perda de memória, perda de consciência, estado vegetativo ou morte depois de ter criado uma conexão psiônica com a mente da pessoa;


viii. REGENERAÇÃO: permite acelerar o processo de regeneração de si mesmo, ou de outras pessoas, dependendo da ferida pode ser mais rápido, ou inútil. Esse poder não faz milagres;


ix. TELEPORTE: capaz de se teleportar para qualquer lugar;


x. PREMONIÇÃO: habilidade de prever acontecimentos futuros. Ele alega ter mais de 300 meios de prever o futuro, entrando em diferentes correntes temporais;


xi. CLARIVIDÊNCIA: capacidade de sentir e ver acontecimentos que estejam ocorrendo naquele instante;


xii. RESISTÊNCIA MENTAL: habilidade de resistir mais a ataques psiquicos de outros telepatas, ou até mesmo a aguentar poderes que afetem a mente como ilusionismo e sedução. Em comparação de poder, poderia nem sequer sofrer danos se o oponente for mais fraco;


xiii. PSICOMETRIA: capacidade de ler resíduos psíquicos em objetos, como uma história do objeto mostrando outros donos, por onde já esteve e até mesmo quem já o tocou;


xiv. CAMPO DE FORÇA: confere ao poderio de gerar um campo de força protetor ao redor de um personagem ou em um local específico. Este campo pode ter diferentes propriedades e níveis de resistência de acordo com o desejado pelo usuário;


xv. PROJEÇÃO ASTRAL: é a capacidade para deixar seu corpo com vida e ficar vagando como espírito. Essa habilidade é perigosa se não for utilizada sob  total isolamento para proteger seu corpo contra um possível ataque;


xvi. EMISSÃO DE ENERGIA CONCUSSIVA: é a capacidade de lançar através do seu olho esquerdo, ou pelas suas mãos, um raio de energia concussiva, que não emite calor, podendo ser de forma voluntaria.

_________________


It's time to trust my instincts!
Some things I cannot change
But till I try, I'll never know!

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Re: EVENTO P/ VILÕES, manifestação

Mensagem por Varkham Stark em Sab Abr 15, 2017 6:51 pm



walk through the dark side

O dia assumia um tom cinzento e as nuvens prenunciavam uma pesada chuva que cairia a qualquer momento. Varkham havia acabado de chegar ao popular país, e ainda precisava contatar seus primos pois precisava de um lugar para ficar por enquanto. Para a sua sorte, Melanie se prontificou a lhe conseguir um emprego em sua empresa, de forma que Vark pôde já adiantar um pequeno apartamento confortável em Manhattan. Andando no táxi alaranjado típico de Nova York, o moreno de longos fios mantinha suas pernas cruzadas enquanto lia um livro, esperando quase que impacientemente para que chegasse a seu destino, neste caso, o outro lado da ponte do Brooklyn, que levava a uma das muitas ilhas nova-iorquinas. Seu intuito era o de avaliar alguns apartamentos onde pudesse viver com um pouco mais de conforto. Varkham ainda não havia conhecido pessoalmente sua prima, de forma que ele a conheceria em breve e então ingressaria em seu emprego novo.

Para a sua sorte, Melanie e Vincenzo caíram como patinhos na triste história do jovem; seu irmão por conta das drogas cometeu suicídio, sua mãe o seguiu rumo ao Mundo dos Mortos – o que não deixava de ser a mais pura verdade – e então seu pai decidira viver sozinho e isolado, fazendo com que o jovem traumatizado decidisse ir morar nos Estados Unidos e construir uma vida para si, longe de toda a tragédia que lhe apetecera. Obviamente a parte onde Varkham fora internado numa clínica psiquiátrica fora ocultada, assim como seu envolvimento com seu próprio progenitor. Este era um de seus maiores segredos, logo ninguém deveria tomar conhecimento. Suspirando, Varkham fechou o livro após memorizar a página guardada e então alongou seus braços compridos cobertos pelo sobretudo escuro, tocando o teto baixo do veículo. Suas mãos arriaram e tocaram o assento do motorista à sua frente assim que o carro realizou uma súbita freada, fazendo-o retesar o corpo e olhar feio através do retrovisor diretamente para o motorista de cabelos negros brilhantes por conta do gel e bigode espesso, cuja reação de desculpas foi apenas um arregalar de olhos e um indicativo com um queixo para a sua frente. Acompanhando-o, Varkham pôde notar o acúmulo de pessoas formando uma barreira humana, impedindo os carros de atravessarem a ponte. Com um revirar de olhos, Varkham pôs os dedos indicador e médio de cada lado das têmporas do motorista, comandando-o que esperasse-o e nada dissesse.

Saindo do carro discretamente após pegar um saco de uma de suas malas ao seu lado no banco, o moreno caminhou enrolando seu longo sobretudo para proteger suas roupas das gotículas que anunciavam a torrencial chuva em breve. Indo até um beco, o vilão retirou seu sobretudo, pegando seu traje de Hela e guardando suas roupas no saco. Seu traje era constituído de um uniforme negro com listras verde-musgo ao longo de todo o tecido leve e resistente, nos ombros havia uma pequena e quase invisível abotoadura para sua capa verde e por fim, sua tão amada coroa. O item caía perfeitamente na cabeça do moreno, escondendo todo o seu cabelo, e magicamente a metade de seu rosto era coberto por uma espécie de tinta negra, de forma que ele tornava-se coberto. Seus olhos assumiam um tom amarelado, os chifres altos e imponentes anunciando que em breve, um deus sobrevoaria a ponte do Brooklyn, trazendo um fim aos inúteis que ousavam permanecer em seu caminho.

Começando a voar, seus pés cobertos por uma bota negra com leves detalhes verdes saíram do chão, enquanto o moreno levitava e ia na direção do grupo de jovens adultos. Estavam todos usando a mesma camisa, anunciando-se como um grupo de proteção ao direito dos animais. Reclamavam algo sobre a escavação desapropriada de petróleo, o que liberava grandes quantidades nocivas de produto que acabava por matar os pobres animais. Eles cobravam verbas para o zoológico, dentre muitas outras exigências. O deus apenas mantinha uma sobrancelha erguida enquanto permanecia quieto sobrevoando acima dos protestantes, até que, lentamente, o vilão desceu até ficar na frente da pequena trupe de tolos humanos. Quão desprezíveis eles eram, preocupando-se com animais, debaixo de chuva, exigindo um direito para animais que não sabiam sequer formular pensamentos, que não lhes davam benefício algum. Apesar de considerar nobre o empenho destes jovens biólogos, Varkham sabia que teria de detê-los.

— Creio que tenha de enviá-los para o reino de Niflheim. — Bradou o caótico deus, abrindo os braços e inflando o peitoral em superioridade, até que uns dois dos dez protestantes riram buscando irritar o homem flutuante.

— Com esses chifres enormes não dá para leva-lo a sério. — Riu um dos jovens, de cabelos loiros e cavanhaque, pondo uma mão na cintura. Irritado, Hela soergueu a mão direita, fazendo o movimento de fechar de mãos, e o brilho esverdeado tomou conta de sua mão, enquanto o corpo do loiro era envolto pela magia do deus. O braço direito do loiro foi completamente para trás, o som alto do osso sendo partido assustou o restante dos protestantes. Uma das pernas deslocou-se e foi parar próxima da face do jovem, enquanto a outra foi parar próxima de sua nuca, e por fim a cabeça do loiro girou em completos trezentos e sessenta graus, o que retirou-lhe a vida automaticamente.

— Corre! — gritaram desesperados os protestantes, deixando sua enorme faixa branca com os dizeres “respeitem os animais” e as quinquilharias que eles deixaram no meio da ponte para impedirem a passagem. O presunçoso sorriso que surgira no lábio levemente repuxado para o canto foi o suficiente para fazer muitos motoristas descerem de seus carros e correrem para fora da ponte.

Uma esfera de tom esmeralda surgira na mão do mágico ser supremo, a qual fora atirada na direção dos protestantes, fazendo pedaços de carne putrefata voarem longe. Dois dos protestantes restantes foram envolvidos pela energia esverdeada, ambos sendo empurrados para fora da ponte, a queda provavelmente iria mata-los, ou talvez não – honestamente o vilão pouco ligava. Descendo de sua flutuação, Hela começou a caminhar, enquanto passava uma longa unha na outra de forma distraída, sua mão esquerda lançava mais dois para fora da ponte, até que desta forma não restassem mais sobreviventes em seu caminho.

— Alguém mais ousa? — perguntou o reencarnado da poderosa Hela, seu olhar era frio, os olhos amarelos encaravam cada um dos dez corajosos – e tolos – homens que achavam que iriam sequer encostar num fio de cabelo dele.

Um pequeno bufar sarcástico escapou de seus lábios enquanto o deus maneava negativamente a cabeça. ”Bem, deixei a chance para escaparem, mas se querem morrer...” pensou o moreno enquanto movia as suas duas mãos com as palmas na direção dos protestantes, lançando um raio verde forte, reduzindo seus oponentes a pequenos pedaços de carne espalhados por todo o local, desde o asfalto até os carros. Percebendo que um dos protestantes ainda estava vivo, rapidamente Hela tratou de invadir sua mente e dar-lhe uma ordem. O homem timidamente aproximou-se da deusa da morte e agachou-se, lambendo uma de suas botas cuja sujeira tratava-se de um pedaço de cérebro. Logo após, o jovem limpar devidamente sua veste, o deus desapareceu, reaparecendo no mesmo beco de antes, trocando de vestimentas e teletransportando seu próprio corpo para dentro do táxi, reabrindo seu livro e lendo calmamente.

Make the World Fall At Your Knees


Informações:

Código:
[b]∆ Reencarnado:[/b] Hela
[b]∆ Nível:[/b] 1
[b]∆ Velocidade:[/b] 100m/s [+5]
[b]∆ Percepção:[/b] 100/ms [+5]
[b]∆ Especialização:[/b] Atacante



∆ Atributos:

Código:
Força 15
Inteligência 10
Resistência 10
Agilidade 10
Vigor 10
Carisma 10



∆ Itens:

Código:
∆ Capa de Hela: a manta na qual o asgardiano foi encontrado envolto é a famosa capa da deusa da Morte, capaz de conceder ao seu portador uma capacidade colossal de dobrar seus atributos físicos (força, agilidade, velocidade, resistência e percepção).
∆ Elmo de Hela: é uma enorme coroa que estranhamente surgira durante o tempo do asgardiano sob assistência psiquiátrica, tendo diversos "chifres" que, apesar de excêntrica, tal item não concede nenhum super-poder.



∆ Perícias:

Código:
i. CORPO A CORPO (KRAV MAGA), NÍVEL CALOURO;



∆ Poderes:

Código:
i. Super-Força: é a capacidade de exercer força física acima do normal. Entre os efeitos estão a habilidade de poder levantar grandes pesos ou esmiuçar materiais resistentes mediante o exercício de sua força física.

ii. Super-Resistência: é a capacidade de possuir uma enorme resistência contra golpes e danos, podendo até mesmo resistir contra balas tendo sua pele pouquíssimo afetada pelo projétil, graças a sua fisiologia asgardiana, de forma que ele também é capaz de realizar ações exaustivas por um longo período de tempo sem cansar-se como seres humanos normais.

iii. Super-Agilidade: é a capacidade sobre-humana de conseguir se locomover com extrema agilidade, desviando de golpes velozmente, de forma que todos os seus golpes são desferidos com o dobro de rapidez.

iv. Fator de Cura: é a capacidade de curar ferimentos e  restaurar a própria saúde em alta velocidade. É possível regenerar-se de arranhões e até mesmo há a capacidade de restaurar membros perdidos.

v. Percepção: é basicamente uma espécie de super-intuição, capaz de fazer Varkham antever ataques ao analisar rapidamente os golpes de seus oponentes, de forma que sua resposta é imediata com sua veloz capacidade de perpetrar planos para burlar os ataques coordenados de seus inimigos.

vi. Auracinese: é a capacidade de enxergar as auras humanas por meio de cores que servem como indicativos para tais sentimentos, podendo Varkham absorver as auras e assim roubando a energia vital de suas vítimas ou modificando as auras, causando danos mentais e emocionais graves.

vii. Necromancia: trata-se do poder mágico de invocar espíritos advindos diretamente de Hel, uma dimensão sombria para onde as almas dos desonrados são enviados. Tais espíritos possuem uma sombra negra e causam danos nos oponentes, servindo mais como distração, já que causam sentimentos de medo e desnorteamento emocional (geralmente emoções melancólicas, depressivas e perturbadoras) em seus oponentes, podendo sob o comando de Hela materializarem-se. O poder também permite manipular cadáveres por algum tempo, fazendo-os de marionetes.

viii. Manto Telepático: é o poder de tornar-se telepaticamente protegido contra invasões e alterações mentais perpetradas por outros telepatas. Em suma; é um bloqueio psíquico forte que apenas os maiores telepatas conseguem passar.

ix. Cura: é o poder de restaurar a vitalidade de um ser humano, fechando ferimentos e cortes e dando energia ao ferido. Apesar de curar a vitalidade, não há a capacidade de ressurgir alguém dos mortos. A cura utilizada por Varkham entretanto possui uma capacidade maior que as demais, sendo ele capaz de curar esterilidade, câncer e doenças graves.

x. Mediunidade: é o poder de ver, conversar e até mesmo dar ordens aos mortos. Não há a capacidade de materializar espíritos, apenas pedir informações aos mesmos.

xi. Super-Velocidade: é a capacidade física de conseguir correr com extrema rapidez, podendo até mesmo passar desapercebido por pessoas desatentas, de forma que os golpes feitos de surpresa por Varkham conseguem ser bastante potentes graças a sua impressionante velocidade.

xii. Telepatia: é o poder de ler mentes, extrair informações, criar vínculos telepáticos e assim invadir mentes à força e conseguir até mesmo criar mantos telepáticos ou realizar ataques ofensivos, como rajadas de poder mental, alteração de memórias e ilusionismo.

xiii. Longevidade: Como todo asgardiano, Varkham fora agraciado com a capacidade de viver por muitos anos sem ser afetado pelo tempo, chegando facilmente a suas centenas de anos sem envelhecer e perecer como os meros mortais.

xiv. Projeção Astral: é o poder de projetar sua mente ou consciência para fora de seu corpo e ir para o Plano Astral buscar informações, acessar tempos passados e visitar locais distantes rapidamente.

xv. Manipulação de Energia Mágica: é um poder obscuro que faz com que o asgardiano possa manipular uma fonte aparentemente inesgotável de energia mágica de cor esverdeada. Tal energia pode formar campos de força, pode envolver objetos e levitá-los, comprimi-los ou arremessá-los, além de poder queimar ao ser direcionada contra corpos orgânicos, queimando-os.

xvi. Teletransporte: é o poder de transportar seu corpo de um ponto para o outro, basicamente desmaterializando-o e materializando-o no exato local imaginado na mente do asgardiano.

xvii. Voo: capacidade de levitar seu próprio corpo e assim alçar voo, podendo voar a alturas inimagináveis e em velocidades colossais.

xviii. Língua Universal: é um poder que aparentemente todos os asgardianos possuem, que fazem com que Varkham possa compreender qualquer língua no universo e reproduzi-la, de forma que Hela é sempre compreendido por todas as nações.

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VILÕES
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Manhattan, NY, EUA

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Re: EVENTO P/ VILÕES, manifestação

Mensagem por Eustass Kolarov em Dom Abr 16, 2017 1:46 pm



The Son of Evil

Quake & Rage

Sentado na formidável poltrona daquele Greyhound estava Eustass Kolarov, o pequeno vilão de uma maldade gigantesca, observava todo o caminho pela janela desde que embarcou em Staten Islands. Seu destino era o Brooklyn e não demoraria muito a viagem, pelo menos era o que imaginava. Tinha planos malévolos para realizar no Brooklyn, e odiava não completar suas realizações pessoais, e queria(por enquanto) passar despercebido de um condado à outro. Eustass já controlava melhor suas crises e surtos causadas pelos poderes mentais, a carga de energia mental já não o incomodava tanto e conseguia usá-lo quando bem entendesse, embora pequenas irregularidades ainda o mantinham um descobrir de seu poder total. Como se já não fosse tarde demais para conter sua insanidade causada pelos inúmeros problemas que já passou.

Todavia em grande parte do caminho já andado, o ônibus parou. Olhando para fora tentou imaginar o que acontecia, talvez fosse trânsito, era o que pensara. E realmente era, mas ele não sabia ainda os causadores deste trânsito. Quando deu por si os poucos passageiros que o acompanhavam naquela viagem começavam a descer do ônibus, provavelmente iria demorar para o trânsito começar a fluir, e tomado por curiosidade o garoto seguiu o fluxo. Do lado de fora do ônibus pôde ver o que se passava, pessoas manifestando sobre algo que não era do interesse dele obstruíram a ponte de um condado à outro, o Russo de poucos amigos sentiu subir o sangue, já estava impaciente com todas aquelas pessoas, não só elas e sim todas até mesmo as que assistiam a tudo aquilo.

Vasculhando a mente das pessoas com sua telepatia Eustass conseguira as informações que precisava sobre a paralisação e pela primeira vez em sua vida ‘tentou’ dialogar com as pessoas antes de destruir tudo em sua volta, porém através da telepatia. A voz impetuosa do menino surgiu na mente de todas aquelas pessoas que protestavam na ponte, como se gritasse ordenou: — SAÍAM DO CAMINHO! - De longe percebeu as pessoas atordoadas, sem saber quem tinha dito aquilo — Contarei até 10 e então matarei todos. 9… 8...7...6…- Sem entender nada as pessoas continuavam em seus devidos lugares, gritando e protestando com seus cartazes.

Para abrir caminho atè a ponte Eustass lançava uma rajada sísmica de suas mãos na direção dos carros à sua frente fazendo-os literalmente serem arremessados e voarem para o alto como se fossem de papel, um após o outro até que o caminho tornou-se livre para o pequeno russo. Todos já estavam atônitos, correria para todos os lados. Afinal, não era todo dia que carros magicamente voavam para fora da pista, não é mesmo? Frente a frente com os manifestantes, o Kolarov encarava-os com aqueles olhos assustados perante a figura vil do menino diabólico, intimidava-os apenas com o olhar, projetava na mente daquelas pessoas a pior sensação de medo já sentida em suas vidas sempre a esboçar um sorriso sarcástico no rosto. Se achava detentor de suas vidas, e acreditava que aqueles eram indignos de viverem(ou sobreviverem) para admirar o dia em que ele destruísse todo o planeta.

3...2...1… Eu avisei, não avisei?

M-mas……… “o que” é você? - Gritou um dos cidadãos que lutavam por seus direitos, que não teve sua resposta pois rapidamente era atingido por uma rajada sísmica bem no centro do tórax, forte o suficiente para estourar as costelas e parte do osso esterno, como não fosse o suficiente, ainda via-se ser arremessado para fora da ponte caindo na baía de Gravesend. Todos puseram-se a correr, mas não era o suficiente, a ponte começava a estremecer, forte o bastante para que parte do concreto se rachasse e elas fossem incapazes de correr por conta do equilíbrio. Arrastando-se pelo concreto, Eustass unia-se ao solo como um só, deslizava pela ponte igual um patinador, suas pernas estavam totalmente imersas no concreto e seu corpo acinzentado, quase rachando de tão rochoso que estava.

A sua segunda vítima estava acuada no chão, chorando e gritando por piedade. Aquilo era música para o pequeno Eustass. Seu punho mimetizado transformou-se na figura de um enorme pistão de concreto de cerca de 1 metro, ergueu o braço acima do corpo e o desceu com velocidade esmagando a cabeça do manifestante desconhecido com sua marreta de concreto maciço. Sangue se espalhou por todo o corpo de pedra do menino. Espinhos surgiram em sua outra mão, espinhos de concretos tão duros quanto pode-se imaginar, tão logo os arremessou como projéteis disparados de uma arma na direção dos que corriam, atravessando-lhes as costas.

Mas aquilo não era suficiente para o vilão, pouco importava-se com as vidas das pessoas. Na metade da ponte o garoto viu-se na missão de destruí-la, não sairia dali sem levar a ponte inteira abaixo. Exercendo força com as mãos, tudo começou a tremer, a abalar fortemente enquanto o garoto andava pelo restante da ponte. Após alguns minutos de terror para as pessoas que aguardavam nas extremidades da Verrazano-Narrows Bridge, as ligas metálicas da ponte se partiram, e Eustass assistia de camarote aquela grande ponte tombar para o lado como um brinquedo, os quilômetros de concreto partindo-se antes mesmo de encostar na água, afundando com ímpeto na extensa baía de Gravesend. Agora não havia mais pessoas manifestando na ponte, não havia mais pessoas, não havia mais manifestação, não havia mais ponte...

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Spoiler:

Meta-humano
Nivel: 10
Especialização: Atacante
Atributos:

FORÇA: 10 + 5 INTELIGÊNCIA: 30
RESISTÊNCIA: 15 AGILIDADE: 5
VIGOR: 15 CARISMA: 10

Perícias
i. Intimidação, pedagogo
ii. Psicologia, pedagogo
iii. Geografia, pedagogo
iv. Resistência à tortura, calouro

Poderes

i. Geocinese

Geocinese é a capacidade de controlar o elemento terra, incluindo areia, pedras, minerais, rochas, ou poeira. É possível levitar rochas, causar tremores de terra, saber onde as falhas tectônicas estão e derivados.

Adquire:


i. Manipulação sísmica

Manipulação Sísmica é a capacidade de manipular tremores e abalos sísmicos da superfície terrestre e até mesmo afetando a aquática, produzindo-o por forças com as mãos.

ii. Mimetismo em Concreto

Trata-se da habilidade de controlar concreto, concentrá-lo no seu organismo e utilizá-lo ao seu bel prazer. Consegue absorver concreto para dispará-lo como projéteis, ao absorver concreto também pode se curar de ferimentos, quanto mais absorver mais eficientemente se cura.

ADQUIRE:

ii.i SUPER-FORÇA,
Super-Força é a capacidade de exercer força física acima do normal. Entre os efeitos estão a habilidade de poder levantar grandes pesos ou esmiuçar materiais resistentes mediante o exercício de sua força física.

ii.ii SUPER-RESISTÊNCIA,

Capacidade de realizar tarefas cansativas por um longo tempo sem se cansar. Também, consegue suportar movimentos ofensivos físicos contra si, como atacassem uma parede.

ii.iii FATOR DE CURA (QUANDO O CONCRETO NO AMBIENTE É TOCADO),

Fator de Cura é a capacidade de curar ferimentos e restaurar a própria saúde em alta velocidade. A proporção da recuperação varia de personagem, podendo resultar até em uma imediata.


iii. Materialização e desmaterialização de objetos (em forma de terra e outros compostos terrestres)

iv. Materialização corpórea (Em Lama)

ii. Telepatia

Telepatia é o nome dado ao poder que concede a habilidade de invadir mentes alheias para escutá-las, projetar seus pensamentos nelas como forma de comunicação. A telepatia é usualmente um gatilho para desbravar outros poderes do gênero mental, sendo a base de outras ramificações.

ADQUIRE:

i. ILUSIONISMO

Ilusão Telepática é a capacidade de alterar as percepções de outras pessoas e seres vivos, conseguindo assim criar imagens e sons falsos capazes de enganar todos os cinco sentidos.


ii. RAJADA PSIÔNICA

Rajada Psiônica é a capacidade de sobrecarregar a mente, causando dor, perda de memória, perda de consciência, estado vegetativo ou morte depois de ter criado uma conexão psiônica com a mente da pessoa

iii. CONTROLE MENTAL

iv. RESISTÊNCIA MENTAL

Capacidade de aguentar melhor que os outros mutantes ataques que afetem o cérebro, tais ilusionismos, sedução e relacionados; em um nível elevado, é possível nunca ser afetado.

v. PROJEÇÃO ASTRAL;

Projeção Astral é a capacidade para deixar seu corpo com vida e ficar vagando como espírito. Essa habilidade é perigosa se não for utilizada sob  total isolamento para proteger seu corpo contra um possível ataque.


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Re: EVENTO P/ VILÕES, manifestação

Mensagem por Adam Warlock em Ter Maio 02, 2017 2:04 pm

interferência administratica
Avaliação!

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Christian K. Pasternak


i. 5 níveis!
ii. Ileso. Sem quaisquer ferimentos;
iii. Comentários: Não tenho o que muito a falar sobre esse texto muito bem narrado e desenvolvido;
iv. Parabéns.



Loretta Holmes


i. 3 níveis!
ii. Ilesa. Sem quaisquer ferimentos;
iii. Comentários: No início do texto havia algumas letras trocadas como "pendei", o que percebi significar uma conjugação do verbo "pensar". Teve escassez de desenvolvimento, também, parecendo só fazer o mínimo de linhas pré-estabelecido para a postagem;
iv. Parabéns.



orion proudmoore


i. 5 níveis!
ii. Ileso. Sem quaisquer ferimentos;
iii. Comentários: Ótimo texto. Correspondeu a todos os padrões avaliativos;
iv. Parabéns.



liam hughes sawyer


i. 5 níveis!
ii. Ileso. Teve um machucado minúsculo em certa parte, mas não descontarei;
iii. Comentários: Muito bom, jovem;
iv. Parabéns.



varkham stark


i. 5 níveis!
ii. Ileso. Sem ferimento;
iii. Comentários: Muito bem escrito, atendeu a tudo;
iv. Parabéns.



eustass kolarov


i. 5 níveis!
ii. Ileso. Sem ferimento;
iii. Comentários: Ótimo, kiddo;
iv. Parabéns.



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Re: EVENTO P/ VILÕES, manifestação

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