∆ three girls in trouble, Narrada Fácil P/ Elizabeth Cass

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∆ three girls in trouble, Narrada Fácil P/ Elizabeth Cass

Mensagem por Sandman em Seg Abr 24, 2017 10:03 pm

∆ three girls in trouble
A luz forte do sol clareou o ambiente fétido e atingiu os olhos fechados da jovem cantora com tanta força que fez a jovem Elizabeth abrir os olhos. Assim que soerguera a mão tapando a claridade em sua face, o sangue. Onde estava? O local ao seu redor era simplório, cheio de buracos e sujeiras antigas nas paredes com uma cor desbotada que um dia foi um belo verde-escuro, o solo estava cheio de pedaços de comida apodrecida, latas de comida em conserva e a garota estava deitada num pedaço de colchão velho e fétido, com um cheiro de mofo que quase fez o intestino da garota expulsar toda a comida. O cômodo onde ela estava era uma cozinha, havia uma pia com água potável para a sua sorte e um fogão velho ao canto, um enorme buraco na parede que dava para o local onde ela anteriormente estava e em em seu bolso da calça estava um bilhete. Ao abri-lo apressadamente, Elizabeth pôde ouvir o som de chutes na porta.

"Olá, sou eu novamente, Blurryface. Fuja pelo buraco que eu abri na parede, ele vai dar numa escadaria de incêndio. Em hipótese alguma fuja pela porta da frente, tem uns caras na cola da gente. Assim que der no beco, atravesse a rua e um quarteirão depois se verá numa loja de chás chineses na esquina. Chegue ao senhor e informe que está lá 'para matar o ventre do dragão'." Dizia o bilhete, até que de repente o som de chutes na porta frágil de madeira deixou a garota em estado de alerta.


∆ Observações

● Narre onde estava e como você apagou do nada, acordando no apartamento do início desta missão.
● O buraco de onde vem a luz dá numa escadaria de incêndio do lado de fora do prédio. Lá fora estará numa zona aberta, próximo de uma ponte no bairro de onde está.
● No beco de onde você fugirá haverá um cadáver, e em um flash rápido verá a si mesma matando o rapaz de vestes surradas.
● Irá até uma loja de chás chineses, onde um senhor oriental irá recebê-la gentilmente. Diga a senha informada por Blurryface e espere minha narração.
● Você possui sete dias de prazo, assim como eu. Caso haja complicações em off, poste no devido tópico.
● Ponha todos os seus poderes, nível, perícias, especialização, velocidade, percepção e atributos em spoiler ao final da postagem.
● Tente usar um template que não estreite demais sua postagem de forma que pareça comprida.
● Boa sorte e bons sonhos.


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Re: ∆ three girls in trouble, Narrada Fácil P/ Elizabeth Cass

Mensagem por Elizabeth Cass em Sab Abr 29, 2017 4:43 pm


Three sides


4:30 a.m. - Blurryface -

Eu era um pouco neurótica com sempre fazer as coisas a noite. Quase sempre que eu assumia, o sol não estava iluminando os nossos cabelos azuis. Era madrugada, porém ainda assim, era melhor fazer as coisas enquanto o sol não estava a mostra para nós. Seria no mínimo estranho, fazer meu serviço enquanto pessoas poderiam me olhar de qualquer lugar. A noite era para poucos. Ellie e Elizabeth sabiam disso também. Ellie provavelmente ficaria frustrada por ter perdido mais uma noite de sono tranquilo por minha causa, e Elizabeth ficaria irritadíssima por eu estar arriscando a carreira musical mais uma vez. Não era como se eu realmente controlasse minhas ações quando estava tão perto de alguém com batimentos cardíacos instáveis que quase pediam para que eu enterrasse uma lâmina em seu pescoço. As habilidades com artes marciais que tínhamos conquistado enquanto éramos uma única pessoa eram bem úteis. Eu era o que poderia ser considerado a parte mais sombria da personalidade de Elizabeth Holstein Cass. Das três, eu era a única que me sentia feliz por matar. Me saciava, junto de meus desejos mais sombrios e as partes mais profundas de quem sou. Aquele passeio noturno em nada me desagradava.

6:30 a.m. - Ellie -

Acordei sentindo o cheiro pútrido de mofo. O sol batia em meu rosto como se quisesse dizer para que eu deixasse de ser preguiçosa e acordasse de vez. Sentia meu corpo dolorido e cansado. E não reconhecia o local onde eu estava. Levantei minha mão para tentar tapar um pouco da claridade que chegava a machucar meus olhos. Sangue. Aquele rubro vermelho forte manchando minhas mãos novamente. Imaginava que alguma lâmina deveria ter saído dali, mas não fazia a mínima ideia de quem era o sangue. Novamente Blurryface deveria ter feito algo... Levantei-me daquele colchão fino e fedido, tentando olhar ao meu redor. O local tinha um cheiro muito desagradável. Os buracos na parede de tinta descascada indicavam marcas de balas. Imaginava que aquilo não deveria ter sido feito por mim, pelo menos. A comida estragada no chão e o colchão onde antes eu dormia eram muito nojentos. Senti um nó se formando no meu estômago. Por sorte não vomitei, já que saí do quarto a tempo. Me deparei com uma espécie de cozinha velha e fui em direção a pia. Liguei a torneira e dela saía água potável. Ao menos alguma coisa boa naquele inferno. Esfreguei minhas mãos até o sangue sair delas e peguei um pouco de água para lavar meu rosto.

Olhei-me em um pequeno reflexo que conseguia ter no vidro sujo e quebrado da janela da cozinha. Minha aparência estava obviamente cansada, porém não estava tão estranha. Apenas possuía meu rosto sem nenhuma maquiagem para me camuflar, e o cabelo bagunçado. Levei as mãos ao bolso da minha calça, procurando um elástico de cabelo, ou, meu celular. Achei o tal elástico e um pedaço de papel dobrado. Abri o papel e li as palavras escritas com minha caligrafia às pressas. Blurryface. Após ler o que aquela desgraçada tinha feito, prendi meu cabelo em um rabo de cavalo meio bagunçado. Ouvi chutes na porta de madeira e senti um nó se formar em minha garganta. Estava com problemas e tudo era por causa da personalidade psicopatia. Droga. As coisas seriam mais simples se fosse só eu e a cantora. Levei a mão ao bolso interno de minha jaqueta e por sorte achei o celular. Respirei fundo e saí pelo buraco. Como aquela idiota tinha conseguido fazer um buraco daquele tamanho? Não teria uma resposta, porém tudo que eu poderia fazer era correr pelas escadas externas do prédio. Não iria olhar para trás, apenas me concentrava para que minhas botas de pouco salto não me atrapalhassem na fuga. Ainda estava com a roupa do show de ontem a noite. Com exceção da jaqueta que não sabia de quem era.

Corri o mais rápido que pude até passar por um beco, que foi onde deu as escadarias. Vi um corpo meio maltrapilho sem vida e um nó se formou em minha garganta.

4:50 a.m. - Blurryface -

Tinha uns caras atrás de mim. Droga. Aquilo era a última coisa que eu queria. Por sorte consegui despistá-los, umas várias quadras atrás. Agora eles mal sabiam onde eu estava. Iria subir as escadarias daquele prédio velho e estaria a salvo. Ninguém nunca iria me procurar lá. Ao menos era isso que eu esperava. Continuava andando com pressa, esperando que a escuridão da noite fosse o suficiente para que eu passasse despercebida. Encolhi meu corpo na jaqueta que tinha pegado emprestado, na saída do bar em que tinha me apresentado. Era de um cara meio aleatório que resolveu flertar comigo. Após eu mexer um pouco com a cabeça dele, no sentido literal, consegui a jaqueta. Agradecia pela ótima atuação de Elizabeth no palco naquelas horas. Cheguei ao beco, que era onde teria acesso ao prédio velho. Talvez até conseguisse ter algumas horas de sono. Um homem de vestes surradas que deveria ter por volta da minha idade andou até mim, cambaleando como um bêbado. Ele começou a soltar baforadas perto de mim e falar o quanto queria que eu estivesse na cama dele. Meu estômago se revirou com a simples menção daquela possibilidade. Ele tentou tocar em meu corpo, porém no momento em que ele tocou em mim, fiz com que a ponta de uma adaga surgisse em minha mão. Com a outra mão afastei-o. E toquei em sua mão como se fosse guiar a mão dele para o lugar certo. E a lâmina atravessou sua mão.

O homem nojento deu um grito de dor e me xingou de vadia. Dei um sorriso ao ver o sangue saindo de sua mão. Queria atravessar aquilo no pescoço dele. Ele falou algo sobre querer me colocar em meu devido lugar. Talvez fosse hora de eu começar a brincar com o cérebro dele. "Não brinque com facas, querido" falei na cabeça dele, usando de minha telepatia. Ele não tinha uma boa relação com a mãe, pelo que me aparentava, ao ler algumas das memórias dele. Usaria aquilo ao meu favor. "Você vai se arrepender depois, se quebrar alguma coisa..." Falei em sua cabeça, usando o mesmo tom que a mãe dele usava nas memórias em que batia nele. Fui rápida ao absorver o suficiente para poder mexer com o psicológico dele. Um drogado de merda que tinha problemas familiares. Típico. A mãe dele costumava bater nele, e ela, também era uma viciada em cocaína e LSD. Não deveria ser uma família muito normal. "Se você der mais um passo, eu vou enfiar uma mão na sua cara." Adverti, usando da voz de sua mãe naquela mensagem que estava deixando pelo meio telepático. Ele estava parecendo atordoado. Ele olhou para mim com raiva e medo e correu em minha direção como um touro irritado. Agora era a hora em que eu usava o muay thai contra ele.

Fiz com que a lâmina em minha mão ficasse mais afiada. Continuei com ela espalmada para que eu não acabasse me cortando. Eu era magra e parecia um alvo fácil. De fato, meu vigor físico e minha força não eram coisas realmente impressionantes, porém eu passava longe de ser uma menininha indefesa. Com meu joelho desferi um golpe no meio de suas pernas assim que ele se aproximou mais de mim e logo em seguida, dei um chute forte na lateral de seu corpo. Ele caiu no chão pela dor do golpe no meio das pernas e eu resolvi que iria acabar com seu sofrimento. Ajoelhei-me em cima de sua perna, colocando o peso de meu corpo ali e enterrei minha mão em seu peito.


6:42 a.m. - Ellie -

Merda. Eu tinha o assassinado. O nó da minha garganta era de culpa. Não poderia deixar de sentir culpa quando eu matava alguém. Duvido que eu ganharia um mísero centavo por aquilo, provavelmente ele estava morto para saciar os instintos assassinos e psicopatas de Blurryface. O sangue nas minhas mãos durante a manhã deveria ser dele. Não me permiti ficar muito tempo focada naquele cadáver, pois ainda estavam atrás de mim e eu precisava sair dali o mais rápido o possível. Lembrei-me do bilhete deixado por minha parte psicopatia e doentia. Ok, certo, eu estava bem e tinha que ser rápida. Precisava chegar até a loja de chás chineses logo. Mesmo sendo cedo da manhã, as lojas estavam começando a abrir naquela quadra. Eu tinha passado boa parte da minha vida no Bronx, então não me era estranho a organização do local. Lojas simples, afinal, o bairro não era nenhuma Manhattan, com prédios luxuosos e tudo a preços que apenas pessoas muito ricas poderiam pagar. Morar em New York não era barato. Nem um pouco. Mas o Bronx era o condado mais "simples" da cidade. Na esquina daquela quadra tinha uma loja com o nome escrito em chinês. Nunca que eu ia adivinhar o que estava escrito, mas aquela deveria ser a loja de que Blurryface tinha falado no bilhete.

Entrei na loja com bastante calma, vendo se ela estaria aberta. Por sorte, estava. Assim que eu entrei, um senhor de cabelos brancos, que chegava a ser mais baixo do que eu, foi me atender. Ele era bem atencioso e aparentava ser oriental, e pedia o que eu desejava ali. Tentei me lembrar da senha que estava no bilhete de Blurryface, para poder responder sua pergunta. — Eu estou aqui para matar o ventre do dragão, senhor. — Falei com a voz meio rouca, característica de quando eu tinha recém acordado.


informações da personagem:

Poderes: telepatia (adquire: ilusionismo, rajada psiônica, controle mental, resistência mental e projeção astral) e manipulação de lâminas (adquire: armas psíquicas)

Nível 1

Atributos:

FORÇA: 8
INTELIGÊNCIA: 10
RESISTÊNCIA: 7
AGILIDADE: 5 (+5)
VIGOR: 15
CARISMA: 15

Especialização: Ágil

Perícia: Corpo-a-corpo (Muay Thai) - caloura

Vitalidade: 150 HP
Velocidade: 100m/s
Percepção: 100m/s
Ataque: 40
Defesa: 40

_________________





ELLIE



BLURRYFACE
avatar
ANTI-HERÓIS
22

Queens, New York

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Re: ∆ three girls in trouble, Narrada Fácil P/ Elizabeth Cass

Mensagem por Sandman em Qua Maio 03, 2017 3:04 pm

∆ three girls in trouble
A jovem de cabelos azuis aparentava confusão, desorientação diante dos atos hediondos de sua contraparte psicótica e perversa: a obscura e assassina Blurryface, matando apenas por matar, ofertando a morte gratuitamente. Chegando finalmente ao estabelecimento simples enfeitado com muito laranja e vermelho, um senhor agradável de fala mansa a cumprimentou e, assim que ouviu a senha, um pouco do sorriso simpático do senhor diminuiu, enquanto ele baixava a sua mão, escondendo-a abaixo do balcão, e uma porta à direita de Elizabeth abriu-se, dando para um pequeno corredor.

”Pode ir pelo ventre da besta até seu destino, Srta. Jessica.” Assentiu o senhor, unindo as palmas das mãos fazendo uma reverência, e assim que deu seu primeiro passo em direção ao corredor, o homem soerguera o dedo indicador, chamando-lhe a atenção. ”Srta. Jessica, realmente espero que não chame a atenção de seus superiores novamente com o surgimento de outra... hum, amiga. Ontem o Mestre Dragão odiou ter de lidar com uma de suas amigas sensíveis e graças aos poderes dele, ele conseguiu contornar, mas da próxima ele não será tão bonzinho. Sugiro que aprenda a controlar melhor suas amigas.” O tom do senhor era agradável e um sorriso surgia nos lábios finos, apesar da clara ameaça e o aviso sincero vindo do homem sábio.

O que estava acontecendo? Talvez essa pergunta se passasse na mente da jovem de cabelos azuis. Quem era Jessica? Sua mente agora tinha mais uma moradora? Quem seria ela? Quem era o Mestre Dragão e quem foi a personalidade “sensível” que ele “lidou”? Seria Ellie? Em meio a tantas perguntas, ao chegar ao fim do extenso corredor que cada vez mais ia para baixo, Elizabeth se viu numa sala suntuosa de piso de mármore e uma enorme mesa oval com diversos homens vestidos em ternos observando uma televisão que exibia um sádico jogo onde dois homens eram obrigados a deixarem animais comerem partes de seus corpos. O que estava na ponta da mesa oval virou-se para Elizabeth e deu pausa justamente numa cena grotesca de uma serpente engolindo o homem. Ele uniu suas mãos enluvadas, seus olhos eram vermelhos e tinham pupilas verticais como os gatos, mesmo ele usando óculos escuros – o que não fazia sentido, vide a sala subterrânea sem a presença do sol.

”Jessica, tenho apenas que agradecê-la. Graças a você conseguimos implantar uma bomba em uma instalação inimiga. Explodimos tudo! Brinde!” o homem riu enquanto erguia uma taça de champanhe, brindando junto dos amigos. Sem compreender muito bem o que havia acontecido, Elizabeth apenas teve de aceitar uma taça que lhe fora ofertada por um garçom vestido de branco diferindo do preto onipresente nas vestes dos nobres convidados.

Uma música alta demais vinda de algum disco de vinil de ópera começou a tocar, enquanto o homem de cabelos pretos aproximava-se de Elizabeth e então, inesperadamente, beijava-lhe os lábios, sorrindo para ela. Algo fez a jovem de cabelos azuis permanecer quieta, apesar dela ouvir algo vindo dela, mais precisamente, um grito alto de Blurryface. ”Armadilha, corre!” gritava insistentemente a assassina, e foi então que o homem se afastou e o garçom olhou fixamente para Elizabeth, com o dedo indicador ele pediu silêncio, apontando para o banheiro feminino, indicando que ela fosse para lá.

∆ Observações

● Você possui dez dias de prazo.
● Qualquer dúvida, MP.
● Como pode ver, decidi pôr mais suspense e investigação do que ação em si. Caso não esteja saindo como pretendia, pode mandar MP que eu posso mudar à vontade a temática.
● Poderá narrar seu trajeto, como foi a conversa com o misterioso homem oriental e como foi se deparar com a trupe de sádicos vestidos de pretos na sala subterrânea.
● Você nunca viu o garçom que lhe indicou o banheiro. Cabe a você decidir se irá ou não encontra-lo no banheiro feminino como ele pediu cautelosamente.
● Todas as pessoas no recinto lhe chamam de Jessica, incluindo o aparente líder de óculos escuros e olhos vermelhos incandescentes.
● Caso decida ir no banheiro, o garçom irá abraça-la e chama-la de Amélia, alegando que precisa lhe contar toda a verdade sobre Damian.
● Boa sorte e bons sonhos!



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Re: ∆ three girls in trouble, Narrada Fácil P/ Elizabeth Cass

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