Coffee and strangers

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Coffee and strangers

Mensagem por Liam Hughes Sawyer em Sab Abr 15, 2017 2:25 pm

Coffee and strangers
A roleplay é iniciada pelo post de Liam Hughes Sawyer, seguindo por Andrea Eakheartd, e por Penelope Modzelewski. Estando, portanto, FECHADA para os demais. Passando-se esta em 4 de Abril de 2017, Washington Square, Village. O conteúdo é LIVRE. Atualmente, as postagens estão EM ANDAMENTO.



_________________


It's time to trust my instincts!
Some things I cannot change
But till I try, I'll never know!

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Coffee and strangers

Mensagem por Liam Hughes Sawyer em Sab Abr 15, 2017 2:32 pm

The teenage rush
When the call came down the line


Fogo, mas não de um fósforo, ou de uma fogueira. Eram dois olhos escuros com chamas em seu interior me fazendo querer fugir dali, mas não conseguia porque eu não tinha corpo e então percebi que era um tipo de visão. Os olhos de fogo cresceram e dentro das chamas eu vi minha família completa como uma fotografia estranha que só os pais tem escondido. Forge, Mestre Mental, as duas Jean, os dois Ciclope, minha mãe dessa versão, todos apareceram como fotos de seus últimos momentos que os vi.

Só aquilo me fez querer chorar pelo embrulho no estomago como se estivesse perdendo-os uma segunda vez. Aquela sensação pareceu queimar e logo foi tudo que senti como se um furação de fogo tomasse conta de mim e era tudo o que tinha. A imagem de uma loira se apresentando viera em minha mente, apenas a voz dela e a feição calma dela olhando pra baixo. Como um corte de vídeo, a imagem da loira foi tomada por uma energia roxa, como uma tinta na verdade que foi penetrando nos cantos até completar tudo.

Senti uma força diferente em mim, estava em uma sala com as paredes daquela cena roxa com a tal Andrea por todos os lados. Era uma sensação diferente, como se estivesse usando poderes de outra pessoa, porque a forma de usar era parecida e em uma tentativa de incandescer minha mão acabei criando energia na mesma tonalidade que a tinta de antes. Me assustei andando pra trás, mas não havia chão e acabei caindo bem cinematograficamente com giros e uma vontade de gritar até ficar rouco.

Ouvi alguns berros diferentes do meu, reconheci ser de uma garota e ela precisava mesmo de ajuda, em seguida pude ouvir os pedidos da mesma querendo isso. Poucas frases querendo socorro, ela alterou para uma raiva falando para sair da cabeça dela repetidas vezes. Senti meu peito arfar como se pudesse explodir assim e senti meu corpo novamente, havia acordado realmente. Sentei na cama tateando o colchão e abri os olhos, mas estava numa cama de hospício e meus poderes não funcionavam.

Tentei sair, mas as paredes pareciam igualmente sólidas e as portas sem resposta de qualquer forma de vida do outro lado. Lembrei de quando a Fênix esteve comigo e tentei uma explosão de poder como um último recurso, mas o efeito foi maior dando uma deformada considerável no quarto e me lembrei dos poderes diferentes. Olhei envolta observando o local e uma loira apareceu olhando pra mim com curiosidade. Antes que eu perguntasse qualquer coisa, as mãos dela apertaram meus ombros e me sacudiram com seus gritos me deixando surdo. Apenas uma frase estava em minha mente, percebi que era uma mensagem telepática em meio aos gritos dela “PORQUE NÃO ME AJUDOU. VOCÊ DISSE QUE IRIA.”


Havia levantando da cama novamente, olhei pra parede clara do meu apartamento novamente e em um salto estava na sala, outro pulo e enfim na cozinha. Girei o corpo tateando as coisas na cozinha desde as portas dos armários na altura da cabeça, até o fogão e as gavetas. Pareciam de fato reais e então pude analisar o que havia ocorrido, parecia uma premonição, mas confusa pela quantidade de informações sobre o que me aconteceu. Revivi o que assisti, mas dessa vez sem tanta participação como antes, parecia mesmo uma premonição, por mais confusa que pudesse ser.

Aumentei meu alcance telepático e vasculhei nos prédios envolta, nas avenidas ali perto procurando aquela assinatura mental da Andrea. Demorou um pouco para o meu padrão devido a ela não morar no meu bairro, mas arregalei os olhos assim que a encontrei. Estava longe e suavizei minhas feições com um salto para a localização da mesma. Sorri ao vê-la acordada e se arrumando para sair de moto, revirei os olhos e apressei um passo na direção dela. Antes de tocar o chão me teleportei para mais perto e chamei a atenção da mesma de forma mais desconhecida, sorri tentando soar menos maluco e a avisei pra respirar fundo.

Foi rápido e tentei ser mais gentil lembrando daqueles olhos de fogo que a premonição me mostrou. Toquei em seu ombro e no acento de sua moto, acabamos saindo de uma calçada para o Washington Square, no Village. Mantive o sorriso e avisei: - Espera que já volto. - Sumi pra ela e fui atrás da garota sem nome. Não resisti e comprei um café preto com açúcar em dobro, pois já sentia a mente dela próxima então logo que a visse poderia voltar para o parque. Coincidência a jovem ter entrado no estabelecimento onde estava? Não sei.

Peguei meu pedido e me direcionei para a saída, toquei em seu braço de leve e sorri com o contato visual como uma desculpa para o susto que ela poderia levar. Um flash e um pouco de vento passando por nossos corpos, novamente me encontrei no parque. Estava perto de um banco e a outra garota estava ali perto ainda olhando para os lados como se planejando uma fuga. Chamei ela pelo nome e apresentei as coisas: - Primeiramente, podem me chamar de Liam e não, não sou maluco. Eu previ o futuro e de alguma forma vocês duas são importantes uma pra outra, ou algo parecido.

Mexi a mão direita gesticulando um empurrãozinho e prossegui: - Podem se apresentar e se conhecerem, eu já trouxe as duas pra cá, a parte social é entre vocês. - Me calei e esperei que elas se entendessem de algum modo. Tomei meu café lembrando de ainda estar de pijama, com os cabelos bagunçados e um certo odor de suor dada a premonição super light das duas. Troquei minha intenção de ficar apresentável para não ficar insuportável, tratei de trocar minhas moléculas fedidas no braço, pescoço e axilas por algumas mais saudáveis sem cheiro pra ao menos ficar ali sem perturbar o ambiente natural envolta. Podia me preocupar com meus pés descalços, a camiseta mostrando meu peito e a tatuagem dos poderes, mas o sono ainda me impedia de ter certas preocupações normais do dia a dia.




Informações:
Reencarnado X-Man
Nivel: 11
Especialização: Intelectual.

Atributos:
Código:
FORÇA: 17 INTELIGÊNCIA: 12 + 5
RESISTÊNCIA: 20 AGILIDADE: 21
VIGOR: 20 CARISMA: 14

Perícias:
Código:
i. LUTA DE RUA, nível experiente;
ii. MUAY THAI, nível experiente;
iii. RESISTÊNCIA À TORTURA, nível experiente;
iv. PRONTIDÃO, nível experiente;
v. MIRA, nível experiente;

Poderes
Código:
i. TELECINESE: é o poder do ganho da manipulação e controle de copos somente com a força mental, sem o auxílio de nenhum movimento físico. O uso de tal poder depende da criatividade do telecinético, mas em geral permite a levitação, locomoção, o disparar ou o quebrar qualquer objeto físico;


ii. TELECINESE MOLECULAR: um dos poucos telecinéticos capazes de controlar moléculas, alterando a forma física e química de um objeto;


iii. ILUSÃO TELECINÉTICA: consegue distorcer e manipular poeira e vapor para refratar ondas de luz, criando ilusões telecinéticas;


iv. INVISIBILIDADE TELECINÉTICA: um dos poucos telecinéticos capazes de distorcer lasers e até mesmo a luz, para tornar-se invisível;


v. TELEPATIA: telepata de primeira ordem mesmo sem tanto treinamento como muitos telepatas famosos. Consegue ler o que outros pensam, além de induzir ou manipular terceiros. Também por meio disso, projetar seus próprios pensamentos como forma de comunicação;


vi. HIPNOSE: habilidade de introduzir sensações ao cérebro de outra pessoa, o conduzindo ao transe. A hipnose pode ser usada para persuadir uma pessoa, conduzi-la a fazer ações ou responder a perguntas;


vii. RAJADA PSIÔNICA: capacidade de sobrecarregar a mente, causando dor, perda de memória, perda de consciência, estado vegetativo ou morte depois de ter criado uma conexão psiônica com a mente da pessoa;


viii. REGENERAÇÃO: permite acelerar o processo de regeneração de si mesmo, ou de outras pessoas, dependendo da ferida pode ser mais rápido, ou inútil. Esse poder não faz milagres;


ix. TELEPORTE: capaz de se teleportar para qualquer lugar;


x. PREMONIÇÃO: habilidade de prever acontecimentos futuros. Ele alega ter mais de 300 meios de prever o futuro, entrando em diferentes correntes temporais;


xi. CLARIVIDÊNCIA: capacidade de sentir e ver acontecimentos que estejam ocorrendo naquele instante;


xii. RESISTÊNCIA MENTAL: habilidade de resistir mais a ataques psiquicos de outros telepatas, ou até mesmo a aguentar poderes que afetem a mente como ilusionismo e sedução. Em comparação de poder, poderia nem sequer sofrer danos se o oponente for mais fraco;


xiii. PSICOMETRIA: capacidade de ler resíduos psíquicos em objetos, como uma história do objeto mostrando outros donos, por onde já esteve e até mesmo quem já o tocou;


xiv. CAMPO DE FORÇA: confere ao poderio de gerar um campo de força protetor ao redor de um personagem ou em um local específico. Este campo pode ter diferentes propriedades e níveis de resistência de acordo com o desejado pelo usuário;


xv. PROJEÇÃO ASTRAL: é a capacidade para deixar seu corpo com vida e ficar vagando como espírito. Essa habilidade é perigosa se não for utilizada sob  total isolamento para proteger seu corpo contra um possível ataque;


xvi. EMISSÃO DE ENERGIA CONCUSSIVA: é a capacidade de lançar através do seu olho esquerdo, ou pelas suas mãos, um raio de energia concussiva, que não emite calor, podendo ser de forma voluntaria.

_________________


It's time to trust my instincts!
Some things I cannot change
But till I try, I'll never know!

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Coffee and strangers

Mensagem por Andrea Eakheartd em Qua Abr 19, 2017 6:33 pm

Mat, o mundo já não é mais o mesmo
Não se precisa de uma alma para fazer amigos

Washington Square, Village
Algo que ainda preciso me acostumar com essa época, é a quantidade tão pequena de pessoas que realmente se importam com o mundo em que vivem. Natureza foi substituída por florestas de pedra, conhecer pessoas passou a ser possível sem que ambos possam se ver e ouvir presencialmente, até muitos dos serviços que eram manuais por séculos, agora pertencia às máquinas desse “futuro”.

O mundo seria valorizado em seu momento semelhante ao qual as pessoas são valorizadas; após o seu fim. Somente no luto que alguém ou algo recebe atenção, mas ela é tardia.

“É tarde demais para salvar esse mundo?”, questionou-me.

Eu deveria escrever um livro enquanto existe um grande número de pessoas alfabetizadas e vivas. “As incríveis reflexões de uma motoqueira na estrada”. Não, título grande mais. E acredite se quiser, esse não foi a primeira ideia de nome para livro que passou pela minha cabeça. Durante uma viagem na estrada, eu mantive minha cabeça muito longe, como de praxe desde que descobri sobre alguns problemas que minha visita — ou mudança permanente — para o passado tem causado a linha temporal.

Alguns diriam que eu reclamo de barriga cheia, apenas porque tenho uma moto muito linda, dinheiro para pagar bebidas quando tenho vontade, um fator de cura invejável por muitos e roupas de couro bacanas. Entretanto, essa gente que ama criticar, pouco sabe pelo que passei, o sofrimento que presenciei. A esperança de uma vida digna sendo arrancada de crianças inocentes era o que me fazia lembrar da razão para ter vendido minha alma: Vingança.

— Mas que porra é essa? — pensei e disse quando um ruivo surgiu do nada e me levou para um lugar desconhecido a primeira vista. Antes que pudesse arrancar respostas daquele homem, eu o perdeu de vista ainda mais rápido do que foi necessário para ele aparecer.

Parecia que minha agenda estava preenchida por dias estranhos, só me faltava acostumar com essa rotina nada convencional. Todavia, eu empunhei minha foice após deixar minha moto apoiada. Quem quer que fosse o brincalhão, eu não hesitaria em fazê-lo perder uma das orelhas.

De repente, o ruivo retornou e agora com outra pessoa. “Seria uma espécie de sequestro? Ele é um pervertido ou um traficante de humanos?” Não importava o que o homem fosse, pois ele deixaria de ser após minha lâmina atravessar seu peito como papel.

Fui impedida por uma apresentação e uma explicação que criou apenas mais dúvidas para mim, e para a outra mulher, provavelmente.

— Prazer, meu nome é Andrea — contei à outra raptada. Minha mão estava esticada, esperando por um aperto de mão, enquanto a outra segurava a foice, pronta para cortar o ruivo em pedaços. — Você faz alguma ideia do que ele está querendo dizer? — murmurei para que apenas ela entendesse. Se fosse alguma espécie de pegadinha de mau gosto, minhas botos perderiam a vontade de chutar o traseiro de Liam, o ruivo, após fazê-lo chorar de dor.

_________________


THE GHOST RIDER
I hurt myself today, To see if I still feel
I focus on the pain, The only thing that's real

The needle tears a hole, The old familiar sting
Try to kill it all away, But I remember everything
avatar
ANTI-HERÓIS
No bar mais próximo

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Coffee and strangers

Mensagem por Penelope Modzelewski em Sex Abr 21, 2017 9:52 pm

from poppet to liam & andy ..  chapter i  


Não sei quanto tempo demoraria até Kwan começar a ligar para meu celular e começasse a me mandar uma ou duas mensagens, ou várias, perguntando onde eu estava. Ontem eu não compareci a aula — talvez a mais importante do semestre na matéria de genética — e depois de afirmar para Kwan que voltaria para a universidade hoje, havia novamente decidido não ir ao lugar. Há três dias eu estava tentando controlar meu estado emocional. Exausta, dormi por horas seguidas durante à noite, e descobri por mim mesma que estar desperta demais durante o dia me fazia mais nervosa e ansiosa, muito embora eu sequer tivesse ideia do porquê. Simplesmente eu desejava que o dia finalmente terminasse para que eu pudesse ir para casa para me enterrar nas cobertas até minha ansiedade deixar-me de lado. Eu não podia fugir disso por muito mais tempo. Não podia ocultar a verdade de meu alicerce por muito mais tempo; tanto a verdade por trás de meus sumiços quanto sobre meus poderes, minha origem e toda a minha nova vida depois de sair do hospital psiquiátrico. Mas ainda não seria hoje o dia em que eu contaria para ele sobre isso; e não porque não era uma opção minha e sim porque o dia tomou o rumo mais estranho possível.

Eu estava com uma das alças das mochilas nas costas e havia desviado da fachada da universidade no momento em que eu havia repousado a sola de meu pé no primeiro degrau da escada que me levaria ao portal de entrada de um dos grandes blocos. Girei meus calcanhares e acelerei meus passos para o outro lado, pegando um percurso diferente para que pudesse me afastar ao máximo possível aquela enorme edificação. Andando da direção contrária ao fluxo de pedestres, meus passos foram se tornando mais rápidos até que eu estivesse no passo de uma corrida leve e sem um destino premeditado. Minhas botas me levaram ao local que eu sempre ia quando queria fazer com que meu estômago desfizesse todos os seus nós gelados. Um capuccino sempre me ajudava a aquecer meu interior e relaxar onde quer que eu estivesse. Depois de recolher o meu pedido — um copo de capuccino grande pra viagem e um pacote com brownies —, sorri para o garoto que fazia um grande esforço para esconder a sua mão biônica através de holograma. — Você faz os melhores doces que eu já provei, você sabia? — Os olhos azuis do rapaz me encararam por um instante como se estivesse me analisando de forma crítica. Sua mente, no momento, via apenas uma menina de cabelos cor-de-rosa curiosa e de feições enigmáticas (meus cabelos a partir de sua visão eram dessa cor, o que me fez imaginar que ele fosse daltônico). Ofereci um sorriso gentil e ele retribuiu-o de forma genuína, depois de baixar a cabeça e sentir suas bochechas corarem.

Depois de efetuar o pagamento e oferecer uma boa gorjeta para o confeiteiro e balconista do lugar, girei meus calcanhares e me encaminhei para a porta de saída. Enquanto eu girava a maçaneta do estabelecimento, uma visão pelo reflexo do rapaz que estava esperando seu pedido logo atrás de mim pegando o mesmo rumo que o meu me chamou a atenção. Ele estava completamente trajado de pijama e estava com um copo de café na mão, girei o corpo em sua direção e olhei diretamente em seus olhos quando ele sorriu e tocou meu braço. Antes que pudesse reagir de alguma forma, eu já não estava mais na confeitaria. Olhei em volta e reconheci aquele parque em um átimo de segundo, porém meus olhos escuros voltaram-se para o ruivo de pijamas com indignação palpável em minhas íris escuras.

Havíamos acabado de nos teletransportar? Segurei o impulso de usar o que eu tinha em mãos para bater no desconhecido, pois não queria desperdiçar os meus brownies batendo em um estranho sequestrador sendo que eu poderia muito bem apenas usar a força de meus pensamentos para tal. Ele é um dos seres sublimes que viviam entre os humanos; porém eu não sei classificar se ele era um meta-humano ou um mutante. Semicerrei os olhos e encarei-o com desconfiança antes de responder a outra garota loura que aparentemente havia sido convocada ali contra sua vontade Apertei a mão da mesma e apresentei-me para ela, pelo apelido e não pelo nome: — Prazer. Sou Poppet, e não, eu não faço a menor ideia do que ele está querendo dizer. — Mas eu podia fazer alguma ideia do que ele queria dizer, bastando apenas tentar ler a mente dele. Contudo, o que eu queria mesmo era uma explicação vinda da boca do mesmo. Soltando a mão de Andrea depois que o máximo que o comportamento casual nos permitia foi atingido, coloquei a mão livre na cintura e encarei o rapaz que se apresentou como Liam com severidade. — Não me leva a mal não, mas não é assim que lidamos com as coisas. Você não pode abordar uma pessoa e fazer ela se teletransportar assim, sem consultar e sem nem ao menos se apresentar. — Erguendo a mesma mão no ar, gesticulei com os dedos para mostrar o número dois para ele. — Em segundo, que raios de visão é essa da qual você está falando? Mesmo pro mundo em que a gente vive hoje, você está agindo da forma mais estranha possível.

avatar
ANTI-HERÓIS
21

Desconhecida

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Coffee and strangers

Mensagem por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum