Missão One Post para Alessa Whitemore - Trying to be the hero I'm expected to be!

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Missão One Post para Alessa Whitemore - Trying to be the hero I'm expected to be!

Mensagem por Doutor Estranho em Qui Abr 06, 2017 8:19 pm

Trying to be the hero I'm expected to be!
Uma base subterrânea na Africa foi encontrada e está correndo o risco de ser contaminada devido a um vírus que os cientistas tentaram criar em uma experiência mal sucessiva o vírus se espalhou por todo local e agora a cidade está sendo esvaziada, porém, os cientistas que estavam trabalhando no vírus ficaram presos na sala com uma roupa especial e sendo assim não foram afetados.

Os policias, a Interpol, a CIA e o FBI estão juntos isolando o local e sendo assim não deixam ninguém passar, até mesmo heróis e anti-heróis, eles também estão armados e alguns dos cientistas que conseguiram escapar querem voltar para ajuda os outros 4 que ficaram presos no complexo subterrâneo e muitos deles estão revoltados, porém, eles sabem que existe uma entrada secreta um tanto quanto longe dos homens que estão barrando o lugar no meio de algumas pedras grandes.


observações


i. Bem vinda a sua primeira missão.
ii. Bem aqui vão algumas regrinhas, não use template muito estreitos e nem cores cegantes eu sou meio cego. O mínimo de linha é 20, porém, eu sei que você consegue fazer mais que isso.
iii. O seu primeiro objetivo é dizer como soube do acontecido e como chegou no local.
iv. Quando chegar no local você pode ver os homens da CIA, FBI, policia e Interpol barrando os cientistas que querem salvar os outros que estão lá dentro.
v. Você pode pedir ajuda a eles e narrá-los, porém seja coerente com o que descrevi lá em cima, caso não queira falar com eles apenas narre como achou a outra entrada.
vi. Quando estiver lá dentro o local vai estar com uma cor avermelhada devido a fumaça do no vírus que está a solta no local, seu objetivo principal será resgatar os 4 cientistas presos no local de pesquisas, porém, há outras pessoas que estão desmaiadas pelo local devido ao vírus, se optar por salvá-los também terá que achar um jeito de levar a todos você terá uma redução de 10 no seu HP por estar em contato com o vírus, mas não irá morrer
vii. Por mais terá 30 dias para fazer a sua missão, qualquer dúvida MP.
viii. Poderes, Equipamentos, Atributos e Perícias em Spolier no final do post.
ix. Divirta-se!


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Re: Missão One Post para Alessa Whitemore - Trying to be the hero I'm expected to be!

Mensagem por Alessa Whitemore em Dom Abr 09, 2017 2:12 am

Protect Them


Hoje eu havia começado o dia de uma forma diferente dos demais, pois eu decidira aproveitar um pouco a paz que reinava a cidade e, ainda que não precisasse realmente, decidi dormir, apenas para descansar um pouco a minha mente, ainda que estivesse com energia de sobra para aguentar mais lutas. Tudo bem que eu meio que mereci isso, sabe, depois de minha última tarde livrando as ruas daqueles bandidos com poderes que pareciam querer realmente estabelecer algum território de sua gangue nas ruas do Bronx, foi uma luta intensa, apesar de não ter sido muito difícil, mas ainda assim... bem, eu fiz muito pela cidade, aí quando me indicaram que seria bom eu dar uma pausa na minha missão para descansar, e deixar que outras pessoas salvem a cidade, eu realmente não vi por que não. Voltando ao assunto, eu pela primeira vez acordei após um longo sono, o que não acontecia comigo em décadas já, e isso em si já era ótimo (me fez ter a sensação quase palpável de que eu era uma nova garota, juro) mas eu nem imaginava que iria logo ficar melhor!

Acontece que, diferente da maioria, eu não sou uma garota normal, não consigo ter empregos pois ninguém acredita em um trabalho honesto para pessoas de menores hoje, então eu tinha que me virar com pequenos bicos que eu conseguia de vez em quando, como entregando jornais ou mesmo pizzas, aproveitando das velocidades que eu consigo alcançar ao voar com meu amado martelo. O que isso significa? Bem, eu nem sempre consigo ter um lugar bom para ficar, um lar propriamente dito. Na maioria das vezes eu consigo sim um lugar em um albergue, mas quando não dava certo eu tinha que me virar com o lugar na rua que eu conseguia ficar, e isso nunca me incomodou muito pois eu nunca ia nesses lugares para dormir, mas apenas para não me sentir sozinha, sabe? Então, sempre acabava sendo bom, pois eu acabava até conhecendo gente que precisava de ajuda e... acreditaria se eu te dissesse que fiquei amiga de uma senhora vendedora de doces em Manhattan, que até hoje me dá doces de graça sempre que eu quero? E não eu nunca ameacei ela com nada do que eu tenho ou posso fazer, ela me ajuda só por que eu ajudo ela todo o dia, desde que salvei sua vida! Enfim, é sempre algo novo que acontece comigo por conta dessa minha vida praticamente sem um lar, ainda que às vezes seja solitária.

Mas hoje, como acontece às vezes, acabou se provando ser uma boa escolha minha, pois acabo estando no lugar certo e na hora certa, sabe? E isso é muito bom, já que às vezes salvo pessoas que a maioria das outras heroínas nem conseguiria prestar atenção, ou mesmo não seriam rápidas o suficiente para salvar.

Como esse cara, que hoje estava passando na frente do prédio em que eu estava (o dono me deixa ficar lá sempre que eu quero, por que sempre protejo seu prédio e seus moradores de quem tentar lhe machucar, esse é o lugar mais perto de um lar que eu tenho), logo pela manhã. Normalmente alguém passando por ali nem prestaria atenção nele, mas quando eu cheguei na varanda do meu apartamento e meus olhos se encontraram com aquela figura... olha, não sei dizer, mas algo nele me deixava intrigada... Ele parecia mesmo ser um homem misterioso sabe? E por isso eu fiquei olhando-o enquanto passava ali na rua, como se fosse descobrir qualquer coisa sobre ele à qualquer momento. Sabe que eu até cogitei a ideia de segui-lo um pouco? Afinal, estava curiosa e nem tinha nada para fazer de manhã, mas nem precisei... pois bastou seguir ele com os meus olhos um pouco, sem nem sair do meu lugar, e eu vi que um caminhão do outro lado da rua, estava cortando todos os carros na contramão, e parecia ir em direção ao tal homem misterioso. Só me dando a certeza mesmo quando o caminhão invadiu a calçada, mas aí já era tarde... por que eu já estava no ar...

Quando o caminhão foi abrindo à força o caminho entre os carros na contramão, eu imediatamente fiz meu stormbreaker vir até as minhas mãos, o girei para pegar impulso e fui ao ar, começando a voar ali e me preparando para interceptar o veículo antes que ele causasse qualquer ferimento à civis, só esperava para saber como é que faria isso. Porém, quando ele invadiu a calçada, não me vi com escolhas de esperar mais, então mergulhei na direção o veículo e fiquei entre ele e o sujeito que ele parecia visar, parando-o ao esmagar toda a sua frente contra meu corpo, que ficou imóvel no lugar enquanto o caminhão inteiro se amassava e sua carga até capotava por conta do impacto, deslizando para o lado e bloqueando as duas pistas ali. Foi uma verdadeira confusão, mas após o ocorrido, eu olhei bem para o homem que quase fora atropelado- Tudo bem? -perguntei, verificando-o para ter certeza de que estava mesmo bem, mas as coisas não haviam acabado aí. Antes que ele me respondesse, ele apontou na direção do motorista, e gritou com todas as suas forças para mim- CUIDADO, TERRORISTA! -por instinto, eu acabei nem olhando direito para o sujeito no caminhão após isso, pois eu sabia do que pessoas assim eram capazes, então ao ouvir o homem misterioso, eu joguei o caminhão para cima, inteiro, com carga e tudo.

Eu tinha a intenção de falar com ele a sós no ar, sabe? Sem que ele pudesse se explodir e machucar inocentes, para saber de suas intenções apenas, mas, antes que eu pudesse ir até o caminhão e agarrá-lo ainda no ar, o homem se explodiu, e fez em pedaços todo o ônibus. Eu nem havia ouvido seu grito de guerra, mas vários pedaços do caminhão se espalharam pelo céu, e iriam com certeza machucar muita gente, se eu não estivesse ali com meu martelo. Então, pensando bem rápido, eu comecei a girar o martelo em minha mão direita, na direção do céu, e em sentido anti-horário, criando fortes ventos de sucção com a força utilizada, que fez com que todos os destroços do caminhão que com certeza iriam cair na rua, se reunissem e voassem apenas na minha direção. Só que, quando eles estavam todos em um ponto, pouco antes de me acertarem, descarreguei uma poderosa onda de energia do meu Stormbreaker na sua direção, derretendo cada pedaço ali, fazendo-os todos se fundirem devido ao calor intenso da energia que eu havia expelido com minha arma, fazendo aquilo se tornar apenas uma esfera de metal disforme, o que foi bem mais fácil de segurar e colocar em segurança no chão do que vários pedaços menores de um caminhão.

Mas, enfim, quando estava tudo resolvido, eu respirei profundamente e finalmente me virei para o homem misterioso, que é claro ficou grato por eu ter salvado-o, e admirado também por eu ter tanto poder, ainda que eu tivesse a cara de uma adolescente. Bem, nem é preciso dizer que conversamos após isso, e então ele aos poucos foi deixando de ser um cara misterioso apenas, sabe? Não pense besteira, pois só fui conhecendo-o melhor, e ele até me pagou um sorvete para que eu não ficasse entediada enquanto ele explicava o que havia acontecido. Mas não tinha como eu ficar entediada, pois... por Odin, ele era um agente secreto! Sabe o que era aquele terrorista no caminhão? Estava querendo eliminá-lo, pois ele era um agente do FBI que estava chegando próximo demais da célula terrorista dele, mas por sorte eu o salvei, e ele contou da mega operação que estava em progresso agora, e eu é claro que me propus a ajudá-lo. Oficialmente, ele não podia aceitar, mas como disse que não podia fazer nada se eu acabasse seguindo-o enquanto ele fazia seu trabalho... bem, eu não entendi também, mas ele me explicou que isso era uma forma indireta de dizer que eu podia ajudar, só que não podia contar para ninguém que ele havia deixado, ou ele estaria ferrado com seus chefes... mas seria muito melhor se eu continuasse do seu lado, agora que ele parecia estar mesmo chegando perto de desvendar os segredos desses terroristas, e me disse até que estaria ajudando a proteger ao mundo e ao país com isso, pois aqueles terroristas eram perigosos. Então, é claro que eu grudei nele feito cola depois disso!

Então, de acordo com o que ele havia me explicado, tratava-se de uma missão internacional, em que a Interpol, a CIA e o FBI estavam juntos investigando células terroristas de um grupo ainda desconhecido, mas muito poderoso que tem crescido nas sombras da guerra no oriente médio. Eles a cada momento recrutavam mais e mais jovens, cientistas e agentes da lei corruptos para fazerem parte de seus planos, que pareciam ser desconhecidos ainda, mas eles estavam espalhando um verdadeiro caos por todo o globo com esses ataques terroristas aparentemente aleatórios às maiores potências, machucando dezenas de inocentes, então eram um perigo real que todas as nações estavam começando a levar em conta. Estavam quase conseguindo a cooperação das autoridades ao redor do mundo para se ajudarem nessa mega operação, mas pelo visto não iriam precisar, pois estavam na pista certa de um cientista suspeito de bioterrorismo que havia fugido do país após ser intimidado pelo FBI, que praticamente o obrigou a sair do país se ele não quisesse ser vítima de uma caçada humana. Sério, eu quase não entendia as palavras difíceis que ele usava entre uma frase e outra, mas com muita paciência do sujeito aos poucos a burrinha aqui foi sacando que ele estava seguindo o rastro desse cientista de dentro do país, enquanto que seus colegas pareciam segui-lo de fora. E eu o ajudei nisso, protegendo-o quando ele invadiu os locais em que o cientista morava, refazendo os passos dele para tentar entender aonde que ele estava trabalhando, o que estava fazendo e... bem, tudo que era importante sabermos se queríamos parar os seus planos.

Só que, para o bem ou para o mal, algo aconteceu, e nossa investigação (tudo bem que era mais dele, já que eu... bem... era só a adolescente com poderes e um martelo poderoso que protegia ao investigador, mas enfim) nem conseguiu concluir o seu curso.

- Merda... -ele sussurrou, após atender o seu telefone e ver uma mensagem na tela que eu não conseguia ver dali, afinal era muito baixinha e... bem... não iria me intrometer em todas as suas coisas, por isso me limitei à falar com ele, de longe mesmo, aproveitando do espaço no galpão em que estávamos- O que aconteceu? -perguntei, curiosa, com o Stormbreaker pendurado por cima do meu ombro, descansando enquanto conversávamos- Lembra do cientista que saiu do país? O suspeito de bioterrorismo? -ele me perguntou, e eu fiz um sinal positivo com a cabeça, olhando para ele o tempo todo, ainda curiosa- Pois é, nós o rastreamos até uma base subterrânea na África, mas antes de podermos fazer qualquer coisa, o nosso agente que seguia o cientista nos informou para não nos aproximarmos, pois os cientistas de lá de dentro acabaram errando em um experimento, na tentativa de terminar o vírus que estavam para criar. -ele dizia, com certo pesar na voz, abaixando o telefone e se apoiando em uma parede ali perto. Realmente parecia abalado com o que acabara de saber, e tinha dificuldade ainda para me falar, então eu fui paciente. Comecei a voar, pouco acima do chão, para poder ficar na sua altura, e então coloquei minha mão em seu ombro, como quem deixava claro que estaria ali para lhe apoiar

- Perdemos contato com o infiltrado, mas ele nos passou que esse erro só aconteceu por que o cientista que expulsamos do país chegou lá e... tentou apressar as coisas, por que estávamos perto demais de encontrá-los... -falou pausadamente, o que eu presumi que deveria significar que estava bem triste pelo que aconteceu, e não o culpava por isso... mas ele confirmou minhas suspeitas ao falar continuar- Isso só aconteceu por que nós o pressionamos demais... Agora várias pessoas correm risco de vida à toa, e agora eles sabem que estamos atrás deles... -só faltava ele chorar enquanto falava essa frase, o que me fez ficar ainda mais tocada. Por isso, lhe dei um abraço, a única coisa que eu sabia que poderia fazer para tentar lhe aliviar um pouco. Acabou que eu apenas deixei-o surpreso, com uma cara de interrogação ao me olhar em seguida, sem saber o que fazer, mas ao menos consegui que ele parasse de se culpar e falar, para que fosse a minha vez- Deixa comigo. Eu vou lá ajudar. -avisei, e então me afastei um pouco dele, segurando agora Stormbreaker pelo seu cabo, mas antes que eu pudesse utilizá-lo, ele me interrompeu- Espera, mas você não pode! Você pode acabar se... -não fui muito educada, mas o interrompi logo em seguida, levando meu dedo até os seus lábios, lhe interrompendo antes que conseguisse terminar de falar- Não se preocupe, eles nem vão saber que nos conhecemos, então não ficará encrencado, tá? Não iria me perdoar se tirasse seu emprego, mas não posso deixar de ir só por que corro risco de vida... não seria certo... -comentei, com um meio sorriso no rosto, esperando que ele entendesse meu ponto de vista.

De toda forma, não podia dar a chance para ele argumentar mais ainda, então logo após terminar a minha frase eu segurei com mais força o cabo do Stormbreaker, e com um pensamento ativei sua capacidade de transformação, para que assim as suas energias mágicas corressem pelo meu corpo, como se fossem raios passeando por mim, delineando-me toda, e transformando em um piscar de olhos o meu corpo. Fazendo-me passar de adolescente comum com um martelo mágico, para a deusa do trovão, a verdadeira portadora do Stormbreaker. Não que isso fosse realmente necessário para que eu pudesse utilizar seus poderes, mas agora poderia partir sem precisar me preocupar com que os agentes no local me reconhecessem mais tarde. Então, finalmente pronta, eu dei uma olhada em seu celular e parti em um piscar de olhos, sem deixar com que o investigador ali falasse mais qualquer coisa, voando na velocidade da luz na direção das coordenadas que eu havia visto no celular do homem. Deixando o seu celular com ele, claro, pois não sou uma ladra, mas com a foto de satélite que eu havia visto, ficou mais fácil do que eu imaginava encontrar o local. Ainda que... quando eu sobrevoei as proximidades das coordenadas (sim, diminuí a velocidade quando me aproximei do local), nem precisei de muito esforço para ver aonde era a tal base subterrânea, já que era bem claro o cordão de policiais locais, da Interpol, FBI, CIA e sabe-se lá quais outras agências ali, que bloqueavam a passagem de qualquer um... Sem falar que, dali de cima mesmo eu podia ver toda a cidade próxima dali sendo esvaziada aos montes...

Feliz por ter encontrado o local, tanto quanto triste por ter que ver aquilo acontecendo, eu me aproximei dos cientistas que pareciam querer passar pelos agentes da lei, pousando entre eles, e logo recebi um aviso ''amigável'' dos agentes ali presentes, de que eu não poderia passar de forma alguma, e eles lutariam para que garantissem isso, já que a área inteira corria sério risco de ser contaminada pelo quer que estivesse abaixo do solo, e por isso não podiam deixar que eu quebrasse a contenção. Bem, eu entendi claramente que eles estavam só querendo fazer o melhor para todos que estavam fora daquele laboratório, o seu trabalho, por isso eu tentei acalmá-los e me afastei, dizendo que não pretendia botar ninguém em risco, e era a verdade, mas também não podia ficar parada e deixar com que inocentes morressem, já que, pelo que os cientistas diziam pouco antes de eu pousar, haviam pessoas inocentes lá dentro ainda. Só que, eu também não podia ir contra as autoridades, e por isso recuei alguns passos, tinha que pensar no que fazer...

Para a minha sorte, os cientistas ouviram que eu queria ajudar, e então não demoraram para tentar falar comigo- Ei, você quer ajudar né? Vem cá! -eles me chamaram, puxando-me pela minha capa, e me fazendo um sinal assim que eu me virei para eles, para que eu seguisse-os até a floresta. Imaginava que era para conversarmos a sós, então eu fui com eles. Até por que, eles pareciam também desesperados para ajudar aos seus amigos, então mesmo que fossem parte do tal grupo secreto de terroristas, eu tinha que ouvir eles, tudo para salvar as vidas que estavam ainda dentro da base. Depois pensaria em fazê-los pagar por toda essa maldade que eles tentavam fazer... Mas, continuando, quando os encontrei na floresta, em uma parte um tanto afastada dos agentes da lei, eles começaram a falar- Você tem poderes né? É forte também ou só voa? -perguntou um dos cientistas, em tom de urgência, e eu não pensei duas vezes antes de responder- Sou fortinha sim, por que? O que eu posso fazer? -disse, de forma educada para eles, que aliviados voltaram logo à falar- Ainda bem! É que, há uma outra entrada para a base, e fica fora de vista de satélites e das autoridades, que podemos usar para entrar no laboratório, mas ela está bloqueada por algumas pedras grandes, então não podemos utilizá-la. Então... pensamos se você poderia nos ajudar com isso, e trabalhamos em conjunto para tirar nossos amigos de lá. O que acha? -perguntaram-me, e eu realmente fiquei indecisa...

Afinal, era certo deixar com que eles se arriscassem? Tudo bem que eles eram os bandidos ali, eles faziam parte do grupo que haviam começado com toda a besteira desse vírus, mas ainda assim eram seres humanos... não mereciam morrer... ao menos não pelas minhas mãos, a justiça iria decidir isso, e tal dever cabia às autoridades, então... Bem, tive que pensar um pouco, mas logo tomei a minha decisão- Tudo bem, me mostrem o lugar! -pedi, sorrindo para eles e os seguindo até a entrada, retirando do lugar as pedras grandes com certa facilidade, abrindo o caminho até a porta secreta, muito bem disfarçada- Aqui está! -um deles disse, olhando para mim com um sorriso sincero, e eu estava feliz por ele não ter mentido, então fiz o mesmo para ele. Só que, ainda tinha uma coisa que eu tinha que saber- E como entramos? Parece que tem uma senha... -disse, me fazendo de desentendida, para que eles me mostrassem a senha, ao digitá-la no teclado ao lado da porta. E assim que o fizeram, eu em seguida falei, antes de falarem qualquer coisa- Obrigada! -agradeci, e então com um empurrão bem rápido em cada um (sou bem rápida viu?), eu os fiz se chocarem contra a parede de pedra, e assim eles desmaiaram. Não estavam muito machucados, pois eu apenas queria que eles não me seguissem quando eu tentasse entrar sozinha na base subterrânea...

Afinal de contas, era meu dever me arriscar pelos inocentes... os cientistas tinham apenas que esperar para que eu os reunisse, e depois entregaria-os para as autoridades.

Enfim sozinha e com conhecimento da senha, eu abri a porta e entrei no local, mas antes pelo visto tinha que passar pelo que parecia ser uma mini sala transparente, o que no início me deixou bem confusa, mas logo compreendi do que se tratava ao ler na parede ao lado as informações da sala e o que ela fazia. Talvez aquilo até fosse uma espécie de protocolo ou manual para a utilização da sala, para os trabalhadores novatos daquele lugar, não dava para saber, mas pelo que eu havia entendido aquela ''sala'' de vidro se tratava de um local próprio para descontaminação, para evitar que qualquer vírus que escape dos testes e infecte o laboratório saia para o exterior, ou mesmo que vírus do exterior entrem nas instalações e atrapalhe os que estavam em desenvolvimento lá, alterando os resultados, por isso era uma saída/entrada utilizada somente em emergências. E pelo visto eles haviam pensado mesmo em tudo, mesmo em falhas deles mesmos ao fazerem tal saída... uma pena que só agora poderia ser usada, já que antes estava bloqueada pelas pedras. Mas, de toda forma, já me deixou mais feliz, pois agora tinha por onde entrar e sair sem correr o risco de me preocupar com o vírus escapando e matando as demais pessoas do exterior. Então, é claro, antes de continuar ativei a descontaminação, e de repente vapores quentes, jatos de algum tipo de água fortíssimos e até mesmo lasers (que pareciam estar quentes, já que até mesmo fizeram algum vapor sair da minha roupa quando me tocou, devida a água que estava em mim antes e... bem, eu não tinha como saber, já que calor nunca me afetou, mas presumi que era para aquilo mesmo, me secar) passaram pelo meu corpo, e então eu fui automaticamente liberada para entrar. Confesso que fiquei um pouco... estranha, após isso, pois essa descontaminação foi quase uma invasão de privacidade, sabe? Mas... não importava, pois eu tinha um dever a cumprir, e agora já estava lá dentro.

Voltando ao assunto. Quando enfim entrei no local, vi como se uma espécie de neblina avermelhada preenchesse todo o lugar, deixando as coisas um tanto embaçadas, mas... não tinha cheiro de nada, e nem se parecia com neblina realmente, sabe? Pois é, fiquei um tanto confusa com aquilo, mas presumi que deva ser algo à ver com o acidente, e por isso deixei de lado e continuei, feliz que não havia sido afetada. Porém, logo meu alívio passou, quando eu andei mais um pouco e, ao virar o primeiro corredor da instalação, encontrei várias pessoas no chão... De início, imaginei que estavam todas mortas, mas ao analisar os primeiros dois corpos de cinco que eu havia encontrado ali, tive outra conclusão- Eles estão vivos, mas... desacordados... -sussurrei, sem acreditar naquilo. Não pareciam nada bem, pois suavam, e eu logo imaginei que devia ser por conta de seu contato com esse vírus, por isso resolvi fazer logo o melhor ali e salvar primeiramente aqueles que estavam no chão, e depois veria aonde estavam os amigos cientistas dos que eu havia encontrado lá fora. Eram no total cinco pessoas (que se pareciam muito como guardas daquele lugar, mas não vamos nos prender à detalhes), e eu era só uma, por isso tive que fazer algumas viagens para conseguir tirar todos os cinco dali. E é claro, levei todos os cinco para a mesma entrada que eu havia usado, pois lá eles foram descontaminados e assim não corriam o risco de levar o vírus para fora das instalações, sendo eu inclusive descontaminada também, como eles.

Mas no total foram três viagens. Onde eu levei em duas viagens duas pessoas nos ombros, e no final carreguei em meus braços a última pessoa, deixando-os com cuidado no gramado no exterior, confortáveis para descansar, e me preocupei apenas em voltar, já que estavam todos ali desmaiados mesmo, eu não precisava me preocupar em amarrar ninguém para que depois pudesse entregá-los para as autoridades... Só que, voltando para a instalação, adivinhe o que encontrei? Mais vinte pessoas no chão, só que essas eu não ajudei imediatamente, pois tinha que saber como é que faria aquilo de forma rápida, já que estava preocupada em demorar demais para salvar à todos e eles acabarem morrendo por causa da exposição do vírus, por isso comecei a vasculhar toda base, procurando qualquer tipo de carrinho ou outra forma de transporte que eu poderia utilizar para colocar vários ao mesmo tempo, e assim ser mais rápida ao ajudar tantas pessoas. Só que, para a minha sorte, o que eu encontrei foi além de apenas simples transportes.

Pouco após encontrar em uma das salas dois carrinhos que pareciam ser utilizados para transporte de carga (e seriam perfeitos para o que eu queria, já que eram enormes), ouvi alguns gritos- Ei ei! Aqui! -gritaram algumas pessoas vestidas com uns trajes especiais, dentro de um local que parecia ser muito bem protegido, mas que era possível ver através do vidro que eles inclusive socaram para chamar a minha atenção- Oi? O que vocês fazem acordados? -perguntei, sem entender nada, mas foi aí que eu vi entre eles... o sujeito que apareceu nos arquivos do investigador nos EUA, o cientista que havia causado tudo aquilo. E eu nem sabia o que sentiria por ele naquele momento, mas ainda bem que demorei para fazer qualquer coisa, pois os cientistas atrás do vidro pareciam querer falar comigo, e era bom eu escutá-los- Nós trabalhamos nesse vírus, mas quando ele escapou... os protocolos de emergência ativaram-se tarde demais. Éramos em dez, mas seis fugiram assim que o vírus saiu de controle, e só depois a sala se trancou conosco aqui dentro, mas já era tarde. -ele foi me explicando, e eu comecei a analisar aquele vidro, tocando-o, para saber a sua densidade, enquanto eles ainda falavam- Aí ele se multiplicou quando fugiu para os corredores das instalações e virou essa névoa vermelha que você vê. Aliás, é incrível que não tenha desmaiado ou mesmo ficado cansada ao respirar o vírus... você deve ser um sistema imunológico invencível! -enquanto ele falava, eu olhava para o Stormbreaker e girava-o entre meus dedos, escolhendo o lado que eu iria utilizar- Acho que você nem vai ser afetada se for esse o caso. Talvez ele só coma um pouco a sua carne, se ficar muito tempo exposta... Ah, aliás, tem que tirar todos daqui! Nós estamos protegidos com essas roupas, mas as pessoas desmaiadas pelas instalações vão perder toda carne de seus corpos em meia hora, e acho que já devem estar começando a terem suas peles comidas pelo vírus! -começou falando simplesmente, e logo depois encerrou a frase desesperado o cientista, o que me fez sentir certa empatia por ele. Podia até ser mal, mas era bom ver que ele se preocupava com seres humanos, as outras vidas que estavam ali dentro, por isso me apressei para ajudá-los.

Tive medo de amassar a porta de metal e o impacto de uma pancada minha ecoar pelo resto do lugar, derrubar tudo e acabar liberando o vírus. E por esse mesmo motivo eu não usaria o Stormbreaker, então resolvi atacar com minhas mãos mesmo, mas precisei menos do que imaginava para quebrar aquele vidro. Pelo visto ele era bem grosso, talvez aguentasse facilmente balas de fuzis ou talvez até um míssil de pequeno porte, mas... bem... bastou com que eu desse um toque com um pouco de força com meu dedo naquele vidro, e ele se estilhaçou por completo. O que me fez sorrir aliviada, por ter conseguido fazer aquilo sem derrubar mais nada, mas também arranquei olhares cheios de medo dos cientistas que estavam do outro lado do vidro, pois pareciam desacreditar na demonstração de força que acabaram de ver. Mas, sem mais nada nos impedindo de nos tocar, eu realmente ofereci minha mão para ajudá-los a sair da sala, e não foi difícil, já que eles eram bem leves. Então, acabamos conseguindo evitar mesmo os estilhaços de vidro que eu havia deixado, e eles finalmente estavam do meu lado, e ainda pretendiam ajudar.

- Isso foi incrível! -disseram para mim assim que estavam todos bem e fora da sala, e eu toda sem graça lhes respondi- Obrigada! Não foi nada demais... -agradeci, até um pouco avermelhada, mas logo em seguida fui lembrada da coisa importante ali- Mas vamos, temos que tirar as outras pessoas daqui, depressa! E também... você poderia pegar uma ampola no armário 55 daquela sala? É a única que tem lá, vai ser fácil encontrar. -me perguntou, apontando para onde estavam. Eu é claro que fiquei cheia de desconfiança ao ouvir aquilo, pois pareceu que eles queriam que eu voltasse para o que seria o local mais perigoso para alguém nesse prédio, sem proteção, mas logo justificaram- É que essa ampola tem uma amostra do vírus em sua forma inativa, vamos precisar dele se quisermos fazer uma vacina contra o vírus que já infectou as pessoas daqui. Pretendíamos usar essa ampola para continuar com a pesquisa, caso a primeira falhasse, mas como o vírus da primeira ampola escapou assim que foi ativado de forma indevida... podemos usar esse para algo bom, né? -e assim que ouvi sua justificativa, consegui entender, por isso sorri para eles e fiz o que me foi pedido, entrei na sala de pesquisa pela abertura que eu havia criado ao derrubar o vidro, peguei a ampola do vírus com coloração vermelha (parecia até ter um líquido dentro, talvez), dei a mesma para um dos cientistas, e então voltei as minhas atenções para eles, só que dessa vez era eu quem pretendia falar.

- Tudo ok, certo? Já peguei sua amostra e... agora, preciso da ajuda de vocês. -disse, pensando em uma ideia e já recuando, indo para trás dos carrinhos de carga que eu havia encontrado, e empurrando para eles- Vocês podem me ajudar a tirar as pessoas daqui bem depressa, se quiserem. Só preciso que me ajudem a colocar as pessoas em cima desses carrinhos, e depois nos juntamos para levá-los até a saída secreta, para que sejam descontaminados. Eu entrei por lá, já liberei a passagem, então seria a melhor escolha, eu acho... -expliquei, e felizmente eles não demoraram para responder-me de forma positiva, se prontificando a me ajudar inclusive com os carrinhos que eu ofereci para eles. Sabe, fiquei ainda mais feliz de ver como eles se preocupavam com as pessoas, mesmo estando do lado errado, me deu até um pouco de esperança neles, mas eu tentei ao máximo não me deixar levar por isso, já que ainda teria que prendê-los, então começamos a colocar a mão na massa.

Não foi difícil para mim, carregar aquelas pessoas foi algo comum, mas os cientistas tiveram mesmo que fazer algum esforço, só que, por estarem em quatro eles acabavam conseguindo me ajudar bastante. No fim das contas, com aquele nosso trabalho em conjunto, conseguimos colocar nove pessoas em cada um dos carrinhos, mas tentamos não colocar as últimas duas pois estava muito cheio já e... bem... não dava para enfileirar mais ninguém nos carrinhos, então tive que arranjar uma outra forma de levar esses dois que sobraram. Tentei pensar em outras formas, mas no final das contas, acabei tendo que carregar os dois em meus ombros, o que não era um problema mesmo, mas vendo a forma com a qual os cientistas tinham dificuldade para levar só um dos carrinhos, acabei deixando com que eles levassem apenas um mesmo, então acabei tendo que empurrar com meu corpo o outro carrinho de carga, indo na frente dos cientistas. Agora, aproveitando que eles demorariam um pouco, aproveitei para passar logo pela descontaminação as pessoas que eu tentava salvar, as que eu carregava e as do carrinho, já que teria que passar apenas duas por vez, o que deu um certo trabalho sim, mas no final compensou. E me deixou talvez mais limpa do que nunca, pois eu sempre passava com eles pelo descontaminador, e com isso ficava cada vez mais limpa... e também mais envergonhada, por sentir minha privacidade invadida à cada descontaminação, mas... é, valeu à pena....

Conseguimos ir bem rápido, sabe? Foi tão pouco tempo que conseguimos colocar todos no lado de fora da base subterrânea que as pessoas que estavam sendo afetadas pelo vírus ainda nem haviam começado à terem suas peles comidas como os cientistas falaram, o que me deixou realmente muito feliz. Só que, é claro, ao fim disso, com todos em segurança, eu não podia deixar os cientistas escaparem, então comecei a amarrá-los com suas próprias roupas de proteção, tendo em vista que não precisavam mais delas e eu não tinha nenhuma algema- Estou mesmo agradecida pela a ajuda meninos, mas... vocês ainda trabalharam para uma organização bioterrorista, então... me perdoem, mas eu não posso deixar que escapem. Mas não vão morrer, tá? Vão ser julgados e eu mesma vou dizer que colaboraram, juro! -prometi, tentando aliviá-los enquanto os amarrava. Para meu alívio eles nem reagiam, na realidade até se sentiram culpados pelo que acontecia, pude ver isso em seus olhos. O que foi bom, pois caso contrário eu acho que nem pensariam em falar o que veio à seguir- Você é resistente ao calor? -perguntou um dos cientistas, como se tivesse acabado de se lembrar de algo importante. Claro que eu tomei aquilo como uma espécie de ameaça, então não respondi muito bem- Como é? Pretende me queimar depois de ter lhes ajudado? -perguntei, um pouco zangada até, mas logo em seguida ouvi novamente as palavras do cientista, que fizeram um pouco mais de sentido- Não! É que, se for, você poderia entrar na base, e ir até a sala à direita de onde nos resgatou. Lá há um botão vermelho, no painel de controle maior, no fim da sala, escrito PROTOCOLO 0, ele vai auto-destruir a base devagar, para acabar com todos os patógenos de dentro da base. Isso vai destruir todo vírus que há lá dentro e... -ele tentou falar, e... realmente tive as minhas dúvidas se ele falava aquilo para ajudar realmente, ou se estava tentando sabotar algo, mas preferi acreditar que ele tinha mesmo um bom coração, então lhe respondi de forma calma- Olha, sei que sua intenção é boa, se sente culpado pelo que fez e isso é legal, mostra que ainda tem uma boa pessoa aí dentro. -disse, apontando para o seu peito ao fim da frase- Mas isso iria acabar também com todas as provas, e sei que os agentes da lei precisam disso para executarem a lei de forma justa, então... vou deixar para eles fazerem isso, tá? Eles vão saber como controlar a situação. Não há mais pelo que termos pressa, agora que ninguém mais corre perigo, certo? -concluí, sorrindo para eles.

Enfim, após finalmente essa crise ter passado, e eu ter conseguido salvar todas as pessoas, respirei profundamente e levantei voo mais uma vez, indo até as autoridades que ainda estavam ali perto, para lhes avisar que havia conseguido tirar todos os que estavam dentro da base através da passagem secreta que os cientistas me falaram. Aliviei-os ao falar estavam todos os sobreviventes amarrados e esperando no exterior da entrada/saída secreta, além de estarem descontaminados por conta do processo que havia para entrar e sair por aquela passagem, então não havia deixado mesmo nada do vírus sair, e eles realmente me agradeceram por isso, o que novamente me deixou sem graça, mas confesso que eu gostei. Claro que também lhes avisei de todo o resto, sobre a ampola do vírus que estava com um dos cientistas que eu havia resgatado, que era para usarem na produção da vacina para os demais trabalhadores ali, e também falei do processo de autodestruição que havia dentro do laboratório, o que iria acabar destruindo o vírus se eles quisessem, mas deixei para que decidissem quando seria melhor para o caso de existir alguma prova lá dentro que eles precisem.

E não sabe o quanto fiquei feliz ao ouvir deles que estavam felizes por terem a minha ajuda, mesmo. Poupara o trabalho de ter que chamar esquadrões para entrar lá e analisar todo o local antes de tirar os sobreviventes e... Bem, gostei desses elogios, mesmo, mas tendo feito meu trabalho, me despedi deles, pois não me dou muito bem com toda essa atenção, então toda tímida eu me retirei, voltando agora para os Estados Unidos, sem nem contar para eles como é que eu havia chegado ali na hora certa, já que eu havia feito uma promessa de não revelar tal informação, e eu iria cumpri-la, com certeza.

tag: NPC's| roupas: Transformada e Normal

OFF: Adoreeei fazer esse post viu? Obrigada pela missão, mesmo, foi incrível!!! <3


<3


Informações da Personagem:
Nível: 3

Atributos:
FORÇA: 35
INTELIGÊNCIA: 20
RESISTÊNCIA: 20
AGILIDADE: 20
VIGOR: 20
CARISMA: 10

Perícias:
i. Armas Brancas, nível experiente;
ii. Resistência à tortura, nível calouro

Poderes e Habilidades:

Força Incalculável: Graças a sua reencarnação, Alessa possui uma grande força sobre-humana com limites totalmente desconhecidos, se é que eles podem mesmo existir. Para se ter uma noção da força dessa garotinha, ela tem força o suficiente para esmagar luas inteiras com suas mãos ou mesmo destruir planetas com seus ataques com certa facilidade, e isso parece ainda ser pouco para ela. Apesar dessa sua força não possuir um limite aparente ou mesmo definível, ela geralmente utiliza pouco toda sua extensão, já que ela nunca vai querer acabar com o planeta em que vários inocentes moram, esses que ela inclusive luta para proteger, então é mais um motivo para se controlar, certo?

Velocidade super-humana: Alessa pode se mover, reagir e lutar a velocidades super humanas, várias e várias vezes que a dos melhores atletas humanos (inclusive mais até que muitos seres poderosos como meta-humanos ou mutantes), e com o uso de Stormbreaker essa velocidade aumenta ainda mais, permitindo com que as velocidades de Alessa aumentem em níveis várias vezes acima da luz.

Reflexos super-humanos: Acompanhando o nível de velocidade ao qual ele se move e luta, como dito antes, a garota consegue ter um tempo de reação melhor mesmo do que muitos super-seres poderosos, conseguindo até mesmo melhorar ao portar Stormbreaker, indo para níveis várias vezes acima da luz.

Resistência super-humana: Alessa possui ainda uma resistência super-humana que lhe permite executar tarefas diversas (incluindo, é claro, lutar) usando o pico de todas as suas habilidades durante um período indeterminado (que é medido em pelo menos meses) sem se cansar. E isso apenas melhora em climas quentes, pois nesse caso a sua resistência se torna literalmente ilimitada. Com isso, ele pode sobreviver mesmo no espaço sem precisar comer, dormir, beber ou comer.

Invulnerabilidade: O corpo de Alessa é tão resistente à lesões físicas que nem dá para compará-la aos seres humanos, ou mesmo até outros seres poderosos. Com essa sua invulnerabilidade, ela é capaz de resistir a gigantescas forças de impacto, temperatura e pressões extremas, sobrevivendo no coração de um sol sem sequer um desconforto leve, assim como também é capaz de resistir a mesmo explosões de energias poderosas o bastante para destruir planetas inteiros sem que ela receba qualquer ferimento físico. Ela também pode sobreviver no espaço sem problemas, não apresenta qualquer problemas ao enfrentar também o zero absoluto (sendo imune ao mesmo), radiação ou quaisquer outro tipo de dano ao seu corpo, mesmo vindo de corrosivos, eletricidade, asfixia ou qualquer tipo de dano que possa imaginar ao seu corpo, possuindo esse seu nível de invulnerabilidade mesmo para qualquer caso.

Fator de Cura Regenerativo: Se for ferida, Alessa ainda pode se curar em níveis super-humanos de velocidade e com ainda mais eficiência, podendo se regenerar de praticamente qualquer dano, exceto apenas membros perdidos.

Imortalidade: Nem a menina sabe como, mas, desde que despertou seus poderes, ela acabou se tornando imune aos efeitos do tempo, sendo assim efetivamente imortal (ou seja, seu corpo não se desgasta ou mesmo envelhece mais de forma alguma, e isso nunca acontecerá), o que também a tornou imune à qualquer tipo de doenças, venenos, toxinas e qualquer coisa do tipo que poderia afetar seu sistema biológico.

Linguagem Universal: De uma forma desconhecida, Alessa pode se comunicar e compreender toda e qualquer língua que exista no universo, sendo assim possível entender todas as raças que existem.

Transformação: Ao estar com Stormbreaker, além de várias outras habilidades místicas que a arma mágica lhe permite utilizar, Alessa também tem a capacidade de não apenas se transformar em sua forma divina, como também em várias outras variações de si mesma (como em uma forma adulta sua, ou ainda mais criança, ou envelhecida, ou modificar seus cabelos, etc...), além de também poder disfarçar sua arma como outros itens sem perder as suas capacidades e resistência.

Habilidades: Como reencarnada de um ser que antes fora escolhido como o guardião de sua raça, assim como também seu maior lutador, ela possui com isso grandes habilidades de combate, sendo dita até como uma das maiores guerreiras da galáxia conhecida quando se trata de combate, tanto armado quanto desarmado, como se ela tivesse naturalmente em seu ser uma experiência em treinos diversos de luta, sendo mesmo uma mulher hábil e feroz independente de onde luta.

Equipamento:
Stormbreaker: É uma poderosíssima arma mística feita de uru e encantada com as mesmas propriedades do lendário martelo místico Mjolnir, o martelo de Thor o deus do trovão. Não sendo apenas tão resistente e durável quanto o mesmo, como também possui as suas mesmas capacidades e poderes mágicos, variando apenas da forma como a qual a sua dona a empunha. Alessa e essa arma parecem ter uma ligação mágica assim como Thor é com o Mjolnir, o que não só permite a ela uma intimidade única com essa arma, como também a permite guiá-la até a sua mão não importa onde esteja, ainda que haja muito para ela aprender sobre todos os poderes de Stormbreaker.

OBS: Não sei se é preciso, mas estou informando aqui, já que o meu post lá nos pedidos de missões foi apagado, e não vi em nenhum lugar desse tópico apontando isso, mas a dificuldade da missão é Insana, viu? O último nível das missões mesmo.

Sei que sou doida, mas é... assim... para ajudar na hora de distribuir a exp e as recompensas... ><

Desculpa qualquer inconveniência viu?
E se eu não vi também escrito em alguma parte do tópico aqui a dificuldade da rp, me perdoem por que eu realmente sou muito distraída kkkkkkkk
Beijooos <3

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Re: Missão One Post para Alessa Whitemore - Trying to be the hero I'm expected to be!

Mensagem por Doutor Estranho em Dom Abr 09, 2017 2:41 pm

trying to be the hero i'm expected to be!
Tudo estava dentro dos conformes e as autoridades ali presentes, parece que todos ficaram feliz com sua ajuda e os cientistas que trabalhavam ali foram pressos, as evidências foram coletadas e depois da saída de Alessa do local eles destruirão tudo e uma vacina foi criada destruindo o vírus original.


observações


i. -40 de HP. Para recuperar, só fazer um post em rp.
ii. 9 níveis (+45 pontos e +9 de perícias)
iii. +8 de fama (fama positiva)
iv. Distribua os pontos aqui: http://injustice.forumeiros.com/t461-solicitacao-de-atualizacao


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Re: Missão One Post para Alessa Whitemore - Trying to be the hero I'm expected to be!

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