LAQUIFFA, Xayah

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

LAQUIFFA, Xayah

Mensagem por Xayah Laquiffa em Qui Abr 27, 2017 12:15 am

reencarnada




Escreva os dados


i. A NOMENCLATURA: xayah cassandra laquiffa
ii. COMO É CONHECIDO: magia
iii. TIPAGEM SANGUÍNEA: reencarnada
iv. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: vinte e um ciclos
v. PRIMEIRO RESPIRO: treze de outubro
vi. DESCENDENTE DE QUE POVO: inglesa
vii. COMPORTAMENTO: maldade legitimada
viii. COMUNIDADE: vilã
ix. CARGO PROFISSIONAL: estudante universitária de arqueologia e freelancer

Informe os atributos


i. PONTOS DE ATRIBUTO: sessenta (60);
ii. ESPECIALIZAÇÃO: carismática (+5);
iii. ATRIBUTOS:



FORÇA: 10INTELIGÊNCIA: 10
RESISTÊNCIA: 10AGILIDADE: 10
VIGOR: 10CARISMA: 10(+5)



Diga as perícias


i. PERÍCIAS:

i. Corpo a Corpo (Krav maga), nível i, calouro;


Cite os poderes


i. SUPER-PODERES:

i. PODERES MÁGICOS. magia é uma feiticeira extremamente poderosa, capaz de manipular forças sobrenaturais para graus variantes. um aspecto único do seu poder é sua sensibilidade à magia; ela pode rastrear e acessar o poder mágico de qualquer outro indivíduo que o possua e esteja a seu alcance, canalizando-o da forma que bem desejar. sendo uma bruxa altamente qualificada, magia detém um ilimitado conhecimento voltado às artes da feitiçaria e do arcanismo, podendo recitar feitiços, pragas e maldições, ministrar rituais profanos, entre outros métodos de misticismo - tais como adivinhação. dentre a vasta gama de possibilidades os quais seus dons abrange com perfeita eficiência, estão a PROJEÇÃO E MANIPULAÇÃO DE ENERGIA, CURA, ILUSIONISMO, INTANGIBILIDADE, VOO, ALTERAÇÃO MÁGICA DA REALIDADE, TELEPATIA, TELECINESE, CONTROLE ELEMENTAR, POSSESSÃO, CONTROLE CLIMÁTICO, CONTROLE MENTAL, DUPLICAÇÃO, PROJEÇÃO ASTRAL e TELETRANSPORTE.



Conte o histórico


— o museu de história e ciências de nova iorque, atualmente, possui mais de trezentos itens a disposição do publico, por isso podem ficar a vontade, apenas não toquem em nada — o guia dispersou a massa estudantil que se aglomerara no saguão principal do prédio logo após a palestra sobre artefatos milenares advindos de escavações lideradas nas partes mais remotas do mundo. pouco mais de vinte universitários faziam-se presentes, deleitando-se com a nova experiência que era visitar um museu pela primeira vez.

um a um, os educandos passaram a circular pelas desinências com intuito de agregar conhecimento a seus arsenais cognitivos, visando que grande parte dos assuntos abordados durante o passeio acabariam valendo pontos importantes para o currículo escolar. outros, como xayah, a intercambista recém-transferida, preferiam ocupar o tempo zanzando pelos corredores sem qualquer destino fixo em mente, esbanjando despreocupação por conta das notas exemplares que ostentavam em seus históricos.

à medida que avançava as seções, deparando-se com esculturas e pinturas dos mais diversos tipos, xayah quase sentia-se em casa. o amor pelas antigas civilizações, suas culturas e, principalmente, o modo como que se portavam em sociedade a levaram a cursar arqueologia logo após o término do colegial, apesar da desaprovação dos pais e familiares - "isso não dá dinheiro a ninguém!" e "você vai acabar passando fome, minha querida".

custou uma boa parcela da coragem para abandonar seu país natal e ir de encontro a um novo continente onde tudo aparentava ser extremamente diferente se comparado a seus trejeitos obtidos na europa. mas agora ela era extremamente livre para fazer o que queria sem ter que se importar com a opinião de terceiros. os consanguíneos poderiam não compreendê-la tão bem, mas ele sabia exatamente o que queria do futuro; ser uma exploradora, uma aventureira.

"xayah". laquiffa franziu o cenho, abanando o rosto para livrar-se da enxurrada de pensamentos que ameaçavam carregá-la. "xayah, liberte-me". o burburinho advindo de algum canto da saleta onde a moça se encontrava a fez olhar de um lado a outro, desorientada, visto que aparentemente era a única ali presente. analisando melhor o perímetro, deu-se conta dos espólios astecas organizados em exposição logo a frente; estatuetas, monumentos em miniaturas, objetos confeccionados à mão e fossificados pelo tempo.

pouco sabia sobre os astecas, porém, em particular, os deuses a quem prestavam seus cultos - espíritos da natureza que induziam a adoração aos instintos mais primitivos do homem, como a força e a fertilidade. uma das civilizações mais populares da história da humanidade, sobretudo. em meio a parafernália de objetos de estimado valor à sociedade arqueológica, um totem cativou a atenção dos olhos acaramelados, que não perderam tempo em se afixar nos detalhes do artefato.

— o que essa porra faz aqui? — plenamente confiante de suas habilidades de reconhecimento, deu de ombros para as regras do museu e ultrapassou a divisa que mantinha visitantes separados dos objetos, atraída pela sublime peculiaridade da estatueta. aparentava a imagem de alguma deidade antiga, em todo caso, provavelmente usada por adeptos da religião mítica ou bruxaria - deduziu por conta dos símbolos rúnicos talhados na madeira queimada.

ousando ir ainda mais longe, xayah retirou o artefato do altar, virando-o na palma da mão. para a sua surpresa, o troço era ainda mais pesado do que transparecia. "liberte-me". o sussurro tornou-se mais alto, e outra vez ela olhou para os lados, desconfortável com a situação. por um minuto, cogitou estar estudando demais. fazia muito tempo que não saia para se divertir com os amigos, aproveitar a juventude.

antes que pudesse devolver o totem de origem desconhecida a seu devido lugar, por descuido, o deixou cair no linóleo, observando-o se partir em mil pedacinhos. — ai caralho — praguejou, pressentindo a aproximação de uma brisa gélida e impetuosa que soprou-lhe a face no mesmíssimo instante, tomando conta do recinto. assustada, ela recuou alguns passos, somente para ter a visão de uma névoa densa e espessa escapulir do objeto estilhaçado, pairando o ar em círculos até aparar a seu lado, assumindo a forma de uma figura espectral.

de traços similares as de uma mulher de meia-idade - pele pálida, corpo curvilíneo e madeixas negras - o vulto murmurou rente a seu ouvido, abraçando-a com uma força implacável. vozes animalescas passaram a cantarolar numa língua antiga em sua mente, trazendo à pele um arrepio, enquanto um forte odor de enxofre penetrava-lhe as narinas dilatadas. xayah buscou gritar quando a escuridão apareceu, engolindo-a, afogando-a numa agonia interminável, entretanto, não conseguiu emitir nenhum outro som além de um nome há muito esquecido pelo tempo.

magia.


Outras Coisas





Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo


Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum