SERWYN-NOSTRAND, Cole

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SERWYN-NOSTRAND, Cole

Mensagem por Cole Serwyn-Nostrand em Ter Abr 04, 2017 6:27 pm

reencarnado




Escreva os dados


i. A NOMENCLATURA: Coleen Serwyn-Nostrand II. "Cole".
ii. COMO É CONHECIDO: Vulcano, Imperador Vulcano. (Emperor Vulcan, Vulcan).
iii. TIPAGEM SANGUÍNEA: Reencarnado (Clone).
iv. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: 23 anos.
v. PRIMEIRO RESPIRO: Primeiro de janeiro.  
vi. DESCENDENTE DE QUE POVO: "Japonês".
vii. COMPORTAMENTO: Verdadeiramente Neutro.  
viii. COMUNIDADE: Acadêmico.  

Informe os atributos


i. PONTOS DE ATRIBUTO: 60.  
ii. ESPECIALIZAÇÃO: Energético (+5).
iii. ATRIBUTOS:



FORÇA: 10INTELIGÊNCIA: 10
RESISTÊNCIA: 10AGILIDADE: 15
VIGOR: 10 (+5)CARISMA: 05



Diga as perícias


i. PERÍCIAS:

i. Corpo a Corpo (Luta de Rua), nível calouro;


Cite os poderes


i. SUPER-PODERES:

i. Absorção de energia: A natureza de Vulcano é a aptidão em absorver quaisquer formas de energia e canalizá-las através de suas explosões, entre outros métods. No entanto, desconhece-se se absorve força energética para conseguir outros efeitos como para incrementar os atributos, tais como a força, fisiologia ou características similares. Sua capacidade de absorção de energia e sua capacidade de exercer energia, tinham seus limites. (Por exemplo, seu irmão Havok foi capaz de dominá-lo facilmente com seu poder bruto e teve-o a sua mercê depois que Vulcano o jogou em um Sol.) Ele se descreveu como um "Manipulador de Energia de Alta Ordem" e um "Omega - Manipulador de Energia de Nível".

ii. Manipulação de energia: Capacidade fisiológica em e de tocar e manipular várias formas de energia. Vulcano pode projetar radiação ao longo do espectro eletromagnético e até mesmo algumas variantes exóticas, tais como explosões ópticas do Ciclope

iii. Variedades de Rajadas de Energia: Vulcano é caracterizado por gerar luz, calor, força e eletricidade e outros formatos de energia sob a forma de rajadas poderosas. É comum vê-lo disparar feixes através, principalmente, pelos punhos, mas os olhos não são órgãos vetados.

iv. Voo: É capaz de voar, ao repulsar a gravidade em torno de si e, então, ganhando altura e controle sobre a ação de voar. Além disso, não deixa de levitar enquanto controla os poderes. Ele era capaz de voo interestelar (adicionando mais energia para se tornar cada vez mais rápido, presumivelmente sub-luz.).

v. Construções de Energia Sólida / Telecinese Simulada: Vulcano detém o poderio para solidificar sua energia em campos de força, por exemplo, claro que não isentando outros formatos, de acordo como a imaginação visualiza. O efeito de suas construções de energia pode ser usado para simular uma forma de telecinese levantando e movendo objetos.

vi. Supressão de Poder: Vulcano, aparentemente, poderia usar seus poderes para substituir aqueles da aura mutagênica de outra pessoa, tornando-os temporariamente incapazes de usá-los. Desconhece-se se este foi limitado a apenas outros manipuladores de energia.

vii. Detecção de Energia: Uma extensão das capacidades confere ao rastreio. A detecção potente de assinaturas de energia a quilômetros, em grandes distâncias. Isto incluiu outros mutantes com poderes de energia, geralmente, em intervalos menores e naves em rangers muito maiores baseados em seus motores de estrela.

viii. Auto-Sustento por Energia: Usando a energia sugada e acumulada, também já mostrou-se capaz de respirar e sobreviver no espaço. Embora essa habilidade, todavia, não é eterna, é evidentemente limitada; como se ele não descansasse ou encontrasse outro poder que não o seu, sua reserva tornaria-se nula, assim, escassa ao usá-la com frequência, sem reposição.

ix. Cura: Também outro poder, originado com a manipulação de fontes de energia, é cura. A regeneração celular estende-se, até mesmo, a lesões mortais, coisa só possibilitada através do controle da energia que seu corpo é composto. A velocidade em que cura não é uniforme e previamente estabelecida, divergindo-se conforme a gravidade do ferimento. No entanto, a habilidade não confere a cura total, como recriação de membros.

x. Absorção de Poderes: Uma demonstração de até onde corre a absorção de energia deu-se já com a sucção de poderes alheios. Isso foi apresentado quando o mesmo captou as habilidades de Marvel Girl, onde exibiu eventos históricos por caminhos mentais - telepaticamente -. Porém, não tem-se a certeza de que a captação de aptidões alheias é eterna, ou momentânea.

xi. Resistência Psiônica: Vulcano provou ser altamente resistente a ataques psiônicos - telepáticos - por natureza. O único ataque desse tipo, o qual conseguiu quebrar a barreira, para ser bem sucedido foi realizado pela Marvel Girl depois que ele já tinha baixado a sua defesa, a fim de mostrar os X-Men suas memórias de Krakoa, porque na maioria dos casos ele é capaz de usar a energia psíquica dos telepatas para se proteger dos mesmos.


Conte o histórico


20 de julho de 2004, ÀS 5:26 PM.
"doutor, finalmente ele mostrou alguma reação."

A notícia alarmou todos os envolvidos naquele projeto peculiar. A mensagem foi transcorrida a todo o quarteirão do laboratório, este localizado nas profundezas de uma indústria medicinal, no Japão. A atitude natural dos presentes foi uma simples fascinação diante do que foi anunciado; finalmente, após anos de sua criação, a planta dava suculentos frutos. A incubadora vertical, composta por um material resistente, mas transparente como o vidro. Era preenchido por um fluido aquoso, também incolor, dando a impressão de que era água. Até podia ser, mas era formado por mais de um composto químico do que só hidrogênio e oxigênio; portava tudo o que um ser humano necessitava para crescer saudavelmente. Uma silhueta masculina, não tão desenvolvida em relação aos adultos, coexistia com o líquido. Estaria absolutamente se não fosse pelo o tecido que ocultava suas partes. Os olhos entreabertos captavam a imagem dos homens de jalecos, apertando as mãos um dos outros. "O que é isso?" Já que não podia falar, devido a voz era abafada pela máscara de oxigênio sobrevestido a mandíbula e região, teve de pensar. O braço correspondeu ao comando cerebral, fazendo com que o "vidro" fosse tocado pelo palmo.

2 de novembro de 2007, ÀS 2:02 AM.
"doutor, ele é impressionante."

Mesmo com os anos passando, nunca se deu ao luxo em ver o sol nascer. O ambiente tinha a iluminação precária, o que era exigido por todos os membros do corpo; luz demais daria ao acaso de atrapalhar muitas pesquisas. Em específico, o ser que saiu da incubadora, momentos depois do despertar, tendo Coleen Serwyn-Nostrand II como homenagem ao funcionário o qual o viu de olhos abertos, viveu praticamente uma sala. O quarto onde morava era, literalmente, um quarto, de aparência mais como prisão. "Esse jogo é ruim." Inocentemente, proferiu, ao mesmo tempo em que montava um quebra-cabeça de peças infindáveis; era impossível de uma criança daquela idade - 13 anos - conseguir tal feito. Os responsáveis visualizavam todos os eventos através de um espelho, que para ele era só uma parede. Por algum momento, depois de findar o passatempo, encarou diretamente a tal parede. A frieza no olhar dele deixou os doutores receosos.

6 de maio de 2008, ÀS 8:25 AM.
"doutor, isso é certo? ele é só uma criança."

Novamente, o cenário deste episódio é o mesmo do anterior: o quarto. Já era costume vê-lo ali e só ali, trancafiado entre quatros planos vestidos bem espaçados e, ao mesmo tempo, espessos. A rotina era tão entediante por motivos de ser sempre a mesma; quando não cumpria os desafios impostos pelos "progenitores", o que era avaliado pelos próprios, fazia absolutamente nada. Entretanto, um dia foi lhe dado um objeto, o qual não conseguia reconhecer do que se tratava. Tinha forma retangular, com um vidro transparente que protegia uma imagem, e emoldurado por plástico tingido de preto. Fixou a visão da imagem. Uma foto. "Mamãe?" Dizia, murmurado, enquanto roçava as pontas dos dedos acima do vidro, sobre o rosto da mulher ao centro. Mais ao canto avistou um menino. Ele. "Mamãe..." As orbes encheram-se de lágrimas, as quais gotejaram no quadro. Em um vislumbre, as memórias do dia onde foi tirada a fotografia, elas retornaram à mente. Em sumo, foi um piquenique.

1 de agosto de 2010, ÀS 12:26 PM.
"doutor, é certo dar isso a ele?"

A expressão facial era incrédula ao reparar que o principal doutro adentrava seu quarto, acompanhado por outros dois, depois de desativar a trava da porta lateralmente deslizante. Entre as palmas, esse ser portava uma seringa com um líquido meio denso, de tonalidade meio prateada. Cinzenta. Sem que pudesse reagir a injeção na veia do destro, por causa da dupla de brutamontes que prendiam os membros e corpo em si. O líquido foi injetado em direto, penetrando a carne durante o feito. O berro do menino estrondou as paredes do quarto, que possuía isolante de ruídos. E isso foi repetido todo santo dia. "Esteroides?" Questionou ao mais velho, o qual informou da substância inserida. Na hora seguinte, um saco grosso foi fixado ao teto do quarto, na aresta qualquer. A ordem dada pelo pesquisador era para que treinasse. Engolindo um seco, o soco disparado perfurou o revestimento do saco de pancada, libertando o volume de areia ao solo. Modere a força foi a segunda instrução dele.

1 de janeiro de 2012, ÀS 9:34 AM.
"doutor, o que é isso?"

A percepção visual notou uma coisa em seu pulso de pigmentação alva. Sobre a pele, tatuado em negro, uma inscrição estava gravada. Até o momento, mesmo depois de quase duas décadas de vida, nunca observou. A leitura permitiu-o ler a seguinte palavra: "Vulcano". "Vulcano?" Mentalmente, regravou o que foi lido. A questão que estabeleceu por anos foi sobre o que era esse Vulcano. No minuto seguinte, ao mirar a palma canhota - mesmo membro da tatuagem -, sentiu-a desconfortável. Não estava neutro, o que era padrão. De alguma maneira, formigava. Era um incômodo a sensação trazia. Bruscamente cerrou o punho, onde pressionou as falanges na carne das linhas manuais. Com o intuito de parar com isso, o punho deu um murro contra a parede, a qual escondia um espelho donde os pesquisadores analisavam-no. Fumegou. Em meio ao trajeto até o sólido, uma incandescência dourada envolveu a mão. Um rombo no plano liberou a visão direta a ele, o qual, então, correspondeu o olhar.

31 de janeiro de 2014, 11:40 PM.
”doutor, por que isso?

Desde que aquela energia se manifestou, os experimentos em Cole – como era chamado atualmente – intensificaram-se. Seus membros foram mobilizados por um aparelho, que prendia os pulsos e tornozelos e sobrevestiam os pés e mãos. Ligado a isso tinham cabos, onde na outra extremidade havia uma máquina, além de computadores que regulavam os estímulos dado a ele. Os eletrodos fixados a derme do torso descarregavam cargas negativas, em raios de voltagens colossais. A mandíbula era prendida com outro aparelho, que, por sua vez, não dava a liberdade dos berros, originados com os choques, vazassem. Ele tornou-se a fonte de alimentação de uma arma, a qual visava a destruição de continentes. Fora a eletrocussão, a pele era rasgada por facas, só em cortes superficiais, fazendo com o que o organismo produzisse, cineticamente, a regeneração celular, que, no caso dele, era incomum para um humano. Era uma bateria viva.

1 de janeiro de 2016, às 12:01 AM.
”doutor, fuja!”

O lado contrário do tronco já estava marcado por inúmeras cicatrizes. Foram anos de tortura, enquanto alimentava o poderio daquela arma, que não estava satisfeita. Precisava escapar, de um modo ou de outro. A desnutrição já assolava a fisionomia, anteriormente, máscula. A necessidade de repor forças era maior do que qualquer coisa. Quando o retiraram do aparelho para dar a única refeição do dia, foi a oportunidade perfeita para a rebelião.  Vale ressaltar que enquanto recebia as descargas negativas, a turbulência mental foi uma consequência, da qual os médicos não esperavam. As memórias que tinha no cérebro, de uma vida feliz com pai e mãe, todas falsas. Não falsas por não serem reais, porém, por não pertencerem a ele.  Enfim, quando desconectado, o pescoço do homem, este que jazia a sua frente, foi capturado pelos dedos. Ergueu-o no ar, suspendendo as solas dos pés. Através dos canais digitais, a força vital foi drenada, absorvida por Nostrand. Ele se revigorava a cada pingo embebecido.  Por fim, a vitalidade já não se via presente naquele corpo morto, então, jogou-o. Quebrou o armazenamento de energia da arma, recuperando tudo o que havia perdido.

1 de janeiro de 2016, às 12:10 AM.
”doutor,  quem é ele?”

A desolação no ambiente foi iminente, perante as habilidades sobrenaturais e superpoderosas de Cole. As sirenes de alerta enchiam-lhe o saco com o som irritante, aumentando gradativamente mais a fúria, que o tomava. Não tardou muito para achar o criador, aquele que estava obcecado pela criação. Esses dois eram os únicos ainda vivos. Vulcano colocou-o contra a parede, intimidando-o com a feição mordaz. Exigiu respostas referentes as confusões. Ele informou que as memórias em que participava, na verdade, nunca foi ele, e, sim, do homem que deu o material genético. A partir desse material Vulcano gerado; os poderes da manipulação de energia vieram com a alteração da estrutura genética. Um clone de Archibald Lânguedoc Forchhammer. Sem mais razões para mantê-lo vivo, explodiu todo o prédio, onde, embaixo, abrigava o tal laboratório.

Outras Coisas


i. referências: Gabriel Summers - Emperor Vulcano;
ii. Coleen Serwyn-Nostrand II é resultando do projeto chamado de vulcano que visava criar uma fonte de energia ilimitada, por conter a habilidade de captar quaisquer gêneros de energias. Assim, seria usado como alimento de uma arma nuclear mundialmente perigosa;
iii. O nome Coleen é um anagrama à palavra clone quando ignorado um E. E isso é o que é, o clone idêntico de Archibald Forchhammer, o Motoqueiro Fantasma, portando as memórias do mesmo por ligação memorial;
iv. Durante o seu desenvolvimento, modificações no cérebro foram feitas, o que permitiu desenvolver memória eidética (aquele que não esquece de nada que já teve algum tipo de contato sensorial);
v. Pelo mesmo motivo apontado acima, ele tem fluência em inúmeros idiomas, tais como inglês, japonês, português, espanhol, italiano, francês;  
vi. Até o momento em questão - saída do laboratório -, é incapaz de demonstrar emoções positivas, já que, primeiramente, nunca foi apresentado a elas, além de que tem a tendência em reprimi-las;
vii. Enquanto atacava o laboratório, o golpe de um homem rendeu uma cicatriz no olho esquerdo - verticalmente -, mas não danificou em nada o globo, já que só pegou na derme. A marca distingue fisicamente Archibald de Coleen;
viii. Cole não tem um alinhamento fixo, porque move-se através dos instintos, independente das maneiras em que o faça seja boa ou ruim. Ele seria um vilão mesmo se o seu desejo de vingança fosse geral, não em determinadas pessoas.
ix. Estabeleceu uma lista de alvos, dos quais precisará obliterar, para que só assim termine a sua vingança. São eles;
i. Senhor Forchhammer, um dons percursores do Projeto VULCANO;
ii. Archibald Forchhammer, por ter dado o DNA de onde originou-se;

- tá sujeito a mudanças conforme tramas vão se estabelecendo ao longo sz


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