I found u, darling

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I found u, darling

Mensagem por Josh Depailleur Braddock em Sab Abr 08, 2017 4:17 am

I found you
A roleplay é iniciada pelo post de Christian K. Pasternak, seguindo por Josh Depailleur Braddock. Estando, portanto, FECHADA para os demais. Passando-se esta em 08/04/2017, num bar qualquer que se localiza a alguns quilômetros de NYC.. O conteúdo é LIVRE. Atualmente, as postagens estão EM ANDAMENTO.


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Re: I found u, darling

Mensagem por Christian K. Pasternak em Sab Abr 08, 2017 8:06 am



I Know You
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Spending all my time, running from nowhere, looking for nothing!


A mente de Christian estava perdida enquanto ele saía de Nova York. Depois de alguns dias morando num pequenino apartamento no Bronx, o moreno havia decidido juntar seus pertences e ir embora numa bela moto preta que ele havia roubado de um bandido. Não havia honra em tais ações, mas dane-se; o bandido não iria machucar mais ninguém estando morto, certo? Certo. Partindo para longe da cidade, o garoto tentaria esquecer dos mutantes e meta-humanos que havia encontrado antes que estes lhe causassem problemas. Havia ocorrido um incidente na ponte do Brooklyn, também, e aquilo era urgente o suficiente para ele ir embora o quanto antes. Lembre-se: se misture, mas não se torne visível demais, dizia Chris para si mesmo enquanto adentrava o bar de beira de estrada.

Cruzando os próprios braços sobre seu peitoral, Chris tentou desviar dos olhares e percebeu que mais da metade da clientela dali não era composta por motoqueiros barbudos e mal encarados, da forma como os bares de estrada eram retratados nos filmes e seriados. Havia até mesmo uma pequena família comendo pizza ao canto. Sentando-se num banco negro e apoiando as mãos no balcão bem polido de madeira, o jovem rapaz pediu refrigerante e dois sanduíches; um para agora e outro para viagem, e então sentou-se numa mesa. Inesperadamente, um homem alto de cabelos negros e barba rala sentou-se de frente para ele na mesa, fazendo Chris olhá-lo ainda sem ciência de quem se tratava. Ele parecia... familiar, mas ele não iria arriscar ser gentil ou puxar conversa com o homem.

— Sim? — perguntou o moreno, ainda segurando o menu em mãos, as sobrancelhas grossas levemente unidas.


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Re: I found u, darling

Mensagem por Josh Depailleur Braddock em Sab Abr 08, 2017 11:39 pm




The Problem

I am no good!



Finalmente encontrara o rapaz. Ele estava em New York – e estabelecera-se naquele local. As coisas seriam mais emocionantes do que nunca, entretanto, uma coisa passava em sua mente: o que iria fazer? Prenderia o jovem novamente? Apareceria como um conhecido? Agiria como um desconhecido? Ah, Joshua levara dias e dias para pensar no que fazer. Noites mal dormidas, planejamentos cada vez mais bem feitos – e além disso, estava preparando seu psicológico. Vigiava o menor de longe, sempre o olhando atentamente e de maneira cuidadosa, pois não queria chamar a atenção do mesmo. Observara o mesmo, conhecendo mais o jeito de Christian. Ele tinha um poder semelhante ao do cientista, por isso, os riscos de ser eliminado ou passar por qualquer situação parecida, seriam pequenas.

O porsche preto deslizava pela estrada. O trajeto era feito pelo garoto, que, posteriormente, parou num bar que se localizava na beira da estrada. Suspirou pesadamente e estacionou um pouco longe do rapaz. Desceu do veículo e olhou no espelho direito do veículo brevemente. Estava totalmente elegante: utilizava um terno e um par de sapatos sociais. Os cabelos estavam ajeitados de maneira elegante, mostrando que o mesmo vinha da alta classe de alguma cidade enorme. Felizmente, Joshua não precisava se preocupar com sua empresa durante vinte e quatro horas por dia. Era rodeado de funcionários de confiança e que facilitavam seu trabalho, por isso ficava apenas algumas horas em seu escritório – negociando com a NASA e realizando testes científicos secretos.

Caminhou calmamente para dentro do local e suspirou calmamente, passando uma das mãos pelos cabelos e olhando ao redor, procurando por Chris. Arqueou uma das sobrancelhas e suspirou aliviado ao vê-lo. Nada disse, apenas caminhou calmamente e sentou-se de frente para o mais novo. Pousou seus olhos escuros no outro, semicerrando-os e observando-o atentamente. Ele estava mais velho, mais bonito, mais atraente. Escutou a pergunta e deixou apenas um sorriso misterioso aparecer no canto de seus lábios – passando a língua entre eles, posteriormente.

– Hm, você não se lembra de mim. – Tombou a cabeça para o lado e parou de falar. Levantou a mão direita, chamando a garçonete. Antes que Christian pudesse dizer qualquer coisa, a mulher se aproximava. – Uma coca e uma mini-pizza de frango, por favor. – Pediu num tom gentil e observou-a se afastar. Após isso, voltou a olhar para o meta-humano. – Eu sei tudo sobre você, Christian Pasternak. – Seu tom de voz saiu de maneira baixa e misteriosa, um sorriso travesso tomou conta de seu rosto. – Sei que foi usado como cobaia... E já nos vimos uma vez ou outra. – Tombou a cabeça para o lado direito, encarando os olhos do mesmo.

– Se lembra de quando não podia sair daquela prisão? – Provocou, rindo baixinho. – Talvez você ainda se lembre de mim. Posso te dar a primeira letra do meu nome. – Caso o garoto não se lembrasse, não ficaria surpreso. Quem tinha mais contato com o menor eram seus pais, obviamente. – Se inicia com “J”. – Falou calmamente, encarando-o e esperando alguma reação.
 


Who's gonna walk you
Through the dark side of the morning?

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Re: I found u, darling

Mensagem por Christian K. Pasternak em Seg Abr 10, 2017 7:55 am



I Know You
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Spending all my time, running from nowhere, looking for nothing!


Por um momento, Christian não pôde compreender. O homem à sua frente parecia-lhe familiar e o mesmo parecia nada surpreso com as reações de dúvida no mais jovem, parecendo até mesmo divertir-se com a confusão de Chris, que por sua vez estreitou os olhos, sua testa com um leve franzir de cenho que tornava-se evidente enquanto a mão livre do garoto fechava-se em punho ao ouvir a palavra “cobaia”. Como aquele homem poderia saber de seus anos de confinamento no laboratório de seus pais? Não parecia certo, até que de repente tudo se clareou. O endereço no Staten Islands era o dele, provavelmente, ele deveria ser o amigo misterioso de seus pais, que viviam enviando cartas para ele, a maioria criptografadas. Por sorte desde pequeno Chris sempre foi atento e desvendou a linguagem secreta do casal. Engolindo em seco com o riso amplo do moreno debochando de sua condição miserável até pouco tempo atrás, Chris sentiu a pele de seu punho fechado assumir uma coloração avermelhada, e era como se a energia fundisse nele, tornando-o algo novo – e perigoso, radioativo e letal.

— Vou derreter a sua carne em trinta segundos se não me contar o que era dos meus pais! É você o amigo cientista dos meus pais a quem eles enviavam cartas com mensagens criptografadas sobre “meu progresso”, não é? — o moreno bufou, crispando os dedos da mão esquerda enquanto o brilho no punho direito apenas crescia – ainda sem chamar a atenção, pelo menos por enquanto.

— Por que eles compartilhavam dados meus com você? Eles viviam discutindo que não confiavam em ninguém para contar sobre meus poderes, por causa da instabilidade deles e da ganância dos humanos, então... por que você? — questionou o moreno, sua expressão era irritada, sua voz saía rouca, baixa e ameaçadora, revelando que por detrás do garoto simpático poderia morar alguém realmente perigoso.

No momento tudo o que importava era juntar todas as peças do complicado quebra-cabeças, descobrir o porquê de seus pais adotivos adotá-lo, cria-lo e confina-lo no primeiro despertar de seus poderes, e também o motivo de seus pais adotivos insistirem tanto em estudar seus poderes e não revelarem a ninguém – com exceção do homem à sua frente. E então, aos poucos, a inteligência de Chris entrou em ação: o tal homem cuja inicial era “J” poderia ser do governo, provavelmente seus pais estudavam-no. A história do vilarejo russo poderia ser uma farsa; ele poderia muito bem ser um alienígena criado em laboratório, assim como no filme “A Experiência”. Isso explicaria seus poderes que tanto lembravam o espaço e o cosmos, sendo ele capaz de criar estrelas, supernovas, nebulosas e até mesmo materializar coisas feita de energia solar e outros elementos cósmicos que ele ainda desconhecia.

— Joshua... — sussurrou o moreno, sua mão desfez o punho cerrado e Chris engoliu em seco, lembrando-se do melhor amigo de seus pais. Ele sempre visitava-o quando ele era menor, mas sempre deixava presentes e brincava muito com ele antes de partir. “Tio Joshua”, o pequeno Chris o chamava vendo-o partir. Todos os anos de confinamento pareciam ter solapado por completo suas boas memórias de infância e juventude, como se a monstruosidade de seus pais adotivos tivessem arrancado isso dele, substituindo-o por algo vazio e sombrio. Por que ele sumiu?, pensava Christian consigo mesmo, até que a voz de Jace murmurou em seu ouvido, alto e claro, ressoando a mesma pergunta feita por ele anos atrás. ”Tio Josh foi trabalhar, querido, ele foi trabalhar pros russos”, falou Jace tentando animar Chris.

— Agora me lembro. Jace disse que você foi trabalhar fora e ficaria longe por muito tempo... você havia ido trabalhar com os russos. Pelo o que sei, nasci na Rússia. O que sabe sobre mim? — o olhar de Chris era distante, sua mente estava imersa em memórias e o jovem meta-humano então fitou Joshua, inquirindo-o com firmeza. Ele iria arrancar toda a verdade do humano à sua frente.


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Re: I found u, darling

Mensagem por Josh Depailleur Braddock em Dom Abr 16, 2017 2:00 am

let's play a game, my little child?

As reações do outro deixavam o mais velho completamente interessado no pequeno. Ele estava com medo? Bom, aparentava ser uma emoção completamente semelhante. Simplesmente deu um sorriso debochado ao escutar suas perguntas, não as respondendo logo no início. Sabia que, caso entrassem num tipo de conflito ali, ambos acabariam destruindo boa parte do local – afinal, não se importavam com as vidas que estavam ali. Passou a língua entre os lábios, semicerrando os olhos e analisando o garoto ao vê-lo dizer o seu nome. – Sim. Joshua. – Sorriu de maneira travessa, como se estivesse envolvido em alguma brincadeira, ou algo do gênero. O cientista tinha uma personalidade levemente macabra quando se tratava de transpassar a imagem de um homem misterioso. Adorava deixar os outros com medo, confusos e por aí vai. Apesar disso tudo, ainda mantinha a pose de rapaz completamente sério, onde a formalidade era primordial – a coisa mais importante de todas.

Ergueu uma das sobrancelhas ao escutá-lo. Realmente tinha ido trabalhar na Rússia, entretanto, fora algo completamente rápido. O motivo de realmente ter deixado Jace e Katherine? Eles estavam enlouquecendo, afinal, Joshua sabia que, mais cedo ou mais tarde, Chris acabaria escapando, pois ele tinha poderes incríveis. – Sei o que você pode fazer. – Disse calmamente, passando a língua entre os lábios e bocejando calmamente, como se tivesse todo o tempo do mundo. Ajeitou-se no assento e suspirou pesadamente. – Sim, você veio da Rússia. – Deu de ombros. – E sei somente disso, pequeno. – Analisou-o minunciosamente.

A expressão facial do mais velho era completamente neutra, entretanto, havia um brilho de diversão em seus olhos. – Seus pais me deram poucas informações, mesmo eu tendo sido amigo deles. – Deu de ombros, já que estava dizendo a verdade. – Afinal, por que eles iriam me contar detalhes sobre uma cobaia? – Tombou a cabeça para o lado direito, observando o outro. – Sabe de uma coisa? – Ergueu uma das sobrancelhas, fazendo com que sua cabeça ficasse normal novamente. – Quando conheci seus pais adotivos, era dois anos jovens do que ambos. – Explicou brevemente. – Me formei em biomedicina e resolvi ajudá-los contigo. Ah, e também já vivi da mesma maneira como você. – Fez um gesto com a mão direita, jogando-a no ar como se fosse um tipo de desprezo.

– Consegui escapar, assim como você. Temos algumas coisas parecidas, não é mesmo? – Indagou e deixou uma risada baixa sair de seus lábios. – Eu estive te vigiando de longe por um longo tempo, Christian. Foi uma ótima cobaia. Ah, e fico feliz em poder te chamar pelo nome. Antes era através de números. Uma coisa completamente chata, para ser sincero, entretanto, prefiro termos científicos dentro de minha multinacional. – No final da frase, resolvera deixar bem claro que era dono de uma enorme fortuna, por isso, caso fosse atacado, chamaria muita atenção. – Estive te procurando por muito tempo. – Inclinou o seu corpo e voltou a observá-lo, ficando em silêncio por longos segundos.

– Bom... – Respirou fundo. – Você vira comigo, Christian. – Afirmou, já que, desde que saíra de sua prisão, transformara-se num homem totalmente autoritário. – Tenho poderes parecidos com o seu. Por ser mais velho, possuo mais experiência. – Deu de ombros. – Não os uso com muita frequência, afinal, se eu chamar a atenção, posso acabar me destacando como um vilão. – Era um rapaz de péssima índole, mas preferia fazer as coisas por baixo do tapete. – E você virá comigo, pois serei responsável por você a partir de hoje. Creio que Jace e Katherine iriam querer isso. – Explicou brevemente. – E relaxe, não irei te pôr dentro de... – Aproximou-se seu rosto do dele, erguendo seu corpo um pouco para que pudesse fazer isso. – uma jaula ou algo do gênero. – Falou num tom baixo, querendo provocá-lo.

Sentou-se novamente e virou o seu rosto para o lado direito. Ergueu a mão, chamando a garçonete. – Vou querer uma porção de batata com queijo. Ah, e traga duas cocas para mim e para o rapaz. – Lançou uma piscadela. A mulher era negra e de cabelos encaracolados – que iam até seus ombros. Ela sorriu lascivamente, mas isso não surpreendeu Joshua. Sabia que era dono de uma beleza incrível, por isso tinha o costume de usá-la para ter coisas que queria. – Sim, senhor. – A mesma falou, e posteriormente acabou se afastando.

Após isso, voltou a focar sua atenção no jovem que estava bem na sua frente. – O que andou fazendo? Onde está morando? – Perguntou. – E Chris, saiba que não te dei opção. Assim que sairmos daqui, você estará sendo vigiado por mim. – Explicou num tom sereno. Não estava dando uma segunda opção, o assunto era sério. – Você ainda possui seus documentos? Identidade? CPF? – Franziu o cenho, esperando a resposta do menor.
thanks

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Re: I found u, darling

Mensagem por Christian K. Pasternak em Seg Abr 17, 2017 12:40 am



I Know You
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Por um momento, a expressão de Chris suavizou-se, suas mãos afrouxaram o aperto dos punhos fechados e ele então fora tragado para um buraco negro de tristeza quando sua esperança fora derrubada ao ouvir de Joshua um enorme “não” acerca de sua origem. Baixando o olhar, Chris sentiu que deveria confiar no homem por algum motivo ainda desconhecido. O que o moreno à sua frente representava? Ele era um amigo de longa data que admitia e até mesmo brincava neste exato segundo que sabia o tempo todo que Chris havia sido trancafiado e mantido como cobaia por Jace e Katherine. O outro logo admitiu que também havia passado pela mesma situação que Chris, talvez fosse verdade e ele estivesse tentando buscar a compreensão e a compaixão do moreno com o intuito de dominá-lo. Seja o que fosse, Christian não iria cair nos seus jogos.

— Se passou pela mesma situação que eu, por que não fez nada? Digo, passei seis anos trancafiado num laboratório subterrâneo, passando por milhões de testes para fins que até hoje não faço ideia quais sejam! Poderia ter... poderia ter me salvado. Não tem coração? Eu fui torturado naqueles malditos testes, Joshua! O que fizeram foi desumano! — exclamou o moreno, dando um pequeno soco na mesa, sentindo seus olhos esverdeados molharem-se pelas lágrimas desobedientes. Ele não conseguia acreditar que o moreno fosse de todo ruim, ou que fosse tão inútil ao ponto de não fazer absolutamente nada. Ao receber a explícita ordem do outro e a sua afirmativa de que iria com ele, Chris maneou a cabeça negativamente. O outro fez seu pedido e fez perguntas diversas para Chris, como por onde ele andava e o que vem fazendo desde que fugira.

— Eu não vou a lugar nenhum com um covarde como você. Não até me ajudar a encontrar meus verdadeiros pais, ou o local de onde eu vim, ao menos. — Afirmou o jovem seguro de si. Algo nele havia mudado com aquele encontro, sua índole, sua forma de pensar o mundo, era um despertar para a sua realidade.

— Iremos para a Rússia, iremos descobrir qual o vilarejo dizimado e quem são meus pais. Daí, assumirei a empresa de meus pais e acabarei com as pesquisas ilegais com meta-humanos e mutantes. Está comigo ou não? — perguntou o moreno cruzando os braços em cima da mesa.


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