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Mensagem por Christian K. Pasternak em Ter Abr 11, 2017 4:53 pm

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A roleplay é iniciada pelo post de Christian K. Pasternak, seguindo por Alaric Swynford. Estando, portanto, FECHADA para os demais. Passando-se esta em 12 de abril, quarta-feira, 07:45, em um restaurante. O conteúdo é LIVRE. Atualmente, as postagens estão EM ANDAMENTO.


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Re: + Objects In The Mirror

Mensagem por Christian K. Pasternak em Ter Abr 11, 2017 5:19 pm



In My Veins
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I Felt The Cosmic Chaos Running Inside My Soul!


O que um desembargador de justiça faz? Christian em muitos aspectos não tinha muita inteligência, não que isso fosse sua culpa, ficar tantos sendo mantido em confinamento por seus próprios pais e sofrendo inúmeros testes fazia esse tipo de coisa com a sua mente – ferrar com ele, extrair tudo de bom que você possuía. Sem muitas escolhas ao perceber no site que procurava que a maioria dos advogados estavam ocupados e os que estavam livres custavam tão caro quanto um carro novo, o pequeno Christian teve de escolher a opção mais viável. Como havia “justiça” no nome, o moreno de poderes cósmicos achava que ele serviria pelo menos para ajuda-lo a sanar suas dúvidas. Desde que seus pais haviam morrido haviam deixado uma herança enorme para o moreno, que ele tratou de pegar, mas ainda havia outra questão que ele não abordou por querer logo encontrar o misterioso amigo de seus pais.

Agora, livre e completamente desimpedido, ele planejava assumir a liderança da empresa de genética que pertencia aos seus pais. Obviamente, Chris utilizou a mesma mentira usada por seus pais quando eles o prenderam: ele estava numa faculdade na Califórnia, porém, após a súbita morte de seus pais em um incêndio, ele teve de retornar a Toronto e assim providenciar o enterro de seus pais adotivos e ler o testamento, garantindo sua herança. Entretanto, na época ele não levantara a hipótese de assumir a liderança da empresa de seus pais por preferir focar na sua caçada para encontrar o amigo de seus pais e assim conseguir informações sobre seus pais biológicos. Chris explicou a situação, que seus pais haviam morrido, que ele teve de largar a faculdade para providenciar um velório para eles e que depois de assumir a herança ele voltou aos Estados Unidos tentar viver em Nova York, mas que agora ele buscava a liderança da empresa que era sua por direito. No e-mail também havia o endereço do local, assim com o lembrete de que ele pagaria muito bem pelos serviços do homem.

Chegando no restaurante logo cedo, Christian anunciou seu nome e sobrenome e logo foi guiado a uma mesa um pouco mais reservada. Provavelmente, Alaric e sua ampla compreensão sobre processos jurídicos o ajudaria, nem que fosse para aconselhá-lo da melhor forma a possível. Quando o homem de porte forte e forte presença chegou, fora levado até a mesa indicada e logo sentou-se, por sua vez Christian estendeu a mão e apertou-a, por fim apresentando-se.

— Chamei-o pois tinha dúvidas sobre como assumir a empresa que me fora deixada por meus pais. — Falou o jovem unindo suas mãos sobre a mesa, em um tom neutro.

— Como você possui conhecimento, achei que pudesse me dar algum conselho ou quem sabe assumir a frente do caso. — Completou Chris, assentindo uma única vez de forma séria, observando atentamente as reações do moreno à sua frente.


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falling down to the blue sky

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Re: + Objects In The Mirror

Mensagem por Hórus Swynford Boesch em Qua Abr 12, 2017 4:38 pm

i think it's more of a business meeting
There'll be no rest for the wicked, There's no song for the choir, There's no hope for the weary, You let them win without a fight --

Sem dúvidas aquele era um bom dia e fazia alguns meses desde que Hórus havia sido nomeado ao título/cargo de desembargador de justiça do estado de Nova Iorque, desde então abriu-se um leque de oportunidades no meio jurídico consequente dessa nova influência que o mesmo agora exercia no poder judicial, no entanto, apesar do salário alto e reuniões com políticos dos mais variados tipos de escalões, Hórus ainda teria de cumprir com demasiadas obrigações e elaborações de projeto previstas em metas mensais e anuais para o poder jurídico. Naquele dia como muitos outros Hórus iria comparecer a uma reunião, naquela em especial era com um jovem rapaz rico que contatou sua secretaria. Pouco sabia sobre a situação do rapaz até que o mesmo passou-lhe informações sobre sua atual situação e explicou-lhe um possível problema quanto a empresa que pretendia assumir, patrimônio deixado por seus falecidos pais.

De fato aquela era uma situação que deixava o homem sedento por uma boa briga, ainda era possível sentir aquele animo profissional e sede de justiça correndo por suas veias. Ser nomeado desembargador era uma honra sem precedentes para o mesmo, visto que com isso o profissional de direito podia-se dizer que atingiu o maior cargo e méritos em sua carreira, mas para Hórus parecia que era uma espécie de aposentadoria visto que após nomeado o desembargador praticamente deixa de comparecer a tribunais e pegar casos processuais de pessoas físicas e ou empresas, o agora desembargador faria um papel de extrema importância sim mas no meio administrativo jurídico. Hórus ainda perpetuava-se como um dos melhores advogados de NYC e mesmo atualmente exercendo um cargo administrativo interno ainda tinha o controle do velho escritório de advocacia que fundou com outros colegas no inicio de sua carreira, com isso nada o impedia de ao menos fornecer consultoria e indicações para clientes e conhecidos com ações e processos na justiça.

Encontrava-se formalmente trajado e disposto a sair para a reunião, ao sair visualizou uma última vez a hora e era exatamente seis e quarenta a que apontava o relógio de pulso Breitling de Hórus. Aquele velho relógio fora o único bem material deixado por seus falecidos pais e mesmo com a capacidade de substituir aquela peça de colecionador por um modelo mais atual e caro por ter um poder aquisitivo muito maior que a maioria das pessoas em todo o país, ele optava por continuar portando aquela peça como uma forma de recordar os seus bons momentos do passado e manter viva a memória da sua família em si mesmo. Do seu apartamento próximo ao Central Park até o Restaurante em que marcou o encontro com o jovem rapaz foram quinze minutos de carro, normalmente por conta do transito quase caótico de Nova Iorque eram de se esperar ao menos trinta minutos até o local mas por sorte Hórus contava com um ótimo motorista, praticamente um daqueles personagens do filme "The Fast and the Furious".

Novamente checou seu velho relógio de pulso e o mesmo apontava exatamente sete e trinta e cinco, satisfeito o homem esboçou um leve sorriso no canto da boca por ter chegado conforme o horário previsto. Odiaria chegar atrasado por conta de empecilhos do transito, além do que parecia uma desculpa boba e completamente desordeira quanto ao cumprimento do seu cargo e responsabilidades com a própria palavra como ser. Ao sair do carro despediu-se com breve aceno de mão para com o seu motorista, completou arrumando seu penteado com uma leve esticada nos fios do cabelo preenchidos com uma pomada e encaminhou-se adentro do restaurante com uma incógnita expressiva: — Com Licença, eu tenho uma mesa reservada para esse horário e acredito que tenha já um cavalheiro me esperando.. — Disse pausadamente e acentuou ao aproximar-se da atendente do balcão. — Poderia me mostrar o caminho? Confesso que estou meio perdido visto que nunca frequentei este local. — Completou indagando em um tom cômico pelo fato de estar perdido naquele ambiente, a atendente com um agradável sorriso no rosto não hesitou em encaminha-lo até a mesa onde o jovem rapaz o aguardava.

Hórus aproximou-se e sentou-se na cadeira da frente para onde o rapaz cujo o nome era Christian estava, apresentou-se com um contagiante sorriso bem típico da sua pessoa e em seguida apertando-lhe a mão em sinal de uma boa educação. A mesa em que ambos estavam apresentava-se limpa e agradável contendo o cardápio e um vaso de flores bem regadas que exalavam um ótimo aroma. Hórus brevemente arrumou seu penteado com uma leve passada de mão e olhou o ambiente ao redor antes de prestar atenção no rapaz, hora de tratar de assuntos sérios: — Prazer em conhece-lo! Pois bem Christian, se não me falha a memória marcamos esse almoço para falar sobre seus problemas quanto a briga judicial pela herança dos seus pais, quanto a isso tenho uma desinformação. — Anunciou-se quanto a dúvida e pausou sua fala entre a indagação. — Seriam eles biológicos ou adotivos? Confesso que essa dúvida tenho devido a uma matéria de revista que li sobre você, nela ressaltaram-se alguns períodos trágicos que passou em sua vida e que teria sido adotado logo após ou algo do tipo, eu gostaria muito que me deixasse a par dos fatos para que eu possa ajuda-lo da melhor forma — .

Christian pouco antes havia explicado a Hórus que tinha dúvidas sobre a herança deixada por seus país e que contava com o conhecimento do mesmo para que pudesse ter o sucesso esperado no caso. O robusto homem indagou o jovem rapaz quanto suas dúvidas pessoais sobre o mesmo, conhecer sua história e saber sobre a verdade iriam ajudar muito no requerimento da herança,  até porque teriam fatos e argumentos o suficiente para convencer o juiz que aquele patrimônio lhe pertencia por direito: — Preciso que desde já entenda que atualmente ocupo um cargo administrativo, minhas funções são as de elaborações de regras internas e projetos de leis do interesse do poder judiciário, basicamente sou eu quem bate o martelo em conjunto com os demais envolvidos quanto aos interesses desse órgão público. — Esclareceu-o em um tom direto e formal, Hórus não queria desapontar o jovem rapaz quanto ao entendimento com o que ele trabalhava e o que ele podia fazer para ajudar Christian. — No entanto, eu ainda tenho posse da minha empresa de consultoria em direito, ou seja, não teria problema ou trabalho algum que impedisse o total suporte dos meus associados quanto ao seu caso, bastando apenas uma ligação. — completou dizendo.
demigod live | living and learning | chapter I

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Re: + Objects In The Mirror

Mensagem por Christian K. Pasternak em Dom Abr 16, 2017 10:45 pm



In My Veins
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I Felt The Cosmic Chaos Running Inside My Soul!


Por um longo período de tempo, Christian permaneceu fitando suas próprias mãos como forma de evitar encarar o homem à sua frente. Para o jovem adulto o mundo era algo novo. Seus primeiros anos de vida e sua abrupta retirada do início da vida adulta fizeram o moreno perder completamente seu apego à realidade, as horas, dias, semanas, meses e anos trancafiado sem ver o sol e sofrendo inúmeros testes por parte de seus pais foram o suficiente para desprender completamente o moreno daquilo que comumente é chamado de “humanidade”. Ao ouvir as palavras de Hórus, Chris assentiu e respirou profundamente já tendo em mente as palavras corretas que ele sabia que teriam de ser ditas.

— Bem, sim, fui adotado ainda recém-nascido de um vilarejo russo que fora misteriosa erradicado numa explosão. Não sei o nome ao certo, apesar de eu ter encontrado documentos antigos deles que informavam uma cidade próxima do extinto vilarejo, que foi onde eles ficaram após me adotarem. Quanto aos motivos deles estarem lá, eles me disseram que foi trabalho da ONU, ou algo assim; eles eram filantropos. — Explicou o moreno, contando toda a verdade e apenas ocultando a parte em que ele revelaria ser um meta-humano. Hórus lhe explicara como funcionava o seu trabalho, fazendo a ressalva de que aquilo não o impediria de trabalhar no caso, o que fez Christian assentir.

— Eu entendo. Bem, meu desejo não se encontra em apenas assumir a empresa, mas acabar com ela. Pelo visto terei de ser sincero com você. A empresa que pertence a meus pais faz experimentos desumanos, quero assumir o controle que eles me passaram justamente por isso. Eles talvez pensaram que eu pudesse prosseguir com o trabalho deles, eles me doutrinaram, e... — o jovem começou a falar rápido, explicando seus reais motivos de forma incisiva e fechando os punhos, entretanto Chris calou-se e levou uma mão aos lábios, fechando os olhos e oprimindo a vontade de chorar.

— Talvez me chame de louco, mas a morte de meus pais não fora acidental. Havia um laboratório subterrâneo na residência deles, mas os outros da empresa encobriram tudo. Sinto que preciso lhe contar toda a verdade, precisa saber que está lidando com algo maior que nós dois. Eu sou um meta-humano, por isso fui adotado. Temo que o vilarejo onde nasci tenha sido eliminado por algum motivo sombrio, ainda estou tentando descobrir tudo por mim mesmo, vivo buscando informações e estou muito próximo de descobrir tudo. — Christian fechava e abria os punhos, buscando retomar o controle de suas emoções e não acabar chorando ou ficando mais nervoso do que deveria, porém seus olhos finalmente encontraram os de Hórus enquanto ele analisava-o, suplicante, num pedido mudo mas ao mesmo tempo como forma de avisá-lo do perigo que ambos corriam.


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