∆ the thunder storm and the death breath

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∆ the thunder storm and the death breath

Mensagem por Varkham Stark em Seg Abr 17, 2017 8:46 pm

∆ the thunder storm and the death breath
A roleplay é iniciada pelo post de Varkham Stark, seguindo por Orion Proudmoore. Estando, portanto, FECHADA para os demais. Passando-se esta em 20 de abril, quinta-feira, às 21h18min, numa doca abandonada. O conteúdo é SOMENTE PARA MAIORES. Atualmente, as postagens estão FINALIZADAS.



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Re: ∆ the thunder storm and the death breath

Mensagem por Varkham Stark em Seg Abr 17, 2017 9:29 pm



facing the son of the storm

Com os olhos vidrados na estrada à sua frente, Vark continuava dirigindo ignorando completamente todas as probabilidades de morrer nas mãos daquele ser demoníaco que dirigia o carro roubado. Desde cedo a reencarnação de Hela fora afrontoso, sem preocupar-se com nada, inclusive as consequências de seus atos. E como essa perseguição havia começado? Com um assalto. Varkham estava exercendo sua função nas indústrias Stark e, assim que terminou seus serviços e ia para casa, ele decidiu parar numa lanchonete. Nesse meio período um infeliz decidiu roubar seu carro recém-comprado, o que foi mais do que suficiente para que o novo deus da morte ficasse com os nervos a flor da pele. Já que não queria perseguir o homem flutuando – seu intuito era o de proteger-se da exposição – ele invadiu a mente de um dos clientes da lanchonete e então pegou seu carro emprestado – após obviamente invadir sua mente e dar-lhe a ordem de que lhe entregasse o carro – indo perseguir o homem.

Varkham nunca havia confiado nas autoridades, principalmente polícia, por isto não ligou para eles, além do mais, o moreno precisava exercitar-se um pouco, utilizar seus poderes, fazia um longo tempo que ele apenas trabalhava no escritório de sua prima sem ter uma verdadeira diversão. O carro à sua frente freou bruscamente e desviou para uma pequena estrada escondida à direita, batendo numa cerca fraca. Enquanto o homem descia do carro e corria, Varkham pôde perceber que o mesmo ia na direção de uma doca abandonada, cujo portão pesado de madeira estava aberto, onde três homens estavam esperando-o. Com um sorriso de canto, o mortal deus se teletransportou para próximo dos homens, enquanto o carro ainda em movimento batia de frente a um conjunto de enormes canos de aço abandonados há provavelmente muito tempo.

— Ora, ora, o que temos aqui. — Sorriu o moreno enquanto caminhava a passos lentos na direção dos homens assustados. Um deles buscou pegar a arma de seu coldre, porém uma energia mística e densa apossou-se do punho do homem, girando-o e rasgando sua pele ao expor seus ossos e vasos sanguíneos. Em um grito de dor, o homem caiu ajoelhado, sendo envolto por uma sombra cujos olhos vermelhos encaravam-no diretamente.

— Aberração! — gritou o assaltante que havia roubado o carro de Varkham, apontando-lhe uma arma, que por sua vez fora detida pelo homem anteriormente morto pela sombra maligna – seu corpo necrosado agora era de propriedade de Hela, assim como sua alma.

— Este mundo perece em opulência e morte. Ele está morto. — Proferiu o moreno de cabelos esvoaçantes sua frase quase como se a entoasse, morbidamente. O cadáver sob o controle de Hela matou o homem ao perfurar sua caixa torácica com o punho, e ambos caíram mortos, sendo deixados pelo deus, que tomou um susto com o raio que caíra perto de si.

Raios surgiam dos céus em abundância, tingindo o noturno de branco. Trovões anunciavam uma tempestade, apesar do céu claro e azul ao longe: apenas a região da doca estava coberta pelas nuvens negras. Por alguma razão, mesmo isto acontecendo pela primeira vez a Varkham, o mesmo sentia que já presenciara tal cena diversas vezes, enquanto um nome familiar escapava-lhe dos lábios.

— Thor, filho de Odin, apareça! — bradou Hela olhando para o céu, abrindo os braços com um largo sorriso. Ele finalmente iria rever a figura imponente do príncipe e, caso tivesse sorte, iria conseguir saber mais do novo mundo que agora ambos viviam desajustados.


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Re: ∆ the thunder storm and the death breath

Mensagem por Orion Proudmoore em Qua Abr 19, 2017 1:21 am

antiga inimiga ou novo amigo?
Reencontro de dois deuses |Vestimenta
Longos cabelos loiros flutuavam na água do mar enquanto a cabeça de onde cresceram ia mais fundo naquele litoral. Uma mancha de um tom escuro do carmim, espalhava-se ao redor do mergulhador. Íris azuis encaravam a imensidão do oceano, avistando cardumes a muitas milhas de distância, tubarões martelo atrás de suas presas escondidas sob a terra abaixo do mar, gaivotas se atirando em alta velocidade para capturar pequenos peixes em uma costa distante e um pequeno barco afundando vagarosamente, deixando um longo rastro vermelho e negro.

Antes daquele banho salino, um grupo de criminosos escapava em um iate que não os pertencia após roubarem dinheiro de um empresário nova-iorquino. Não sabiam eles que haviam roubado um deus, o guerreiro portador do Mjölnir. Também não sabiam que esse deus era vingativo, mas descobriram quando o mais feliz deles teve a espinha arrancada pelas mãos nuas daquele que roubaram. Thor foi capaz de encontrá-los a tempo e fazê-los implorar por suas vidas. Nada adiantou, senão agravar a sede por vingança que o empresário sentia.

Dois criminosos tiveram seus crânios esmagados juntos pela força avassaladora do deus. Outro tropeçou enquanto corria, deixando suas pernas mais próximas da cólera nórdica, fazendo com que elas fossem arrancadas em consequência. Uma mulher e alguém que parecia ser seu namorado, ou algo do gênero, foram as últimas vítimas da pena de morte por incomodar uma divindade. Foram eletrocutados a uma voltagem tão alta que suas roupas queimaram, seus olhos afundaram e a carne de seus corpos se tornaram carvão.

Um simples chute de Thor foi o suficiente para destruir parte do iate e fazê-lo afundar com uma tripulação de cadáveres e a metade de um homem vivo.

Coberto de sangue após aquele trabalho, o deus foi para longe, mas ainda no mar, e banhou-se para mais uma vez se encontrar livre de impurezas como aquelas. Então, como um cometa, o martelo mágico de uru cruzou os céus em direção ao nórdico nu embaixo d’água. Vergonha do próprio corpo era algo que seres como aquele não sentia, diferente de sua arma mística que somente ele portava.

— Mjölnir, a mim! — Era desnecessário aquele comando, pois o martelo seguiria até o deus por vontade própria de qualquer maneira, assim como levou seu portador quando foi segurado no cabo pelas mãos dele. Thor não sabia o que estava acontecendo e mesmo assim foi levado em alta velocidade, sendo seco pelo vento e vestido pelo poder do item.

Quando se aproximou do que parecia ser o destino para o qual o martelo levava ele, Thor pôde sentir uma energia vil no ar, como o cheiro podre de corpos há muito tempo em decomposição. Mas era magia no caso. Também havia história, uma antiga e que não pertencia mais a essa realidade, embora fosse tão familiar para ele. Felizmente, não demorou muito para que Thor pudesse reconhecer uma antiga inimiga quando testemunhou seus feitos em um cais de Nova Iorque. Hela, rainha do submundo, filha de Loki e muito poderosa. Entretanto, ela habitava um corpo diferente — não como Thor agora não era mais um asgardiano —, a governanta de Helheim agora era um homem.

Através de uma nuvem negra, Thor desceu às docas, atendendo o pedido da deusa dos mortos depois de ter sido notado. Os trovões pareciam ser sua marca registrada, visto que foi apenas isso o necessário para que a deusa — agora deus — pudesse reconhecê-lo. Não importava em que mundo esteja, ou qual tempo se encontra, aquele que rege a tempestade sempre seria conhecido como Thor.

— Pelas barbas de Odin! O que tu fazes aqui, Hela, rainha de Helheim? — questionou Thor com seu martelo empunhado, pronto para se defender de qualquer ataque do filho do Príncipe das Mentiras.

“Devo me preocupar com a existência de Loki nesse reino?”, divagou enquanto aguardava respostas daquele homem.
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Re: ∆ the thunder storm and the death breath

Mensagem por Varkham Stark em Qua Abr 19, 2017 6:49 pm



facing the son of the storm

Enquanto observava os homens mortos, Hela sentia um grande prazer por ter livrado o mundo da existência daqueles seres que nunca mais iriam lhe importunar, muito menos tentar lhe assaltar novamente. Ainda à espera do deus asgardiano, a deusa encarnada nunca falaria aquilo em voz alta, porém sentia imenso agrado pelo fato de ao menos um de seus conhecidos estarem vagando por este mundo tão novo e tão estranho. Sentia saudades de seus reinos, suas viagens astrais não eram mais suficientes e o domínio sobre os mortos e almas era limitado neste plano existencial tão cheio de leis regentes. O timbre de voz vindo de Thor em nada parecia com o do antigo, enquanto Hela percebia que, assim como ela, o ser defronte seu campo de visão também reencarnara em outro corpo que não lhe pertencia. Um sorriso surgira impertinentemente ao ser finalmente chamada pelo o que era; uma deusa, uma rainha. Inflando o peitoral e indo até Thor, Varkham, hóspede da destemida guerreira, apenas limitou-se a assentir em afirmativa para o homem de longos fios dourados – ele continuava gostando das madeixas compridas mesmo nesta vida, podia notar.

— Exatamente. Até me surpreendo que consiga me reconhecer neste corpo. Por mais que odeie admitir, estou sentindo-me agraciada com tua presença, deus dos trovões. É um mundo novo e visceral, este novo universo. — Em um sorriso pequeno, o deus da morte circundou a figura trajada em roupas negras diferentes das anteriores e então fitou seu inseparável martelo, notando que ele não era o único a conseguir ganhar seus itens de vida anterior nesta nova. Como sempre, Hela exalava imponência em se andar e em seu falar, porém pela primeira vez a mesma demonstrava certa nostalgia, não necessariamente saudades do filho de Odin – nostalgia de tempos invernais onde comandava seus reinos com mãos poderosas.

— Tem notícias de outros deuses? Odin? Freya? Creio que já tenhas encontrado... Loki. — perguntou hesitante Hela, suas mãos unidas, por um momento seus olhos fecharam-se e demoraram-se a abrir, como se algo consumisse a esverdeada alma infernal da deusa – saudades, o nome de tal coisa incômoda em seu peito.

— Não posso negar que estou feliz em vê-lo novamente. Quem sabe um dia tudo voltará a ser como antes algum dia? Por enquanto... — com um sorriso sombrio na face, os olhos da deusa semicerraram-se enquanto os cadáveres erguiam-se, seus músculos eram cobertos por um líquido negro e espesso que movia-se como um organismo vivo, possuindo o corpo que um dia possuíra vitalidade em si e, com um único afirmativo com o queixo, Hela deu a ordem para que eles atacassem Thor.

— Pelos velhos tempos, Thor. — Comentou a deusa enquanto erguia-se e fazia plantas criadas por sombras enroscassem nos calcanhares do deus do trovão para impedi-lo de mover-se contra os oponentes. Uma risada maquiavélica partiu dos lábios da deusa.



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Re: ∆ the thunder storm and the death breath

Mensagem por Orion Proudmoore em Qui Abr 20, 2017 2:24 pm

antiga inimiga ou novo amigo?
Reencontro de dois deuses |Vestimenta
A encarnação de Hela estava contente por encontrar um dos seus conhecidos do antigo mundo. Não haviam muitos deuses andando pelas ruas, por exceção daqueles falsos que se auto-proclamam deuses somente por possuírem incríveis poderes. Mas, como Thor e a rainha — agora rei — do submundo sabiam, é preciso muito mais para ser uma divindade. Ou era.

— Queria poder te dizer o mesmo — disse o Deus do Trovão sobre o primeiro comentário da filha do Príncipe das Mentiras. Os instintos diziam para esmagar aquele banido de Asgard antes que pudesse se arrepender, mas Orion quis ouvir tudo que ele tinha a dizer. — Não és tão diferente daquele que conhecemos, embora seja deveras primitivo.

Durante o diálogo, Thor finalmente diminuiu um pouco da atenção no antigo inimigo para que olhasse o cenário ao redor. Havia cadáveres por perto, muito próximos de Hela. Juntando os pontos, não demorou para o Deus do Trovão perceber que algo de errado havia acontecido ali.

“Tanto faz”, pensou o nórdico. “Sou Thor, o portador do Mjölnir, e não um coveiro ou policial”.

Uma questão importante foi levantada pelo deus dos mortos, deixando o loiro guerreiro preocupado. Se ele existia nessa nova Midgard em um corpo diferente, assim como Hela, era plausível que os demais deuses de Asgard se encontrassem em avatares distintos nesse reino transformado. Principalmente o brincalhão, o deus de muitas faces e formas, Loki.

— Tu és o primeiro que encontrei — respondeu com sinceridade.

Houve um momento de silêncio, como um luto pela saudade do passado que jamais voltaria, pelas famílias tão desunidas que agora nem mesmo os laços de sangue eram os mesmos. Thor jamais foi irmão de Loki, mas sempre o considerou como tal, apesar de tudo que o trapaceiro aprontou ao longo dos séculos. Agora, nessa nova realidade, os dois nunca se conheceram. Talvez fosse por causa da falta de Odin, aquele que unira suas histórias em um mito que teria fim somente no Ragnarok. Quiçá o Fim dos Mundos tenha ocorrido e esse seja o recomeço, onde os deuses nascem no reino dos humanos.

A voz do novo receptáculo da soberana dos que morrem sem honra, provou ser igual a de sempre, um incômodo para aqueles que buscam somente o silêncio. Com sua magia sombria, o deus-monstro tirou almas de seu descanso para servirem como soldados e os ordenou que atacassem o ex-filho de Odin.

— Entregar-te-ei uma doce memória dos tempos antigos, Hela de Helheim — vociferou Thor enquanto suas pernas eram presas por raízes negras —, com o sabor do uru!

Mjölnir foi segurado pela alça na ponta de seu cabo para que pudesse assim ser girado em alta velocidade. Enquanto isso, o deus guerreiro usava um pouco de sua força para se livrar das plantas que lhe prendiam no solo.

Reerguidos se aproximavam do deus, prontos para atacá-lo com mãos em decomposição e maxilares soltos. Alguns caíram apenas para o vento que o martelo mágico de Thor fazia, outros precisaram perder suas cabeças para o impacto dos golpes daquela arma.

Quando se libertou das raízes e voou para alguns metros longe do chão, as pupilas azuis do deus começaram a faiscar voltadas para a direção de seu adversário. Não se deixaria enganar por palavras bonitas uma outra vez.

— Pelos velhos tempos — disse Thor ao erguer seu martelo antes de descer rapidamente, buscando golpear Hela com um ataque potencializado pela velocidade da queda e o movimento de meio círculo para trás do ombro, fazendo com que uma ponta de Mjölnir acertasse o meio do abdômen do deus da morte. Aquele ataque, além de tirar do alvo por acertar seu diafragma, o lançaria para longe se fosse humano, mas, sendo esse um deus nórdico, seria apenas derrubado para alguns metros de onde se encontrava. — Não sou o mesmo Thor de outrora, Rei sem Reino. Então não provoque a mim, assim tu terás mais tempo para desfrutar do reino dos vivos antes de voltar à Helheim, onde não governas mais.
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Re: ∆ the thunder storm and the death breath

Mensagem por Varkham Stark em Sex Abr 21, 2017 3:13 pm



facing the son of the storm

Por um momento a curiosidade floresceu dentro da figura imponente de Hela. Não havia um Odin para impedi-la de alcançar seus objetivos ou lhe dar regras e ordens, não haviam castas de deuses e seres que poderiam querer acabar com ela. Era a tão sonhada liberdade que a deusa da morte sempre desejara! Restava-lhe apenas Thor, mas eis que o mesmo parecia não ter mais a nobreza de outrora, dada a diferença notável em sua aura relacionada a sua personalidade e emoções. Bárbaro, talvez menos honrado que um mercenário ou um pirata, era assim que Varkham conseguia enxergar a índole diferenciada de Orion. Sorrindo, Hela cruzou os braços e analisou os comportamentos do velho e guerreiro Thor, já sabendo que ele a atacaria cedo ou tarde.

Assim que o martelo veio em sua direção, o loiro sorriu de canto e formou seu plano. O martelo atingiu violentamente Varkham, seu corpo atingiu o solo, quebrando e rachando boa parte do solo de concreto do cais, e engolindo em seco, Varkham mudou lentamente de forma, assumindo a antiga forma de seu oponente, Thor. Sorrindo, Hela acariciou os ombros do asgardiano e beijou-lhe a bochecha, por detrás do mesmo, andando calmamente de mãos para trás do corpo, parecendo divertir-se.

— Pelo visto tanto meu pai quanto eu continuamos a ter nossa vocação de irritá-lo e enganá-lo. Minha intenção não foi irritá-lo, considere esta pequena luta e ilusão como... um “olá”, umas boas-vindas minhas. Sabe que sempre fui excêntrico, não é, Thor? Pois bem, desejo-lhe boa sorte, filho de Odin, o deus morto ou desaparecido na vastidão do universo. Que nossos caminhos se cruzem em paz. — Com um ar superior em seu sorriso, Hela acariciou as madeixas do loiro e o beijou nos lábios rapidamente, sugando apenas um pouco de sua energia vital, o que para o filho de Odin doeria como uma leve agulhada nos lábios.

— Até mais ver, deus do trovão. — Hela entrou em seu carro, acelerando e indo embora.



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Re: ∆ the thunder storm and the death breath

Mensagem por Orion Proudmoore em Sex Abr 21, 2017 6:23 pm

antiga inimiga ou novo amigo?
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Como era de se esperar, Mjölnir acertou o alvo, lançando o corpo do deus dos mortos no solo que se rachou apesar de ser feito de concreto. Os materiais de Midgard não eram feitos para suportar batalhas de deuses, obviamente. O rasgo produzido no chão terminava com Hela deitado, abalado pelo ataque. Resultado esperado foi alcançado, uma espécie de aviso doloroso e não letal. Todavia, algo de errado ocorreu. Thor apenas deixou um pouco do ar de seus pulmões escaparem em surpresa, sem tempo de perguntar o que havia acontecido.

Diante de seus olhos, o avatar da soberana de Helheim desapareceu igual a uma névoa brilhante que se esvaiu com o tempo. Magia. Não era preciso ter memória de sua vida passada — o que Orion não tinha — para saber que aquilo era uma ilusão, um truque. O feiticeiro ainda se explicou, fez referência ao progenitor, o filho dos gigantes de gelo que foi criado por Odin. A trapaça deveria correr nas veias daquela família monstruosa, mesmo em universos diferentes.

— Vá para Hel! — vociferou o Deus do Trovão em um momento irritadiço, tudo por causa do que o nome Loki parecia trazer à tona de seu interior. Os dois herdeiros de Asgard, agora não mais deuses ou gigantes, nem príncipes ou imortais, poderiam mudar quanto o multiverso quisesse, mas jamais conseguiriam escapar o destino de serem inimigos.

Após um beijo doloroso — alguma espécie de feitiço menor, sem dúvidas — o receptáculo da deusa dos mortos deixou o deus guerreiro, entrando em um carro. Thor não se importou, deixou que ele seguisse seu rumo enquanto seus destinos não se cruzassem. Até esse dia, o deus esperava não ser pego de surpresa outra vez por memórias tão incômodas em carne e osso.

Girando seu martelo, Thor ergueu voo para longe dali. Precisava verificar se seu prédio estava seguro, sem mais ladrões ignorantes tentando levar seu dinheiro.
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Re: ∆ the thunder storm and the death breath

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