∆ a god among aliens, Narrada P/ Orion Proudmoore

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∆ a god among aliens, Narrada P/ Orion Proudmoore

Mensagem por Sandman em Sex Abr 21, 2017 8:01 pm

a god among aliens
Sobrevoando o céu noturno de Nova-Iorque, Thor, o poderoso deus do trovão admirava os edifícios pequenos debaixo de si. A noite havia sido longa; o loiro de longas madeixas assassinara uma gangue inteira que ousava mexer com seus negócios, atraindo inúmeros raios e criando uma tempestade que destruiu não só a sede de toda a máfia, como também seus membros. Sem sombra de dúvidas o novo deus do trovão era apenas um mínimo reflexo do que outrora fora. Uma luz azulada de repente surgira à frente do loiro, fazendo-o tentar proteger-se com o auxílio de sua mão que segurava seu martelo. Então, fitando os prédios e ruas abaixo, tudo ficou escuro.

Abrindo seus olhos, tudo o que Orion pôde enxergar foi a figura azulada e alta do alienígena Kree. Ele poderia não saber das raças alienígenas existentes, mas eles sabiam sobre os humanos mais do que eles próprios. Eram criaturas inteligentes, sorrateiras e munidas de tecnologia que a humanidade nunca conseguiria dominar, mesmo em mil anos. Inesperadamente, um segundo alienígena veio com uma enorme seringa, perfurando sua pele, o que o surpreendeu (dada a resistência sobre-humana da pele da deidade ali indisposta e bêbada), retirando seu sangue e conversando com o outro em uma linguagem que, graças aos poderes de Thor, ele conseguira interpretar.

"O sangue dele provavelmente nos ajudará. Leve-o e duplique-o com nossas máquinas. Já fizemos o exame retal, coletamos esperma, analisamos sua temperatura e coletamos fios de cabelo, prosseguiremos para o próximo estágio." Falou o outro Kree, um pouco maior e de um tom de azul mais escuro. De repente as luzes começaram a dançar no campo de visão de Thor, até o mesmo despertar por completo numa sala escura com uma parede de vidro que dava ampla visão do planeta Terra ao longe e do Sol, assim como a Lua, um tanto quanto próxima.

A sala tinha nada além da maca comprida na qual o homem nu estava, e a mesma flutuava a mais ou menos um metro e meio do solo. As paredes, o chão e o teto eram todos num tom cinzento/branco neutro, à sua frente havia apenas a porta dupla automática, cuja passagem era cedida somente àqueles que possuíam os genes Kree para a identificação no pequeno monitor tecnológico. Antes de tentar socar a porta ou procurar por seu precioso Mjölnir, eis que um aparato flutuante de cor prateada com um olho vermelho pisca em tons de roxo, emitindo um som alto e irritante. O objeto transformou-se então num robô de aproximadamente dois metros, alterando o metal a níveis alarmantes, transmutando-se num verdadeiro gigante.


∆ Observações

● Narre o que fez para estar onde estava no início da missão e como foi a sensação de ser abduzido.
● Acordará e ouvirá a conversa dos dois alienígenas, porém não conseguirá realizar qualquer ação devido a fraqueza.
● Poderá chamar o seu Mjölnir, porém o mesmo demorará aproximadamente dois minutos e meio para chegar até você.
● Deverá lutar contra o robô e destruí-lo, assim que o fizer, dois guardas entrarão quando a porta se abrir.
● Poderá lutar contra ambos ou tentar passar por eles de alguma forma e passar pela porta que demorará aproximadamente cinco segundos para se fechar de novo. Ficará à sua escolha.
● Caso decida lutar contra os dois guardas, terá de matá-los. Assim que terminar, prosseguirei.
● Caso fuja, haverá duas direções para as quais seguir: esquerda ou direita, independentemente de sua escolha, o final terá uma porta, e aí encerrá sua ação.
● Você possui cinco dias de prazo, assim como eu. Caso haja complicações em off, poste no devido tópico.
● Ponha todos os seus poderes, nível, perícias, especialização, velocidade, percepção e atributos em spoiler ao final da postagem.
● Tente usar um template que não estreite demais sua postagem de forma que pareça comprida.
● Boa sorte e bons sonhos.


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Re: ∆ a god among aliens, Narrada P/ Orion Proudmoore

Mensagem por Orion Proudmoore em Sab Abr 29, 2017 7:16 pm

2∞&⇨
deuses da guerra só oferecem uma coisa
Desde o começo, o mundo é dividido em uma hierarquia. O inanimado, sem vida, é colocado como inferior à vida. O unicelular é dito como inferior ao pluricelular em questões biológicas. Os primatas são mais fracos, inferiores, que os dinossauros. Os dinossauros são inferiores ao meteoro. Quem nasce longe do dinheiro e sangue respeitável, é inferior aos que pertencem a alta classe, a realeza, os burgueses, os escolhidos que escolhem tudo para as próprias vidas e dos outros que não fazem parte de sua casta.

“Sempre há um peixe maior”, diz a expressão.

Realeza, dinheiro e fé, unindo tudo isso, resulta-se em algo maior, superior: um deus. E não qualquer um. Thor, Deus do Trovão, Portador do Mjölnir, Não Mais Filho de Odin, Presidente de Valhalla Enterprises e um candidato a Rei do Crime de Nova Iorque. Com um pouco mais de tempo, seus títulos serão maiores em número quando comparados com a Mãe dos Dragões de Game of Thrones (uma das séries preferidas do protagonista dessa história). Exterminador de Mafiosos era mais um que poderia ser acrescentado.

Durante sua ascensão no mundo corporativo, Thor deixou bem claro a todo criminoso conhecido na Nova Capital Mundial que aniquilaria qualquer um que ousasse atrapalhá-lo. Nem todos aceitaram bem de início, por isso muitos tiveram seus crânios esmagados para servirem de exemplo. O que, recentemente, mostrou-se pouco eficaz.

— Por favor, por favor, por favor. Prometo que nunca mais cê vai me ver, não vou mais te irritar — disse o último sobrevivente de uma gangue que ousou mexer com Valhalla. — Até saio de Nova Iorque se tu quiser!

Orion Proudmoore, o atual presidente da empresa que saía da base da pirâmide do capitalismo para se aproximar cada vez mais do topo, ansiava pelos poderes que conseguiria ao conseguir mais dinheiro. Não era algo que um martelo mágico poderia produzir, então precisava da empresa. Como Thor, ele garantia que ninguém o impediria de alcançar tudo que quisesse. O sobrevivente não seria uma exceção.

— Posso te dar o que quiser. Posso trabalhar para você como alguém infiltrado no crime, ou… ou o que quiser que eu seja — suplicou o homem mais uma vez, o que não adiantava. Ele estava ajoelhado perante um deus, mas apenas pedia, apenas negociava. Deuses não negociam.

O criminoso foi erguido por uma mão de Thor que segurava o pescoço do criminoso. Com a outra mão livre após deixar seu martelo preso na cintura, o nórdico apertou as costelas do lado direito daquele homem indefeso. Gritos de dor não foram poupados, principalmente no momento que o som típico de ossos se quebrando despertou um pouco de interesse do loiro no que fazia.

Se alguém reparasse o bastante nele, notaria que, em grande parte do tempo, ele está em um estado robótico. Cumpria seus afazeres com maestria, como sempre, mas não parecia dar atenção a eles. Meditabundo por causa de como sua vida estava. Se não fosse um deus — ou não acreditasse que fosse —, talvez não fosse capaz de suportar o que sentia e, em pouco tempo, enlouqueceria. Faltava-lhe interesse por viver.

— ...de uma puta. — Foi o que Thor conseguiu ouvir ao sair de seu devaneio, assim finalizando sua experiência com ossos humanos depois de apertar o tórax do último da gangue que ainda respirava.

Mais uma vez, após mais de meia dúzia de assassinatos em menos de uma hora, Thor se incomodou com o que sentia ao fazer aquilo e que não era prazer, ou satisfação. Ele sentia indiferença.

•••

Ao deixar o esconderijo nada escondido dos falecidos que se puseram no caminho de Valhalla Enterprises, o Deus do Trovão optou por voar durante a noite. Cruzar o céu noturno de Nova Iorque foi uma das melhores experiências que ele teve quando Mjölnir o encontrou. Há estrelas além das nuvens no céu e incontáveis pontos luminosos na cidade abaixo delas, quase como se, tanto no céu, quanto na Terra, houvesse estrelas brilhando, prontas para serem admiradas por aquele deus.

Infelizmente, a sensação agradável de sobrevoar os arranha-céus não era mais igual a antes. Nada mais era como antes, pois ele deixou de ser virgem em tudo.

Ou ele pensava assim, até que foi tomado por uma escuridão e um sono que o apagou antes de poder pensar em procurar a causa.

Quando despertou, não possuía força suficiente para mover nada além de seus olhos. Sentia-se confuso, perdido, fraco. Ele tentou se lembrar de ter bebido muito ou usado alguma droga, mas não lembrou de nada e, além do mais, ele era incapaz de ficar embriagado. Mesmo assim, era como parecia estar.

Em pouco tempo, começou a distinguir o que enxergava, logo que o foco de sua vista permitiu. Próximo dele, havia um homem, mas não era humano. Aquele ser era azul e não vestia roupas que Orion reconhecia como de Midgard. Com uma seringa, ele perfurou a pele do deus inofensivo e retirou uma quantidade de sangue que ficou fora do campo de visão do loiro.

“Onde estou? O que tu fazes com meu sangue, homem-azul? O que usaste em mim?”, tentou Orion perguntar, mas sem sucesso. Conseguia fazer nada além de assistir e ouvir.

Pela primeira vez em muito tempo, sentiu nojo. Se aquelas criaturas haviam feito o que diziam, então o deus guerreiro talvez ainda pudesse ter pesadelos. É claro, se sobrevivesse ao próximo estágio que o alienígena mencionou e, também, se conseguisse dormir sem ser através das drogas que aplicavam. Antes de perceber, apagou mais uma vez.

•••

A Terra, o planeta, era o papel de parede de uma grande parede do lugar onde Orion acordou. Já conseguia se mexer, reparou depois de se levantar de uma maca que flutuava com tecnologia extraterrestre. Depois de observar por mais tempo ao reino de Midgard no fundo, surpreendeu-se com o erro que havia cometido. Aquilo não era um papel de parede, e sim o próprio planeta. Além dele havia também o Sol no fundo e a Lua, mais próxima que de costume.

“Eu estou em um OVNI”, Thor lembrou da sigla muito usada em sua época para espaçonaves. “Que criatura me abduziu? Hm, homens azuis…”, tentou recordar todos os graus de contato que teve. “Sangue, seringa…”. Com a mão, tocou a parte do braço de onde havia a memória de ter sido perfurado para uma coleta. Isso significava que, de fato, não se tratava de humanos tentando se vingar dele ou fazer experiências como de costume. Eram seres de outro reino, algum que não conhecia e que dispunham de materiais capazes de feri-lo. Portanto, uma ameaça.

Na sala em que o deus se encontrava, havia uma porta dupla com uma espécie de leitor avançado que, após um teste, não permitia a saída dele por vontade própria. Era o esperado. Então, antes dele provar que não precisava de arma ou roupa — visto que se encontrava como veio ao mundo — para abrir uma porta, eis que um aparelho metálico inicia um show de luzes roxas e um som estrondoso. Em uma espécie de mágica, para os olhos do deus, aquela máquina iniciou uma transformação que o deixou na forma de um gigante de metal.

“Onde está Mjölnir?”, perguntou-se o Deus do Trovão ao se deparar com aquela situação.

— A mim, Mjölnir — ordenou seu Portador, mas nada ocorreu. Deveria estar em Midgard, Nova Iorque, onde estava com ele antes de ser levado para fora da atmosfera. Levaria um pouco de tempo para chegar ao espaço. Orion decidiu que não esperaria parado.

Sem esperar um convite formal, o nórdico saltou para acima de seu Golias Metálico. Confiava muito em sua força para chegar a pensar que precisaria se esforçar para garantir sua vitória. Um golpe ou dois seriam o bastante. Mas não foram nada além do suficiente para amassar um pouco as placas de metal. Sua arma ajudaria a acabar com aquilo mais rapidamente, mas não podia aguardar e correr o risco de ser embriagado uma segunda vez. Por isso, quando o golem extraterrestre o segurou com uma só mão, o guerreiro desarmado decidiu pôr uma ideia em prática.

Esticando as pernas para a frente, deixando os únicos membros livres em paralelo com o braço do Golias, fez um movimento em tesoura para usar seus calcanhares para desmembrar aquele forte oponente. E funcionou. Sem estar conectado ao restante do corpo, o braço soltou suas garras que estavam prendendo o deus. Livre e agora armado de um braço feito de um material resistente — embora não mais que uru —, Thor se sentiu ainda mais confiante de que antes. Precisou somente desviar de um segundo ataque da máquina para poder acertá-la com seu próprio membro arrancado. O centro dela de onde saíam suas luzes e barulhos, foi o ponto penetrado pelas garras da arma do forte guerreiro.

Orion estranhou uma finalização que não o banhava em sangue.

Antes que pudesse retomar ao soco que ofereceria a passagem bloqueada, a porta dupla se abriu para dois seres de pele azul. Era uma chance que não podia perder. Thor se esvaiu entre as criaturas, buscando não lutar outra vez sem antes conseguir seu martelo de volta. Todavia, não deixou de tentar um empurrão em cada um enquanto passava entre eles, buscando que assim caíssem no chão e não o seguissem muito rápido.

Poucos segundos depois de deixar sua cela, a porta se fechou sozinha. Precisou optar por uma direção para seguir; pela direita ele voltou a correr. Não havia muito o que pensar, pois não conhecia aquele transporte, qualquer lugar poderia ser tanto perigoso quanto seguro.

O som de paredes sendo atravessadas pôde ser escutado pelo nórdico. Mjölnir estava a caminho e agora tinha uma nova porta na frente de seu portador. Quando os dois se unissem outra vez, não restariam bloqueios naquele lugar capazes de impedi-los de prosseguir.

Informações:
Nível 10
Velocidade: 100m/s [+5]
Percepção: 200m/s [+5]
Poderes:
i. SUPER-PODERES:

FORÇA DIVINA é a forma adequada de se dizer que Thor é muito mais forte que qualquer ser humano comum ou asgardiano. Além de ser o Deus do Trovão, é também o Deus Asgardiano da Força, o que deixa evidente a sua vantagem física em comparação com os demais habitantes de Asgard.

Apresenta INVULNERABILIDADE às doenças humanas, toxinas, venenos, corrosivos, fogo, eletrocussão, asfixia, envenenamento por chumbo e radiação, e ainda tem imunidade ao calor e temperaturas abaixo de zero. Explosões de estrelas, disparos diretos de Odin ou a gravidade de uma estrela de nêutrons não são capazes de produzir danos fatais ao deus.

A SUPER-VELOCIDADE de Thor o faz capaz de se mover em velocidades extremas, podendo assim voar até o Sol em questão de poucos minutos. Ele consegue lançar Mjolnir em várias vezes mais rápido que a velocidade da luz. Pode-se afirmar que ele é tão rápido quanto os relâmpagos que conjura.

RESISTÊNCIA SOBRE-HUMANA o permite prender a respiração por um período grande de tempo e também é capaz de batalhar no pico de suas habilidades durante meses sem se cansar.

SUPER-SENTIDOS permitem enxergar objetos velozes na borda do sistema solar ou escutar um grito do outro lado do planeta.

O FATOR DE CURA de Thor o faz capaz de curar a maioria das lesões muito mais rápido do que um ser humano poderia. Regenerar um fígado ou pulsos quebrados — em questão de horas —, não é impossível para ele. Todavia, membros perdidos não podem ser regenerados.

SUPER-RESPIRAÇÃO permite produzir ventos com a força igual a de furacões.

Para exercer seu VOO, o uso do martelo não é necessário.

AUTO-SUSTENTAÇÃO permite sobreviver no espaço sem ar, água, comida e sono.

ELETROCINESE permite manipular quantidades absurdas de energia elétrica. Thor é capaz de conjurar raios para sua arma e direcionar um disparo, ou simplesmente ordenar que raios caíam em algum alvo. Não é necessário haver alguma eletricidade para controlar, Thor é capaz de produzir a própria energia das mãos nuas.

MANIPULAÇÃO DE CHUVA é mais uma das habilidades que Thor também não precisa do Mjolnir para fazer uso.

LÍNGUA UNIVERSAL permite que Thor se comunique com qualquer ser do universo, ou seja, ele é compreendido e compreende todos.


ii. HABILIDADES:

VONTADE INDOMÁVEL de Thor o permite enfrentar qualquer inimigo sem que recue quando se encontra em desvantagem ou com medo.

ESPECIALISTA COMBATENTE: Um fato pouco conhecido sobre Thor é que ele não só é conhecido ao longo da história como o Deus nórdico de trovão e força, mas também de guerra. Desde o nascimento, ele foi preparado para ser o melhor guerreiro de Asgard. Ele demonstrou proficiência em combate corpo-a-corpo, combate aéreo, espadachim, mace empunhando, lançando martelo e lutando. Sendo um Deus da Guerra, ele dominou vários estilos de luta (históricos e modernos) tanto de Asgard como da Terra.

MENTE RESISTENTE a ataques psíquicos, leitura da mente e até ilusões.
Perícias:
i. ARMAS BRANCAS, pedagogo;
ii. MIRA, pedagogo;
iii. CORPO A CORPO (Krav Maga); pedagogo;
iv. RESISTÊNCIA A TORTURA, calouro;
Especialização e atributos:
Atacante

FORÇA - 20
INTELIGÊNCIA - 20
RESISTÊNCIA - 20
AGILIDADE - 10
VIGOR - 20
CARISMA - 20
Arma:
MJOLNIR — Mjolnir é uma arma simbólica de Thor, um martelo forjado a partir de metal Uru, cujas principais propriedades são a durabilidade, a capacidade de manter o encantamento, e absorver energias. Mjolnir em si já é extremamente durável, e combinado com os vários encantamentos colocados sobre ele por Odin, é ainda mais difícil. Sobreviveu ao calor tão extremo quanto o coração do Sol, e explosões poderosas o suficiente para destruir planetas.
vitu

_________________




Proudmoore
god of thunder

Deixado para morrer sangrando na neve por conta de seus pecados na comunidade, sofreu de uma reviravolta em sua história quando um martelo o escolheu para passar os poderes do Poderoso Thor.

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Re: ∆ a god among aliens, Narrada P/ Orion Proudmoore

Mensagem por Sandman em Qua Maio 03, 2017 2:23 pm

a god among aliens
Ainda à deriva completamente perdido na espaçonave gigantesca em suas cores cinzas e brancas, Orion teve de lutar bravamente contra o enorme robô e conseguiu vencê-lo com toda a sua habilidade e agilidade, arrancando o braço do monstro e enfiando em seu peitoral, destruindo-o, enquanto seu precioso martelo não retornava para seu merecido dono. Passando por dois alienígenas azulados ao empurrá-los, o loiro encontrou-se indo para a direita, ignorando assim a direção esquerda a qual o levaria a central de comando recheada de inimigos, o que fora uma grande sorte. Indo para a direita, a porta encontrava-se aberta, e com certa estranheza, o loiro encontrou-se num longo e comprido corredor com uma luz branca ofuscante. Assim que passou pelo corredor, a porta atrás de si fora fechada, assim como a que estava logo a sua frente. As luzes diminuíram e um feixe de luz azul veio em sua direção, fino e na altura de sua cintura, logo à sua frente.

Eram raios-lasers. Tendo de desviar dos raios que vinham em diferentes posições complicadas, Orion teve de usar ao máximo toda a sua agilidade, flexibilidade e sentidos aguçados para desviar de todos os feixes fatais azuis que vinham em sua direção, até que depois do décimo terceiro, as luzes voltaram à iluminação forte de antes e a porta logo a frente se abriu. O local era bastante diferente do visual tecnológico, parecendo mais uma sala subterrânea das usinas, onde haviam enormes canos antigos e escuros, pouca iluminação e muito barulho de motor e máquinas operando. Os dois alienígenas anteriormente empurrados apareceram portando metralhadoras tecnológicas, porém largaram as mesmas e avançaram no intuito de deter o deus do trovão, assim como três trabalhadores daquele local tão quente e imundo.

Antes mesmo de lutar, o som de metal sendo amassado pôde ser ouvido por todos, enquanto o Mjölnir voltava para a mão de seu dono, ocasionando a explosão de um enorme caldeirão que provavelmente fornecia algo muito valioso para os alienígenas, vide o espanto deles.

”Nosso líquido precioso fora posto em risco! Matem o deus!” gritou um dos guardas, apontando seu longo dedo azul e esquelético na direção do nórdico, partindo para a briga.


∆ Observações

● Você possui dez dias de prazo.
● Ponha todas as suas informações do Arquivo Morto em Spoiler.
● Terá de lutar contra os dois guardas e os três trabalhadores irritados. Obviamente, os guardas apresentam mais agilidade e força, então deverão ser abatidos ou desacordados por último.
● O enorme caldeirão que foi atingido pela explosão causada pelo Mjölnir assim que bateu na nave possui dentro um líquido de uma cor rosa-escuro, de origem desconhecida e valor inestimável. Os Kree protegerão com unhas e dentes tal líquido, assim como a sua tecnologia.
● Assim que acabar com os alienígenas, o líquido começará a vazar e queimará os corpos dos Kree, entretanto você perceberá que tal componente misterioso irá revitalizá-lo, sendo milagroso.
● Boa sorte e bons sonhos!



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Re: ∆ a god among aliens, Narrada P/ Orion Proudmoore

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