FORTUNE, Sarah Missy

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FORTUNE, Sarah Missy

Mensagem por Sarah Missy Fortune em Ter Abr 04, 2017 10:12 pm

Reencarnada




Escreva os dados


i. A NOMENCLATURA: Sarah Missy Fortune;
ii. COMO É CONHECIDO: Capitã América;
iii. TIPAGEM SANGUÍNEA: Reencarnada;
iv. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: 21 Anos;
v. PRIMEIRO RESPIRO: 24 de Dezembro de 1995;
vi. DESCENDENTE DE QUE POVO: Americana;
vii. COMPORTAMENTO: Legalmente Bom;
viii. COMUNIDADE: Herói.

Informe os atributos


i. PONTOS DE ATRIBUTO: 21-30 (60 PA);
ii. ESPECIALIZAÇÃO: Atacante(+5);
iii. ATRIBUTOS:



FORÇA: 13 (+5)INTELIGÊNCIA: 7
RESISTÊNCIA: 10AGILIDADE: 13
VIGOR: 10CARISMA: 7



Diga as perícias


i. PERÍCIAS:

i. Corpo a Corpo(Kickboxing), nível Calouro;


Cite os poderes


i. SUPER-PODERES:

i. Cura - Graças ao soro experimental que recebeu, Sarah obteve um poder de cura, e um corpo mais elevado e desenvolvido do que qualquer lutador ou esportista do planeta;
ii. Resistência -Sarah possui certa resistência contra golpes ou investidas, visto que, o soro também modificou isto em seu metabolismo celular;
iii. Agilidade - Uma das habilidades que o soro experimental trouxa para Sarah foi no que diz respeito à sua agilidade. A moça consegue ser habilidosa em desenvolver mais de uma atividade ao mesmo tempo, bem como, ser muito destra e resolver uma questão num recorte curto de tempo;
iv. Velocidade Aprimorada - Aumento nos níveis de rapidez aos quais Sarah pode utilizar para solucionar uma situação.


Conte o histórico


“I used to live alone before I knew you. And I've seen your flag on the marble arch. And love is not a victory march. It's a cold and it's a broken Hallelujah.”


Sarah Missy Fortune é oriunda do Estado da Louisiana, sendo ela descendente de um casal seguidor da vertente religiosa Batista. Sempre muito rigorosos e autoritários, logo muito nova, eis que ela tinha de ser exatamente da maneira como eles gostariam. Vestidos longos, cultos aos domingos, trabalho missionário às quintas. Sempre o mesmo ciclo e as mesmas coisas que, para no fim, como diziam seus progenitores, servir ao maior de todos os Seres, Deus. Parte dela gostava daquilo, no entanto, outra parte, obscurecida pelo meio vivente, desejava mais, ser muito mais do aquilo. Durante os períodos em que passava na escola, Sarah tinha seus momentos de rebeldia. Cansou de fugir pouco antes do encerramento do horário para ver os soldados treinarem em cima do muro do quartel general, localizando-se este ao lado da escola na qual a garota estudava.

Com pouco mais de treze anos, já batizada e líder das crianças e adolescente do seu coral, Sarah nunca havia tido tamanha responsabilidade em seus ombros. As escapadas tornaram-se mais raras e seu interior foi ficando cada vez mais escondido pela imagem que os pais nutriam a necessidade de passar. A vida era, basicamente, ir à escola, depois igreja, depois cuidar da casa. Sua mãe trabalhava com orações à necessitados diariamente, já o pai, agora pastor da comunidade, vivia para seus fiéis. Ou como ela dizia, zumbimente pelos seus fiéis. Quando dormia, jamais sonhava com nada além de um vento no rosto e cortando suas respiração. Havia quem dissesse (estando certo), que o vento de seus sonhos exemplificava o intrínseco desejo de ser livre. Desejava que as correntes a prender-lhes os tornozelos simplesmente fossem embora, como aquele vento ao rosto.

A família a apresentou Alexander Grant, o rapaz que deveria ser seu futuro casamento, numa tarde simbólica de natal. Sarah apenas não sentia nada por ele, como não sentiria por nada que não lhe cativasse, tal qual naquela obra francesa que lera escondida na biblioteca do colégio. O Pequeno Príncipe. Mesmo assim, Sarah e Alex noivaram dois meses depois e ela tentou sentir algo por ele, já que ao menos ele era inteligente. Apenas não foi inteligente o suficiente para esconder a amante que tinha dentro da própria comunidade cristã. Isto foi aos dezesseis anos. E foi nesta mesma época, após ser traída, que Sarah decidiu não seguir mais os mesmos passos de seus progenitores. A menina foi expulsa de casa automaticamente, não tendo ninguém por ela fora dali. Nenhum familiar, amigo. Todos da igreja havia virado as costas para a desviada sem razão. A adolescente viveu ne rua durante três meses, até o dia em que as coisas começaram a mudar, no exato instante em que conheceu Ernesto Houston. Era o chefe das forças armadas da cidade de Nova York e estavam em atividades por seu estado.

“Você tem um rosto lindo e parece que daria uma boa combatente. Meus olhos não se enganam nunca quanto à isso. Gostaria de tentar?”

Pegou as poucas coisas que tinha e rumou com o homem. Ela não via nele nenhuma maldade, como poderia haver. No entanto, Ernesto realmente havia se sensibilizado com aimagem abandonada que encontrara. Ao ir embora para Nova York, Sarah deixou a velha moça para trás, a moça que outrora havia sido, todavia, nunca reconhecido como ela. Por uma das únicas mulheres do batalhão, foi comum sofrer agressões verbais e preconceitos por parte dos seus colegas. Algumas vezes dormia chorando, porém, nunca demonstrava. E apesar de ser tão estigmatizada, nenhum deles nunca conseguiu ser como ela, nem ter o mesmo destaque na resistência ou prontidão diante dos chefes. Foi por conta própria que Sarah embarcou naquela aeronave em direção ao sul do líbano, a mesma nave na qual conheceu Richard Butterfield.

Richard era diferente de todo mundo que Sarah havia conhecido, um piadista nato e um homem de bons modos, divergindo da maioria que a rodeava. Os meses que se seguiram na missão se tornaram melhores por conta da presença dele. Durante as sentinelas noturnas, RIchard sempre assava marshmallows na fogueira, estes, contrabandeados e ferindo o nosso regime. Na noite antes do último dia da expedição pacificadora, Richard a deu um papel com um pequeno desenho semelhante à rabiscos infantis. Estava dobrado. Ele disse que ela não poderia abrir até que estivesse em sua casa, enquanto ele, estaria em Londres com a sua família. Uniforme pronto e armamento empunhando, juntos eles passaram o último dia, na verdade, Sarah monitorara a área separada dele. Foram escalados separadamente. Com o crepúsculo a demonstrar-se no céu, vieram os lobos. OS tiros vinham de todas as direções. Empunhando as armas, tanto ela como Richard, encontraram suas posições para atirar contra os israelenses. Entre várias chuvas de tiros, Sarah correu apressada até onde Ri ch estava, dividiram, então, o mesmo muro pequeno da base. Até que um dos atiradores surgiu por trás do bando e habilidosamente atirou em sua direção. Mas o tiro não a perfurou. Havia perfurado Richard, que caindo ao seus pés.

Insana e sem saber o que fazer, vendo o amigo morto no chão, Sarah saiu a atirar sem escolher alvo. E em seu ato impensado, foi atingida por dois tiros de um dos terroristas. Apagou imediatamente.

“Ela não sentirá dor, está sob efeito da morfina. Vai me agradecer por isso quando acordar e ver o que se tornou.” - Disse a longínqua voz, uma que Sarah pensara ter ouvido num sonho distante. Caiu em sonolência novamente. E foi feita máquina em corpo humano.

Dos que estavam na missão, apenas três sobreviveram à emboscada. E dentre os três, Sarah fora condecorada e promovida à Líder das Forças Armadas da cidade de Nova York, ocupando o lugar do antigo Ernesto que, dera a ela de bom grado o seu lugar. Estava mais rápida, hábil e forte depois dos dias comatosos e só veio entender muito mais tarde o que havia acontecido. O teste que haviam feito em seu corpo e as alterações genéticas. Ela teve uma outra chance de viver, diferentemente de Richard. Renasceu com uma dívida para com seu país e as pessoas. Precisava protegê-los, nem que tivesse de doar a sua vida como moeda. Alguns meses depois de todos esses eventos, lembrou da pequena bolsa que jogara no armário ao chegar do hospital. Havia algo lá que ela necessitava.

Querida Sarah,


Gostaria de dizer que foi a melhor pessoa que eu conheci em todo este tempo, desde o colégio militar até os trabalhos com forças especiais. Nenhuma outra pessoa, homem ou mulher, me passava a mesma serenidade que você me passa. Você é tão angelical num corpo e em atitudes fortes que, deveria ser um pecado machucarem alguém assim. Eu não sei sobre o seu passado, você sempre relutou em contá-lo para mim, porém, sua mãe deve ter sido muito bonita, porque você é linda. E também suspeito que há coisas nesse passado que você não deseja lembrar. Então, tenho focado no aqui e no agora, ao menos nestes últimos seis meses ao seu lado. Eu sinto como se você me conhecesse melhor do que qualquer pessoa.

Eu não sei como vai ser a vida quando sairmos daqui, tanto pra você em Nova York, quanto para mim em Londres. Me perdoe pelas piadas sobre seu país poluente e seus presidenciais, minha Rainha e seus parlamentos tem tantos falhas quanto. Todos temos falhas, Sarah, até mesmo quando amamos muito alguém. Não sei se faz algum sentido para você, porém, espero que sim. Não sei o que te trouxe aqui, mas agradeço a esse destino e a essa pessoa, porque eu precisava te conhecer. Esses homens e esse exército precisavam te conhecer. Eu nunca vi uma mulher tão forte como você. Nem tão bravamente guerreira. Você consegue fazer o que muitos homens fraquejam tentando. E é por isso que acho que estou apaixonado por você. Por favor, não me entenda mal. Estou apenas desabafando com minha melhor amiga.

Você podia ser uma Super-Heroína, minha Super-Heroína. Eu não me preocuparia com o perigo se tivesse que enfrente o mundo com você, porque eu sei que estaria lá para me defender. Sou tão fraco comparado à ti, no entanto, me sinto forte por ter você e por ter essas coisas no meu coração que nem eu mesmo entendo. Sò queria que soubesse que quando sairmos daqui, se quiser ir à Londres e, de repente, sair para um jantar, eu ficaria muito feliz em te ceder o meu casaco na noite fria de Londres. Estou vivendo o agora, mas gosto de pensar neste amanhã que a gente pode ter. Não precisa me dizer sim, só não ria, ok? Eu te amo, babaca!

Richard

Outras Coisas


i. Referências dos Poderes: Aqui



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