∆ the art of make alliances

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∆ the art of make alliances

Mensagem por Blake Darkcastle em Seg Abr 10, 2017 1:55 pm

∆ the art of make alliances
A roleplay é iniciada pelo post de blake darkcastle, seguindo por orion proudmoore. Estando, portanto, FECHADA para os demais. Passando-se esta em 09 de abril, domingo, às 07:45, no prédio da Darkcastle Enterprises. O conteúdo é SOMENTE PARA MAIORES. Atualmente, as postagens estão EM ANDAMENTO.


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Re: ∆ the art of make alliances

Mensagem por Blake Darkcastle em Seg Abr 10, 2017 3:04 pm


the art of making alliances with gods
Apesar de ser domingo, Blake não possuía nenhum intento em descansar de seus afazeres. Dispensando todos os seus funcionários, o empresário deixou seu prédio aberto para apenas um homem: Orion Proudmoore. O homem era conhecido por ter uma empresa de efeitos notáveis e ele havia contatado recentemente o mutante buscando formas de firmar aliança. Havia sido uma agradável surpresa para Blake, já que sua empresa havia acabado de estrear seu primeiro prédio nos Estados Unidos. De uma empresa multinacional próxima da falência a Darkcastle Enterprises conseguiu evoluir graças aos dotes intelectuais e os poderes impressionantes do loiro que, em poucos meses, deixou sua empresa no topo e conseguiu até mesmo restaurar a fama de seu país, tirando-o da lama em apenas um único verão, sendo chamado pela população de “Esperança”. Blake não conseguia deixar de sentir-se grato nesses momentos por tudo que ele havia ganho. As portas do elevador abriram-se, revelando um interior luxuoso e amplo com uma belíssima vista.

Sentando-se em sua poltrona, o loiro retirou um cigarro e o acendeu apenas com o indicador, utilizando seu dom da pirocinese rapidamente. Aspirado da nicotina, o mutante recostou-se na confortável e cinzenta poltrona, cruzando suas pernas. O encontro seria às oito em ponto da manhã, porém Blake sempre fora bastante pontual e organizado com seus encontros, então ele decidira chegar alguns minutos mais cedo – quinze minutos, exatamente. Ele verificou a máquina de café, percebendo que estava quente o suficiente para não esfriar durante o encontro. O porteiro esperava especificamente por Orion, assim como a agradável secretária de cabelos ruivos que levaria o empresário até sua sala. O centro de vidro que separava a poltrona de ambos estava já com a pasta negra e uma caneta revestida de prata em cima, já facilitando tudo. Assim que o som do elevador indicou que alguém se dirigia para seu andar, Blake umedeceu o lábio inferior e deu uma última tragada em seu cigarro ao ver a figura imponente de longos cabelos loiros.

— Orion Proudmoore, prazer em finalmente conhece-lo. Fico feliz que tenha chegado mais cedo do que o esperado. — Sorriu Blake apertando a mão do homem firmemente, logo indicando com a mão onde ele deveria sentar-se e então tomou seu antigo lugar.

— Confesso que fiquei surpreso com seu chamado e seu pedido de parceria. Foi... inusitado. — Falou Blake estreitando levemente os olhos, unindo as mãos e apoiando os cotovelos nos braços da poltrona. Não que o mutante estivesse desconfiando do homem, entretanto a Darkcastle ainda era uma novata no país e um pedido de aliança tão rápido e convincente nas primeiras semanas de firmamento soava... desesperado.

Ainda um pouco desconfiado, Blake nada disse, apenas concentrou-se enquanto exalava um ar normal e ocasional por fora, como quem apenas esperava e ouvia tudo o que o outro falava. Sua mente penetrou a do homem com muita dificuldade. Era como tentar ultrapassar uma barreira policial sem ser percebido – era basicamente impossível. Quando finalmente o telepata teve um pequeno vislumbre do que seria a mente do loiro, de repente sua mente fora expulsa. Nenhum humano comum teria uma mente tão resistente assim à poderes telepáticos, o que indicava que o homem à sua frente deveria ser um mutante ou meta-humano. E inteligente e articulado como era, obviamente Orion sabia que tinha resistência telepática. Suspirando, Blake encarou o nobre empresário.

— O que quer de verdade, Sr. Proudmoore? Você possui poderes e é imune a meus poderes telepáticos. — Comentou o loiro com a maior neutralidade do mundo enquanto colocava-se de pé e ia até a mesa e enchia dois copos com uísque, entregando um a Orion, permanecendo-se de pé no caso de surgir algum embate.



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Re: ∆ the art of make alliances

Mensagem por Orion Proudmoore em Seg Abr 10, 2017 10:49 pm

business meeting
Primeiro capítulo de uma longa jornada
A primavera do hemisfério norte de Midgard não era a estação preferida do Deus do Trovão. Sua disposição para se manter ativo como uma divindade guerreira diminuía ao ponto dele se preocupar com sua vida financeira. E como não se encontrava mais sustentado por sua mãe, nem com dívidas para pagar aos traficantes da cidade, pôde elaborar um plano para ascender sua vida ao nível que merecia.

Mjölnir fez Orion muito mais que um tanque de guerra humanoide, pois seu intelecto sofreu um aumento tremendo, fazendo com que sua capacidade de arquitetar um futuro glorioso e repleto de riquezas fosse possível. Foi preciso somente desestabilizar algumas gangues criminosas ao matar diversos chefes de crime e levar seus objetos de valor, transferir seus dinheiros para sua conta — antes de tirar suas vidas — e ameaçar a todos os ladrões e traficantes de baixo nível de Nova Iorque que ousassem atrapalhá-lo no rumo dos negócios legais. Assim, com esses investimentos que arranjara, foi capaz de dar início, ou melhor, comprar uma empresa que estava em seu início e prestes a falir, o que possibilitou a compra por um valor muito baixo. Depois disso, não foi difícil para o deus nórdico conseguir fazer com que sua empresa crescesse. Todavia, havia um limite para o que ele poderia fazer sozinho.

Darkcastle murmurou Orion quando pousou na entrada de um arranha-céu. Pertencia a empresa com que pretendia firmar uma aliança com seu presidente e, dessa maneira, alcançar o topo da cadeia alimentar do mercado americano e mundial. — Encontrarei trevas por aqui como teu nome sugeres?

Tratava-se de uma multinacional que recentemente chegara na América, atraindo o interesse do mais novo integrante do mundo dos negócios. Como não era comandado por alguém desse país arrogante movido a capital, Orion quis confiar em seus instintos de que uma aliança com a Darkcastle pudesse ser muito mais frutífera que com qualquer outra. Além do mais, o presidente dela possuía uma fama respeitável até pelos pequenos empresários nova-iorquinos.

Orion Proudmoore era o nome que o porteiro memorizara para permitir que entrasse no prédio, assim facilitando a passagem do loiro que não perdeu tempo com cordialidades. Ele seguiu até o elevador que uma secretária ruiva o guiou e informou sobre qual andar o seu patrão aguardava. Durante a subida na caixa metálica, a mulher não foi capaz de suportar a sua vontade por elogiar o loiro bronzeado, dizendo-o que era muito lindo. Mas Orion apenas assentiu quanto ao elogio, pois não pretendia se aventurar por esses prazeres naquele castelo negro, e sim conseguir um pacto entre as empresas para seguir ao próximo passo de suas metas.

Quando uma sala surgiu depois que a porta do elevador se abriu, a mulher de cabelos vermelhos se encostou em uma parede no transporte que utilizara, permitindo a passagem de Orion para o interior daquele lugar, lado de fora do elevador. Era possível ver um homem bem arrumado que observava aquele por quem aguardava enquanto tragava um cigarro. O deus não ignorava o olhar perspicaz do outro apesar de se fazê-lo se sentir como um artefato a ser comprado, mas que antes precisava ser feita uma observada atenta antes de pagar. Thor sempre gostou de ser visto de maneiras semelhantes àquela.

— Tendo a fazer com que o tempo sempre tenha valor, Blake Darkcastle. Por esta razão vim mais cedo — explicou o deus durante o aperto de mão. O loiro de cabelos curtos mostrou onde o nórdico poderia sentar antes de voltar a falar.

“Interessante”, disse Thor em um pensamento ao notar que alguém tentava invadir sua mente. O telepata por trás disso deveria ser poderoso, pois era capaz de arranhar a superfície de sua psique, embora não conseguisse alcançar seu interior. Uma surpresa não muito grande ocorreu quando ele se deu conta de que o psíquico era o único homem próximo a ele naquele prédio, o dono da Darkcastle Enterprises. “Isso deixa tudo ainda muito mais interessante”.

Após cessar suas tentativas de ler a mente de Proudmoore, Blake decidiu questioná-lo à moda antiga.

— Vim obter o apoio necessário para o crescimento da minha empresa — respondeu antes de segurar o copo com uísque que lhe fora ofertado —, outrossim ao seu castelo — concluiu parecendo indiferente pelo fato de ter sido descoberto como alguém com poderes. Sua boca então degustou a bebida quando o recipiente foi levado até seus lábios.
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Re: ∆ the art of make alliances

Mensagem por Blake Darkcastle em Ter Abr 11, 2017 8:23 pm


the art of making alliances with gods
Por um longo período de tempo, nada o telepata disse. Avaliou as palavras, a postura e o timbre de voz do outro loiro de longos fios e bem humorado. Ele não pareceu surpreso com a invasão de Blake a seus pensamentos muito menos a sua pergunta sobre o que ele queria. Sua resposta fora breve, um pouco decepcionante, visto que o empresário visava obter mais respostas sobre o que o outro era de verdade. Mutante? Meta-humano? Alienígena? Blake era um homem de pouca curiosidade sobre outrem, porém o homem à sua frente queria formar aliança entre a empresa de ambos, então não era nada mais do que justo que Blake conseguisse as respostas para as suas perguntas. Como forma de invadir um pouco mais o espaço do outro – visto que a mental não funcionara – o loiro de cabelos curtos e perfeitos sentou-se no braço da poltrona, do lado esquerdo de Orion. Apoiando a mão direita no encosto da textura macia da poltrona, Blake encarou a imensidão dos olhos do outro.

— Eu espero que realmente esteja dizendo a verdade, Sr. Proudmoore, ou ficaria nada contente em sair daqui completamente quebrado. — Murmurou Darkcastle ameaçadoramente, sua voz polida destilando o veneno de forma que ele poderia lhe ameaçar de morte e ainda assim sua voz e sua expressão soariam angelicais para suas vítimas – algo que ele sempre possuíra naturalmente. Ainda sentado próximo demais de Orion, Blake levou o copo aos lábios, sorvendo um pouco do líquido ardente e passando a língua pelo lábio inferior.

— Por meio de nosso pacto iremos formar uma ponte entre a minha e a sua empresa. Petróleo, eletricidade, produtos radioativos, experiências genéticas e tudo o mais que precisar estará à sua disposição, porém peço-lhe que fale comigo antes, Sr. Proudmoore. Da mesma forma; quaisquer coisas que eu vá querer com sua empresa também irei pedir pessoalmente. Espere por muitas visitas minhas, gosto de resolver tudo cara-a-cara, se não se importa. — O tom estabelecido pelo loiro era um timbre de voz rouco e monótono, enquanto sua mão lentamente gesticulava balançando o copo, por fim o tom um pouco desdenhoso do mutante se fez presente e ele piscou o olho para o loiro ainda quieto.

Saindo da poltrona de Orion, o único herdeiro da Darkcastle se colocou de pé, pegando os papéis e entregando-os para seu futuro parceiro, encontrando-se todos os documentos em uma pasta de tom cobalto que separava todos os tópicos por ordem alfabética, tudo de forma simples porém organizada. Voltando a seu lugar inicial, Blake bebericou um pouco mais do uísque, cruzando a perna esquerda sobre a direita. Sua curiosidade sobre a dimensão dos poderes do Proudmoore estava atiçada a um pico elevado.

— Que tipo de poderes possui? Creio que mente resistente à telepatia não seja sua única habilidade. É mutante ou meta-humano? — inquiriu Blake levando o dedo indicador ao queixo, fitando o parceiro.



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Re: ∆ the art of make alliances

Mensagem por Orion Proudmoore em Qui Abr 13, 2017 3:48 pm

business meeting
Primeiro capítulo de uma longa jornada
Sendo um deus da guerra, Thor costumava agir mais do que falar. Essa era a razão para ter deixado a dúvida no ar quanto ao que era. Além do mais, talvez fosse difícil de acreditar — inicialmente — que ele é o Deus do Trovão. Precisava ser cauteloso quanto ao que dizia. Uma palavra errada e poderia ser visto como um maluco, estragando o acordo que visava fechar com aquele telepata.

— Não sou o Príncipe das Mentiras — Orion se referiu a alguém que nem sequer conhecia ou escutou falar, mas acreditava ter usado as palavras certas de alguma maneira.

O tal príncipe seria outro deus nórdico, um tão complexo quanto aquele que comanda do trovão, pois nascera em um mundo gélido governado por gigantes, mas criado pelos deuses de Asgard como se pertencesse a família. Thor sabia dessas histórias. Durante um tempo após sua apoteose, buscou o conhecimento dos mitos e encontrou muito sobre o que era agora e muitos dos quais antes chamava de irmãos, como o Trapaceiro.

— Após nosso pacto, terás liberdade de caminhar por Valhalla, Blake Darkcastle — prometeu ao loiro dos cabelos curtos antes de aproximar seu copo mais uma vez aos lábios, ingerindo um pouco mais daquela bebida. Os dois líderes de suas próprias grandes empresas, entreolhavam-se com a proximidade por dividirem a mesma poltrona. Proudmoore por instante duvidou de sua missão naquele castelo, pois sentia um calor se formar dentro de seu próprio corpo. Se aquela reunião era feita para tratar de negócios, talvez fosse cancelada para uma emergência mais fisiológica. Porém, o deus conteve sua libido por mais um tempo depois de assistir o outro homem se levantar para entregar documentos que oficializariam o acordo comercial entre Valhalla Enterprises e a Darkcastle.

Eram numerosas as folhas que possuíam toda a burocracia necessária para aquela fase inicial. “Perda de tempo para evitar perda de tempo”, pensava Orion quanto aquilo. Era essa uma das piores situações comuns nesse mundo que Thor decidiu ingressar. A maneira empírica era a sua preferência, todavia, era imprescindível ter experiência com tudo aquilo que pouco estima, uma vez que não deveriam existir cenários desagradáveis para o deus da guerra.

Durante a leitura e riscos com caneta nas linhas para assinatura de Orion, o presidente da Darkcastle questionava sobre a natureza dos poderes do nórdico. Compreensível aquela curiosidade sobre o deus, ainda mais após ter provado ser imune a telepatia sem mostrar esforço para isso.

A ponta esquerda do lábio de Thor foi levada para trás, produzindo um meio sorriso. Como toda divindade, ele se apetitava com a atenção que recebia, fosse através de orações, adoração a sua imagem — incluindo em vídeos na internet —, ou curiosidade sobre seu poder. Porquanto era necessário prolongar a espera de uma explicação, intensificando a atenção que o empresário experiente oferecia ao novato.

— Comandar o relâmpago é a minha mais prestigiosa habilidade, porém, disponho de muitas outras — respondeu assim que terminou com os documentos. Agora estava livre para cruzar seu olhar com o outro mais uma vez e assim o fez, aguardando que algo fosse dito ou sentido, mantendo-se em silêncio durante um instante. — E tu, Blake Darkcastle? Quais dons tens para governar esse castelo além de tua formosa telepatia e beleza?
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Re: ∆ the art of make alliances

Mensagem por Blake Darkcastle em Seg Abr 17, 2017 2:38 am


the art of making alliances with gods
Valhala. Por um longo período de tempo, Blake analisou o homem à sua frente. Ele parecia ter uma pequena obsessão com a mitologia nórdica, visto o nome da empresa e sua pequena menção ao deus trapaceiro Loki, o qual fora referenciado como “Príncipe das mentiras” por Orion. Talvez seu futuro parceiro fosse criado no meio de tal cultura. Se bem que tais ressalvas não eram tão importantes assim para que Blake conhecesse melhor seu parceiro. Se eles iriam criar uma ponte, por que não conhecer intimamente o Sr. Proudmoore? Sorrindo de canto assim como o loiro de longos cabelos, Blake se pôs de pé e foi até a vidraça que ia do teto ao chão de sua sala, ocupando toda uma parede. A vista lhe parecia melancólica, porém caótica e harmoniosa de uma forma dúbia.

— Não vem ao caso, Orion, mas com certeza não iria conseguir contar nos dedos. — Afirmou Blake pondo a mão direita no bolso esperando acabar o processo de leitura e assinatura de papéis. Assim que seu futuro parceiro terminasse, seria sua vez. ”Então ele tinha poderes ligados aos relâmpagos? Como conseguiria derrota-lo?” pensava consigo mesmo Blake enquanto ficava de pé observando a figura imponente e séria, que pouco falava.

— E obrigado pelo elogio, porém me pergunto se administra tudo sozinho, você parece um pouco abaixo do esperado para um líder de uma gigante empresa em ascensão. — Alfinetou Blake com um pequenino sorriso maldoso enquanto puxava para si os papéis assinados por Orion e os assinava ligeiramente, já tendo lido todos eles anteriormente. Assim que assinou o último papel, pegou a garrafa de uísque e encheu seus copos mais uma vez, sentando-se no braço da poltrona de Orion mais uma vez, passando a mão por seus ombros fortes, tilintando seu copo no do parceiro.

— Foi um prazer fazer negócios com você, Orion. — Sorriu Blake beijando o topo da cabeça do loiro de nórdica aparência, de forma agradável e até mesmo levemente carinhosa, apesar de tê-lo feito seguido de um beijo breve nos lábios de Orion.



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Re: ∆ the art of make alliances

Mensagem por Orion Proudmoore em Qua Abr 19, 2017 3:38 pm

business meeting
Primeiro capítulo de uma longa jornada
Blake era um homem muito perspicaz, embora confiante demais das próprias habilidades. O deus da guerra não lhe era uma ameaça, deveria estar pensando, isso se pensasse em algo. Telepatas não possuíam o hábito de serem tão confiantes, ainda menos quando se deparam com alguém resistente contra suas habilidades. O presidente da Darkcastle era uma ovelha negra entre os psíquicos, assim como Orion também era entre os deuses nórdicos; o Deus do Trovão é visionário.

— És um guerreiro então? — questionou Proudmoore em respeito ao fato do outro loiro ter afirmado possuir inúmeras habilidades. Um devaneio com um combate decente quase tomou conta dos pensamentos do nórdico.

Durante um agradecimento, Blake aproveitou a oportunidade para fazer uma pergunta ofensiva e verídica até certo ponto. De fato, Orion Proudmoore se parecia pouco com os novos empresários que surgiam no mercado. Para começar, ele não trajava suas roupas chiques e caríssimas, nem perdia muito tempo falando na língua dos negócios para convencer de que seu produto — no caso, empresa — fosse boa para seu cliente. Deuses compartilhavam de um imenso ego do qual permaneciam no alto, longe dos mortais e seus costumes pouco interessantes.

Os documentos da aliança entre as duas empresas foram pegos pelo experiente daquela área, deixando Orion livre para ajustar sua postura na poltrona. Sua coluna pendeu para o lado direito, onde seu cotovelo se apoiou no descanso de braço e seu punho fechado serviu para seu queixo encostar. Essa era mais uma prova inegável de que não era um empresário típico.

— Não cuido de tudo sem auxílio. Possuo aliados para manter meu domínio funcionando, embora eu seja o encarregado de cuidar do trabalho pesado — explicou Orion enquanto se referia ao fato de que utilizava seus poderes divinos para alavancar sucesso para a empresa, retirando alguns rivais da cidade, saqueando outros mundos e, uma vez ou outra, vendendo seus serviços de controle do tempo por valores absurdos.

Uísque mais uma vez preencheu os dois copos que o dono do prédio segurava. Orion segurou o recipiente de vidro e fez o mesmo que o outro, encostando seus copos para um brinde à aliança fechada. Entretanto, isso ocorria no momento em que o telepata passava sua mão pelos ombros do deus, o que era um ato nem um pouco comum entre líderes de multinacionais.

Assim que um beijo foi depositado entre os cabelos loiros do nórdico, Orion percebeu que seu objetivo inicial havia sido alcançado e outro tomava a posição de importância.

Sem dizer uma palavra sequer, o Deus do Trovão assentiu ao beijo que recebeu em seus lábios. Suas mãos foram de encontro ao corpo do midgardiano, à procura de reconhecimento daquela escultura moldada na própria beleza. Quiçá aquele beijo fosse feito para ser rápido, mas imortais não tinham pressa. Se Blake desejasse o corpo de Orion tanto quanto o nórdico desejava por ele, a reunião particular possuiria uma razão muito melhor para ser fechada para o público.
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Re: ∆ the art of make alliances

Mensagem por Blake Darkcastle em Qua Abr 19, 2017 10:30 pm


the art of making alliances with gods
O homem à sua frente definitivamente não era igual a todos os homens que ele já conhecera. Ele tinha uma aura charmosa e convidativa, um jeito de falar neutro e um timbre que deixava Blake ansioso para conhecer cada parte do corpo de Orion, que indagava-o sobre ele ser um guerreiro, cuja única resposta vinda do loiro de curtos cabelos e roupas alinhadas foi um dar de ombros discreto, assim como a leve curvatura de seus lábios, como quem diz “talvez” ocasionalmente. O beijo, ah, como descrevê-lo? Blake sentiu seu corpo ser preenchido por lava em suas veias, seu coração batucava impiedosamente exigindo mais da sensação da pele contra pele, seus pelos eriçaram e um espasmo percorreu por seu corpo ao ser fitado pela imensidão oceânica, olhos glaciais encarando-o de volta com desejo ardente e palpável.

— Creio que eu nunca tenha feito esse tipo de coisa com ninguém antes num ambiente como esse... — admitiu Blake, mais para si mesmo do que para o outro, enquanto lentamente seu corpo – inadvertidamente – escorregava do braço para o colo do outro, enquanto os braços do mutante circundavam ao redor dos ombros largos e resistentes do nórdico.

Nada disse, apenas beijou os lábios róseos do loiro de longas madeixas e sua mão instintivamente pousou na face do outro, de forma que puxasse-o para si. A mão direita, livre, fora soerguida, enquanto com o indicador e médio separados faziam um movimento giratório, e obedientemente as cortinas fecharam, de forma que nenhum intrometido de algum prédio próximo pudesse vê-los. Com discrição, Blake engoliu em seco ocultando seu nervosismo e deixou com um movimento de chacoalhar de braços sua jaqueta escorregar pelos dois compridos membros, deixando-a cair ao chão fofo. Buscando uma posição mais confortável, o Darkcastle moveu a perna esquerda para o alto demonstrando certa flexibilidade, ficando agora completamente de frente para o nórdico.

— Saiba que sou virgem. Posso ser rico e bem sucedido, mas meus poderes sempre me impediram de ter um relacionamento duradouro... Você tem certeza de que consegue? — perguntou o loiro de cabeça baixa, encostando sua testa na do outro, um pouco nervoso, sabendo que geralmente seus poderes resultavam em pessoas machucadas e até mesmo mortas. De alguma forma, mesmo sem conhecer o outro, o loiro preocupava-se com o outro, de uma forma íntima e improvável, sentindo-se seguro nos braços do outro como nunca conseguira sentir-se com mais ninguém.

Tomando a ação inicial, Blake retirou sua gravata, abrindo todos os botões de sua camisa e então beijou avassaladoramente o nórdico, puxando-o pela gola de seu blazer e soltando um baixo gemido abafado, buscando abri-la. Sim, o mutante sentia-se esperançoso, e tal qual sua alcunha que lhe fora atribuída pela sua população, o loiro iria conseguir ser uma esperança, mas desta vez, para si mesmo.



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Re: ∆ the art of make alliances

Mensagem por Orion Proudmoore em Qui Abr 20, 2017 2:01 am

business meeting
Primeiro capítulo de uma longa jornada
Era difícil para Orion descrever em palavras o que sentia enquanto desfrutava de seus sentidos com o corpo daquele outro homem. O tato estava sensível aos toques das mãos do loiro de cabelos curtos, o olfato se apaixonou pelo cheiro próprio de Blake como se ele trouxesse boas lembranças, e os todos demais também se divertiam com o prazer que sentiam.

Darkcastle poderia ser um deus, um dos novos nesse mundo que Thor se adaptava. As linhas do destino agora deveriam estar em um bolo de nós, tão embaralhadas que o Deus do Trovão beijava, incansavelmente, um dos Deuses dos Negócios. Não existiam mais impossibilidades.

— Sempre há uma primeira vez para tudo — sussurrou em resposta no ouvido de Blake, antes de puxar sua orelha com os dentes de modo que não o machucasse de verdade.

A respiração de ambos era quente, embora pouco notassem as variações de temperatura naquela hora. Ambos estavam transmitindo calor de seus corpos devido ao que estavam fazendo. Os dois grandes homens desfrutavam de suas zonas erógenas enquanto abraçados, suas línguas exploravam uma a outra em um beijo incessante e gemidos eram os únicos sons naquela grande sala.

Através de um singelo gesto, as cortinas da grande janela que ia do chão ao teto, fecharam-se para haver privacidade. Em seguida, Blake começou a se despir na frente de seu convidado, agora parceiro de negócios. Nesse novo mundo, pessoas eram rotuladas muito rápido e seus rótulos mudavam ainda mais rápido. Orion Proudmoore era Thor, deus nórdico, guerreiro antes asgardiano, não mais filho de Odin, portador do Mjölnir, Deus do Trovão, CEO da Valhalla Enterprises, ex-viciado, criminoso e em breve poderia ser considerado um terrorista interplanetário. Mas agora, contudo, Orion era um homem que ansiava por um desejo tão antigo quanto as histórias dos mitos de onde veio.

— Agora és tu quem não aparentas ser aquilo que diz, Blake Darkcastle — disse Orion com um ar risonho. Seria difícil para qualquer um acreditar que aquele belo homem, que parecia tão confiante, era virgem. — Não tema antecipadamente. Cada um tem o seu tempo. — Pela primeira vez em muito tempo, o nórdico deixou seu ego de lado por um instante e foi educado, atencioso de certa maneira. Quiçá estivesse transparecendo algo que não desejava. — Ainda é cedo — interrompeu o outro de retirar ainda mais peças de sua vestimenta, segurando-lhe a mão antes que retirasse a gravata. — Desejo te oferecer algo melhor que um momento de luxúria sem sentimentos reais.

Essa também era a única vez em toda sua vida que Orion não prosseguiu com o sexo, sendo a causa ele não querer — embora, em seu âmago, quisesse aquilo mais do que tudo. Talvez fosse um momento de insanidade passando por sua cabeça, ou apenas se importasse de verdade com aquele empresário virgem.

Sem permitir que um silêncio constrangedor se formasse por causa de sua palavras em excesso, Proudmoore puxou Blake para mais um beijo, quente e demorado, para que assim deixasse evidente que sentia por ele algo além do interesse sexual. No momento em que eles distanciassem as suas bocas para recuperar o fôlego, Orion ameaçaria se levantar da poltrona, segurando o outro para que não caísse no processo. O nórdico em breve deixaria aquela sala.
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Re: ∆ the art of make alliances

Mensagem por Blake Darkcastle em Sex Abr 21, 2017 1:50 pm


the art of making alliances with gods
Por um momento, Blake nada falou. Seus olhos azuis intensamente fitaram os olhos do nórdico com curiosidade e atenção, como se o loiro de longas madeixas fosse um ser supremo que merecesse toda a adoração do universo. Era algo difícil de admitir, mas o dono das empresas Darkcastle estava começando a apaixonar-se de verdade, coisa que nunca acontecera antes em sua vida. Ele tivera lampejos do que era se apaixonar ou amar, mas era através de emoções alheias que não lhe pertenciam. Talvez o grande male na vida de Blake fosse a dúvida; a incerteza de saber se seus impulsos, pensamentos, memórias e tudo o mais eram realmente seus e não pertencentes à outras pessoas. Foi com essas dúvidas que veio o isolamento, a ira, o descontentamento com os seres humanos à sua volta.

Ao ouvir o outro rir sobre sua alegação de ser virgem, o Darkcastle baixou a cabeça e sua testa formou uma vinca, enquanto o loiro pensava consigo mesmo se Orion realmente duvidava sobre sua palavra, porém antes de um questionamento se formar todos os sentidos do mutante foi roubado com novas carícias. E de repente, a rejeição. Blake fitou Orion com uma estranheza em sua expressão, não conseguindo entender por alguns segundos o que havia acontecido. Ele correspondera a todos os beijos ou carícias, o segurou no colo, o beijou ardentemente e agora recusava-o? Seria pelo fato dele ter dito ser virgem? Blake engoliu em seco, olhando ao seu redor enquanto aos poucos todo o resquício de tranquilidade se esvaía de seu corpo, suas mãos retesaram ainda na face de Orion e a respiração do Darkcastle falhou. Aos poucos Blake notou que a área tocada estava levemente acinzentada. ”Merda”, sussurrou o loiro em pensamento, pondo-se de pé rapidamente.

— Precisa ir embora agora, nos falamos depois. Não me toca ou vou sugar tudo. — Falava o loiro pondo de volta sua jaqueta nervosamente, suas mãos tremiam, fazia muito tempo que ele evitava tocar nas pessoas e agora todo o seu autocontrole foi por água abaixo com seu descontrole ao tocar no outro. Antes que Orion pudesse aproximar-se, Blake soergueu as mãos em pedido de distância.

— Você usa um martelo como arma? O quê? — sussurrou o loiro acessando pequeninos fragmentos da mente do nórdico, mas logo balançando a cabeça espantando todas as memórias pertencentes ao loiro. Na mente de Blake, o mesmo gritava para si mesmo que nunca mais encontrasse com o outro, que eles se vissem apenas em reuniões públicas e que evitassem se tocar a qualquer custo.

Por fim abrindo as cortinas com seus poderes telecinéticos, o Darkcastle deu as costas para seu parceiro de negócios. Seu humor estava mais para baixo por causa de seu descontrole do que por conta da rejeição. Na verdade, ele compreendia o outro; primeira vez precisava ser algo especial, certo? Algo atraente e envolvente, planejado, algo calmo e com muita confiança. Cruzando os braços, Blake por fim pegou os papéis em sua mesa e por um momento buscou calma, fitando o outro sem jeito.

— Não posso tocar nas pessoas. Eu absorvo energia, memórias, poderes... é complicado, já matei pessoas, deixei várias em coma, sofri com problemas de personalidade e fui internado duas vezes com sérios problemas. Como pode ver, não sou um guerreiro. — Explicou-se Blake dando de ombros coletando os papéis e guardando-os na pasta e pondo-a em sua enorme mesa de mogno, apoiando as mãos ali. Não eram necessárias mais palavras.



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Re: ∆ the art of make alliances

Mensagem por Orion Proudmoore em Sab Maio 06, 2017 11:34 pm

business meeting
Primeiro capítulo de uma longa jornada
Orion não era o único a sofrer com emoções que desconhece ou pouco recordava. O outro empresário, Blake, mostrou uma imensa quantidade de informação através dos movimentos que sua face fazia a cada pensamento que se completava em sua cabeça. Rejeição não deveria ser algo esperando por alguém em sua posição, ele era a definição do desejo de qualquer um com interesse em homens. E, apesar de parecer o contrário, Proudmoore não interrompeu o que estavam fazendo pelo fato do outro ser virgem. Isso era, na realidade, uma tentação que precisou de forças para evitar a perda do controle de si mesmo.

Medo pôde ser identificado nos olhos do estrangeiro, Orion conhecia bem aquele olhar. Um pedido de distância foi o que o deus ouviu antes de uma explicação incompleta. Blake disse “sugar tudo”, o que deveria se referir aos poderes dos quais não havia especificado. Esse mistério provocava ainda mais ao outro loiro que ansiava por ambições difíceis, algo digno de seu esforço. Sua curiosidade pelo empresário experiente crescia a cada instante naquela sala, assim como a sua ciência de que conhecer aquele homem poderia ser um dos maiores desafios que já encontrou em sua vida.

Meio passo foi dado para se aproximar do virgem, mas foi impedido pelas mãos do mesmo em um gesto para parar. Logo Darkcastle deu as costas ao seu parceiro de negócios e abriu as cortinas sem tocá-las. Parecia ter se tornado introvertido, ou perdido sua confiança — comum em presidentes de empresas promissoras como a dele —, assim agindo como uma criança após se deparar com uma situação inesperada, assustadora.

Aye assentiu à pergunta sobre o martelo Mjölnir. — Incrível. — Foi a primeira vez que um telepata conseguiu ler sua mente, por isso ficou surpreso.

Nenhuma frase conseguiu ser formada pelo nórdico, mas não pela falta de palavras, e sim pelo excesso. Sua cabeça estava tão cheia que poderia ter uma forte dor nela se ainda fosse um humano comum. Enquanto ainda pensava no que dizer, Blake aproveitava o tempo para se explicar. Seu poder era mais interessante do que parecia antes, e Orion tinha perguntas a respeito, mas precisava tratar outro assunto primeiro.

— Tu és um guerreiro, Blake — disse Orion ainda se mantendo afastado do contato da pele do outro, embora não o temesse. — A história de tua ascendência e da empresa Darkcastle prova o guerreiro que é. Perspicaz e paciente, aquele que seria seguido por milhões. A esperança de um novo amanhã. — Orion se afastou ainda mais, andando de costas até próximo da porta do elevador. Com um apertar de botão, convocou o transporte. — Não se menospreze — disse enquanto as portas do elevador se fechavam, deixando Blake sozinho mais uma vez.
vitu

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Proudmoore
god of thunder

Deixado para morrer sangrando na neve por conta de seus pecados na comunidade, sofreu de uma reviravolta em sua história quando um martelo o escolheu para passar os poderes do Poderoso Thor.

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