Simmons Madeline

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Simmons Madeline

Mensagem por Madeline Simmons em Qua Maio 03, 2017 10:49 pm

Original




Escreva os dados


i. A NOMENCLATURA: Simmons Madeline "Mad" ;
ii. COMO É CONHECIDO: Udyat
iii. TIPAGEM SANGUÍNEA: Humana;
iv. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: 25;
v. PRIMEIRO RESPIRO: 28/02/1992;
vi. DESCENDENTE DE QUE POVO: Irlandesa;
vii. COMPORTAMENTO: Benevolência neutra;
viii. COMUNIDADE: Herói;
ix. CARGO PROFISSIONAL: Funcionária do New York Times;
Informe os atributos


i. PONTOS DE ATRIBUTO: 60;
ii. ESPECIALIZAÇÃO: Intelectual (+5);
iii. ATRIBUTOS:



FORÇA: 5INTELIGÊNCIA: 30(+5)
RESISTÊNCIA: 5AGILIDADE: 10
VIGOR: 5CARISMA: 5



Diga as perícias


i. PERÍCIAS:  
i. Tecnologia, nível experiente;

ii. Prontidão, nível calouro;



Conte o histórico


Madeline nasceu na Irlanda, filha de um romance entre os jovens, Eleonor Barrett, uma artista pouco aclamada e Petter Henry Simmons, um escritor americano. Tendo ambos decididos a não casar apenas pela gravidez de Eleonor e não por terem certeza de que se amavam, Madeline passou mais da metade de sua infância transitando entre a Irlanda e os Estados Unidos, isso fez com que não cultivasse amizades duradouras durante toda a infância, mas, por outro lado tivesse uma ampla visão sobre o mundo e amadurecer mais rapidamente.
Quando a mãe de Madeline completou 30 anos, com uma carreira em ascensão, Eleonor teve uma hérnia de disco que por descaso se tornou uma paralisia.
Os três enfrentaram três anos de luta recorrendo a todos os tipos de médicos, analistas e métodos alternativos, mas era tarde, a carreira dela acabara, porém isso só fortaleceu a relação de Eleonor e Petter que vieram a se casar logo em seguida e embarcaram em uma vida tranquila no interior da Flórida.
Madeline, agora com quase 11 anos, velha demais para as inocentes amizades de parquinho e estranha demais para seus colegas de turma logo passou a ser conhecida como Mad - não por intimidade carinhosa, mas no seu sentido literal, expressando o que pensavam dela "louca" - e assim passou o restante de sua vida estudantil.
Aos 15 anos ganhou seu primeiro computador e surpreendeu até a si mesma com sua facilidade em desenvolver sozinha coisas que muitas pessoas precisavam dedicar longo tempo de estudos para aprender, com o passar do tempo já sentia quase como se código binário e todo o sistema tecnológico fosse sua segunda língua. Nessa época começou um blog intitulado "A fonte" apoiada por seu pai que viu nisso o que ele chamava de "conexão especial pai e filha", mas diferente de seu pai Madeline não criava estórias apenas escrevia sobre o que via, sobre a vida, o blog foi crescendo, parte por sua escrita realista e didática, parte pelo mistério que envolvia sua identidade, uma vez que nunca se apresentara e assinava como "Udyat" (Olho de Hórus).
Aos 18 anos começou a escrever para um tabloide local permanecendo nele até os 24, quando seus pais começaram a achar que ela estava desperdiçando sua juventude ali, uma vez que ainda morava com eles sem qualquer perspectiva de partir, se envolver ou fazer qualquer outra coisa da vida, e resolveram mandar um dos artigos dela para o New York Times, após uma seleção Madeline ficou com a vaga e acabou por mudar-se, aos 25, para um pequeno apartamento em Staten Island, um distrito longe de seu novo local de trabalho, mas de certa forma aquele condado, embora não tendo os mesmos privilégios de Manhattan, lhe cativava pelas construções coloniais e os recantos naturais, a fazendo sentir-se um pouco mais perto de sua terra natal.
Mesmo após tornar-se funcionária do grande jornal viu seu cargo de jornalista transformado em uma espécie de "faz tudo" por seus colegas que preferiam menosprezá-la a conhece-la e devido a sua personalidade não conseguia se impor.
Ainda permanecia com o blog e agora o tinha como um alento em sua nova vida publicando e expressando tudo o que não conseguia dentro do jornal, para isso frequentava um cyber café na área central de Staten Island, pois se sentia cega dentro de seu cubículo com vista para o estacionamento.
Um dia, decidida a mudar de vez sua situação no trabalho e provar seu valor, resolveu passar a frente de seus colegas e cobrir algo de grande destaque fazendo-se valer de seus conhecimentos tecnológicos converter sua casa em uma central de monitoramento conectando-se com as principais centrais de policia e investigação das redondezas, seu objetivo se concretizou com sucesso e aquilo se assomou dentro dela, antes que percebesse tinha três monitores na sala, acesso ao controle do trânsito e o objetivo de expor cada e qualquer podre que existisse ou pudesse vir a existir, talvez seus atos não fossem considerados dentro da lei, mas eram para o bem, ela poderia argumentar.
Porém seu sucesso chamou mais atenção do que poderia cogitar, apesar de ser cautelosa com seus rastros provavelmente o fato de fazer isso da própria casa não era a melhor ideia, o fato é que acabou sendo rastreada e se envolvendo em algo grande após enfurecer um grupo extremamente perigoso e violento que mantinham seu trabalho nas sombras. As coisas só acabaram bem porque eles não foram os únicos a observá-la e ela não era a única contra eles também, havia outros conhecidos por vigilantes, ou heróis e um desses a ajudou.
E você sabe como é, uma mão lava a outra e as duas lavam a... Enfim, o fato é que ela passou um tempo sob proteção depois de tudo, ela acabou conhecendo outros nesse meio tempo, sua capacidade de percepção e uso tecnológico também lhes serviu em missões de sucesso e o resto ocorreu naturalmente, no fim das contas ela se tornou um tipo de "pit stop", como costumava dizer, monitorando missões mais metódicas, dando suporte em casos menores e vendo além do que podiam ver a olho nu, tornando-se o verdadeiro Olho de Hórus, a vigilante Udyat.  

Outras Coisas


Madeline só teve um relacionamento até então, uma mulher casada de 28 anos, o caso durou 5 meses. Maddy sempre soube que ela era casada embora a moça nunca mencionasse e a própria também não perguntasse.
Os pais dela sabem de sua orientação sexual, mas só Eleonor soube daquela relação. Madeline sempre tem conversas muito abertas com a mãe, pois ela foi, a maior parte de sua vida, a única a quem poderia chamar de amiga.




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