Crossed Destinies

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Crossed Destinies

Mensagem por Brendan Kon Callaghan em Ter Maio 09, 2017 12:48 am

Crossed Destinies
A roleplay é iniciada pelo post de Madeline Simmons, seguindo por Brendan Kon Callaghan. Estando, portanto, FECHADA para os demais. Passando-se esta em 09 de fevereiro, quinta feira, 00:38, na centro comercial de Staten Island. O conteúdo é livre. Atualmente, as postagens estão EM ANDAMENTO.



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Re: Crossed Destinies

Mensagem por Madeline Simmons em Ter Maio 09, 2017 10:03 pm

Madeline Simmons


Quando sua vida move-se em função de localizar e expor a sujeira infiltrada nas ruas não existem muitos lugares onde consiga relaxar e as coisas só ficam piores com o passar do tempo, foi pensando nisso que Madeline escolheu seu apartamento em Staten Island, um condado esquecido = um condado calmo, ao menos era o que pensava. Desviou seus olhos do computador mirando o espaço entre o topo do monitor e a aba de sua boina, logo acima do aro de seus óculos redondos.
Estava inquieta, já permanecia naquilo há tempo demais para colocar tudo a perder agora e; espiou por cima do ombro tentando se certificar de que ninguém a observava; se estava certa, o que era muito provável; voltou os olhos para a tela do computador outra vez; ele deveria aparecer ali a qualquer minuto.

A questão dos vigilantes, inumanos, meta-humanos, ou qualquer outro nome e raça que possa ter/receber era algo que despertava muitos debates e opiniões controversas até mesmo dentro de seu ambiente de trabalho, eles não são “como nós” e isso sempre provoca temor, coisas como “o que querem? Até onde vão? E se voltarem-se contra nós?” uma vez que o “ser diferente” os torna mais capazes do que nós em diversos âmbitos e a maior parte têm habilidades que nem podemos adivinhar, sem contar que podem estar em qualquer lugar traz a tensão de “se tudo der errado não poderemos pará-los” ou “eles podem tomar a terra” como em um desses filmes Hollywoodanos de alienígenas. Mas, pode me julgar, você não seria o primeiro, por mais diferente que alguém possa ser ele ainda merece uma chance, as leis do nosso país dizem que alguém é “inocente até que se prove o contrário”, então eu não me deixaria levar pelo medo irracional de algo que eu desconheço como uma criança e seu “monstro em baixo da cama”...

Parou de digitar, seus sentidos se aguçaram e ela vislumbrou o que esperava.
- Na mosca! – disse baixinho para si mesma estalando a língua com um meio sorriso.
Fixou os olhos no uniforme preto extremamente colado delineando todas as curvas do corpo do rapaz que acabara de aparecer, realmente gostaria de saber quem fazia roupas como aquela, será que havia um alfaiate para heróis? E por que elas precisavam ser tão desconfortáveis? “Como ele consegue respirar ai dentro?” pensou, e seus olhos passaram do escudo estampado em seu peito a seu rosto ele parecia jovem e isso a perturbou um pouco... Se os homens normais já são irresponsáveis quando jovens os super-humanos jovens poderiam ser “super-irresponsáveis?” ocultou um risinho, estava sendo boba e acabara de escrever sobre medos irracionais.
Fechou o blog rapidamente, desligou o computador, puxou o celular e um bloco de notas revisando mentalmente o que em casa planejara falar, não queria que seu nervosismo a atrapalhasse embora já estivesse sentindo a falta de ar que vinha sempre quando se via a ponto de falar com um desconhecido ou emitir (pessoalmente) sua opinião, aspirou e levantou-se indo com toda a determinação que conseguira reunir na direção do rapaz.



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Re: Crossed Destinies

Mensagem por Brendan Kon Callaghan em Sab Maio 13, 2017 10:58 am


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Vento nos meus cabelos, aquela sensação de liberdade e o frio na barriga na expectativa de novos problemas. Onde eu estive? Aeh, quase esqueci disso. Eu estava me escondendo dos meus irmãos e me afastando de seus exemplos. Aquele curto período de tempo voando me fez retornar uma ideia forte em mente “quero salvar pessoas de novo”. Sentia isso como uma necessidade, porque minha mente ficava agitava a cada alerta de estupro no jornal, ou um roubo mais organizado durante a fila no mercado.

Muitos se consideram sortudos, quase curiosos sobre esse pânico do assalto, ou uma tentativa de estupro, talvez até um roubo mais à força em que passem correndo tentando levar sua bolsa, ou mochila. Nossa vida não é um filme, eu não estava em quadrinhos com censura livre com a segurança de ser o principal da história e de que dificilmente morreria sem um desenrolar que me oportunizasse uma reviravolta. Eu seguia as pistas de um bairro calmo apenas por diversão, já que usava minha audição e na maioria eram os pais colocando seus filhos pra dormir, ou as conversas de contas mensais.

Havia uma boate disfarçada numa floricultura, lembrei de um clipe musical imediatamente, mas afastei a lembrança dele para focar no que ouvia separando a música das vozes. Parecia uma briga, não eram apenas duas pessoas, parei de voar e mudei minha direção. Girei meu corpo ficando de pé com a perna direita ligeiramente flexionada e virei meu corpo para baixo em uma descida reta e simples para a origem. Logo as vozes tiveram mais detalhes, podia ouvir com mais riqueza de informações suas ameaças e o que me deixou em alerta: uma briga física.

Girei meu corpo e pousei com força no asfalto com intenção de chamar atenção deles da minha chegada, nada que fosse deixar a prefeitura com meses pra consertar o buraco que deixei. Queria chamar atenção, não provocar um desvio de orçamento e dar oportunidade para os corruptos colocarem um nome falso no que fazem. Olhei envolta e corri apressado empurrando o segurança de quase dois metros contra a parede, controlei a força até o choque dele com a parede pra ele cair sem muitas forçar pra rebater.

Prossegui com essa pacifica separação com o outro brigão, dessa vez era um cliente já bêbado e tonto, então o forcei contra o chão sem muita força pra não quebrar nada. O segurei ali um pouco: - Se levantar, vai ter de se resolver comigo. - Deixei os olhos esquentarem e atingi o asfalto ao lado da cabeça dele apenas furando superficialmente pra amedrontar o outro. Parei a visão de calor e me ergui do chão olhando envolta quem mais estava ali metido na briga pra separar de uma vez.

“What I Like About You” Uma música de um filme que nem me recordava o nome começou a ecoar em minha mente e crescer seu volume como uma lembrança virando um dejavù que dá até um frio na barriga. Virava para um lado procurando, encontrava um “fugitivo” e então corria atrás do mesmo, o forçava contra o chão desacordado pelo tombo, ou com alguma luta rápida que o deixou desacordado antes do impacto no solo. Parecia um caçador jogado em meio as presas e me surpreendi que tivessem tantas pessoas ali envolvidas, pois no céu não pareciam que eram tantas.

A música foi ficando mais baixa quando recebi pequenos pensamentos daqueles com quem lidava no momento, rapidamente pude esclarecer que era mais do que uma briguinha de bar qualquer. De fato começou com um cliente bêbado com um segurança que expulsou o mesmo, mas as facções de onde os mesmos moravam estavam como uma espécie de preconceito que chama uma briga com seus diferentes. Não precisava de mais detalhes e aos poucos, ou talvez não tão poucos oponentes, consegui lidar com eles.

O áudio que estava ouvindo não continuou e achei ter lidado com quem ouvia, apesar de não ter notado fones, ou alguma coisa de música com nenhum deles, provavelmente era um meio de lutar do desconhecido. Levantei voo um pouco olhando envolta e me concentrando na audição para ouvir o que há envolta além do que podia ver com os olhos. Senti uma batida forte ali perto sem ser necessariamente na rua, sai como uma bala para o beco de origem daquele tambor cardíaco que ouvi.

Toquei o chão e descobri ser apenas uma garotinha, ela tinha no máximo catorze anos e pude ler que ela havia gravado parte do que fiz. Dei alguns passos na direção dela, mas a mesma correu e antes de qualquer movimento na direção, senti algo vindo. Só consegui virar pra trás e a vi, como uma lembrança, a garota estava ali de pé me olhando como se fosse uma busca normal do seu dia. Dessa vez sem máscaras, mas meu uniforme mesmo que em cores diferentes não precisavam de mais explicações, ou dúvidas sequer. Ela sabia mais do que qualquer um sobre minha escolha de uniforme, então reconheceria o mesmo em qualquer estilo que eu pudesse mudar por meus gostos pessoais.

Sorri sem graça deixando o silêncio de lado e arqueei as sobrancelhas: - Ainda corre atrás de eventos dos poderosos, Mad?






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FORÇA: 11 INTELIGÊNCIA: 11
RESISTÊNCIA: 12 + 5 AGILIDADE: 12
VIGOR: 14 CARISMA: 10

Perícias:
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i. KRAV MAGA, nível pedagogo;

Poderes
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i. SUPER-FORÇA: ele já apresentava níveis de força sobre-humanos chegando até a algumas toneladas sem esforço, com o tempo foi se estabelecendo um nível desconhecido depois de levantar a cidade de Kandor para o espaço sem os poderes psíquicos. Além do básico, ele utiliza um campo telecinético para levantar aumentar sua força se necessário;


ii. TELECINESE TÁTIL: ele apresenta poderes telecinéticos completos; permitindo voo, levitar coisas, manipular e repelir objetos e pessoas, criar campos de força e disparar rajadas telecinéticos. O corpo dele está completamente cercado por um campo invisível de energia telecinética, protegendo-o do mal e reforçar as suas capacidades físicas. Isto também pode ser utilizado para manipular objetos que se encontram sobre a mesma superfície que o garoto;


iii. VISÃO DE CALOR: vibrando moléculas dentro de sua linha de visão, ele pode definir as coisas em chamas através da aplicação de calor extremo;


iv. VISÃO SOBRE-HUMANA: variando de possibilidades com o que é usada, pode variar as capacidades de Superboy. Podendo funcionar nos meios mais comuns como telescópica, ou microscópica sem violar as leis da física, como também infravermelha nos casos mais variados da noite pela escuridão do ambiente. Em uma versão mais tecnológica, percepção do espectro eletromagnético de sinais de rádios/televisão, assim como outros tipos de transmissões e frequências. Permitindo evitar a detecção por meio desses sinais se forem de radar por exemplo. Para um uso mais humano, quase que social pode ver a aura que os seres vivos liberam, com cores diferentes para as variadas emoções dos mesmos;


v. VIGOR SOBRE-HUMANO: conseguindo manter ação física contínua por um tempo limitado graças a sua limitada absorção de energia solar para transformar em energia;


vi. SUPER-AUDIÇÃO: semelhante à visão, é dono de uma audição incomum, assim, ouve algo a quilômetros de distância;


vii. AGILIDADE SOBRE-HUMANA: possuinte de uma agilidade extremamente elevada, conseguindo se movimentar de maneiras quase impossíveis;


viii. VELOCIDADE SOBRE-HUMANA: a velocidade é muito acima dos humanos, seja andando/correndo ou voando, atingindo, certas vezes, km/h.;


ix. REGENERAÇÃO: recupera-se de ferimentos com velocidade absurda, porém, depende da gravidade do mesmo;


x. AUTO-SUSTENTO: ele pode viver e falar em vácuo do espaço muito bem;


xi. LONGEVIDADE: vive muitos anos, enquanto mantém uma aparência jovial;


xii. INVULNERABILIDADE: balas e qualquer coisa feito de metal não afetam o físico do garoto, que é como uma parede espessa;


xiii. TELEPATIA: apresenta certa resistência telepática, podendo ler seus pensamentos. Tem a possibilidade de ver e apagar memórias;


xiv. INTELECTO: já tendo demonstrado que sua mente trabalha incrivelmente rápida para um humano normal, e combinado com os poderes mentais, ele poderia ser um de seus maiores ativos em algumas áreas de raciocínio;


xv. POLIGLOTA: devido aos seus poderes psiônicos, ele consegue aprender novas línguas apenas com o toque em uma pessoa nativa na língua. Por enquanto conhece o inglês e o kryptoniano;


xvi. SUPER RESPIRAÇÃO: consegue criar ventos com força de furacões por exalar o ar de seus pulmões. Ele pode esfriar o ar quando ele deixa seus pulmões para congelar alvos, usando sopro congelante. Podendo também reverter e não só empurrar o ar pra fora, como também puxar enormes volumes de ar para seus pulmões;


xvii. REFLEXOS SOBRE-HUMANOS: dono de reflexos absurdamente elevados, conseguindo reagir instantaneamente a qualquer coisa lançada a si, poderes, ou até mesmo a perigos e acidentes;


xviii. CAMPO DE FORÇA: Com a criação de uma proteção ao redor de seu corpo, ele é capaz de resistir ou reduzir o prejuízo de ataques não baseados em energia, fazendo com que o objeto a ser desviado de seu campo pessoal. Balas e estilhaços são facilmente desviado, desconsiderando parcialmente sua invulnerabilidade (não é perfeita) nesse aspecto. Este campo não consegue repelir gases ou ataques baseados de energia, contudo sua habilidade está em progresso constante;


xix. RESISTÊNCIA MENTAL: habilidade de resistir mais a ataques psiquicos de outros telepatas, ou até mesmo a aguentar poderes que afetem a mente como ilusionismo e sedução. Em comparação de poder, poderia nem sequer sofrer danos se o oponente for mais fraco.

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Re: Crossed Destinies

Mensagem por Madeline Simmons em Sab Maio 13, 2017 2:25 pm

Madeline Simmons


- Alguma razão para eu não fazê-lo, senhor superpoderoso?- Indagou exibindo um largo sorriso após desviar os olhos do lugar que a jovem fugitiva ocupava para Brendan, o jovens eram tão assustados... Bem, não poderia culpa-la, mas precisava lembrar-se de pagá-la pela filmagem da próxima vez que visse. - E quanto a você? Quanto tempo passou hibernando em sua toca desta vez - arqueou a sobrancelha com uma expressão provocativa, mas logo puxou a manga da camisa de lã desviou o olhar para o relógio de pulso que usava com o mostrador virado para a parte interior do braço.
- Não deveríamos estar aqui - Falou mais para si do que para o rapaz agora observando um mapa na tela de seu celular onde um ponto azul piscava enquanto locomovia-se. Levantou os olhos para encarar Brendan. - Você realmente não muda hein, por que chamar tanta atenção? Francamente. - falava mais como uma irmã mais velha protetora e arremessou uma sacola com um conjunto de moletom para ele.  
- Vista isso e me acompanhe. Além disso, - Disse já dando meia volta e começando a trilhar o caminho de volta que fizera até ali enquanto falava trivialmente como continuasse o assunto. - sabe que eu não precisaria me envolver se vocês não estivessem tão ocupados com seus "super-qualquer coisa" que não conseguissem prestar atenção nos detalhes... Os detalhes é que levam às emergência, não sei porque não ouvem o que digo, se você for capaz de parar um evento antes que se torne algo, então ele nunca se tornará ameaçador, mas por que vocês preferem deixar a coisa se tornar uma calamidade? Porque gostam de aparecer, só pode ser!
Quando Madeline se sentia a vontade para falar era muito difícil para-la até que tivesse dito tudo o que pensava a respeito por mais aborrecedor que isso fosse para as outras pessoas, ela não era o tipo de pessoa que tinha, como costumam dizer, "papas na língua" também, diria o pensava a respeito de qualquer pessoa sem enrolações ou suavização se jugasse necessário.
Seu caminhar não era tão rápido quanto os do Nova Yorkinos, mas carregava a precisão e decisão em cada passada característica de uma jornalista, ou de alguém que tinha o controle da situação.
- Se você... - Ia continuar, mas parou abruptamente, colocando a mão em uma parede e esfregando a ponta dos dedos em seguida. - Isso não está certo... - Virou-se para o Superboy pela primeira vez desde que começara a andar, mas sem o encará-lo realmente, seus olhos pareciam perdidos no vazio enquanto sua mente trabalhava rapidamente antes de focá-lo e falar de maneira desajeitada tropeçando nas palavras - Aquilo que a garota filmou... A briga de bar... - fechou os olhos rapidamente calculando mentalmente tudo o que seu olhar captara desde que ele chegara e ao qual ela não dera atenção imediata. - O que era? - Puxou o celular mais uma vez para seu ponto de visão, o ponto azul sumira o que apenas confirmava seus temores, precisava correr, digitou impulsivamente em seu celular procurando a última rota rastreada e praguejou baixinho e iniciou uma ligação dirigindo-se para ele com o telefone no ouvido.
- Conhece bem o condado, meu amigo? Porque penso que daremos uma volta pela colina da morte hoje.
- Hey Nichol... - falando agora ao telefone em um tom amigável - Onde você está? Aqueles vídeos que andou fazendo hoje, pode me passar agora?

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Re: Crossed Destinies

Mensagem por Brendan Kon Callaghan em Dom Maio 14, 2017 12:42 pm


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A pergunta tocou superficialmente minha pele, como uma bala de arma de fogo faria, mas superando as expectativas, ela me fez rir. Sorri com uma animação beirando a malícia ao olhar pra ela por reconhecer que não havia uma resposta que a faria mudar de ideia realmente. Um repórter raramente deixa uma matéria de lado, e um exemplo como ela que havia tido experiências com heróis, vilões e qualquer semelhante, era como uma carga de determinação a mais.

Talvez fosse idiotice também já que haveria uma grande ameaça de morte dependendo do que ela estivesse buscando de fato. Arqueei as sobrancelhas com a pergunta dela e percebi que nada adiantaria correr atrás da garota com sua câmera, era uma das sementes de Mad me procurando. Fosse ela me procurando querendo algo, ou apenas me vigiar, ela tinha algum tipo de registro dos meus atos mais oficiais provavelmente pra ter algum histórico sobre mim. Aquele seu comentário que pareceria mais casual se dito por outra pessoa me lembrou do que havia acontecido a pouco e estranhamente tinha dúvidas que ela soubesse de algum perigo vindo por isso.

A sobrancelha mal desceu e novamente a arqueei enquanto as roupas me eram entregues e como um filho, apenas obedeci a mãe que não aparentava brincadeira. Ela foi falando “sozinha” mesmo que eu estivesse atrás dela, ou não, mas a curiosidade de haver problemas por minha culpa me fez a seguir de perto e a manter segura. Talvez não fossem dois, ou quatro inimigos que uma lutadora pudesse dar conta, e havia o risco de armas também.

Outra pergunta dela, mas depois da corrida pra nos afastarmos daquele lugar, ela pela primeira se virou pra mim e perguntou sobre o que houve. Dei de ombros explicando o que ouvi: - Era uma discussão do segurança ter expulsado um bêbado bem ruim do bar, mas eles eram de facções diferentes onde moram, e como os amigos do bêbado estavam do lado de fora, tudo ficou maior e pior. Pelo que ouvi lá de cima e foi o que alguns pensaram antes de eu os desacordar.

Neguei sua próxima pergunta e troquei os papeis do questionador: - Eu não moro aqui e estar aqui foi justamente ao acaso pela minha ronda na cidade. Sou do Brooklyn e aqui parece outro mundo sinceramente. - Levantei minhas mãos como sinal de que estava limpo de mais informações e estendi a mão direita pra ela: - Você me fala pra onde ir que eu te levo mais rápido do que se formos andando. - Me sentia indo pra academia, com uma roupa colada na pele e uma mais folgada por cima, bem comum se não fosse o uniforme e eu esquecesse bastante de ir à academia.






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i. SUPER-FORÇA: ele já apresentava níveis de força sobre-humanos chegando até a algumas toneladas sem esforço, com o tempo foi se estabelecendo um nível desconhecido depois de levantar a cidade de Kandor para o espaço sem os poderes psíquicos. Além do básico, ele utiliza um campo telecinético para levantar aumentar sua força se necessário;


ii. TELECINESE TÁTIL: ele apresenta poderes telecinéticos completos; permitindo voo, levitar coisas, manipular e repelir objetos e pessoas, criar campos de força e disparar rajadas telecinéticos. O corpo dele está completamente cercado por um campo invisível de energia telecinética, protegendo-o do mal e reforçar as suas capacidades físicas. Isto também pode ser utilizado para manipular objetos que se encontram sobre a mesma superfície que o garoto;


iii. VISÃO DE CALOR: vibrando moléculas dentro de sua linha de visão, ele pode definir as coisas em chamas através da aplicação de calor extremo;


iv. VISÃO SOBRE-HUMANA: variando de possibilidades com o que é usada, pode variar as capacidades de Superboy. Podendo funcionar nos meios mais comuns como telescópica, ou microscópica sem violar as leis da física, como também infravermelha nos casos mais variados da noite pela escuridão do ambiente. Em uma versão mais tecnológica, percepção do espectro eletromagnético de sinais de rádios/televisão, assim como outros tipos de transmissões e frequências. Permitindo evitar a detecção por meio desses sinais se forem de radar por exemplo. Para um uso mais humano, quase que social pode ver a aura que os seres vivos liberam, com cores diferentes para as variadas emoções dos mesmos;


v. VIGOR SOBRE-HUMANO: conseguindo manter ação física contínua por um tempo limitado graças a sua limitada absorção de energia solar para transformar em energia;


vi. SUPER-AUDIÇÃO: semelhante à visão, é dono de uma audição incomum, assim, ouve algo a quilômetros de distância;


vii. AGILIDADE SOBRE-HUMANA: possuinte de uma agilidade extremamente elevada, conseguindo se movimentar de maneiras quase impossíveis;


viii. VELOCIDADE SOBRE-HUMANA: a velocidade é muito acima dos humanos, seja andando/correndo ou voando, atingindo, certas vezes, km/h.;


ix. REGENERAÇÃO: recupera-se de ferimentos com velocidade absurda, porém, depende da gravidade do mesmo;


x. AUTO-SUSTENTO: ele pode viver e falar em vácuo do espaço muito bem;


xi. LONGEVIDADE: vive muitos anos, enquanto mantém uma aparência jovial;


xii. INVULNERABILIDADE: balas e qualquer coisa feito de metal não afetam o físico do garoto, que é como uma parede espessa;


xiii. TELEPATIA: apresenta certa resistência telepática, podendo ler seus pensamentos. Tem a possibilidade de ver e apagar memórias;


xiv. INTELECTO: já tendo demonstrado que sua mente trabalha incrivelmente rápida para um humano normal, e combinado com os poderes mentais, ele poderia ser um de seus maiores ativos em algumas áreas de raciocínio;


xv. POLIGLOTA: devido aos seus poderes psiônicos, ele consegue aprender novas línguas apenas com o toque em uma pessoa nativa na língua. Por enquanto conhece o inglês e o kryptoniano;


xvi. SUPER RESPIRAÇÃO: consegue criar ventos com força de furacões por exalar o ar de seus pulmões. Ele pode esfriar o ar quando ele deixa seus pulmões para congelar alvos, usando sopro congelante. Podendo também reverter e não só empurrar o ar pra fora, como também puxar enormes volumes de ar para seus pulmões;


xvii. REFLEXOS SOBRE-HUMANOS: dono de reflexos absurdamente elevados, conseguindo reagir instantaneamente a qualquer coisa lançada a si, poderes, ou até mesmo a perigos e acidentes;


xviii. CAMPO DE FORÇA: Com a criação de uma proteção ao redor de seu corpo, ele é capaz de resistir ou reduzir o prejuízo de ataques não baseados em energia, fazendo com que o objeto a ser desviado de seu campo pessoal. Balas e estilhaços são facilmente desviado, desconsiderando parcialmente sua invulnerabilidade (não é perfeita) nesse aspecto. Este campo não consegue repelir gases ou ataques baseados de energia, contudo sua habilidade está em progresso constante;


xix. RESISTÊNCIA MENTAL: habilidade de resistir mais a ataques psiquicos de outros telepatas, ou até mesmo a aguentar poderes que afetem a mente como ilusionismo e sedução. Em comparação de poder, poderia nem sequer sofrer danos se o oponente for mais fraco.

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Re: Crossed Destinies

Mensagem por Madeline Simmons em Seg Maio 22, 2017 10:26 pm

Madeline Simmons


Esboçou um meio sorriso mordendo suavemente a lateral do lábio inferior maneando a cabeça suavemente por um lado a maneira de Brendan lidar com tudo aquilo e o fato dele não perguntar nada mostrava que ele confiava plenamente nela e em seu julgamento, o que definitivamente a agradava bastante, mas por outro, isso apenas não reforçara o que ela dissera há pouco sobre os detalhes?
- Hey, vamos com calma pequeno mágico, não devemos assustar o garoto, se ele não está com problemas ainda ficará em breve e ele parece já ter passado por muitos.
Virou uma esquina e encontrou uma moto azul estacionada, rapidamente tirou uma chave do bolso montando na moto
- O que? Não me olhe assim... Não importa o quanto eu ame a natureza ainda preciso de uma maneira de me locomover em situações como esta e não posso contar sempre com a carona de um amigo “alado”.
Subiu colocando um capacete e entregou outro a ele.
- Sabe o que é estar sozinho em uma cidade desconhecida sem poder confiar em ninguém e ter sua vida virada de cabeça para baixo por ter pessoas que você nem imaginava que existiam interessados em você ou no que você pode fazer?
Perguntou enquanto ligava a moto para depois olhar no fundo dos olhos dele.
- Eu sei. E aquele menino... – Suspira – Coitado.
Esperava ele subir para partir imediatamente mudando de marcha constantemente a medida que avançavam indo cada vez mais rápido. Não importava o que precisava fazer, tinha que encontrá-lo antes que uma pequena briga de facções se tornasse uma guerra de tronos.

Off: Desculpa, não consegui evitar o trocadilho >< e desculpa a demora.

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Re: Crossed Destinies

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