He wanted her, she'd never tell

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He wanted her, she'd never tell

Mensagem por Cole Serwyn-Nostrand em Dom Abr 23, 2017 11:27 pm

He wanted her, she'd never tell
A roleplay é iniciada pelo post de Cole Serwyn-Nostrand, seguindo por Abigail Høds. Fagerbakke. Estando, portanto, FECHADA para os demais. Passando-se esta em treze de janeiro do ano de 2016, no apartamento da fagerbakke. O conteúdo é LIVRE. Atualmente, as postagens estão EM ANDAMENTO.



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Re: He wanted her, she'd never tell

Mensagem por Cole Serwyn-Nostrand em Seg Abr 24, 2017 12:05 am

 
needed to come back down to earth.
Os noticiários me anunciaram como uma espécie de objeto intergaláctico, cruzando e rasgando os céus conforme voava e a energia envolvia-me. Não posso negar, assemelhava-se mesmo a um cometa, principalmente ao fato de como foi a aterrissagem; brusca. Não tive controle do freio em meio a prática, então, a grotescas velocidades, me joguei, ou fui jogado, no solo de um lugar reservado. A fricção do físico no solo, sendo arrastado por ele, até que o voo perdesse aceleração, rendeu-me algumas lacerações. A passagem foi impedida por uma árvore.

"Ai, minha cabeça." Mentalmente, além de inconsciente, falei comigo. De meus devaneios eu entendia com perfeição, já que estes foram, por muito tempo, única "pessoa" com quem podia falar. "Porra." Nem sabia o que significava essa, no entanto, achei que seria adequado aplicar a circunstância; de fato, não foi aprendizagem própria, a "mensagem" foi transpassada por aquele que é meu "criador", ou a minha versão original. Às vezes, quando cerro as pálpebras, como nesse instante encontrava-me, tenho acesso à perspectiva dele, por conta da nossa ligação memorial. Ou melhor, da minha conexão com ele; só eu tenho, pelo o que sei.

Não sei ao certo o lugar em que usei de pista, exceto de que deveria ser em meu destino. Desde o momento em que saí daquele cubo, explodi tudo e fugi da nação japonesa, meu objetivo era a cidade de Nova Iorque. Meus motivos para ir até lá é tão claro quanto à água: encontrar Archibald Forchhammer, aquele com a aparência idêntica a minha. Na real, possuo isso, pois criado tempos depois do mesmo. — Ahn? — O céu cinzento, relançando gotas sobre mim, não era mais o mesmo. De uma maneira ou outra, o lugar em que me era visto, este não era o mesmo de outrora. Encarei o teto acima dos olhos. Era um teto de casa, mesmo.

O tato me fazia desfrutar do ardor dos hematomas, proeminentes da caída. Com dificuldade, sentei-me sobre a cama. Avaliando-me visualmente, pude reparar que estava seminu. Porém, isso não era razão para me preocupar, agora. Os palmos tocaram os joelhos. Apoiei-me por ali. Fazendo uma longa inspiração, cultivei energia cinética em meu interior. Ao mesmo tempo em que o fazia, cada machucado foi sanado. Abri as pálpebras — as tinham fechados para "meditar" —, onde percebi olhos a me fitar. — Oi? — Nunca vi-me assim, infiltrado em situações semelhantes, logo, não sabia o que dizer ao certo. E, sem desviar, permaneci a contemplar aquela que posso chamá-la de salvadora, aparentemente. Fixamente, estabeleci o olhar nos globos alheios, tão translúcidos como os meus, transmitindo um brilho meio perolado. — O que aconteceu? — Para confirmar os pensamentos, indaguei sobre.

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