NARRADA P/ PENELOPE MODZELEWSKI, rotina de trabalho

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NARRADA P/ PENELOPE MODZELEWSKI, rotina de trabalho

Mensagem por Adam Warlock em Qui Abr 06, 2017 5:38 pm

rotina de trabalho
Uma ligação quebrou a rotina matutina da loira. O anúncio em escrito identificou quem estava no outro lado da linha: seu mentor e homem responsável pela liderança da aliança a qual formou-se como participante, Aguilar Eakheartd. A conversa não durou mais do que o necessário para tomar as informações necessárias. A instrução dada é que deveria rumar ao condado de Staten Islands, dentro dos limites de Nova Iorque, e "acompanhar" a chegada de um novo membro do corpo político municipal.

A viagem tida foi ligeira, por sua sorte o tráfego estava a favor da Feiticeira Escarlate. A silhueta feminina era escondida por um traje formal e social, dando a impressão de que era uma mulher de importância grandiosa para o restante do mundo; o disfarce perfeito. O cais cinzento era o cenário local. O táxi aguardava em silêncio nas redondezas como foi o seu comando. De longe você reconheceu a figura masculina, de terno cinza escuro. Sem mais delongas, chamou-lhe a atenção após a aproximação, apresentando.


observações


i. Descreva a conversação com Aguilar e a viagem até o cais.  
ii. Mesmo sendo um estrangeiro em NY, o homem tem ciência suficiente de pessoas das pessoas que precisa conhecer e ter contato. Portanto, encontre um meio para que ele acredite em que você é, lembrando que você deve anunciar-se como alguém importante, que veio auxiliá-lo na chegada.
iii. Você terá um prazo de 5 (cinco) dias para postar.
iv. Qualquer ausência deverá constar no respectivo tópico.
v. Qualquer dúvida, me envie uma MP.
vi. Poderes, habilidades, atributos, nível e perícias devem constar em spoiler no final do post.


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Re: NARRADA P/ PENELOPE MODZELEWSKI, rotina de trabalho

Mensagem por Penelope Modzelewski em Sex Abr 07, 2017 10:48 pm



You know, you know I hid the red child

Na companhia de algumas outras jovens que seguem praticamente a mesma grade que eu, desci as escadas que me levavam aos últimos patamares da fachada da universidade e continuei a acompanhá-las até a praça que ficava na frente do campus, rumando até a calçada movimentada com as garotas. Coloquei uma das mechas louras atrás da orelha antes de acenar para o grupo com a mesma mão, e rumar por um caminho contrário ao delas para seguir diretamente para o metro que me levaria ao meu estágio. Mal havia cruzado a rua que me levaria à quadra seguinte e meu celular emitiu o toque de uma pessoa em específico, me deixando um tanto quanto apreensiva antes de atender. Normalmente Aguilar nunca procurava contato quando estava em horário de trabalho, exceto quando tinha ordens a transmitir — não como meu tutor, e sim como meu líder. — Sim? — Eu atendi. A voz de Aguilar é direta e muito clara quando diz: “eu tenho uma tarefa para você.” Franzi o cenho e me afastei da calçada, dando passagem para que os outros transeuntes pudessem passar. Segurei meu próprio antebraço com a mão livre, como se estivesse instintivamente tentando me proteger fisicamente de alguma ameaça. — Estou te escutando. — Assegurei com a voz firme. “Preciso que você receba um membro muito importante do corpo político da região e o acompanhe em sua chegada.” Franzi o cenho com o pedido estranho de Aguilar, porém não tentei questioná-lo de forma alguma, temendo que instruções a mais ele me passaria antes da hora. — Qual a localização? — Retornei a andar, seguindo as pessoas pela calçada enquanto ele me passava todas as informações que eu precisava saber.

— Pode contar comigo. — Respondi antes de desligar o telefone e mudar de curso. Alguns minutos depois, eu estava em um táxi a caminho de Staten Islands. Alisei o meu vestido preto que estava por cima de minha meia-calça tão negra quanto a vestimenta principal. As mangas de meu blazer estavam perfeitamente dobrados e dando a impressão de que eu era uma pessoa de muita importância, mesmo que a cor da peça em questão não fosse tão comum para roupas formais. Vermelho, sempre vermelho. Porém era uma peça que tinha o poder de chamar a atenção e transmitir formalidade ao mesmo tempo. Encarei as ruas pela janela do automóvel pelo assento de trás, escondendo meus olhos — escarlates naquele instante — com meus óculos escuros. O trânsito normalmente ficaria parado se não fosse a sorte que caminhava comigo. O taxista faz um comentário sobre o ocorrido, sorrindo amarelo em função de seu taxímetro estar mostrando um valor muito abaixo do que ele normalmente receberia com a corrida. — Deve ser o meu dia de sorte. — Murmurei em resposta com um sorriso firme e curto, porém incerto. O céu se tornava gradativamente mais cinzento e aquele clima me desagradava um pouco, como se o céu estivesse absorvendo de meu tenso humor. Tudo o que eu fiz foi manter a calma que eu não tinha de fato. Eu precisava manter absoluta serenidade, ou meus poderes podiam sair totalmente de meu controle, e essa era a última coisa que eu realmente queria que acontecesse. Respirei profundamente algumas vezes antes de descer do táxi quando ele finalmente parou no acostamento do cais. Minha mão foi até o maçaneta da porta e assim que eu coloquei os pés no asfalto, alisei novamente o vestido que eu trajava e mantive as botas firmes no cimento.

Eu tinha que demonstrar vigor, firmeza e acima de tudo, tinha que demonstrar alguma convicção. Meus vinte e três anos dificilmente convenceriam o estrangeiro de que eu tinha algum alto cargo o suficiente para guiá-lo, portanto eu devia fazer uso do meu carisma e acima de tudo, da minha sorte. Enquanto caminhava em direção do homem de terno no cais, eu me concentrei ao máximo em cada passo que eu dava para demonstrar confiança e em meu poder. Meus olhos ainda vermelhos estavam escondidos pelas lentes escuras, portanto eu poderia fazer uso do mesmo sem que o político percebesse algo de errado. Eu queria que ele se convencesse de que eu era alguém importante, e de alguma forma, imaginei que adotar meu nome de batismo e deixar de esconder meu timbre com o costumeiro sutil toque russo — depois de ter vivido praticamente toda a minha vida em Moscou, manter o soar nativo americano ainda é algo complicado para mim — pudesse me dar alguma vantagem. Sem mostrar tanta exaltação em meus atos, retirei os óculos escuros. A única coisa que minhas íris exibiam eram os castanhos comuns. Estiquei minha mão na direção do estrangeiro e dei uma sacudidela firme e breve, finalmente me apresentando como se de fato eu fosse alguém de muita importância. — Karma Weinschel, senhor. Eu sou do membro do gabinete do senador Aguilar Eakheartd, e fui incumbida de acompanhá-lo esta tarde. — Soltei a mão do outro ao atingir o tempo limite que um cumprimento casual exigia e olhei para o relógio de pulso, como se realmente tivesse muitas tarefas a cumprir e uma agenda cheia. Uma agenda cheia de que incluía jantar de tacos e ligar para Kwan para importuná-lo ao máximo possível.




PODERES:

I Manipulação de energia caótica - Magia do caos → Esse poder torna possível a manipulação da realidade em conjunto com a magia do caos concedida à mutante, causando efeitos e fenômenos estranhos.

Uma delas é a manipulação de probabilidade, que torna possível com que ela consiga alterar a sorte ou azar de um determinado alvo ou vários alvos, e mexer com as chances de que eventos incomuns procedam em prol do que ela quer que aconteça; coisas tais como a desestabilização de eventualidades, alteração os campos de energia e matéria, como resultado disso seus poderes acabam induzindo o caos. Tais poderes podem fazer com que os oponentes voltem ataques para eles próprios, e mesmo ataques diretos sejam desviados a partir da magia da Feiticeira Escarlate (isso se aplica tanto a ataques físicos quanto ataques mágicos).

Com seus poderes, Feiticeira Escarlate inicialmente poderia usá-los para causar fenômenos como a explosão e combustão de objetos e matéria, assim como cura e desintegração rápida de matéria, bem como também possui a dominação do controle de energia e inércia, podendo assim manipular de forma que pode transferir, interromper, amplificar a energia e a inércia. Seus domínios perante o controle de energia consiste principalmente no controle de energia caótica, dando-a a capacidade de transformá-la em uma arma, transformando a mesma em rajadas, orbes, raios, massas, ondas e mesmo explosões de energia que possuem grande capacidade de devastação. Também é capaz de transformar a energia caótica em um elemento físico, transmutando-a em telas ou campos de força. Seus campos de força, além de barrar projéteis físicos também podem protegê-la de ataques psíquicos. Sua capacidade de manipulação de energia caótica consegue dar a ela a capacidade de levitar e impulsioná-la para cima, dando-a a possibilidade de flutuar e levitar o próprio corpo, ademais de carregar objetos.

Essa capacidade de alterar as probabilidades, dependendo das escalas em que os poderes da mutante atue, dos alvos que afete e de que maneira possa agir, podem fazer com que o futuro se altere de diversas maneiras.

II Telecinese → Com a magia do caos como uma de suas capacidades, a mutante tem a capacidade de levitar e movimentar os objetos com a mente. Tendo isso em vista, seus poderes mágicos dão a ela esse poder. Tudo isso porque com a magia do caos a torna capaz de transformar energia caótica em um elemento físico de ataque; portanto ela também pode utilizar do mesmo para carregar objetos com sua magia. Sua capacidade de telecinese lhe acrescenta a aptidão de controlar moléculas, manipulando vetores, momento de inércia, pressão, estado da matéria, fricção e energia cinética.

III Telepatia → Feiticeira Escarlate pode ler mentes e explorar memórias alheias através de sua interface neuro-elétrica que lhe acrescenta a capacidade de telepatia. Isso inclui sua capacidade de mesclar sua consciência com a de outras pessoas. Pode assistir eventos a partir da leitura de pensamentos de outras pessoas, podendo ver através dos olhos das pessoas de quem está lendo os pensamentos.

IV Manipulação mental → Uma combinação perigosa se combinada com a sua telepatia, que assim como tal, funciona através de sua interface neuro-elétrica. É capaz de fazer com que as pessoas revivam momentos passados de sua vida e também pode dar a ela o controle perante as mentes das pessoas; que sob influência da magia da mutante, atuam como se fossem sonâmbulos e agem de acordo com a vontade da mesma. Seus poderes são o suficiente para até mesmo vetar os efeitos de hipnose induzidos pela Pedra da Mente. Ela pode manipular memórias, induzir o sono ou a dor, e criar ilusões (não tão boas quanto as dos mutantes que possuem essa capacidade, mas ainda sim fortes o suficiente para abalar a mente alheia). O que tudo indica também, a mutante não é capaz de adentrar a memória ou ilusão junto com a pessoa a mercê de seu poder e participar da mesma, apenas trazê-las à cabeça e manipulá-las de fora.

PERÍCIAS, NÍVEL, ATRIBUTOS:

RESISTÊNCIA MENTAL: nível calouro.

NÍVEL: 03.

FORÇA 06 :: INTELIGÊNCIA :: 14 :: RESISTÊNCIA 07 :: AGILIDADE 09 :: VIGOR 10 :: CARISMA 19
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Re: NARRADA P/ PENELOPE MODZELEWSKI, rotina de trabalho

Mensagem por Adam Warlock em Qua Abr 12, 2017 6:34 pm

rotina de trabalho
Há metros de distanciamento espacial, o mais velho percebeu visualmente a silhueta vermelha. Escarlate, sinceramente; o tecido que vestido era de tal tonalidade, o que era formalmente casual a pessoa em questão. O imigrante só soube esboçar um sorriso com o estender da mão alheia para si, retribuindo o fazer.

— Ashton Irwing. — Apresentou-se ele, enquanto acompanhava o sutil movimento vertical dos palmos em colisão formal. Ostentava a expressão radiante, repuxada pelas covas aos cantos dos beiços. — Vim dar suporte à administração de Nova Iorque. — Disse, descontando os físicos de ambos. — Mas a senhorita já deva saber disso. — Simpático, soltou um riso. Após algumas trocas de frases entre os dois, Irwing indagou. — Enfim, poderia me acompanhar ao gabinete do Senhor Eakheartd? — Mirou ao táxi de onde ela saiu, o qual ainda estava no aguardo.

Dentro do veículo, o silêncio pairava na atmosfera. Única coisa que puderam escutar era os ruídos das buzinas, simultaneamente, dos carros ao redor. O dia de sorte acaba por terminar. Ou não? E, uma mensagem recebida no celular de Penelope, que anunciou-se como sua nomenclatura esquecida pelo passado, quebrou a expressão serena. Dizia ela: "Seu primeiro contrato, Feiticeira"; não precisava pensar muito para portar a consciência de quem enviou, mesmo que dissesse "número desconhecido".


observações


i. Estenda a conversa até a última fala que apontei vindo de Ashton. Procure pela casualidade.  
ii. A mensagem não simboliza que o deva fazer nesse momento, já que há muitas testemunhas ao seu redor devido ao engarrafamento (o motorista do táxi onde encontra-se também é uma testemunha). Achei um meio para desfazer a concentração de pessoas.
iii. Você terá um prazo de 5 (cinco) dias para postar.
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Re: NARRADA P/ PENELOPE MODZELEWSKI, rotina de trabalho

Mensagem por Penelope Modzelewski em Dom Abr 16, 2017 1:18 am

from poppet to admin ....  chapter ii  


O homem com quem eu conversava até então parecia-me extremamente simpático e muito carismático. Meu sotaque prevalecia de forma que jamais poderia entregar minha verdadeira nacionalidade, deixando ainda mais evidente que vir de longe para auxiliar o senador era de suma importância. — É uma grande satisfação conhecê-lo, senhor Irwing. — Enalteço a satisfação em encontrá-lo, e o mesmo ressalta ainda mais a sua simpatia quando solta uma oração seguida de um riso, demonstrando vários gracejos. — Mas é claro que sim, é meu trabalho. — Devolvi o riso, afirmando com a cabeça e juntando ambas as mãos fronte ao corpo, segurando a bolsinha pequena que me serve de adereço à mais à veste sofisticada. — Vai ser um prazer acompanhá-lo até o gabinete, senhor Irwing. — Enquanto gesticulava graciosamente com minha mão na direção do táxi, girei na ponta dos saltos para guiar o homem até o automóvel para longe do táxi. Mantive o tom casual e ainda permaneci formal na medida certa para não aparentar alguém rígida demais ou coloquial em excesso. — Espero que o senhor aprecie à vista do cais até nosso destino. Nova Iorque é um local fascinante se souber exatamente onde ir. — Informei, fechando a porta do carro atrás de mim depois que ele se acomodou do outro lado.

As buzinas do lado de fora começam a me deixar um tanto quanto apreensiva, pois quanto mais tempo eu passava cumprindo essa tarefa, mais meu objetivo se demorava a ser cumprido. É quando meu celular vibra anunciando a mensagem que meu coração dispara ao perceber que o número é desconhecido. Li a escrita na tela rapidamente e apaguei a tela em um átimo. "Seu primeiro contrato, Feiticeira." Feiticeira. Minha intuição me diz que nada estava caminhando para um rumo tranquilo. Eu tenho muito as coisas para resolver nesse instante, e algo me diz que ter testemunhas no local não torna a situação mais fácil pra mim. Fecho momentaneamente os meus olhos e respiro profundamente enquanto organizo os meus pensamentos. O primeiro passo é fazer o tráfego abandonar o estado paralisado no qual se encontra. Meu táxi se encontra em uma via arterial que possui ligação com várias outras vias. Não sabia o alcance de meu poder, mas eu esperava que fosse o suficiente.

Por mais que estivesse dentro do carro, podia enxergar os próximos três semáforos logo a frente e tudo o que eu faço é usar da energia que eu carrego comigo para causar confusão no sistema eletrônico de tais, fazendo com que o sinal do mesmo permaneça verde por um grande período de tempo, enquanto os semáforos das vias que cruzavam a rodovia permaneciam vermelhos por tempo indeterminado. O tráfego começa a fluir para frente e o próximo passo é fazer com que os outros motoristas peguem um rumo diferente do meu. Fazendo com que a energia caótica funcione a meu favor em conjunto com a manipulação da mente dos demais, a energia vermelha que circunda o táxi e emana de mim passa a se expandir para os outros carros e adentrando a mente de outros motoristas, com o objetivos de tirá-los da via arterial em que me encontro, fazendo-os cortarem caminho para as outras vias que se conectam a presente; as locais e coletoras. Me concentro ao máximo para fazer com que os motoristas busquem por seus destinos por caminhos alternativos, como se fossem mais convenientes por pegar a rodopia principal do condado. E agora, o motorista. Precisava fazê-lo conduzir o carro para um lugar que não fosse lotado.

Um grande outdoor na estrada que nos encaminhava para outro condado mostrava que havia um posto de gasolina há um quilômetro, e isso me faz imaginar que seja minha única chance. Me concentro outra vez na minha capacidade de alterar a realidade, e forço minha mente a focar-se no visor que mostra o quanto de gasolina o carro ainda possuía. Meus olhos estão presos ao mostrador, e tudo o que eu quero é que a quantidade de gasolina diminua. Para aumentar a possibilidade de sucesso para isso, cruzo meus braços de forma discreta e escondo a destra por debaixo do antebraço esquerdo, e meus dedos drenam a energia caótica do entorno. Carregados da discreta energia escarlate, executo um discreto movimento de dedos que empurram minha energia na direção do motorista, afetando o sistema neurológico do mesmo. Tudo o que eu preciso fazer é com que ele enxergue exatamente o que desejo que ele enxergue. Visualizo o visor de combustível com um nível muito baixo de gasolina e implanto tal visão na mente do taxista.

Dou um pigarro muito discreto e solto um suspiro contido, chamando a atenção do motorista. — Com licença. Senhor? — Me dirigi ao taxista, apontando com delicadeza na direção do seu painel. — Posso estar enxergando mal, porém eu creio que seu carro esteja ficando na reserva. — Indico com o maior poder de convencimento que posso reunir.

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I Manipulação de energia caótica - Magia do caos → Esse poder torna possível a manipulação da realidade em conjunto com a magia do caos concedida à mutante, causando efeitos e fenômenos estranhos.

Uma delas é a manipulação de probabilidade, que torna possível com que ela consiga alterar a sorte ou azar de um determinado alvo ou vários alvos, e mexer com as chances de que eventos incomuns procedam em prol do que ela quer que aconteça; coisas tais como a desestabilização de eventualidades, alteração os campos de energia e matéria, como resultado disso seus poderes acabam induzindo o caos. Tais poderes podem fazer com que os oponentes voltem ataques para eles próprios, e mesmo ataques diretos sejam desviados a partir da magia da Feiticeira Escarlate (isso se aplica tanto a ataques físicos quanto ataques mágicos).

Com seus poderes, Feiticeira Escarlate inicialmente poderia usá-los para causar fenômenos como a explosão e combustão de objetos e matéria, assim como cura e desintegração rápida de matéria, bem como também possui a dominação do controle de energia e inércia, podendo assim manipular de forma que pode transferir, interromper, amplificar a energia e a inércia. Seus domínios perante o controle de energia consiste principalmente no controle de energia caótica, dando-a a capacidade de transformá-la em uma arma, transformando a mesma em rajadas, orbes, raios, massas, ondas e mesmo explosões de energia que possuem grande capacidade de devastação. Também é capaz de transformar a energia caótica em um elemento físico, transmutando-a em telas ou campos de força. Seus campos de força, além de barrar projéteis físicos também podem protegê-la de ataques psíquicos. Sua capacidade de manipulação de energia caótica consegue dar a ela a capacidade de levitar e impulsioná-la para cima, dando-a a possibilidade de flutuar e levitar o próprio corpo, ademais de carregar objetos.

Essa capacidade de alterar as probabilidades, dependendo das escalas em que os poderes da mutante atue, dos alvos que afete e de que maneira possa agir, podem fazer com que o futuro se altere de diversas maneiras.

II Telecinese → Com a magia do caos como uma de suas capacidades, a mutante tem a capacidade de levitar e movimentar os objetos com a mente. Tendo isso em vista, seus poderes mágicos dão a ela esse poder. Tudo isso porque com a magia do caos a torna capaz de transformar energia caótica em um elemento físico de ataque; portanto ela também pode utilizar do mesmo para carregar objetos com sua magia. Sua capacidade de telecinese lhe acrescenta a aptidão de controlar moléculas, manipulando vetores, momento de inércia, pressão, estado da matéria, fricção e energia cinética.

III Telepatia → Feiticeira Escarlate pode ler mentes e explorar memórias alheias através de sua interface neuro-elétrica que lhe acrescenta a capacidade de telepatia. Isso inclui sua capacidade de mesclar sua consciência com a de outras pessoas. Pode assistir eventos a partir da leitura de pensamentos de outras pessoas, podendo ver através dos olhos das pessoas de quem está lendo os pensamentos.

IV Manipulação mental → Uma combinação perigosa se combinada com a sua telepatia, que assim como tal, funciona através de sua interface neuro-elétrica. É capaz de fazer com que as pessoas revivam momentos passados de sua vida e também pode dar a ela o controle perante as mentes das pessoas; que sob influência da magia da mutante, atuam como se fossem sonâmbulos e agem de acordo com a vontade da mesma. Seus poderes são o suficiente para até mesmo vetar os efeitos de hipnose induzidos pela Pedra da Mente. Ela pode manipular memórias, induzir o sono ou a dor, e criar ilusões (não tão boas quanto as dos mutantes que possuem essa capacidade, mas ainda sim fortes o suficiente para abalar a mente alheia). O que tudo indica também, a mutante não é capaz de adentrar a memória ou ilusão junto com a pessoa a mercê de seu poder e participar da mesma, apenas trazê-las à cabeça e manipulá-las de fora.

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Re: NARRADA P/ PENELOPE MODZELEWSKI, rotina de trabalho

Mensagem por Adam Warlock em Qui Abr 27, 2017 8:39 pm

rotina de trabalho
A tática era impecável, pensada, perceptivelmente, por uma mente desenvolvida. Tudo o que ocorreu bem como desejou. Inicialmente, aquilo que trancava a mobilidade dos automóveis - os semáforos incandescidos em vermelhidão - tomaram um tom esverdeado, simbolizando o conceder de passagem; enquanto isso, os semáforos das vias transversais, os quais cortavam lateralmente as vias onde o táxi encontrava-se entremeio, pigmentaram-se o inverso, ou seja, o verde ruborizou-se. Com isso, muitas buzinas ressonaram, antecipados por arrancos sonoros de freios acionados repentinamente, já que os tais motoristas não esperavam pela paralisação.

Seguidamente, percorreu visualmente cada carro e motocicletas ao seu redor. De alguma maneira ou outra, viabilizou todos, sem exceções. A partir disso, a invasão efetivou-se. Inconscientemente, aqueles que acompanhavam o percurso da faixa, a qual o táxi estabelecia-se, mudaram de rumo. Além do mais, o fazer incluir aos outros, que necessitaram liberar travessia. Porém, como nada era as mil maravilhas, principalmente fazendo uso das capacidades de manipulação realística, alguns se cruzaram, proporcionando tanto a Penelope quanto ao imigrante a visão de batidas; acidentes acontecem normalmente, nada a preocupar-se.

Por alguns instantes, mantiveram os olhos estalados pela imagem do acidente, porém, bastou um mover de dedos por parte feminina que ambos esquecessem-se da tragédia. Por fim, seguiram o rumo, sem interrupções.

Na velocidade em que a estrada permitia, correram com o auxílio da mecânica automatizada, movida por quatro rodas. Em certo ponto, já tendo avistado a ponte, esta que interliga um condado a outro, o carro começou a reduzir. Por quê? Bem, gasolina estava cara. — Droga. — Falou o motorista, enquanto batia os braços contra o volante. Sem pensar duas vezes, virou à esquerda, conduzindo o trio a uma estreita via, onde cabia somente um carro por vez. Era escuro o beco, perfeito para o que a feiticeira faria pela primeira vez.

— Acho que viemos para um lugar errado. — Comentou o novato nova-iorquino, ao mesmo tempo em que as falanges desfaziam a trava da porta. Saiu. Penelope o acompanhou, posteriormente.


observações


i. Esse é o momento certo para fazer jus à aliança Bereshit;    
ii. O motorista é a única testemunha na cena, assim, necessita fazer algo quanto a ele. O que fica a teu critério;
iii. Você terá um prazo de 5 (cinco) dias para postar.
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