like the sad eyes, bad guys

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like the sad eyes, bad guys

Mensagem por Arch Howlett Forchhammer em Qua Abr 12, 2017 11:08 am

like the sad eyes, bad guys
A roleplay é iniciada pelo post de archibald forcchammer, seguindo por sophie czarevich brahms. Estando, portanto, FECHADA para os demais. Passando-se esta em 02 de janeiro de 2017, às 04:47 aM, em um beco, nas redondezas do local da festa. O conteúdo é SOMENTE PARA MAIORES. Atualmente, as postagens estão EM ANDAMENTO.



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Re: like the sad eyes, bad guys

Mensagem por Arch Howlett Forchhammer em Ter Abr 18, 2017 12:45 am



a bad habit for itlook at you Walking up and down the hall
Entremeio a um longo diálogo de horas com os parsas no aplicativo do Whatsapp, pelo celular, Archibald informou-se de uma festividade casual. Eu nomearia como uma resenha de amigos se não fossem só amigos quem foi convidado. Uma festa comum, caso preferir o designo. Porém, do grupo de cinco membros no aplicativo, ninguém pretendia comparecer ao evento, excluindo a constatação ele, o Forchhammer, queria. Afinal, depois de horas a fio, ocupando-se com o trabalho principal de salvar vidas e o secundário ao qual você já deve imaginar do que se trata; obliterar vitalidades impuras. Cruzar o caminho mediante ao segundo é um perigo, pois todos, e não existia uma alma absolutamente sã e isentada de atos pecaminosos.

No dia em questão, foi empregado só pelo turno matutino, o que rendeu-o boas horas de sonolência durante à tarde. Foi acordado na intersecção da tarde com o período turno, com o celular vibrando e apitando milhares de mensagens, progressivamente. Foi nesse instante, exatamente, que se informou do que foi citado nas primeiras frases, do primeiro parágrafo. — Filhos da puta. — Verbalmente, proferindo vocalmente e/ou teclando o plano do aparelho, repetia consigo mesmo. Deu-se ao luxo de revirar as vistas, ao mesmo tempo em que soltava um suspiro incômodo, esvaziando os gases, cujos possuíam a função de nutrir os órgãos respiratórios; os pulmões. — Deixaram para me avisar na última hora. — Não poupava ninguém de palavras chulas. Os xingamentos acompanhavam o cotidiano daquele. — E ainda não vão nessa merda. — Por fim, deixou de lado o aparato e rumou ao banheiro para mijar.


. . .


A noite era anunciada pela escuridão ambiental, sequer mencionando o globo de platina ou prata, esse que servia como principal fonte de luz desde os primeiros respirares, ao atuar como um espelho, ou seja, usando da superfície rochosa para refletir a transmissão de raios solares, proeminentes do globos de chamas, posicionado no outro lado do planeta. A primeiro instante, viu-se com a necessidade de enfrentar uma fila de enorme comprimento, que cruzava quase o quarteirão. Puta merda. Sobrevestindo a epiderme da tez, fez o comentário, atormentando pela frustação tida com a visão. Avaliou os semblantes dos presentes conforme rolava os globos oculares. Entrosavam-se de inúmeros jeitos, o que fez se perguntar se deveria fazer o mesmo. Melhor não. Foi a conclusão depois de milésimos em pensamentos negativos.

— Finalmente, em. — Mesmo que fosse a tom mínimo, informalmente um murmúrio zombeteiro e saturado por evidente ironia, o “recepcionista” captou a mensagem. Ele, o “recepcionista”, apresentou toda a parcela da esclera ao esconder as íris sob as pálpebras erguidas e respondeu com um “finalmente”. Vacilão morre cedo, cara. Já que sabia que não ouviria o devaneio, ou ao menos creu nisto, perdeu-se no intervalo entre os devaneios. Ao mesmo tempo da atividade característica dos humanos, desferiu o primeiro passo, com o destro involuntariamente, para dentro da localidade. Como era costume, contornou o espaço com o sentido visual, onde pôde reparar nos rústicos detalhes, além de retrôs. Parecia um ambiente temático.

Novamente, realizou a análise das feições estrangeiras, por sua vez, na hora, para rever se reconhecia alguma presença. Nem um familiarizado invadiu o campo visual. Andou. Os corpos tinham uma variedade exagerada de esculturas e formatos, muitos largados, outros o inverso, alguns torneados e, ao mesmo tempo, os restantes eram umas tábuas. Cegos. Trombando neles, em uma mescla de brutalidade e falta de atenção/distração, baque a baque.  O rumo dos passos era para em direção do bar, localizado no outro lado da posição em que encontrava-se.

— Uma cerveja, cara. — Após o término do sentar das nádegas sobre o banco, fez o pedido. Repousou os antebraços sobre a camada superficial e plana da mesa, composta por uma madeira lixada. — Valeu. — Agradeceu, já com a garrafa entre os dedos. Levou o gargalo à boca, quando a atenção foi chamada. Finalmente, reconheceu uma presença diante ao timbre alheio. Torceu o olhar para a destra. Deparou-se com pernas seminuas, devido à saia curta, expondo as pernas tornas e alvas. Transcorreu visualmente desde o tornozelo até as íris de esmeralda. — Foi mal. — Exibindo um olhar de desdém, puramente sarcástico, enquanto dava de ombros. Esboçou um cínico sorriso e repuxou só um dos cantos dos beiços. — Nunca notei que você tinha pernas assim, garota. — Era Sophie Czarevich Brahms, mais conhecida pela sociedade como Ravena; a cria do diabo. Avistou a garrafa de cerveja dela, essa vazia. — Sirva o que ela quiser. Eu pago hoje. — Disse ao barman, ao mesmo tempo em que não tirava os olhos da mesma, ostentado pelos rabos das vistas.

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