ØSTERGARD, Charlie Köhler

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ØSTERGARD, Charlie Köhler

Mensagem por Adam Warlock em Qui Set 08, 2016 1:24 am

A gema nasceu do fogo do mal
A gema será dele o portal
Ele vem buscar o que lhe pertence
Trazer o fim de tudo que é mortal.
Proveniente daquela que desapareceu, Charlotte Sophie Köhler Østergard foi a nomenclatura dada por aqueles que a conceberam, porém, se tornou reconhecível como Ravena. Natural de Califórina, Estados Unidos. Tende a ser confundida com Alissa Salls. O registro da sua data de nascimento é anotada como em vinte e um de dezembro, ou seja, tem as solas dos pés tocadas ao solo da Terra há vinte e um anos. O seu conceito moral de bem x mal a caracterizou como uma chaotic good, o que permitiu se transformar em uma Teen Titan.

Invejada por sua especialização de energética, dez é a medida exata aplicada na Força do ser em questão; o exímio intelecto é algo reparável pela pontuação de dez em Inteligência; segura de si como uma parede, a escala até então de resistência é dez; tão inalcançável como o vento, imperceptível como a sombra, a velocidade vitoriosa atinge atualmente em dez; a vitalidade é definida pelo vigor, e está nivelado em vinte; carisma é sinônimo de cativar as pessoas, ou subjugá-las com a lábia, e chega a dez.

"O que falar sobre os talentos dela? Estupendas. Embora, as informações estão vagas."

Empatia
, Ravena possui a capacidade de ler ou sentir sentimentos e emoções. Esta habilidade também lhe permite ampliar ou reduzir emoções já existentes em seres vivos. Ela afeta qualquer tipo de emoção, como raiva, ódio, amor, confiança, etc. Pode também ser usado para acalmar seres vivos, ou deixá-los apáticos. Sua empatia se estende à planos etéreos, onde pode se vincular, sentir e ver almas e bem como entrar em contato com mentes com uma maior facilidade. Pode negar a dor de um ser e desfazê-la completamente. Através desta empatia, pode vincular-se a uma mente alheia para causar danos mentais, o que lhe dá vantagem contra seres de mente frágil. Suas capacidades empatas não se limitam apenas ao plano físico ou astral, mas também pode claramente explorar o plano mental. Cura Empática, que lhe permite absorver a dor de feridos para aliviar seu sofrimento, os induzindo à cura rápida, entretanto, Ravena recebe uma parcela da dor do paciente para ela mesma. Isso não pode ser feito para grandes lesões. Telecinese, a capacidade de manipular e controlar objetos com a mente, podendo levitar, mover, atirar ou quebrar qualquer objeto físico. Teletrasporte, uma forma de ignorar o espaço e o tempo entre vários pontos, locomovendo-se de um lugar para outro em um piscar de olhos. Usando sua própria alma, ela pode teletransportar a si mesma e outros seres em largas distâncias e como o de esperado teletransporte instantaneamente. Levitação, habilidade que a habilita desafiar a gravidade e literalmente voar. Umbracinese, capacidade de manipular escuridão, geralmente a acessando mentalmente de uma dimensão de energia negra ou simplesmente do Mundo Inferior. Com esse poder é capaz de criar formas sólidas, viajar pelas sombras em um simples teletransporte, invocar espíritos e criaturas das trevas sendo estes seus escravos sombrios. Projeção Astral, capacidade de deixar seu corpo com vida e ficar vagando como espírito pelos planos. Magia, Magia negra e Bruxaria, como dito, possui o dom da magia e da magia negra, sendo o último não muito utilizado por lhe trazer grandes consequências. É excepcional com bruxaria, lançar feitiços e derivados. Soul-Self, capacidade de projetar sua alma para fora do corpo, geralmente sob a forma de um corvo negro gigante, ou inúmeros corvos de tamanho normal, intangíveis ou não, Mimetismo Demoníaco, capacidade de se mimetizar em um Demônio de até, aproximadamente, dois metros. Suas íris se tornam avermelhadas, sua pele adquire um tom bronzeado e o formato de suas orelhas mudam para um pontiagudo. Suas unhas se tornam garras, grandes e resistentes, asas crescem em suas costas, assim como uma causa preênsil afiada e retrátil, que pode servir tanto para ataque quanto para defesa. Em batalha, consegue roubar parte da stamina e vigor físico, tomando-as como benefício. Sua regeneração se torna mais rápida e, enquanto nessa forma, há a capacidade de controlar a pirocinese.

"Ela é uma pessoa que me deixou intrigado. Lendo o seu histórico, pude notar que os seus feitos são admiráveis, mas quero saber mais."

Olhar-se no espelho já não era a mesma coisa de meses atrás. Toda vez que Charlie observava seu reflexo no objeto, inúmeros questionamentos inundavam sua mente. Por que ela? Sua vida sempre foi difícil, ela não precisava de mais pesos em suas costas. Como? Como era possível acordar em um dia e ver-se cativa por uma vida que não era sua, por memórias que não a pertenciam e por habilidades que desafiam todas as regras do universo? — Onde começa a Charlotte, e onde termina a Ravena? — Sussurrou para si, tocando as maçãs de seu próprio rosto.

Suspirando alto, deixou que sua testa tocasse a superfície gelada do espelho, enquanto fechava seus olhos. Lembranças de como tudo começou a atingiram em cheio, causando um breve desconforto na ruiva. Não era prazeroso recordar quando passou a sentir as emoções que os outros sentiam, fossem eles bons ou ruins. Ou quando objetos começavam a se mexer ao seu redor. Mas nada se comparava a noite que, assustada, acordou apenas para perceber que estava flutuando, com seu corpo abaixo de si, sem saber o que deveria fazer para retornar. Um pouco mais tarde, ainda desesperada para encontrar uma solução para o seu problema, foi alvejada por uma abundância de memórias que não pertenciam a ela. Foi sua maior ruína, ao mesmo tempo que foi sua libertação, já que passou a entender o que estava acontecendo. Tinha sido possuída por uma entidade, e suas habilidades estavam se manifestando aos poucos, pois precisava se acostumar com o novo corpo. Entendeu que, a partir daquele momento, ela era Charlotte, mas também era Ravena.

Submersa em seus próprios pensamentos, sequer notou a presença de um jovem que, assim como ela, enfrentava suas próprias adversidades. Com uma furtividade invejável, o rapaz empoleirou-se na janela do quarto de Charlie sem fazer barulho algum, podendo encarar a menina por alguns segundos antes de chama-la. — Ravena? — Charlie pulou para trás, assustando-se com a presença repentina em seu quarto. — Temos um chamado. — Tão hábil como subiu até ali, desceu, deixando a garota ainda pasma para trás.

Charlie olhou no relógio sobre o criado mudo, constatando que faltava poucos mais de meia hora para sua aula começar. Faltaria, mais uma vez, como há semanas estava faltando. “Sua vida jamais será a mesma”, lembrou-se da voz assustadoramente rouca lhe advertindo antes de aceitar a fazer parte daquele singelo grupo. “Você tem certeza do que está fazendo, garota?

Dando alguns passos na direção da janela, ela se recordou de sua resposta. “Não”, foi o que disse ao homem naquela vez, “mas é algo que eu quero”. E, de fato, poderia haver inúmeras perguntas pairando em sua mente naquele momento, entretanto, ela ainda tinha total autoridade sobre suas escolhas. E se for para eu conviver com uma heroína dentro de mim, que eu me torne uma, também, pensou, fitando o céu escurecendo cada vez mais. Respirou profundamente, e, em seguida, sombras tomaram conta de seu quarto, indo na direção do seu corpo, qual cobriram. No momento seguinte, ela não estava mais ali.

"Me  diga, no que se baseaste para montar esses dados? Quais as suas referências?"

Aqui e aqui


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