[FECHADA +18] - i come with knives.

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

[FECHADA +18] - i come with knives.

Mensagem por Ruud Björk Losnedahl em Qui Jan 11, 2018 2:12 am

I come with knives.
A roleplay é iniciada pelo post de Ruud Björk Losnedahl, seguindo por Mikhail Björn-Østberg. Estando, portanto, FECHADA para os demais. Passando-se esta em 07 de janeiro de 2018, iniciando em um posto de gasolina qualquer que fica a alguns quilômetros de New York. O conteúdo é LIVRE . Atualmente, as postagens estão EM ANDAMENTO.


Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [FECHADA +18] - i come with knives.

Mensagem por Ruud Björk Losnedahl em Qui Jan 11, 2018 3:00 am

come on, stupid dude!

O veículo se locomovia lentamente. Era apenas um fusca branco que fora roubado. Poderia simplesmente desaparecer de Mikhail, mas e se fosse encontrado? Não deixaria que a morte pudesse consumi-lo, de maneira alguma. De alguma forma, após terem se conhecido, havia se tornado um discípulo do mesmo, sempre seguindo suas ordens quando necessário. Entretanto, em seu âmago, Ruud sabia que não era tão poderoso quanto o mais velho. A experiência e os anos de treinamento eram diferenciados, já que o adolescente não tivera a mesma quantidade de anos para conhecer seus talentos. Somente agora descobrira que seu corpo era capaz de se tornar diamante e, um pouco antes, aprendera a controlar suas habilidades psíquicas.

Sentia-se como uma criança que vivia levando broncas de Mikhail. – Eu. Não. Consigo! – Gritou irritadiço e, posteriormente, desapareceu. Agora estava ali, andando pela estrada pouco movimentada. A gasolina do fusca acabaria em breve, por isso parou no primeiro posto que acabou aparecendo em seu caminho. Poderia simplesmente colocar gasolina e depois ir embora, mas o orgulho era tão maior.

Estacionou o veículo perto de uma das bombas, descendo do mesmo, em seguida. Estava frio, por isso estava utilizando a blusa de frio. Se o Mikhail acha que eu não sou tão forte, vou mostrar pra ele. Pensou, irritado. O frentista se aproximava. Era um homem negro e idoso. Seus cabelos brancos eram curtos. Seu corpo era um pouco gordo, mas era coberto pelas vestimentas do trabalho. – Boa tarde, senhor. Quanto será de... – E antes que o desconhecido pudesse finalizar, Ruud pousou seu olhar no mesmo, fazendo com que ele se calasse através do controle mental.

Fez o negro ir até a mangueira e levá-la próxima de sua boca, liberando um jato de gasolina dentro de si. – Isso, beba tudo. – Sorriu maliciosamente. – Só termine quando engolir toda a mangueira. – Lançou uma piscadela e ficou de costas, caminhando para dentro do pequeno restaurante que havia ali. Algumas pessoas olhavam através da janela, confusas com a cena que estava acontecendo. Soltou um suspiro tranquilo e permitiu-se assumir a forma de diamante enquanto caminhava.

Gritos surgiam dentro do estabelecimento, pessoas tentavam sair pela janela de vidro, entretanto, não era possível graças a enorme de indivíduos que queriam fugir. – Calma, pessoal. – Disse após atravessar a porta, sorrindo ao ver as pessoas assustadas. – Eu prometo que será rápido. – E foi aí que avançou contra uma por uma, impedindo-as de escapar. Matou cada um sem dó.

Após isso, voltou a forma normal. Durara longos minutos, provavelmente uma hora. Fez uma cara de nojo ao observar suas vestes manchadas de sangue, logo desviou o olhar para fora. – Porra! – Grunhiu. O fusca havia sumido, assim como o cara que deveria estar engasgado com a mangueira da bomba de gasolina. Ele assumiu o controle quando eu me transformei. Bufou e fechou os punhos, sentindo a raiva tomar conta de si. – Inferno! – Gritou irritado e desviou seu olhar para uma mulher que gemia baixo, ainda viva. – Você é uma vadia suja! – Berrou e então começou a chutar a cabeça da mesma até que ficasse totalmente amassada.

As roupas do jovem estavam totalmente banhadas pelo sangue, assim como uma parte de sua bochecha direita. – Não acredito... – Reclamou. Pegou o telefone e ligou para Mikhail. – Seu imbecil, tem um fusca branco indo em direção à New York, creio eu, já que é a cidade mais próxima. Não o deixe vivo. Depois segue o caminho, porque vou precisar de carona. – E antes que pudesse ser questionado, desligou o aparelho eletrônico, colocando-o na calça novamente. Poderia simplesmente pegar outro carro, mas isso poderia aumentar as suspeitas que recairiam sobre si. Ninguém deveria suspeitar dele.

E quanto a Mikhail... Bem, provavelmente levaria uma bronca por ser grosso e achar que mandava no mesmo, entretanto, acreditava que o mais velho realmente o ajudaria. Por mais mandão e grosso que o outro fosse, jamais havia deixado o adolescente de lado – pois um acabava prestando serviços ao outro.


Roupas:
Roupas.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [FECHADA +18] - i come with knives.

Mensagem por Mikhail Darkraven em Qui Jan 11, 2018 6:45 pm


Bad Boy

Alongando-me em meu espaço próprio para meditação, deixava minhas mãos tocando o macio carpete da sala enquanto soerguia meu corpo e, com as pernas, as cruzava no ar e as aproximava do meio de minhas costas, buscando fazer encostar meus pés na cabeça. Ultimamente eu andava fazendo meditação, ioga e ginástica mais do que o normal, como havia assumido o cargo de sócio na empresa de minha irmã eu havia ganhado reuniões chatas e estresse com papeladas, burocracias e números. Bem, eram ossos do ofício, breve eu iria estar me saindo bem melhor, e definitivamente eu não viraria um robô desumanizado e focado unicamente no trabalho como Heidi. Foi então que meu celular tocou, e então vi o número, nome e foto de quem me ligava.

Ruud, como descrevê-lo? Ele era ainda um jovem que mal sabia como usar bem os seus poderes, ainda era novo no ramo e se juntara ao grupo de assassinos profissionais como forma de treinar melhor os seus poderes – usando-os nas suas vítimas – e também de enriquecer. Ele havia conseguido herdar dinheiro do pai – que ele havia matado – e não sabia como administrá-lo, nem como controlar seus poderes telepáticos ou desbloquear sua nova mutação, que o permitia deixar seu corpo coberto por diamantes. Fui encarregado de ajuda-lo, mas aos poucos nos aproximamos um pouco mais do que o comum entre parceiros de trabalho, e terminamos rasgando nossas roupas depois de um banho de sangue numa missão e transamos como dois animais no cio, desde então nunca mais nos separamos. Eu buscava não pensar muito nele, apenas nos meus momentos íntimos ou então quando eu criava meus chifres, o que me bloqueava de ter meus pensamentos lidos por minha irmã – eu nem sabia se ela era telepata, mas como ela fazia segredo sobre seus poderes, eu não quis arriscar ser descoberto. Ela não sabia sobre meu trabalho, eu não sabia sobre a extensão dos seus poderes, e ela só sabia que eu fazia espadas e criava energia mágica verde-escuro – já era o suficiente.

Ela e eu sempre fomos unidos pela nossa indiferença aos humanos, mas agora, depois de todos esses anos, confesso que não possuo mais cem por cento de confiança na loira, assim como ela não confia em mim – e nunca iria. Tinha receio dela saber sobre meu... Namorado? Foi então que, ouvindo seu recado, automaticamente troquei de roupas e senti meus chifres crescendo. Joguei o corpo para trás, levitando e então transferindo minha mente para a estrada, em busca do tal fusca branco – uma péssima escolha, aliás –, encontrando-o no meio da estrada rumo a Nova Iorque. Decorei bem o lugar, me transportando para lá imediatamente. Minhas vestes eram simples; consistia numa calça de látex, coturnos e jaqueta da cor do musgo, e observei o carro a aproximadamente quinhentos metros de distância, um homem negro e corpulento dirigia em alta velocidade, o tempo inteiro olhando para trás no retrovisor e, ao me ver, freou bruscamente o carro. Seu olhar de terror denunciando que ele já sabia no âmago de seu ser que encontraria a morte em breve. Sorri em antecipação dos taques.

Com as primeiras balas, materializei minha capa e protegi-me dos projéteis, e então com a mão direita segurando a capa, lancei-a para o lado, desfazendo-a no ar e então apontei com as minhas duas mãos para o carro, fazendo duas espadas de aproximadamente setenta centímetros saírem de debaixo de meus antebraços e perfurando o vidro do carro, atingindo o corpo do homem. Caminhando com calma, lancei mais uma espada no motor do carro, observando a gasolina vazar e molhar a estrada desértica, e então com mais uma espada comprida em minha mão esquerda, risquei-a no solo criando faíscas que, ao encontro da gasolina, explodiram o veículo, encobrindo todos os traços. Que a polícia se virasse para descobrir sobre as três espadas, elas nem sequer eram de metal comum! Transportei-me mais uma vez, agora para o posto de gasolina, e foi então que vi os corpos, assim como Ruud, sujo e estressado. Bebê chorão! Fui até o mesmo e desferi um forte tapa em sua face.

— Insolente! É para isso que eu lhe ensino? Usar seus poderes num acesso de raiva e matar esses humanos e deixar rastros? Há câmeras de segurança, houve uma testemunha que, se não fosse por mim, estaria na polícia lhe denunciando agora mesmo! Desde quando lhe ensinei a ser tão burro? — Xinguei-o, cuspindo entredentes toda a minha irritação e sentindo os chifres retornarem para minha cabeça, desaparecendo. Apontando o dedo indicador para ele em irritação, observei suas roupas sujas. Quanta bagunça! Bati minhas palmas como que retirando poeira das mãos, estreitando os olhos na direção de todo o massacre. Belo, porém, desajeitado.

— Fez bem, foi cruel e rápido, mas se esqueceu das câmeras de segurança e da sua testemunha. Da próxima, faça melhor. — Apontei as mãos com os dedos unidos e palma estendida para as câmeras, atirando adagas em cada uma das câmeras, por fim adentrando na loja de conveniências e destruindo o computador para que as filmagens não fossem recuperadas pela polícia e os peritos. Retornando a Ruud, fitei-o de cima a baixo.

— Tire as roupas. Agora. — Ordenei, cruzando os braços. Admito que a visão dele se despindo era mais que atraente, porém me controlei e então passei a língua pelo lábio inferior, dando de ombros e soerguendo as sobrancelhas na direção dele, apontando com o queixo para sua cueca. Ele a retirou, pondo na pilha no chão. Criei minha magia esverdeada e poderosa, queimando as roupas em segundos, deixando nada menos que poeira sendo levada pelo vento. Ergui minha mão para o mesmo e, assim que ele a tocou, fomos para minha casa, onde lhe dei outro tapa forte, mas puxando-o pelos cabelos e beijando-o.

— Não faça mais besteiras. — Falei de forma suave, sem ordenar – na verdade, era quase um pedido para o moreno. E então, prossegui, beijando-o ardentemente, explorando seus ombros, braços e corpo com minhas mãos.


XXX
avatar
VILÕES
35

Manhattan, New York, USA

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [FECHADA +18] - i come with knives.

Mensagem por Ruud Björk Losnedahl em Sex Jan 12, 2018 12:18 am

O silêncio se instalava no local e, enquanto isso, uma enorme quantidade de sangue escapava dos corpos – e também estava grudado nas vestimentas do adolescente. As íris claras deslizaram pelo restaurante do posto e um suspiro profundo saiu de seus lábios. Será que estaria naquela vida caso não tivesse sido abandonado? A sensação de solidão ainda permanecia dentro de si, sumindo temporariamente quando estava próximo de Mikhail. Ambos haviam se conhecido e, aos poucos, foram ficando mais e mais próximos – agora estavam ali, naquela nova vida. Será que poderia considerá-lo como um namorado ou um simples pau amigo?

Ergueu a cabeça, assustado, e antes que pudesse dizer algo, levava um tapa em sua face. – Outch! – Gemeu de dor, levando a mão direita até a região atingida – sua bochecha – e esfregou o local por alguns segundos enquanto escutava a bronca vinda do mais velho. Ele realmente estava nervoso com toda a situação? O mais jovem semicerrou os olhos, encarando-o com certa raiva, como se estivesse agindo como uma criança insolente – mesmo sabendo em seu interior que estava agindo daquele jeito no momento. – Você só conseguiu destruir a testemunha porque EU te chamei! – Resmungou, mas não sabia se ele ouviria, já que estava zangado demais para prestar atenção em qualquer outra coisa.

Voltou seus olhos para o enorme par de chifres que, aos poucos, encolhia na cabeça de Mik. Ainda ficava curioso sobre aquela aparência física do outro, mesmo que o assustasse. Sabia que ele era mais forte e, em seu âmago, sentia inveja disso tudo. Queria mais poder, queria mais dinheiro, queria mais influência, queria mais luxo. Compreendia muito bem que não podia estragar seu disfarce de estagiário, pois caso isso ocorresse, teria que largar a sua nova vida e seria caçado mundialmente – e não seria muito bom, já que estava, ainda, aprendendo a utilizar as suas habilidades graças ao auxílio de Mikhail.

Sorriu enquanto escutava o comentário do outro, mas logo uma expressão raivosa tomou conta de sua face ao ouvi-lo dizer que poderia ser melhor. – Você nunca está contente com o meu melhor. – Sussurrou, mas não permitiu que o outro ouvisse. Ficava irritado com isso, pois se sentia frustrado em nunca agradar o outro, já que, em sua alma, ansiava em causá-lo um pouco de orgulho, pois era seu pupilo e queria mostrar que realmente era talentoso. Suas habilidades eram incríveis, mas do que adiantaria se não sabia como executá-las nos momentos certos?

Observou o loiro destruir as câmeras e sumir, por isso aproximou-se de um dos corpos, analisando-o durante certo tempo, até que escutou o mais velho voltar e dar-lhe ordens. Estava de costas para Mikhail, por isso pôde revirar os olhos, uma vez que não levaria sermão se o outro não visse aquela atitude grosseira. – Tá. – Fora a única coisa que dissera, girando sobre seus calcanhares e ficando diante o mesmo. O norueguês estava fazendo o pedido para que não pudessem chamar a atenção – ou provavelmente, era só questão de perversão, a qual não contraria ali, pois ele deveria estar muito irritado.

Retirou as peças lentamente, deixando somente a cueca. Levantou a cabeça e franziu o cenho quando ele ordenou que a vestimenta íntima fosse retirada. – Sério?! – Indagou um pouco irritado, revirando os olhos e, posteriormente, retirou a parte da roupa , jogando-a junto com as outras. Ainda continuava com a expressão marrenta, agindo como uma criança. Estava enfuriado. Pousou o olhar nas mesmas e, subitamente, um fogo esverdeado as consumia. Permitiu-se olhar Mikhail por breves segundos. Tão poderoso. A inveja o cutucou em seu âmago. Soltou um suspiro e ergueu a cabeça após vê-lo oferecer uma mão, tocando-a.

Piscou algumas vezes, arrepiando. Odiava a sensação que tinha logo após teletransportar. – Ol... – Mal tivera tempo de reclamar, outro tapa esquentava sua bochecha esquerda dessa vez e, posteriormente, era puxado pelos cabelos e beijado. Seus lábios se deliciavam com o do maior. Ele era belo, perfeito e... Bem, tudo de bom, ao seu ver – mas era mais forte, mais poderoso, mais rico. Isso deixava Ruud grilado, querendo ter a mesma coisa que seu amante.

Afastarem-se durante um breve momento, então o dinamarquês encarou o outro, ouvindo-o. Arqueou a sobrancelha esquerda, curioso com a fala dele. Não havia ordens, não havia um jeito brusco. Tinha um certo carinho, algo que fizera o menor se sentir confortável em estar próximo de Mikhail, já que ele conseguia ser seu amante e, simultaneamente, um tipo de pai protetor. Poderia ter dito qualquer coisa, mas sabia que seria rude. Logo voltaram a se beijar, as mãos do maior passavam por seu corpo, explorando cada parte. Losnedahl se deliciava com a boca dele, levando as mãos até sua cintura, puxando-o para mais perto, mas o empurrou após alguns segundos.

– Ok, precisamos conversar. – Estreitou os olhos, com uma expressão de raiva em seu rosto, já que o cenho estava levemente franzido e os lábios voltavam ao normal, formando um biquinho irritadiço. – Mas vou tomar um banho antes. Vem comigo? – Perguntou, observando o loiro. Inclinou a cabeça lentamente para o lado direito. – Por favor. – Falou de maneira baixa, mas ainda com o rosto expondo um pouco de fúria. – E nada de sexo no chuveiro. Realmente precisamos conversar. – Seu tom de voz saíra de maneira levemente fria.

Queria somente tomar um banho, vestir uma roupa quente e conversar. Estava com frio, principalmente por New York estar em época de inverno, algo que, ao seu ver, não seria nada agradável ao seu organismo, por mais que estivesse acostumado com os climas frios de seu passado na Europa.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [FECHADA +18] - i come with knives.

Mensagem por Mikhail Darkraven em Dom Jan 14, 2018 3:23 pm


Bad Boy

Pude sentir a maciez dos lábios de Ruud, podia senti-lo me puxando para um paraíso obscuro do qual só conseguiríamos sair depois que terminássemos de satisfazer todos os nossos desejos sexuais. Podia sentir o calor emanando de seu corpo e a consequente ereção, porém fui afastado abruptamente, deixado com uma clara expressão de insatisfação e dúvida. Fiz algo errado? Provavelmente, havia sido muito rude com o garoto, mas, ele sabia que era o necessário a se fazer; ele precisava melhorar e enquanto não fosse o melhor, eu não iria sossegar. Alegando que precisávamos conversar, ele me convida para um banho. Assenti para o mesmo, acompanhando-o e erguendo as mãos em sinal de defesa ao ouvir dele “sem sexo no chuveiro”. Ele parecia transtornado, mas o porquê eu ainda não havia conseguido decifrar.

Ruud sempre havia sido um garoto complicado desde que o conheci pouco tempo após matar seu pai, madrasta e meio-irmão. Ele havia assumido os negócios do pai, mas não parecia nem um pouco à vontade, mas, com minha ajuda, consegui fazê-lo melhorar a “aparentar” ser um pouco normal para a sociedade, seus sócios e empresários. Ele havia conseguido ser um assassino de aluguel competente graças a minha tutela e vigilância constante, mas mesmo assim ele nunca parecia realmente satisfeito, parecia sempre procurar por algo, como se estivesse perdido e sem um rumo. Nada o agradava por completo, nada nunca era bom o suficiente; seu dinheiro não era suficiente, ele nunca ficava contente com os resultados de seu trabalho para a máfia, com seu trabalho como estagiário, nem administrando a empresa de seu falecido pai, nem comigo, creio eu.

Fui logo atrás dele, ligando o chuveiro e colocando a mão na água, verificando a sua temperatura. Morna. Retirei minhas roupas, deixando que ele fosse na frente. Peça por peça, fui retirando-as e jogando-as no cesto de roupas sujas, adentrando no box e abraçando-o pelas costas, beijando-lhe o ombro direito e seu pescoço.

— Sabe que você é destinado a grandes coisas, não sabe? Você é um conquistador nato. Não pense nem por um momento que eu lhe ajudei a chegar aqui: o mérito é todo seu, desde a morte daqueles que lhe abandonaram e humilharam, a destruição do orfanato onde viveu, o dinheiro que conseguiu, seu trabalho... Eu apenas lhe oriento. — Sussurrei para o moreno, passando as mãos por sua cintura e subindo ao seu peitoral, alisando-o. Peguei o sabonete e passei a ensaboá-lo, ficando de frente para ele.

— Então, o que quer falar comigo? — Perguntei-lhe com um soerguer de sobrancelha, passando minhas mãos cheias de espuma nas minhas partes íntimas, movendo meu membro semi-ereto em um ritmo masturbatório e provocativo.



XXX
avatar
VILÕES
35

Manhattan, New York, USA

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [FECHADA +18] - i come with knives.

Mensagem por Ruud Björk Losnedahl em Dom Jan 14, 2018 4:49 pm

Soltou um suspiro pesado ao vê-lo erguer as mãos como uma maneira de se defender da frase que havia dito. Virou-se e caminhou em direção ao banheiro. Já estava pelado, mas esperou o mais velho ligar o chuveiro. Esperaria o norueguês adentrar para que pudessem conversar. Ruud precisava desabafar. Sentia-se inútil, fraco e, em seu âmago, tinha receio de ser trocado pelo loiro. E se não fosse forte o suficiente? Será que era visto somente como uma fonte de prazer para ele? Bem, o sexo era delicioso, no entanto, no fundo de sua alma, Ruud precisava sentir que estava conectado a alguém, por mais oculto que fosse a relação.

Parecia que nada era suficiente, por mais que tivesse conquistado as coisas rapidamente com sua pouca idade. A morte e o caos permitiram com que ele pudesse adquirir bens materiais que, enquanto vivia no orfanato, jamais teria. Entretanto, não tinha atenção. Nunca tivera e achava que nunca teria. Será que Mikhail sentia algo ou também o enxergava como arma, além de um corpo? Jamais convivera com seus pais, nunca tivera amigos – somente um amante que, provavelmente, quisera aproveitar de sua pureza, já que deixara o dinamarquês com facilidade para simplesmente ter uma nova família.

– Por favor... – Sussurrou, com os olhos banhados em lágrimas. – Não me deixe. – Apertou as mãos de seu amado. – Ruud... Eu tenho que ir. – Ivar encarou o mutante com uma grande pena, soltando um suspiro profundo e livrando das mãos do menor. Girou e então caminhou para perto dos seus novos pais. O mutante semicerrou os olhos, na tentativa falha de conter as lágrimas. Suas bochechas ficaram mais e mais vermelhas, o ódio subia até sua cabeça. Eu te odeio.

Caminhou até o box, indo para baixo do chuveiro e fechando os olhos ao sentir a água morna tocar todo o seu corpo. As gotas atingiam seus cabelos, fazendo o topete informal perder seu formato. Arrepios transpassavam sua pele, já que o líquido morno o confortava, limpando os rastros de sangue, fazendo com que escorregassem por sua pele macia. Virou o rosto brevemente, vendo Mik retirar suas vestes. Ele era tão bonito, tão poderoso. Por que está comigo? Questionava-se mais uma vez e, seguidamente, respostas vinham novamente: seu corpo, seu dinheiro e seus poderes.

Antes que pudesse mergulhar mais em seus pensamentos, sentiu o abraço do outro que estava atrás. Permitiu-se sorrir e fechar os olhos rapidamente. Arrepiou mais uma vez quando a boca dele percorreu seu ombro direito e pescoço, fazendo o adolescente mordiscar o próprio lábio inferior e soltar um gemido baixo. Só mesmo Mikhail para fazer o jovem ficar louco e embargado pelo tesão, contudo, tinha que se esforçar para questioná-lo, para conversarem e para discutir sobre o futuro que poderiam ter.

Respirou fundo ao ouvi-lo sussurrar. Será que ele realmente pensava do jeito que tinha dito? As mãos do mais velho eram macias e prazerosas de se sentir, principalmente quando elas deslizavam por seu corpo e paravam em seu peitoral. Ergueu as pálpebras, permanecendo as íris claras voltadas para a parede que estava diante si. Levantou a cabeça um pouco quando o loiro entrou na sua frente e começou a ensaboá-lo. O mais velho tinha desarmado o jovem com sua fala. Ele estava sendo sincero até que ponto?

Mordeu os lábios quando seu questionamento espalhara pelo ar, mas logo seu olhar desviou para o pênis – que estava coberto pelas mãos cheias de espumas. Não se conteve, uma risada baixa escapara. – Bobo. – Comentou, sorrindo mais uma vez. – Sem sexo, lembra? Não agora. – Levou as duas mãos até o rosto do maior, fazendo com que ele inclinasse um pouco a sua cabeça para baixo, já que Ruud queria que ele olhasse em seus olhos. – Tudo o que você disse é verdade? Essas coisas são todas minhas? Ou eu só consegui por ter sempre você por perto pra me ajudar? – Franziu o cenho.

– Eu não sou tão forte como você, Mik... – Soltou o apelido do homem. – Nem tão forte, nem tão experiente, eu... – Fechou os olhos brevemente, mas abriu-os mais uma vez para que encarasse as íris do indivíduo que estava diante si. – Você me trocaria, caso encontrasse algum rapaz ou alguma moça mais forte? – O questionamento era sincero. – Eu a... amo você. A resposta não poderia ser dita em voz alta. Será que seria muita humilhação? – Você sabe o que eu sinto por você. – Pigarreou e deixou um sorriso sem graça surgir em seus lábios.

– Você é um ótimo homem. Não moralmente, é claro. – A brincadeirinha saiu num sussurro, acompanhada de uma risada baixa e rouca do jovem. – Eu me sinto bem perto de você. Eu gosto de ser orientado por ti, mas... Será que algum dia eu consigo chegar ao seu nível? Parece que estou estagnado. – Comentou e tirou as mãos da cabeça dele. – Seja sincero. – Pediu. – Você me enxerga como, Mikhail? – Esse era outro ponto que queria descobrir.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [FECHADA +18] - i come with knives.

Mensagem por Mikhail Darkraven em Dom Jan 14, 2018 7:15 pm


Bad Boy

Havia uma relação tênue entre nós dois, uma ligação que nos fazia saber as intenções um do outro com pouco esforço. Talvez isso fosse mais forte em mim, pois quase tudo que eu falava para o moreno o fazia duvidar, sempre fazendo questionando e pedindo para que eu reafirmasse o que eu já havia falado antes. Isso me irritava; ter de falar algo duas vezes, me explicar, pôr em palavras coisas que não mereciam serem esquadrinhadas e medidas. Sentimentos eram nobres, se bem administrados, podem dar um ótimo retorno em vida, caso o proprietário saiba bem como utilizar suas emoções e o principal: seu auto-controle. Ruud tinha os poderes, a beleza, a astúcia, a ambição, porém lhe faltava controle sobre si, sobre seu desejo vingativo de retribuir em triplo tudo aquilo que lhe fizeram, faltava o controle sobre sua própria insegurança sobre ser bom o suficiente. Portanto, suas perguntas foram completamente refutadas com um acenar negativo.

— Olhe bem em meus olhos, Ruud: eu sou de mentir? Se você fosse inferior, fraco e inapropriado, estaria aqui dentro do meu banheiro? — Segurei seu queixo de forma firme, largando-o e dando-lhe um tapinha de leve na face. — Veja bem, Ruud: eu não preciso de você, nem dos seus poderes, ou do seu dinheiro, nem dos seus serviços como assassino. Você está aqui porque eu gosto de você, como pessoa, e não quero nada de você a não ser sua companhia. E pare de frescuras: você não precisa de mim para ser poderoso; você já o é, só não consegue se ver ainda pela sua visão cega de pessimismo e insegurança. — Falei rígido, indo para debaixo do chuveiro e retirando o excesso de sabonete de meu corpo, virando-me para o moreno.

— Se você vier com mais baboseiras como essa, juro que enfio uma espada no seu traseiro, e dessa vez vai ser uma desagradável. — Apontei o dedo indicador para ele, por fim ri e passei o dedo por seus lábios carnudos. — Mais reclamações sobre não ser poderoso o suficiente? — Saí do box, enxugando-me levemente numa toalha e pondo-a de volta, indo até a cama e lançando-me na mesma, ficando deitado apreciando a visão dele ainda no banheiro.




XXX
avatar
VILÕES
35

Manhattan, New York, USA

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [FECHADA +18] - i come with knives.

Mensagem por Ruud Björk Losnedahl em Sab Jan 27, 2018 1:51 pm

Viu-o mexer a cabeça negativamente. A vontade era de abrir a boca e questionar se ele tinha certeza do que estava dizendo, afinal, Ruud amara um garoto e havia sido abandonado – sem mais, nem menos –, portanto, quem poderia garantir que o loiro não faria o mesmo? Antes que pudesse indagá-lo, seu queixo era segurado pelo maior. Franziu o cenho, escutando-o falar. Estava atento a tudo que ele dizia. Fechou os olhos, achando que levaria um tapa forte, mas piscou algumas vezes ao sentir a palma da mão dele se chocar de maneira delicada contra sua face. Ok, provavelmente ele estava sendo sincero.

Soltou um suspiro e abaixou sua cabeça brevemente, olhando para os pés dele, mas logo ergueu a mesma novamente, encarando-o. – Você está certo. – Afirmou num tom baixo, vendo-o se afastar. Ruud soltou outro suspiro pesado e adentrou o chuveiro, lavando o seu corpo e permitindo com que as espumas fossem retiradas. As pálpebras se fecharam brevemente e, durante alguns segundos, permitiu-se ter a sensação de tranquilidade tomar conta de si.

Riu ao ouvi-lo e arrepiou quando o dedo do homem passou por seus lábios. Antes que pudesse dizer qualquer coisa, ele já saía do box, enxugando-se e indo para a cama. – Não, sem reclamações. – Deu de ombros. Fez a mesma coisa que Mik e então caminhou até a estrutura onde ele se deitava. O corpo do loiro era perfeito, fazendo com que o membro de Ruud começasse a dar indícios de que queria deliciar-se com cada parte do homem.

Era mimado fora da cama, mas ali, diante o mais velho, poderia considerar-se submisso. Ativo ou passivo, pouco lhe importava. Conheceria os dois lados, caso isso o agradasse. Era ótimo estar perto de Mikhail, inclusive carnalmente. – Eu só tenho uma reclamação. – Arqueou a sobrancelha esquerda, deixando um sorriso safado surgir em sua boca, expondo um pouco de seus dentes brancos.

Subiu na cama e, posteriormente, sentou-se em cima do membro dele – impedindo que penetrasse, estava apenas atiçando naquele instante. Rebolou lentamente e apoiou as duas mãos em seu peitoral, impedindo-o de levantar. – Por que não estamos fodendo ainda? – Questionou num tom brincalhão, inclinando o seu corpo mais um pouco e pousando os lábios perto de seu ouvido direito. – Aqui, dentro de quatro paredes, sou todo seu. Me use como quiser, Mik... – O sussurro saíra de maneira sedutora, com a intenção de deixá-lo excitado perante tal situação. – O que posso fazer para agradá-lo? – Encarou os lindos olhos do homem que estava deitado.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [FECHADA +18] - i come with knives.

Mensagem por Mikhail Darkraven em Seg Jan 29, 2018 6:50 pm


Bad Boy



Enquanto estava deitado em sua cama ampla e confortável, Mikhail com os olhos fixava sua atenção no outro enxugando-se e se aproximando, subindo na cama como um animal selvagem caçando libertinamente a sua presa, subindo no corpo do maior e sentando-se por cima do membro meia bomba de Østberg, fazendo-o soltar um gemido de prazer ao sentir a pressão das nádegas massageando seu pau num rebolar suave e provocativo por parte do moreno que, indagando o porquê deles ainda não estarem transando, aproximava-se de seu ouvido direito para atiça-lo ainda mais.

— Bem, talvez seja por causa do banho. Precisávamos retirar o cheiro asqueroso dos mortos de nossos corpos, não é mesmo? — Indagou o loiro divertidamente, dando de ombros e tentando beijar Ruud, mas parando num último momento e, decidido a brincar com seu menino, lhe desferiu um tabefe em sua face, jogando-a para o seu lado esquerdo na cama.

Ali, com o membro do moreno também livre e ereto, Mikhail utilizou de sua magia para puxar de sua cômoda uma liga aparentemente comum e negra de couro que, na verdade, era um brinquedo erótico que aperta o membro e testículos para retardar o orgasmo ao máximo, só podendo gozar caso retirasse o anel peniano em questão. Segurando o membro de Ruud com firmeza, o loiro deu um tapa no membro que balançou e então o prendeu, pênis e bolas.

— Assim só vai terminar quando eu quiser. — Com uma expressão maliciosa de excitação e divertimento em sua face, Mikhail passou a masturbar o membro de Ruud enfaticamente, cuspindo e, logo em seguida, abocanhando-o. Começou um oral intenso, engolindo o máximo que podia daquele pau, engasgando-se diversas vezes, mas sem cessar os seus esforços, apertando e massageando as bolas de Ruud. Continuando com movimentos de subida e descida, o deus da morte buscava conseguir colocar todo o pau em sua boca, deixando-o úmido para tudo o que se sucederia.

Largando o pênis, Mikhail parou para observá-lo; branco, com a cabeça exposta e vermelha, completamente úmida, assim como todo o corpo em si do pau de seu namorado. Com malvadeza, Østberg deu um segundo tapa no membro, vendo-o balançar e pulsar, rindo com a cena extremamente excitante. Com mais um pouco de seus poderes, fez o lençol perfeitamente dobrado numa das estantes enroscar-se nos pulsos de Ruud, prendendo-o à cabeceira da cama. Com um soerguer de sobrancelhas perverso, o deus da morte alcançou com a mão direita o tubo de lubrificante e embalsamou sua mão esquerda e, abrindo as pernas – e de joelhos no colchão – levou os dedos ao seu ânus, penetrando-o enquanto soltava pequenos gemidos e suspiros de tesão, com uma outra mão masturbando seu moreno, deixando-o pronto. Quando conseguiu enfiar facilmente dois dedos em sua entrada, decidiu que estava pronto.

— Aqui vamos nós. — Sussurrou Mikhail, piscando para seu namorado e, agachado com a mão direita apoiada no peitoral de Ruud, levou a esquerda para o pau dele, mirando em sua entrada e, deslizando, relaxou seus músculos anais para abrigar o invasor dentro de seu cu. Gemendo, o loiro fechou os lábios e os olhos, arfando e grunhindo irritado, descendo com força até sentir tudo entrar. — Caralho, vou ficar dias sem me sentar! — Reclamou ele, dando uma rebolada e abrindo os olhos, apoiando as mãos no peitoral de Ruud e lhe desferindo um tapa na face. — Rebola, puto! — Ordenou o deus da morte, rebolando também naquele pau, sentindo-o profundamente em seu ânus.



XXX
avatar
VILÕES
35

Manhattan, New York, USA

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [FECHADA +18] - i come with knives.

Mensagem por Ruud Björk Losnedahl em Ter Fev 20, 2018 12:46 am

Sorriu ao ouvi-lo, permitindo uma risada travessa escapar de seus lábios. – É, realmente. Estávamos fedendo demais. – Estremeceu e fez uma careta, encarando os belos olhos do homem que estava logo ali, abaixo de si, com o membro próximo de suas nádegas. Tinha a sorte de estar num relacionamento – pelo menos enxergava de tal forma, por mais que não falasse a Mikhail – com aquele homem. Ele era forte, inteligente e bom de papo. Em seu âmago, questionava-se o porquê do rapaz ter se tornado em um indivíduo tão cruel. Qual seria o motivo do mundo dos vilões ter se tornado a morada do mesmo?

Arrepiou quando a face do loiro se aproximou da sua. Preparou-se para dar um beijo, mas tal ato não fora consumado. Franziu o cenho e, antes que pudesse protestar, um tabefe atingiu seu rosto. A força fez com que Ruud caísse ao lado. – Hey... – Resmungou, soltando um suspiro de frustração. – O que está aprontando? – Indagou, curioso. Provavelmente, seria alguma brincadeira sexual. Conhecia o norueguês muito bem – e isso era excitante; a graça era de se fazer de difícil, afinal, coisas fáceis poderiam aborrecer o mais velho.

Fez uma outra careta ao ver o anel peniano nas mãos de Mikhail. – Ah... – Gemeu com o tapa no membro e deitou a cabeça no travesseiro, suspirando pesadamente, quando sentiu o objeto erótico ao redor de seu pênis e de seus testículos. Obviamente, só conseguiria gozar caso fosse retirado – e o loiro poderia brincar o tempo que quisesse com o jovem dinamarquês.

Apoiou os dois cotovelos na cama e inclinou o peitoral, podendo ver a face do vilão. – O senhor quem manda. – Comentou de maneira travessa, voltando a posição interior. Outro gemido súbito foi arrancado de seus lábios quando sentiu algo tocar seu pênis – a mão do companheiro, provavelmente – e os olhos reviraram quando a boca deliciosa, quente e macia de seu dominador acolhia o seu membro. A sensação era incrível, espasmos de tesão percorriam seus músculos, fazendo com que o adolescente deslizasse as mãos pelo próprio corpo e levasse ambas até os fios dourados de seu amado, afagando-os cuidadosamente. – Isso. – Sussurrou, passando a língua entre os próprios lábios.

Os dedos longos e sensuais de seu namorado afagavam suas bolas, fazendo com que Ruud mordiscasse os próprios lábios de vez em quando, de maneira cuidadosa para que a força não causasse um pequeno sangramento. O boquete durara alguns minutos, sempre fazendo com que o membro do jovem pulsasse cada vez mais. Provavelmente, estaria perto de gozar – entretanto, o brinquedo erótico impedia de que tal sensação fosse alcançada facilmente.

Um tapa em seu pau fez com que um gemido abafado escapasse. – Você é bem maldoso, não? – Perguntou bem humorado, embriagado pelo tesão. Estava louco para explorar o corpo de seu companheiro – e de tornar-se vítima do mesmo ato, desde que fosse executado por Mikhail. Repentinamente, algo se enrolava em torno de seus pulsos, prendendo cada um em uma extremidade. Sorriu maliciosamente e arfou. – Ah, você me deixa louco, Mikhail. – Falou, desejando-o intensamente.

Mordeu o próprio lábio inferior quando o outro começou a lubrificar sua entrada e, simultaneamente, realizava a mesma ação com o pau de Ruud, que estava doido para foder seu namorado. – Isso, aqui vamos nós. – Falou rapidamente, ansioso para deliciar-se com o corpo do mais velho.

Encarou-o ao sentir suas mãos em seu peitoral e gemeu baixinho, os olhos revirando lentamente, quando o seu pau começou a adentrar – centímetro por centímetro – dentro daquele cuzinho quente e apertado. – Assim que é bom. – Comentou de maneira travessa ao ouvi-lo e soltou uma risada baixa. Um pouco de suor escorria pelo seu próprio corpo, indicando que o sexo estava ótimo.

Fechou os punhos quando Mikhail começou a rebolar e gemeu com o tapa, escutando a ordem. – Sim, senhor... – E, com um pouco de dificuldade, começou a mexer seu quadril, soltando gemidos de vez em quando.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [FECHADA +18] - i come with knives.

Mensagem por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum