[RP Fechada] Beginning of everything

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[RP Fechada] Beginning of everything

Mensagem por Melanie Stark em Qua Abr 05, 2017 10:29 pm

Beginning of everything
A roleplay é iniciada pelo post de Sarah Missy Fortune, seguindo por Melanie Stark. Estando, portanto, FECHADA para os demais. Passando-se esta em 1 de Abril de 2017, Provocateur Cafe & Nightclub. O conteúdo é LIVRE. Atualmente, as postagens estão EM ANDAMENTO.



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Re: [RP Fechada] Beginning of everything

Mensagem por Sarah Missy Fortune em Qui Abr 06, 2017 9:02 pm

Hey, how ya doin?
Ain't got no time for what you think can be described as love. I've cut your hold on me, you're missing me, I've had enough. It's been so long since you have treated me like I deserve. So long, baby I'm gone. You can leave a message for me after the tone.
S
er a Capitã América não me parece a coisa mais fácil que eu já fiz. Não além de conciliar isto com o batalhão a liderar, organizar as missões, também tenho que saber o que fazer com a minha vida, tem andado tão desorganizada ultimamente. Já faz um ano desde a volta de Israel, desde que Rich foi morto e eu tenho carregado toda a culpa. Eu sei o que as pessoas esperam de mim, seus anseios mais introspectivos e, de alguma forma, tenho medo de desapontá-los. Vejo a esperança de uma América melhor nos olhos de cada um dos meus soldados. E adivinhe? Isso me assusta também. Estamos perto do Verão, o clima tem estado mais quente nas últimas semanas e aguentar a farda corporativa não é uma boa coisa, vale ressaltar. Ao soltar os cabelos loiros de dentro da boina cinza, eis que observo um convite deixado em cima da mesa de meu escritório. Letra cursiva bonita, bem como, todo requinte trazido em cada minuciosidade do convite. A Senhorita Stark tem o prazer de convidar... - Oh, feito, Estou sendo convidada pela mulher de ferro para uma festa? Eu não gosto de festas, julgue-me a antiquada, quem dirá de alguém tão rica?

- Não está cogitando não ir à esta festa, está? Nem pense em dizer não. - Meu recruta e secretário, Edmure, apareceu sorrateiramente na porta. Observei-o com os olhos atentos e céticos. - Você sabe que precisa socializar e, neste caso, se recusar, levo você a força. Tenha um bom fim de tarde. - Esvaiu-se pela porta e deixou-me sem o direito a resposta. Por um lado ele tem estado certo, necessito. Emito um movimento negativo com a cabeça e seguro o convite em mãos, direcionado-me para pegar minha moto e ir embora dali. Famosa noite de cuidados femininos para uma noite qualquer. Passei por Edmure sem dizer nada, apenas um aceno de cabeça. Esta chateada pelo modo como ele falou, no entanto, por ombridade não o poria em punição. Subi na moto e dei a partida sem pensar duas vezes e, tendo posto o capacete, acelerei ao máximo e arranquei daquele lugar. Espero que meu olhar o tenha feito entender que eu o via na festa, sem desculpas. O percusso até meu bairro, localizado no Bronx não foi demorado, somente tedioso. Estacionei a moto em frente ao portão de saída da minha casa. Fora um presente que Ernest me dera após o sua aposentadoria. Um lugar, segundo ele, para eu não voltar ao que eu era. A garota de rua.

Era uma casa boa, até. Três quartos, primeiro andar e quartos com varanda. Bem, com relação à visão, só podía-se ver os trens que passavam em vários destinos diferentes. Retiro os coturnos ao passar pela soleira e encontrar. Habilidosamente fui retirando o uniforme corporativo e apenas restaram as peças íntimas. Nada demais. Ao passar pelos caixas de som, eis que ativei o mesmo e permiti que a primeira música tocasse espontaneamente. As batidas ritmadamente envolvente de Arctic Monkeys passou a ecoar pelo espaço. Girei pela sala e ainda dava para ouvir tudo, mesmo após me trancar no banheiro e despir toda a roupa. FOi um banho calmo e durante os momentos à banheira, tentei relaxar ao máximo que podia. Era difícil haverem dias calmos como aquele havia sido. Respirou profundamente e mergulhou nas águas. Tendo terminado de banhar-me, segui para o quarto e deixando a toalha enrolada no corpo, abri o closet. Quantos vestidos nunca usados, alguns, presentes de grifes famosas em gratidão pelos meus feitos. O fato é que sou do lar, odeio sair, o que implica no fato deles nunca terem sido usados. Todavia, esta é uma daquelas primeiras vezes pelas quais todos passamos.

O vestido decorado metade em corpete e em cores azul e vermelha atraiu meus olhos para ele, sem titubear. "Um pequeno agradecimento personalizado da Gucci, Capitã" - Sorri. Vesti o conjunto de lingerie prateada e o vestido em seguida, quão diferente da farda, a começar pelos moldes colocados no corpo. Eu tinha curvas, algo jamais reparado. O mesmo vestido vinha acompanhado de um Scarpin 18 com prata em sua cor e estrelas pelo contorno superficial dos pés. Calcei o mesmo e fui até o espelho. Falta algo. Empurrei a gaveta abaixo do espelho e ela abriu a revelar cremes e maquiagens. Apenas um fino traço de delineador e os olhos exibiram um felino olhar jovem, bem como, a leve camada de batom carmesim em minha boca. Optei por apenas um pouco de sombra azul em tom fraco. Voilá:

- Meu Deus, eu estou linda. - Disse para mim mesmo num tom baixo. Estava admirada com tamanha diferença. Olhei assustada para o relógio na parede ao perceber que tinha apenas meia hora para estar em Manhattan. - Merda! - Peguei a bolsa combinando com o vestido e sai correndo pelo corredor. Passei a mão nos documentos e chaves acima do móvel central da sala e a fração mínima de segundos na qual eu estava pilotando minha moto de saltos foi extremamente pequena. Uma dica: Nunca pilote de saltos. DÓI! - Quando estacionei em frente ao clube, riquíssimo, diga-se de passagem, a sombra de Edmure encostado na parede da entrada, como um barrado no baile fez-me rir. Puxei o capacete e os cabelos cairam livres, fazendo com que Edmure me notasse e seu olhar caísse no mais profundo poço. Desci da moto e me recompus, apoiando-me nos saltos.

- O que você fez com Sarah Fortune? - Esta chocado ao extremo. Bati com o quadril no dele: - Segredo de estado. Sabe o que significa, certo? Aliás, achou que não ia ter vingança? Sabe a Sadie, aquela sua crush do Batalhão onze? Está aqui. - Edmure se sobressaltou e tentou calar minha boca. - Nem brinca com isso. Não fala nada. - O encarei e era hora do desafio que eu estava esperando. Psicologia reversa. - Esquece, você não é disso, não tem muita vocação, não é? Nem mesmo pra beijar a garota que tanto olha há meses.

- Escuta aqui, Dona Fortune, sou muito mais do que pensa. Aposta, vou beijar Sadie até o fim da noite, se fracassar, beijo outro cara, mas se eu o fizer, você vai cantar para todos na festa. Te ouvi cantando outro dia, mas deve pagar o mico na frente de todos. - O olhei desafiadora e estendi a mão. Estava feito. No mais, acabamos entrando no recinto juntos. Muito bem organizado e o luxo exalava de cada simplória parede. Um garçom qualquer parara diante de mim e oferecera uma dose de Martini; Como queria iniciar os trabalhos, eis que bebi num gole só: - Prazer, Sarah Fortune, Capitã América. - Dei uma risada da expressão admirada do rapaz e fui com Edmure até o baro do outro lado da pista de dança. - O tempo já está contando. - Avistei Sadie do outro lado do bar. Ri da expressão de Ed e pedi um Espumante. Tendo tomado o primeiro gole distraidamente, notei posteriormente que Edmure não estava ali, estava do lado de Sadie e, no segundo seguinte, estava beijando Sadie Reynolds. O famoso bom jogador, ele queria me ver perder. Ele não iria. Estava solitário jogado ao chão, dentro do bar: - Hey, pode me emprestar aquele violão? - O barman me olhou surpreso e acenou positivamente com a cabeça, ainda que, um pouco estranhando a situação.

Anos longe daquilo, mas ainda lembrava com fazer funcionar. Corda após corda, fui afinando a melodia dele. Eu sabia que teria de pagar a prova, todavia, nem mesmo Edmure sabia como seria. Levantei-me inesperadamente em meio as pessoas e fui até o DJ. Pedi uma pausa na música e mostrei o violão, explicando a situação em paralelo:- Esta noite eu perdi uma aposta com um grande companheiro, se é que me entendem. E agora, este é o meu pagamento. Tenho de cantar para vocês. Não me xinguem, logo a música voltará. - Sentei na beirada do palco no qual a mesa do Dj estava e cruzei as pernas, apoiando o violão nas mesmas depois. Um silêncio correu pelas pessoas e as luzes passavam em meu rosto. Dedilhei os primeiros acordes, depois os secundários. Com a melodia formada, eis que tentei lembrar como cantar era. A voz foi suave e continuamente afinada:- All damn night I was here waiting (waiting). Cooked your favorite, dressed up real nice. I know you were with her, I know that you kissed her. You came home late and I was so mad (so mad). Had my break up speech ready Then you kissed my face, it's the way you persuade me.
You called, I missed it, you called, I missed it. You called and I missed it. Never get back, gettin' tired of listenin'

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Re: [RP Fechada] Beginning of everything

Mensagem por Melanie Stark em Dom Abr 09, 2017 1:45 am

Good vibes


O que você faz quando você quer conhecer uma pessoa, mas não consegue realmente a chance para conversar com ela? Pois bem, eu geralmente não sou do tipo de pessoa que se importa ou não com vergonha, eu não sou tímida, então era capaz que eu não esperasse pela oportunidade de falar com tal pessoa, eu mesma iria até ela ou ele, e seria uma pena se não fosse com a minha cara, mas eu não ia ficar pensando apenas no clássico ''e se'', entende? Mas é, geralmente eu faria isso, só que... bem, essa situação em que eu estou falando não é algo normal, então isso não se aplicou a esse caso... infelizmente...

Para inicio de conversa, acontece que eu tenho muitos contatos no exército americano, e não apenas pelos equipamentos e invenções que eu forneço para eles o tempo inteiro para que se defendam melhor, como também pela amizade que eu consegui cultivar com algumas pessoas de cargos elevados lá dentro, conseguindo o respeito de generais e coronéis, e por isso às vezes nos encontramos (em festas, churrascos ou coisa do tipo), e são nesses encontros que eu geralmente converso mais com eles. E foi em um desses encontros recentes que eu acabei ouvindo o nome dela, uma promissora mulher que lutava na frente de batalha como nenhum soldado conseguia, Sarah Fortune, mais conhecida pelo título de Capitã América. De início eu não consegui acreditar que ela era mesmo tudo isso que eles falavam, pois praticamente a desenharam como o soldado perfeito aos olhos do exército, mas ao mesmo tempo também era dona de um grande coração, segundo eles, sua única fraqueza, e... sendo sincera, foi isso que me fez querer conhecê-la, para ver se ela era mesmo essa boa pessoa que todos desenhavam, mesmo tendo aparentemente habilidades muito acima do normal.

Não entenda de forma errada, pois na verdade eu apenas queria conhecê-la para testar o quanto ela era boa mesmo, afinal de contas, não dá para se confiar totalmente em alguém que aparentemente não tem segredos ou um lado ruim, certo? Eu sempre acreditei nisso, e por isso não escondo muita coisa minha do público (exceto meus projetos e minhas invenções secretas, óbvio), só que imaginava que essa Sarah podia ter algo assim, entende? Imaginei que, se conhece-a pessoalmente, poderia cutucá-la o bastante ou explorar alguma fraqueza psicológica sua, só para descobrir algum ponto fraco seu e... não sei, estar preparada para o caso de outra pessoa conseguir revelar a sujeira que ela esconde debaixo de seu tapete. Paranoia minha? Talvez. Mas, tendo em vista que ela parecia ser a principal voz no campo de batalha, e talvez a pessoa que mais iria guiar as armas nas frentes que nosso país iria ter que tomar à qualquer momento, já que era a mais confiável do exército americano, eu tinha que ter certeza que tanta fé e poder de fogo estava depositada nas mãos certas, por isso achei sim justificável a minha ideia de explorar um pouco seu psicológico, ainda que isso pudesse traumatizá-la um pouco depois. Seria tudo por uma boa causa! Mas... não deu certo... e nem sei se é uma má coisa isso, tendo em vista o que houve depois.

Acontece que, eu pedi algumas vezes para meus contatos dentro do exército chamarem-na para algumas das festas que eu acaba indo também, só para que pudéssemos ao menos conversar por dois minutos, pois só queria conhecer a mulher tão famosa dentro do exército, mas ela nunca aceitou. Nunca soube também que era eu quem convidava, pelo visto só detestava festas mesmo, então tive que apelar, e... me julgue, mas acabei enviando micro-drones meus para espioná-la um pouco. Nada pessoal, pois é algo que faço sempre com todas as pessoas importantes que eu tenho interesse e que podem acabar se tornando uma ameaça para mim ou ao mundo hora ou outra. Enfim, meus espiões se grudavam nos uniformes que ela usava, analisavam seus batimentos, seus movimentos e tudo que ela via ou fazia, mesmo em campo de batalha, então pude analisar muita coisa com a ajuda do Jarvis. Só que, o que descobri sobre ela com esses drones, me deixou impressionada... Afinal, os militares falavam a verdade! Pela primeira vez uma autoridade havia dito a verdade para mim, e eu fiquei de boca aberta com isso...

Sarah era mesmo uma boa pessoa, no resumo de tudo que vi de importante sobre ela. Ela era uma das mulheres mais fortes que eu poderia conhecer, mas também era carismática, gentil, decidida e... nossa, se eu fosse falar tudo o que ela era, com certeza passaria horas aqui, mas ela era tudo de bom que o exército havia dito, uma pessoa com habilidades incríveis e um coração de ouro, que fazia tudo para que as missões tivessem sucesso com o mínimo de feridos. A Capitã se mostrou tão incrível que realmente me deixou fascinada por suas ações durante meses, me fazendo acompanhá-la ao vivo através de minhas câmeras espiãs, quando ela entrava em missões, e até mesmo rever algumas coisas que já havia filmado quando ela estava em seus momentos pessoais e... Bem, eu me senti até estranha em certo momento, e nem sei explicar o que era, mas meu coração batia forte demais quando a via em perigo, mas nunca me sentia tão bem quando eu a via se livrar de toda situação quase mortal que ela acabava enfrentando em suas missões...

Sabe, tive até um certo medo por estar ficando tão apegada à imagem dessa mulher, mas conforme eu ia conhecendo-a mais e mais, cheguei até a não ligar para isso em dado momento. Não sei bem quando foi que esse momento chegou, mas não importava, pois eu a respeitava. Aliás, a respeitava tanto que... ela primeira vez na minha vida, não sei o que aconteceu, mas... assim... quando ela ia se trocar, ao invés de eu gravar ou assistir para matar um pouco a minha curiosidade quanto ao seu corpo (como uma Melanie normal faria, em situações comuns ao menos), eu sempre acabava desligando a minha câmera espiã ou desviando a sua lente, tudo para que não gravasse nada e não ficasse tentada a olhar mais tarde. Até hoje eu não sei por que eu fazia isso, já que Sarah parecia ter um corpo tão bonito, mesmo debaixo de toda a sua farda... mas acho que isso não importa muito, certo? Na realidade, depois de conhecê-la melhor através dessa espionagem gratuita, eu fiquei com ainda mais vontade de conversar com ela, saber como é que ela reagiria ao falar comigo e... não sei... talvez gostasse de mim... como pessoa eu digo! Afinal, se a Capitã América se tornasse a minha amiga, isso significaria que eu sou uma boa pessoa, certo?

Pois é, isso era o que eu mais queria, e era o que mais me dava medo, pois não sabia como ela ia reagir ao me conhecer bem e... é, pela primeira vez na vida eu estava cheia de medos antes de falar com alguém que talvez nem sabia que eu existia. Acho que realmente nunca passei por tal nervosismo antes, nem mesmo com meus pais quando ainda eram vivos, e isso me fez até rir de forma nervosa enquanto eu pensava no que fazer para chamar a atenção da Capitã... E acabou que, infelizmente, não tinha como convocá-la como Capitã mesmo, não tinha qualquer autoridade no exército, apenas uma grande influência entre os militares, então... o que eu poderia fazer com isso? Bem, não muita coisa, infelizmente, além do que eu já estava acostumada a fazer: festas. Foi daí que veio a minha ideia de fazer algumas festas, com desculpas diferentes sempre, e dando um jeito de acabar convidando algumas figuras militares, só para entre elas estar Sarah Fortune... É, praticamente eu dava festas só para uma pessoa aparecer, mas ela nunca apareceu. Tudo bem que eu fiz novas amizades aqui ou ali, me dei bem sim em algumas ocasiões, mas... quem eu queria que aparecesse de verdade, para que conhecer pessoalmente, nunca apareceu, e cada vez mais eu ia desistindo dessa ideia...

Sabe que eu nunca havia ficado desanimada de algo por conta de alguém? Na realidade, nunca fui de ligar para outras pessoas, sempre fiz o que me dava na telha e que se foda quem não gostar! Mas ser ignorada de tal forma pela Sarah foi... diferente... eu não sabia explicar... mas teve um impacto em mim, algo que nada e nem ninguém antes havia conseguido. Fiquei preocupada com isso? Óbvio, mas também não podia desistir, certo? Tenho que continuar mostrando que sou teimosa, e foi isso que eu fiz! E hoje eu agradeci realmente por ter feito isso, pois ela finalmente apareceu...

Já havia planejado essa festa a semana inteira, para falar a verdade, havia reservado o lugar dias antes, escolhido o menu para a noite e até mesmo o espetáculo que iria ter para as outras pessoas de classe alta, mas não tinha real esperança de que ela aparecesse, ainda que eu mais uma vez tivesse mandado um belo convite para ela, até mesmo personalizado, se comparado com os demais da festa. Então, eu tentei ir com a expectativa baixa para essa festa, só que foi um pouco difícil, pois eu o tempo todo ficava pensando o que aconteceria se ela estivesse lá e me visse, se meu vestido estaria bom, e se... Espera, você está entendendo? Quantos ''e se'' você leu agora? Pois é, algo estava diferente, então tive até que parar para respirar um pouco enquanto escolhia meu vestido para a festa, e mais uma vez passar a maquiagem, de tão nervosa que estava, e por isso demorei tanto para me arrumar. Mas, ao menos saí bonita para a festa, usando meu vestido favorito, como uma comemoração para a minha primeira tentativa do mês para chamar a atenção de Sarah.

Quando enfim cheguei no lugar da festa, já haviam algumas pessoas lá sim, então eu pude ao menos socializar um pouco antes de começar a pensar em perder as esperanças por mais uma tentativa minha, só que, dessa vez a sorte sorriu para mim, e hoje eu nem tive tempo de perder a esperança de vê-la, pois pouco após o início marcado no convite para a festa, ouvi uma voz que era um tanto familiar para mim. Eis que, quando me virei para ver a dona de tal voz doce, eu a vi parada no palco, à frente da mesa do DJ, tão bonita que eu mal conseguia acreditar. E melhor ainda que isso, foi ouvir o que ela dizia, e poder presenciar pessoalmente sua voz angelical se mostrar digna de uma verdadeira cantora... É, eu já ouvi ela cantar pelo áudio de minhas câmeras micro-espiãs, mas... nenhum microfone fazia jus à sua voz, entende?

Pois é, eu fiquei completamente hipnotizada por ela, e por isso mal pude esperar para falar com ela, assim que terminou de cantar. O que é claro, só fiz depois que puxei os aplausos para ela, já que todas as outras pessoas ali estavam embasbacadas com o acontecido, pois pareciam estarem esperando alguma coisa ruim ao se tratar de uma amadora, mas adorei ver Sarah quebrando a cara deles, de sentido figurado desta vez... Enfim, quando a chance surgiu, eu não perdi tempo- Ela toca, canta, é uma soldado exemplar, e ainda consegue ficar muito bem em um vestido. -disse, com um sorriso no rosto e ainda aplaudindo-a enquanto me aproximava, sem conseguir contar aquele último elogio, já que fora mais verdadeiro que muitos outros que eu soltara ultimamente- Sério, tem algo que você não faça? -brinquei, agora dando uma leve risada enquanto a alcançava, oferecendo para ela a minha mão, como uma forma normal de cumprimento- Não sei se já falaram de mim para você antes, mas eu me chamo Melanie, e é um prazer conhecê-la...? -dizia, mas sem conseguir completar a minha própria frase, talvez por receio de chamá-la de alguma forma que ela não gostaria, então eu deixei no ar o complemento dessa frase, até que- Desculpa, mas é que não sei como você prefere ser chamada. -ao fim da minha frase, eu mesma comecei a rir, pois era uma dúvida um tanto quanto... boba, mas era algo para se levar em conta sim, ao meu ver ao menos.

Tá, eu sabia sim como ela gostava de ser chamada, já espionei várias conversas dela. Sei coisas sobre ela que talvez nem ela mesma sabe, mas por que é que iria deixar isso às claras? Para assustá-la? Queria conhecê-la através dela mesma, por isso tinha que dar a chance para ela falar sobre si, como desejasse, então que ficasse de lado essa parte mais obscura de minhas ações... Na realidade, por falar em conhecê-la, e veio uma coisa na cabeça logo em seguida, que eu não pude deixar de lado, por isso eu logo falei- Mas, nossa, a sua música foi linda. O jeito com que cantou, a paixão... -falava, enquanto fazia um sinal para um dos garçons se aproximarem, para oferecer à Sarah uma bebida- Me desculpa, mas... por que escolheu essa música? Foi parte do acordo com esse seu companheiro ou... tem algum motivo por trás disso? Da letra, talvez...

tag: Sarah Fortune | roupas: aqui

OFF: Aeeee, finalmente se conhecendooo!! Que emoçãoooo *0*


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