FUCHS, Arthur

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FUCHS, Arthur

Mensagem por Arthur M. Fuchs em Ter Jan 09, 2018 12:51 pm

Reencarnado




Escreva os dados


i. A NOMENCLATURA: Arthur Mann Fuchs;
ii. COMO É CONHECIDO: Enchanter;
iii. TIPAGEM SANGUÍNEA: Reencarnado
iv. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: Vinte e dois anos;
v. PRIMEIRO RESPIRO: 17.08.1995;
vi. DESCENDENTE DE QUE POVO: Alemão;
vii. COMPORTAMENTO: Bondade Caótica;
viii. COMUNIDADE: Herói;
ix. CARGO PROFISSIONAL: Estagiário da área jurídica da Hell's Core.

Informe os atributos


i. PONTOS DE ATRIBUTO: 60
ii. ESPECIALIZAÇÃO: Intelectual
iii. ATRIBUTOS:



FORÇA: 07INTELIGÊNCIA: 13 (+ 5 pontos devido a especialização)
RESISTÊNCIA: 10AGILIDADE: 10
VIGOR: 12CARISMA: 08



Diga as perícias


i. PERÍCIAS: A princípio, só terá UM PONTO DE PERÍCIA para distribuir, logo, obviamente, ela, a única, estará no nível calouro.

i. Leitura corporal, nível calouro;


Cite os poderes


i. SUPER-PODERES:

i. Magia - Em tese esse é o dom principal conferido ao Arthur quando se tornou um reencarnado. Isto permite que ele possa sentir magia de forma natural e quase inconsciente. Na prática, este dom se desdobra em diversas outras habilidades de naturezas muito distintas. Os dons alegadamente já utilizados pela Enchantress original e que, portanto, entende-se que o jovem também possa fazer uso são:
i. ERGOCINESE - Se baseia na projeção de energia mágica, podendo-a usá-la na forma de construtos, campos de força, raios de diversos efeitos (concussivos, explosivos, semelhantes a raios elétricos etc.) e/ou explosões de energia.

ii. TELECINESE - Arthur consegue movimentar corpos usando a sua mente sem a necessidade de movimentos físicos ainda que estes potencializem o efeito dessa capacidade e sejam usados com frequência.

iii. VOO - Ele consegue desafiar a gravidade e erguer seu corpo no ar, podendo flutuar ou mover-se em qualquer direção, em diversas velocidades.

iv. CONTROLE ELEMENTAL - Permite a criação e/ou controle dos elementos da natureza. Particularmente, a Enchantress já evocou fogo e gelo bem como controlou areia e rochas envolvendo-as em energia mágica. Também já demonstrou aparente magnetocinese.

v. METAMORFOSE - Pode alterar sua aparência, mudando suas roupas e traços físicos.

vi. TELETRANSPORTE - É capaz de deslocar corpos de um ponto a outro, geralmente através de portais, mas também o faz de forma mais simples e discreta, apenas desmaterializando-se e surgindo em outro local.

vii. INTANGIBILIDADE - Pode tornar-se imaterial por um curto espaço de tempo, podendo atravessar objetos sólidos.

viii. TELEPATIA - Permite ler, se comunicar e controlar a mente de outras pessoas.

ix. CURA - A magia pode ser usada para recuperar ferimentos mais rápido, também podendo ser convertida em energia vital.

x. ATMOSCINESE - Pode gerar tempestades de raios de natureza mágica.

xi. CRIAÇÃO DE ILUSÕES - Pode afetar a percepção de outras pessoas para gerar ilusões.

xii. TRANSMUTAÇÃO - Consiste apenas na modificação mágica de um objeto em outro. Quanto maior o objeto e mais complexa a transformação, mais energia demanda.

xiii. ALTERAÇÃO DA REALIDADE - Esta é a própria natureza da magia, a capacidade de alterar o mundo ao seu redor. A magia da entidade tem potencial ilimitado, apesar de suas demonstrações terem certos limites. Aqui se resumem alguns de seus feitos que não necessariamente se encaixam nas outras habilidades, como invocar um temporal de dentes podres, criar milhares de clones de June Moone, transformar seus companheiros do Esquadrão Suicida em mortos-vivos etc.. Arthur pode fazer o mesmo, mas quanto maior a alteração, mais da entidade precisa tomar posse dele. Geralmente, ele faz coisas simples, como invocar objetos pequenos.



Conte o histórico


Eu e meu pai morremos no verão de 2012, três dias depois do meu aniversário, três dias antes do aniversário dele. Passadas duas semanas, eu finalmente despertei do coma através de circunstâncias miraculosas, nas palavras dos médicos responsáveis por me acompanhar, já que o dano em meu cérebro fora tão grave que a única coisa que me mantivera vivo por dezessete dias foram os aparelhos. Milagre, contudo, não era o termo mais adequado para explicar a minha surpreendente sobrevivência.

Magia fora o que me trouxera de volta à vida. Quando eu acordei, fui informado que meu pai não sobrevivera ao acidente de carro brutal que nós havíamos sofrido próximo ao cruzamento da Lexington com a East 95th Street. Já eu fora arrastado de volta por uma entidade que se auto denominava “Enchantress”, mas que se tornou visível a mim na forma de um homem com a aparência exatamente igual à minha, à exceção dos cabelos e olhos negros.

O ser me explicou quem era, uma mera existência quase simbiótica e desprovida de corpo que necessitava de um humano para receber sua energia bem como seus extensos poderes. Ele existia na nossa realidade apenas como uma fagulha de magia, mas se apropriara da minha mente e dos sentimentos negativos que lá viviam para transformar essa fagulha em uma chama de bom tamanho, o suficiente para me manter plenamente vivo.

Eu te fiz um favor”, ele dissera, “portanto, nada mais justo que você o retribua sendo meu receptáculo. Juntos, nós podemos dominar o mundo”.

Eu era um pivete de dezessete anos, esquálido e inseguro, que finalmente enxergara uma oportunidade de se tornar alguém realmente admirável, por isso obviamente eu cedi aos encantos da entidade. Sempre que necessário, eu clamava por seus poderes, mas logo algo estranho começou a acontecer. No começo, nós dois nos tornávamos um só, mas com o passar das vezes eu parecia não apenas me transformar fisicamente, mas também ter minhas vontades, desejos e atitudes modificadas. De início eu tinha total consciência do que acontecia ao meu redor, eu só estranhava minha baixa empatia, meu desejo por situações caóticas e por violência; ainda era eu no controle, apenas com uma personalidade distinta.

Eu tinha dezenove anos quando presenciei um assalto a duas quadras de casa. Era uma situação simples, então eu a invoquei. Em minhas recordações, sou ainda capaz de sentir a ira em minhas veias e a sensação de poder tomando minha alma, visualizar o modo incauto e sádico com o qual atacara os bandidos, consigo até me lembrar dos seus gritos de agonia como bestas feridas que clamavam por piedade. No entanto, são apenas retalhos de memórias, em boa parte do tempo eu nem ao menos estava ciente do que ocorria. Pela primeira vez, não era eu ali, era apenas a entidade; ela deixara de influenciar minhas emoções com o objetivo de me guiar a atitudes agressivas para assumir total controle sobre minha mente, meu corpo e minhas escolhas. Com um grande esforço eu consegui retomar o controle sobre mim mesmo, pouco antes de ferir a garota que fora abordada pelos assaltantes, encolhida contra o muro de uma casa, as unhas cravadas na bochecha, o rosto lavado de lágrimas e os olhos arregalados de horror.

Depois desse acontecimento eu bani a entidade. Apelidei-o de Malice. Assustado e temeroso com o que eu fizera sob controle dele, busquei em todos os livros formas de me livrar daquele ser, mesmo com ele repetindo incessantemente que nós tínhamos uma ligação para toda vida. Resignadamente me dei conta de que ele estava provavelmente certo e decidi que iria sempre mediar o seu controle sobre mim.

Treinei até que fosse capaz de fazer uso dos dons sobrenaturais de Malice sem precisar ceder o controle do meu corpo a ele, mas tive apenas um sucesso parcial. O desejo de manter o controle sobre mim mesmo embargou o meu acesso aos poderes; quanto mais eu utilizava, mais próximo ficava de ser controlado.

Para o desgosto de Malice, entretanto,eu conseguia avançar cada vez mais. Realizava meditações diárias, fiz aulas de lutas marciais, ioga e hipnose para assumir o domínio sobre a minha própria mente. Aos vinte e dois anos, tornei-me capaz de fazer uso da magia da entidade sem precisar ceder o controle a ela, mas infelizmente não posso utilizar todo o seu potencial. É como se o controle da minha mente fosse um grande jarro quase todo o tempo preenchido até a boca por mim. Mas a cada vez que eu uso magia, o domínio da entidade toma conta deste jarro e o controle dela sobre as minhas ações é proporcional a quanto do potencial mágico de Malice eu uso. Vivo uma vida normal como estudante de direito, estagiário, filho e irmão. Entretanto, confio que um dia serei capaz de subverter completamente as regras deste jogo e poderei fazer uso dos poderes mágicos da entidade sem nunca perder o controle para ela. Apenas preciso descobrir como.
Outras Coisas


i.   June Moone (New Earth) - DC Wikia
ii.  Enchantress (Prime Earth) - DC Wikia
iii.  Comic Vine
iv.  Suicide Squad (Rebirth) #24
v.   Suicide Squad (1988) #15
vi.  DC Comics


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