DI SANTORO, Julian

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DI SANTORO, Julian

Mensagem por Julian Di Santoro em Ter Abr 25, 2017 10:13 am

Reencarnado




Escreva os dados


i. A NOMENCLATURA: Julian Bernardo Frost Di Santoro;
ii. COMO É CONHECIDO: Elektra;
iii. TIPAGEM SANGUÍNEA: Reencarnado ;
iv. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: 20 Anos;
v. PRIMEIRO RESPIRO: 13 de Julho de 1997;
vi. DESCENDENTE DE QUE POVO: Americano;
vii. COMPORTAMENTO: Bondade Caótica;
viii. COMUNIDADE: Herói;
ix. CARGO PROFISSIONAL: Acadêmico Do Ensino Particular da Faculdade (Faculdade Juilliard de Nova York - Dança);

Informe os atributos


i. PONTOS DE ATRIBUTO: 11-20 (40 PA);
ii. ESPECIALIZAÇÃO: Ágil (+5);
iii. ATRIBUTOS:



FORÇA: 7INTELIGÊNCIA: 8
RESISTÊNCIA: 8AGILIDADE: 7 (+5)
VIGOR: 7CARISMA: 3



Diga as perícias


i. PERÍCIAS:

i. Armas Brancas, nível Calouro;


Cite os poderes


i. SUPER-PODERES:

i. Troca de Mentes - É um de seus dons mais estranhos, consistindo em "arremessar" sua mente na de outros indivíduos. Ou seja, pode utilizar-se da mente de outros temporariamente e agir através delas ao caçar suas presas;
ii. Discernir Alvo -É uma espécie de controle mental temporário que permite que ele fareje a psique de seus alvos. Não se sabe a duração do efeito, porém, dependendo do seu nível de concentração, pode passar até dias na mente de alguém;
iii. Discernir Localização - Uma habilidade que "casa" com Discernir Alvo, consistindo em dar a ele a possibilidade de localizar sempre onde seus inimigos estão. Requer extrema disciplina e concentração;
iv. Consciência Aumentada - Consiste na habilidade de detectar uma ameaça a ele no ambiente ao seu redor antes que a ação seja cometida;
v. Comunicação Telepática - É a capacidade de se comunicar telepaticamente com indivíduos que possuem níveis similares de disciplina mental;
vi. Precognição - Ele pode ter algumas visões cognitivas e ver vislumbres de eventos futuros;
vii. Escudo Mental - É a habilidade de se manter escondido e indetectável por outros telepatas. Esta parte após usar uma técnica telepática aprendida com seu mestre em seu treinamento de combate. Elektra pode criar um escudo mental envolta de sua mente. Se mantendo escondida não apenas de outros psíquicos, mas de máquinas de localização de mentes, como o Cérebro;
viii. Grito Silencioso - Um poderoso grito de Chi. Elektra pode usar essa técnica para realizar um grito agudo que pode deixar uma pessoa permanentemente surda e/ou por se focar em um único alvo, ela pode matá-lo;
ix. Furtividade - Devido ao seu treinamento ninja, ela pode se camuflar nas sombras e permanecer indetectada pela maioria dos humanos;
x. Controle do Sistema Nervoso - Ele pode controlar seu sistema nervoso, permitindo a ele insensibilizar seu corpo à dor física, controlar suas emoções e até mesmo sua taxa de sangramento;
xi. Localização de Pontos de Pressão - Ele pode localizar diferentes pontos de pressão no corpo de uma pessoa. Ele pode incapacitar, paralisar, ferir gravemente ou matar uma pessoa;
xii. Mestre em Artes Marciais - Elektra é proficiente em muitas artes marciais originárias da China, Tailândia e Japão. Embora muitas delas não foram declaradas, Ninjutsu é o mais notável;
xiii. Mestre com Armas - Ele é uma mestre com muitas armas diferentes. Entre as conhecidas estão o Sai Okinawano, os quais são sua escolha usual de armas (presume-se que ele talvez tenha treinado com todas as armas do Okinawa Kobudō), katanas, facas, sansetsukon (bastão com três partes) e shuriken (estrelas de arremesso).


Conte o histórico


“(...)Nunca ouvira nada neste mundo de mais suave, de mais insidioso, de mais delicado na força, de mais forte na delicadeza, enfim, de mais irresistivelmente triunfante.” - LEROUX, Gaston

Treinando para ser o melhor, para ser um ginasta e competidor olímpico, este foi o grande objetivo dos pais para com Julian, o mais novo de três filhos. Como os mais velhos, fora também entregue para a máfia, mesmo que desconhecesse as razões. E no fundo, Julian sabia que os mais velhos sabiam de todas elas. Nunca chegou a conhecer os irmãos mais velhos, exceto, Corin, o do meio. Possuía cinco anos de idade quando o irmão mais velho aparecera em sua residência, apenas queria vê-lo segundo ele. Lembra-se de terem tomado sorvete juntos e de como a postura série de Corin o assustava. E depois daquela visita, o irmão não apareceu mais, devia ter muito a fazer ou, como diziam os pais, a resolver. Julian se inseriu na ginástica e na natação aos sete anos de idade, tempo suficiente para que aos doze, já tivesse dois títulos nacionais por sua equipe em Nado Sincronizado e Ginástica Olímpica.

Quanto à família, Julian desconhecia um  lugar no qual encontrasse tanta harmonia. Como “bons” empresários, ele o forneciam o melhor, bem como, a atenção que todo adolescente precisa. A peregrinação e mudança de nomes começo aos quinze anos.Com a desculpa de que a prosperidade dos negócios os tornavam vulneráveis aos olhos de concorrentes, seu pai conseguiu convencê-lo a abandonar tudo e mudarem para Riverdale, portando o nome de Lucas Hills. Passou a cursar o ensino médio normalmente, enquanto os progenitores também adquiriram novas identidades e “profissões”. Residiram na cidade até a metade do seu segundo escolar, no qual bruscamente as coisas transformaram-se de novo. Desta vez, não planejaram nomes novos, vidas novas, mas sim, saíram foragidos da cidade. E quando se tornou Toddrick Gates, a família não lhe podia mais esconder a verdade. Eles eram parte de uma máfia internacional, afundados em diversas dívidas. As empresas eram pura fachada, bem como, o fato de serem prósperos quanto aos negócios. Mudaram-se para Chinnatown em Nova York, e aquela seria a sua última parada.

Julian se tornou mais recluso após a privação das atividades olímpicas e do fato de necessitar viver escondido. Andrew, Zach e Fredd. Ouviu aqueles nomes a primeira vez durante um jantar qualquer. Eram os nomes dos principais perseguidores de seus tutores. Altos no escalão da Máfia do país. E foram este que apareceram, inesperadamente, em sua casa naquela tarde primaveril. Achou que eles assassinariam os pais, um por um, até restar ele. Porém, a história girou para o reverso e ele fora levado pelos homens. Ou melhor, por seus capangas. Os três estavam juntos naquela sala quando coloram Julian diante da “corte” deles. Conheceu ali a trágica e horrenda história de sua “família”, de como ele e os irmãos mais velhos foram tirados de seus pais verdadeiros e das atrocidades que já havia cometido. De alguma maneira, aquele final poderia ter sido diferente, afinal, ele poderia ter sido mandado embora com somente aquela surra que lhe ordenaram para sofrer. Todavia, os capangas deles acharam mais divertido torturá-lo com lâminas entre outros. Sim, o final teria sido diferente se ele apenas tivesse ido, mas, não seria fiel ao que viria depois.

O corpo de Julian fora encontrado jogando numa vala qualquer por um velho homem, um dos muitos monges que residem na América. O rapaz não se lembra bem do que aconteceu após a última sessão de tortura, apenas de ter percorrido um caminho entre sombras e ter aberto os olhos e visto aquele homem de cabelos brancos a encará-lo como se ele tivesse acabado de trazer à vida sua nova criação. Ele o trouxera a vida por meio da Técnica do Kimagure. A habilidade de controlar o tempo, o futuro, a vida e a morte. Depois disso, sem nenhum lugar para voltar, Julian fora abrigado numa escola de formação para samurais num extremo oculto da Carolina do Norte. Fraco inicialmente, frágil, até o dia em que fizeram sua fúria interior explodir. Aprendera diversas modalidades de artes marciais, bem como, maneiras de canalizar sua energia e seu Chi, para que lhe auxiliassem em combate. E a única coisa que o movia era a necessidade de apagar três nomes: Andrew, Zach e Fredd.

No dia em que venceu sua última grande prova do teste final no templo, Julian recebeu duas coisas que o marcaram definitivamente para o resto de sua vida. A sua arma, os dois sais, as facas de espessura longa. E o pedido de seu mestre para que deixasse o lugar. Sem entender o motivo de seu desejo repentino, questionou-lhe o rapaz o motivo daquela decisão, já que ele fora sempre o aluno a mais destacar-se dentre todos. A réplica do mestre foi breve: Você já aprendeu. E juntou o pouco que possuía, partindo para lugar algum. Julian ficara sem destino, sem saber para onde seguir, todavia, algo ele aprendera, sobreviver. Algo que ele não podia assegurar a nenhum dos três nome que drasticamente destruíram sua vida. Ainda que sem um lugar para ficar, o foco de Julian se manteve na morte dos homens. E Fredd foi o primeiro a morrer. Fora emboscado num beco escuro, enquanto tentava extorquir dinheiro de uma de suas prostitutas. A moça fugiu desesperada ao ver o vulto em vermelho com lâminas. Julian o assassinou com vários golpes fatais dos sais, deixando um bilhete ao lado do corpo. “Só faltam mais dois.”.

Não demorou até que os boatos sobre um fantasma assombrando a cidade ecoasse por todos os lados. E Julian gostou disso, pois sentiu-se estranhamente “vivo” novamente. O que o levou diretamente a morte do segundo, o que teria sido cômico, caso não fosse trágico. Zach, juntamente com Andrew, fora um dos que o executaram. E para Zach, houve algo especial. Fora atraído para um dos lugares que mais frequentava na cidade, o Cassino. Bons dias haviam passado depois do estado de luto pelo amigo, o que o fez voltar à vida normal. Julian o observou a noite inteira, enquanto se divertia bebendo e jogar, afinal, o final da noite seria melhor. Pegar um helicóptero para Atlanta e prosperar com mais dinheiro, certo? Errado! Zach percebeu que estava sendo seguido ao caminhar calmamente pelos corredores e não tardou a correr direto para o topo. O seu desespero alimento o ego e tudo que havia de excitante no garoto, sobretudo, seu rosto assustado ao abrir a porta do helicóptero e encontrar o piloto morto dentro.

- Está chorando, Sr. Wiesmann? Está com medo? Como é se sentir sem saída? - O vulto em vermelho andava pelas bordas da construção e olhava a distância enorme até o chão. E ele teria quebrado todos os seus ossos, caso aquele empurrão do homem o tivesse acertado. Salto para o lado oposto e com as pernas acerto as costas do tolo. Os ossos de Zach se quebraram na estrada.

Para o último não houve bilhete, pois o tempo agiu primeiro. Julian passara a realizar pequenos que foram à grandes homicídios, escondendo-se num velho apartamento da periferia, por mais que estivesse ganhando uma boa quantia pelas pessoas que apagava. Para um rapaz de vinte anos era muito mais que se podia receber em tal faixa etária. Mudava constantemente de número ao atender alguém e, bem, como todo bom processo criminoso de uma cidade caótica, sempre passava despercebido. As lendas e histórias sobre o assassino em vermelho não pararam, do contrário, conseguiram ser amenizadas. E foi exatamente o que ele desejou, como planejou. Foram dois dias intensos dentre os pensamentos de Andrew Weisman, a ponto do de quase conseguir enlouquecê-lo. Espreitou a porta de seu escritório, assistindo seu desespero entre ligações por ajuda, pois em suma, já havia derrubado os dois capangas protetores. Derrube os peões primeiro, assim dizia a regra. Por fim, Julian o matou duas horas depois de jogar todos os jogos mentais possíveis com sua mente. De todas as mortes, fora a menos dolorosa fisicamente, porém, de longe a pior. Havia destruído sua mente antes:

- O mundo, Andy, não é para os impulsivos, mas dos que calculam. Acho que para um bom líder, jamais aprendeste isso. - Disse ao ver a figura agonizando e perdendo sangue ao chão. - Talvez você goste do lado de lá, como eu gostei. Afinal, você me fez conhecer o que está além deste mundo. - Retirou seu lenço e revelou o rosto que o deixou mais espantado do que já estava. - Sweet dreams are made of this. - Sussurrou em seu ouvido e foi embora. Desapareceu nas sombras da noite.

Após a morte dos três, eis que o rapaz continuou no ramo dos assassinatos, mas adotou isso por uma boa vertente, apagando apenas pessoas que transgrediram qualquer lei, como se não fosse irônico demais para ele. Tentou viver como um jovem normal matriculando-se na universidade e desenvolvendo outros hobbies, mas ele sabia que a palavra “normal” jamais se encaixaria em seu perfil.


Outras Coisas


i. As Armas

Aqui:
Sais Duplos: As armas primárias de Elektra são seus sais duplos, longos punhais com lâminas finas. Ele pode usá-los para cortar, esfaquear e arremessar. Seus Sais são protegidos com armadilhas sinápticas com travas bio-métricas ligadas a seu sistema nervoso que transmitem um choque que paralisa qualquer outra pessoa que o toque por sessenta segundos, para garantir que ninguém possa usá-los contra ela novamente.

Shurikens: Lâminas orientas em formato de estrela para arremesso;

Arco e Flecha: Pouco usado, porém, ele possui um arco de uso profissional para defesa à distância;

ii. Referências dos Poderes - Aqui



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