The Children of the Chaos

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The Children of the Chaos

Mensagem por Daniel Sundfør em Qui Jan 11, 2018 12:00 am

The Children of the Chaos
A roleplay é iniciada pelo post de Chiara Lucchese, seguindo por Daniel Sundfør. Estando, portanto, FECHADA para os demais. Passando-se esta em 14 de janeiro de 2018, às 22:57, num galpão velho e abandonado. O conteúdo é LIVRE. Atualmente, as postagens estão EM ANDAMENTO.


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Re: The Children of the Chaos

Mensagem por Chiara Lucchese em Qui Jan 11, 2018 7:27 pm

the children of the chaos

-E então? Devo começar no sentido horário ou anti-horário? Os lábios de Chiara se abriram em um sorriso sádico ao terminar de pronunciar a pergunta. À medida que caminhava de um lado para o outro no galpão, podia-se com clareza ouvir o som do salto alto se chocando com o chão. Entretanto isso se misturava com os gritos sufocados dos cinco homens cujas mãos estavam agrilhoadas a uma barra de ferro e os pés estavam atados juntos. Tais indivíduos se encontravam pendurados como porcos costumam ficar em frigoríficos. Porcos. Não havia palavra que servisse melhor para descrever o que eram.

Com um aceno de sua mão, transformou um dos homens em um javali. -Pois é, porquinhos. A casa caiu para vocês. Pensaram que o lobo mau nunca descobriria o que vocês fizeram? Proferiu a dona dos cabelos cor de brasa rindo fraco enquanto passava a ponta da lâmina opaca pela pelagem curta do javali. Refletindo sobre se o animal merecia uma morte rápida, ou se o torturaria apenas para se deleitar com os olhares de horror na face dos outros quatro homens. Julgou a segunda opção mais adequada, ou melhor, mais interessante. E então começou a fazer com que a lâmina da faca penetrasse na pele do suíno, que grunhia incessavelmente. O sangue do animal escorria dos cortes, mas ela ainda estava longe de dar o golpe de misericórdia.

Através de suas habilidades com telecinese, separou as mandíbulas do porco, fazendo com que sua boca se abrisse. Posicionou a faca na horizontal entre as mandíbulas do suíno e fincou-a, cortando a língua -que caiu no chão logo em seguida- e deixando dois cortes na gengiva entre os dentes do javali. O líquido de coloração escarlate começou a jorrar dos cortes, fazendo com que a vítima se engasgasse. -O que foi? O gato comeu sua língua? Indagou com um sorriso de escárnio e um tom de voz um tanto quanto infantil. Pelo menos assim não sairia fornecendo informações que não devia a torto e a direito. Chiara por vezes se perguntava o que eles tinham na cabeça para achar vantajoso vazar informações confidenciais sobre a máfia para a qual ela trabalhava.

Agora ela teria o trabalho de ir até o julgamento daqueles cujos crimes haviam sido delatados, entrar na mente do promotor e do juiz e sabe-se lá de quem mais para poder livrar aliados importantes da cadeia. Pouco a pouco o porco já não estava mais sendo capaz de respirar. Os grunhidos pararam, no entanto o como ainda estava vivo. Ela com certeza não gastaria toda a madrugada de domingo naquele galpão abafado. Portanto, fincou toda a lâmina na barriga do porco e puxou-a com força para retirá-la dali.

-Quem quer ser o próximo? Fitou os quatro homens restantes, por mais que suas bocas estivessem cobertas com panos, podia jurar que imploravam em vão pela misericórdia que não teriam. A faca cuja lâmina estava completamente coberta de sangue estava presa firmemente entre os dedos da ruiva. Tudo aquilo estava sendo deveras interessante e o melhor é que estava apenas começando. -Será que esse vai ser mais um porquinho ou ficaria melhor como outro bicho? Aquele para o qual Chiara apontava a faca se debatia como um peixe que acabou de ser fisgado, como se todos esses movimentos fossem livrá-lo dali.

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Re: The Children of the Chaos

Mensagem por Daniel Sundfør em Qui Jan 11, 2018 8:53 pm


The Chilren of the Chaos
O mundo havia mudado muito com o passar dos anos. A tecnologia havia avançado tanto que eu ainda não havia conseguido aprender corretamente como usar toda aquela parafernália infinita de eletrodomésticos, mas muitas coisas haviam mudado para o bem, o que me fazia sentir alegria por saber que nem tudo estava perdido neste mundo tão belo. Ainda havia esperança nas ruas, bondade no coração e o desejo de fazer justiça nos corações dos homens justos. Mesmo com o mal querendo reinar neste mundo, ainda havia o fôlego dos Antigos Deuses em cada ser humano, seja para ajudar esse mal ou combate-lo. Eu, por minha vez, queria acabar com toda a maldade, nem que para isso eu lutasse toda a minha vida buscando atingir esse objetivo e, mesmo que conseguisse mudar nem que fosse um pouco a nossa realidade para melhor, já ficaria satisfeito.

Como forma de ajudar, uma das primeiras coisas que fiz foi acabar com os quartéis de drogas que eu encontrava pelas ruas. Era relativamente simples; bastava encontrar um homem suspeito num beco qualquer, confrontá-lo com o Laço da Verdade e descobrir onde ficava a base de operações para então destruí-la. Sabia que existiam máfias e gangues gigantescas por Nova Iorque, por isso a cada nova descoberta, eu ia ficando mais excitado com a possibilidade de pegar um “peixe grande”, e foi justamente hoje à noite que encontrei meu bilhete dourado. Um homem de fios loiros e compridos vendia drogas para adolescentes, quando lhe abordo de surpresa ao pular do prédio onde eu o observava, jogando-o contra a parede e apontando-lhe minha espada.

— Ei, ei, calma, moço! Como porra você pulou de cima do prédio e ainda está vivo? — Grita o homem enquanto os dois adolescentes fogem aturdidos pelo susto. Maneio minha cabeça em negação, chiando com a língua.

— Onde estão seus chefes? Você pertence a uma gangue, não é? Onde. Estão. Seus. Chefes? Perguntei enfaticamente, pausando cada palavra enquanto a lâmina prateada chegava perigosamente perto do pomo de Adão do homem, que ergueu as mãos em rendição e fechou os olhos, orando em russo.

— Tudo bem, eu te passo o endereço deles, mas vou logo lhe falando: nossa bruxa vai acabar com a tua raça, seu filho da... — Antes de terminar a sua ameaça, lhe atinjo no rosto com o cabo de minha espada, deixando-o desacordado. Vasculhei seus bolsos, encontrando seu celular e, usando sua digital, o desbloqueei e encontrei as informações de que precisava.

— Mal-educado. — Saí dali voando, indo rumo ao endereço.

Poucos minutos depois, cheguei numa rua mais afastada do bairro do Bronx e me surpreendi com uma imponente casa dentro de terras fortemente escondidas por muros altos e vigilância constante. Desci com velocidade, encontrando pouco mais de dez homens ali reunidos após destruir o teto com meus próprios pés. Não poderia ser uma máfia tão bem organizada com apenas dez membros, certo? Isso só significava que o traficante russo estava me enganando ou que a máfia tinha milhares de bases e aquela era só a menor de muitas – provavelmente as duas opções estavam certas. Segurei o cano da arma de um deles que, ao atirar, praticamente voou para trás com a implosão. Soltando a arma amassada, bati meus braceletes com força, lançando-os para trás, e foi então que me recordei da tal “bruxa” citada pelo loiro. Bem ali, na mesa do que parecia ser um dos cabeças daquela máfia, encontrei um endereço; um galpão abandonado. O nome ali inscrito, Circe, fez-me ficar tonto por alguns segundos, precisando apoiar as mãos na mesa enquanto sonhos distantes me atingiam. Eu a conhecia?

Sem mais delongas, massageei rapidamente as têmporas e observei os homens ali caídos, uns começando a se mexerem e a acordarem da explosão de energia dos braceletes. Eu cuidaria deles depois. Peguei o telefone de um deles, ligando para a polícia, e então saí voando pelo buraco que eu havia feito. Eu precisava ficar cara a cara com essa bruxa que os homens chamavam de “bruxa” e “Circe”, saber quem ela realmente era e tirar minhas dúvidas. Minha intuição dizia que se eu a conhecesse pessoalmente, eu saberia lidar com a feiticeira. Cheguei no galpão e, imediatamente, ouvi sons de porco sendo abatido, grunhindo de dor. Fechei bem os meus olhos, ouvindo uma voz feminina perguntar quem iria ser o próximo. Abri meus olhos e imediatamente voei com velocidade ímpar até a porta do galpão, chutando-a e puxando a minha espada que estava acoplada a uma liga de couro em minhas costas, fixada em volta de meu abdômen. Com a espada em mãos, puxei o Laço da Verdade que eu amarrava costumeiramente em volta de minha coxa direita, e então encarei a ruiva. Bela, ela parecia divertir-se com os homens ali. Não compreendi bem o porquê matar um porco na frente dos homens; ela queria assustá-los?

Foi então que, pasmo, fitei o porco morto voltar à forma humana: um homem de meia-idade, sem roupas e com os olhos escuros arregalados em pavor. Irado, virei-me para a ruiva, segurando com firmeza minha espada.

— Circe é como seus amigos lhe chamam, não é? Neste exato momento alguns deles estão sendo presos pela polícia. Agora, entregue-se, feiticeira! — Girei meu Laço no ar, do meu lado esquerdo, prestes a pegá-la caso houvesse rebeldia. Com a outra mão lhe apontava a espada. Os homens presos se agitavam, mortos de medo da ruiva, o que só denotava seu nível de perversidade sádica. — E trate de libertá-los, ou sairá machucada. Não gosto de bater em mulheres. — Alertei-a, meio que confidenciando-lhe que, mesmo com o tempo passando, eu ainda tinha meu jeito cavalheiro por dentro.

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Re: The Children of the Chaos

Mensagem por Chiara Lucchese em Dom Jan 14, 2018 5:17 pm

the children of the chaos

Aquele laço não lhe era estranho, recordava-se de imagens do mesmo vindas de diversos sonhos e visões, para ser mais específica, da pessoa que portava tal arma. Pelo que dizia, havia encontrado alguns membros da máfia de posições inferiores, os quais normalmente serviam como bodes expiatórios. Sempre que a polícia descobria os esquemas de narcotráfico, esses indivíduos levavam a culpa. Em suma, eram uma espécie de escudo atrás do qual se posicionavam os membros de grande importância. Afinal, os chefes de grandes facções criminosas não são encontrados em qualquer beco nos subúrbios da cidade, mas sim em bairros mais nobres, em jantares nas grandes mansões da cidade e em reuniões daqueles que possuem cargos políticos. -Eles seriam substituídos logo mais logo menos de qualquer forma. A ruiva deu de ombros, com um sorriso sutil nos lábios. Tinha certeza de que ele não havia encontrado ninguém de relevância muito alta, e se isso tivesse ocorrido, ela não encontraria dificuldade alguma de tirá-los da cadeia.

Ele usava o tom imperativo pedindo para que a feiticeira se entregasse e que libertasse os homens algemados. A ruiva limita-se a rir por curtos instantes enquanto ele profere tais palavras. -Já que quer tanto vê-los libertos...  Assim que o disse, ecoaram pelo galpão os "cliques" das algemas se abrindo por mágica, assim como o som das cordas as quais prendiam seus tornozelos se desamarrando. Antes mesmo que seus corpos atingissem o chão, estes começaram a mudar de forma. Dois dos quatro homens assumiram a forma de rinocerontes, um deles foi transformado em um elefante, e o outro, em hipopótamo. Estando todos os quatro, sob total controle de Chiara. Os animais se posicionaram, ficando alguns ao seu lado e outros a sua frente dela, prontos para atacá-lo. -Só não disse que os manteria em suas formas humanas.

Já que ele a impediria caso Chiara tentasse realizar o mesmo processo de transformar os traidores em animais rasteiros e torturá-los, seria obrigado a lutar contra aqueles cuja liberdade acabara de requisitar. Se havia algo que Chiara gostava de fazer com seus oponentes, era deixá-los sem muitas escolhas. De qualquer forma, os que espalharam informações que não deveriam pagariam o preço por tê-lo feito. -Espero que goste de bater em animais então. Assim que finalizou a frase, o elefante bramiu, os rinocerontes e o hipopótamo bufaram, enquanto arrastavam as patas traseiras no chão, como touros costumam fazer antes de atacar.

A feiticeira o fitava com um sorriso desafiador. -Achou mesmo que seria tão fácil fazer com que eu me entregasse? Indagou arqueando uma sobrancelha e cruzando os braços. Já antecipando que ele avançaria contra ela com o laço que tinha em mãos, passou a levitar alguns centímetros do chão. Em vista do fato de que teria melhores chances de desvio voando que correndo de salto.

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Re: The Children of the Chaos

Mensagem por Daniel Sundfør em Seg Jan 15, 2018 7:30 pm


The Chilren of the Chaos
Subestimar seus inimigos é uma coisa que eu aprendi a nunca fazer nas guerras. Homens de barba feitas durante a Segunda Grande Guerra morreram nas mãos de jovens que haviam acabado de entrar na puberdade, pessoas aparentemente apáticas e medrosas quando chegava a hora de lutarem matavam sem dó nem piedade seus oponentes e era cada um por si. Talvez tenha sido os meus poderes e o fato de eu ter contribuído de certa forma para acabar com a Guerra, ou talvez eu apenas esteja fora de forma, mas eu havia subestimado a ruiva à minha frente. Utilizando seus dons mágicos de forma maquiavélica, a bruxa transforma os pobres homens assustados em animais, dois deles viraram rinocerontes, um virou um elefante e o outro um hipopótamo. Analisando-os, fiquei sem muitas opções: para chegar até a feiticeira, eu deveria ter de passar pelos animais e incapacita-los de alguma forma.

— Eu não sei se vocês podem me ouvir, mas caso estejam, saiba que eu não os quero mal algum. Estou aqui para libertá-los. — Fui me aproximando com calma, a passos vagarosos e comedidos, chegando perto deles, entretanto, a bruxa os faz se posicionarem como um verdadeiro escudo animal e então os animais ameaçam avançar agressivamente, e então estreito meu olhar para a pergunta da ruiva.

— Quer saber? Por um momento, uma mínima fração de segundo... é, eu achei que sim. — Admiti em voz alta, com uma sugestão de sorriso de canto. Ficando com a pose mais ereta e menos cautelosa para com os animais e, então, sem mais escolhas, decidi usar a força bruta.

Bati meus braceletes um no outro com força, lançando uma onda de energia bruta e dourada. Ela seria mais do que suficiente para jogar tudo à minha frente para trás com violência, lançando não só os animais para trás, como quaisquer objetos e inclusive a ruiva. Baixei meus antebraços, os olhos injetados de raiva por ter de machucar não só os animais, como a própria. Encarando os animais que haviam ido parar longe. Observei a ruiva flutuando, e então lhe apontei o dedo indicador.

— Renda-se! — Gritei para ela, firme e apontando-lhe o dedo indicador. — Se não cooperar, terei de lhe machucar e, eu te garanto; não vai gostar. — Encarei por um rápido momento os animais atirados para longe, atordoados. Pobres coitados, não bastassem serem transformados em animais, ainda era controlados e torturados pela outra. Voltei meu olhar para a feiticeira, então, decidido a contê-la.

— Sou Daniel. Quem você seria? — Perguntei, apesar de ríspido, buscava interesse na conversa com a ruiva. Era arriscado puxar conversa com ela, não sabia se poderia se transformado por ela em animal, mas, iria tentar a sorte.

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Re: The Children of the Chaos

Mensagem por Chiara Lucchese em Qua Jan 17, 2018 11:58 pm

the children of the chaos

-Eles apenas obedecerão ordens vindas de mim. Ela respondeu, embora tudo o que foi dito já havia sido comprovado pela atitude dos homens os quais havia sido transformados em animais. Estes ainda apresentavam uma atitude hostil em relação a Daniel, prontos para atacá-lo caso a feiticeira desse o comando, ou no caso de ela ser atacada. Mantinham-se formando uma barreira ao  redor dela, ignorando por completo as palavras que foram dirigidas a eles. Em verdade, não apresentado nem o mais ínfimo indício de mudança de atitude enquanto o herói tentava se comunicava com os animais, apenas aparentando estarem cada vez mais perto de atacá-lo a medida que ele se aproximava. Havia uma probabilidade absurdamente grande de que Daniel não fosse capaz de conseguir a liberdade aos traidores.

Antes de ela verbalizar a resposta que havia recém formulado acerca de onde ele estava com a cabeça quando achou que ela se entregaria com tanta facilidade, foi atingida por uma onda de energia dourada. Suas costas se chocaram contra a parede logo atrás dela, os quatro animais tiveram sua serventia como escudo, já que, se os mesmos não estivessem posicionados da forma que se encontravam, a onda teria atingido Chiara com uma intensidade deveras maior e o impacto de seu corpo contra a parede teria sido mais nocivo. Os animais caíram a uma distância não muito grande de onde estavam anteriormente. Enquanto ainda se levantava, a feiticeira deu a ordem de ataque que parecia tão aguardada não somente por ela, mas pelas próprias criaturas. Assim que se puseram de pé, foram correndo para investir contra o guerreiro. -E você acha que eu não vou te machucar? Se você não cooperar pode muito bem acabar virando um animal assim como eles. Retrucou a ruiva semicerrando os olhos e com um sorriso escarninho, assim que ele apontou-lhe o indicador e gritou para que se rendesse.

Podia notar que ele parecia hesitante em feri-la, porém após ter sido arremessada pela onda de cor dourada, ela sem a menor sombra de dúvida o transformaria em algum animal e faria com que ele tivesse um destino semelhante ao homem que havia sido transformado em porco pouco antes de sua chegada, isto é, se julgasse haver alguma necessidade em fazê-lo. Por hora, contentou-se em assistir aqueles os quais ele viera salvar o indo em sua direção para atacá-lo. Parecia ótimo, depois de ser interrompida e ser lançada por uma onda. Era certo que ela não era do tipo de cão que ladra antes de morder, se pretendesse fazer algo na intenção de feri-lo, não anunciaria antes. Em vista das constantes ameaças de ataque feitas por ele, enquanto a atenção dele parecia voltada para os rinocerontes, o hipopótamo e o elefante, notou que não teria muitos empecilhos para revidar qualquer ataque vindo dele. Dentro do galpão haviam diversos pedaços de máquinas enferrujados jogados aos cantos, além do mais nem era mais usado pelas indústrias de sua família, e haviam diversos outros lugares como aquele em posse de membros e investidores dela.

Concluindo: ninguém daria a mínima se parte daquele maquinário velho fosse despedaçado ou se as barras metálicas que sustentavam o teto caíssem. -Chiara. Respondeu assim que ele perguntou o nome dela. Por mais que ele parecesse tentar dialogar com a ruiva, a essa altura parecia tarde demais para resolver aquilo na base do diálogo, seria muito difícil realizá-lo dada a raiva crescente dos dois.



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Re: The Children of the Chaos

Mensagem por Daniel Sundfør em Sex Jan 19, 2018 6:37 pm


The Chilren of the Chaos
Daniel se via diante de um verdadeiro impasse. Suas escolhas eram limitadas: ou ele machucava aqueles animais ou fugiria destes na tentativa de chegar até Chiara. Eles estavam em maior número e não recuariam com facilidade, mesmo o semideus tendo poderes de empatia animal. Eles estavam sob um poderoso feitiço e não iriam retornar à forma humano, ou obedecerem-no como este intentava, então sua única alternativa havia sido o uso da força de seus braceletes como forma de extravasar energia o suficiente para lançar tudo à sua frente para longe numa onda avassaladora de magia. Mas, mesmo após baixar seus braceletes, ainda persistia a feiticeira levitando, sem a mínima chance de render-se. ”Tudo bem, ou uso a força bruta ou não iria sequer me aproximar dela”, pensou consigo mesmo o guerreiro destemido, vendo seus oponentes inocentes vindo em sua direção.

A primeira coisa que fez foi retirar o laço da verdade envolto em sua coxa e atirá-lo no chifre de um dos rinocerontes, derrubando-o no intuito de atrapalhar o segundo e, consequentemente, atrasar os animais. Voando, Daniel estreitou seus olhos enquanto formava inúmeras possibilidades de como detê-los sem machucá-los seriamente, apenas o suficiente para contê-los. Inflando seu peitoral e encarando-os trombarem uns nos outros por conta do tamanho e peso dos animais atrapalhados, eis que o herói encara a bruxa – que agora nomeou-se como Chiara, se é que esse nome era mesmo real – e então suspira, sabendo que era impossível dominar aqueles animais sem ter de machucá-los.

— Sua luta não é honesta, Chiara. Sabe disso, não é? Usar esses homens como escudo e dominá-los é apenas uma forma de satisfazer seu ego, não é isso? Porque não utiliza seus poderes para fazer algo realmente bom? — Proferiu o moreno levitando no ar, na mesma altura da feiticeira, porém com uma espada em mãos em caso de ataques surpresa.

— Quem são esses homens, para início de conversa? O que fizeram a você ao ponto de tortura-los daquele jeito? O que planeja? — Questionando-a incisivamente, o semideus buscava encontrar qualquer pista de quem a outra era e quais as suas motivações. Se havia algo que Daniel havia aprendido há dezenas de anos atrás era que nunca se deve subestimar seu inimigo, e sempre buscar conhece-lo melhor.

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