Bar de Nova York.

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Bar de Nova York.

Mensagem por Elena Giddings em Qui Jan 11, 2018 7:36 pm

Bar de Nova York.
A roleplay é iniciada pelo post de ELENA GIDDINGS, seguindo por xxx. Estando, portanto, ABERTA para os demais. Passando-se esta em 12/01/18, NOVA YORK. O conteúdo é LIVRE. Atualmente, as postagens estão EM ANDAMENTO.


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Re: Bar de Nova York.

Mensagem por Elena Giddings em Qui Jan 11, 2018 7:38 pm



Hungers
Data: 12/01/18 - 21:59h...


A noite se fazia presente, em uma sexta-feira que parecia promissor; A graciosa lua surgiria, emitindo seus poderes de iluminação que engolia Nova York por completo. Refletindo sobre os vidros dos prédios. O silêncio dificilmente estaria presente, pois se tratava de nada mais nada menos que Nova York. O tal lugar que nunca dorme, nem mesmo diante à um apocalipse.

Barulhos e mais barulhos persistiam cantando glória no local. Como se fossem turbinas de crianças inquietas, rechiado de risadas; sapateados; músicas; sussurros e a empolgações de um punhado de garotas indecentes sobre os ouvidos de um jazz até que bacana.

Não demorou muito até uma presença tanto quanto furtiva se fazer presente no local. Suas vestimentas eram tanto quanto chamativos, coberto de um brilho em meados à um vestido curto e preto, valorizando ainda mais suas coxas e suas curvas. Seu rosto seria revelado a cada contato com a iluminação; O tamanco na qual lhe prendia sobre seus pés era extremamente afiado, dona de passos rebeldes, também como dona de um olhar provocante e de um flamejante sorriso.

Quem olhava-a nos olhos, mergulharia em seu brilho em uma coloração de um castanho escuro. E quem mergulhasse em seus lábios, se queimaria devido seu batom vermelho forte; Muitos queriam-na por perto para outros benefícios. Enxergavam-na como um simples pedaço de pelanca preste a ser jogada fora pelo açougueiro.

Uma moça indecente e indefesa. O mundo real nos dias de hoje parecia um pouco duro para certas pessoas. Talvez era uma carência que carregava dentro de si, mas não se permitia partilhar. Não era uma mulher com sete vidas, mas também uma mulher que contia muitos segredos e fraquezas.

O sabor do álcool junto com uma massa cinzenta de cigarro que percorria pelo bar, deixava-a extremamente com dores de cabeça. Não vendo outra forma de amenizar aquela situação, Elena saiu da dança de pista e recorreu à um balcão, dono de diversos tipos de bebidas alcoólicas e de drogas.

Seus ouvidos sensíveis já imploravam por piedade. Era muito crítico em processar: Líquidos sendo dispostos sobre copos; suspiros de cigarro; instrumentos em sintonia; sapateados em junção de uma dança grupal, mas o que lhe chamava a atenção eram as salivas se desfazendo em pleno ar como teias de aranhas após um beijo caloroso e dentre outros.


- Que lindo isso aqui ta ficando. To gostando daqui... HaHa.

Com graça em prestigiar uma das ultimas cenas, deu início à passos cruzados aponto de suar suas coxas em passos dignos de uma coordenação motora. Mantendo a postura como uma noiva em seu altar. Como se à todo custo estivesse sendo observada ou ao menos uma foto sendo tirada. Tudo teria de sobressair perfeitamente, sem erros.

- Preciso de uma dose dessas em uma grande quantia e bem forte, por favor.

Foi assim que depositou seu cotovelo direito sobre o balcão daquele bar. Mantendo sua mão esquerda traçada e ocupada em sua cintura, em uma postura única e provocante. Elevando seu sorriso apenas para traçar o dinheiro do rico que cruzaria em seu caminho.

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Re: Bar de Nova York.

Mensagem por Elena Giddings em Dom Jan 14, 2018 7:51 pm



Hungers
Data: 12/01/18 - 21:59h...


As pessoas presentes do local se sentiam engolidos pelos suores de diversos estranhos. Em toda sintônica com os batimentos que cada instrumento arrebataria sobre seus ouvidos, causaria uma reação instintiva com passos sensuais e arrepiantes. Cada instante uma pessoa nova chegaria pelo local. Era incrível! Parecia que não havia um certo prazo de validade para a festa ser "exterminada". Seria o dono do bar relaxado por não transformar aquele local em um radioso bar de alta classe? Eis o motivo que era de se queixar sobre as condições adversas. Era um local tão bem receptível que era incrível não pensar em riquezas.

Até que então, um rapaz dono de uma aparência rica e de um cabelo extremamente chamativo, se apresentaria ao local bem perto do balcão pedindo uma bebida alcoólica. Talvez para que pudesse esquecer seus próprios problemas para relaxar-se. Mas aparentemente o rapaz não era de muitos problemas, ou ao menos era o que parecia.


- Problemas demais?

Tudo aquilo teria resultado com sorriso vindo da sua até então parceira, Elena. Seus instintos já dispersavam interesses a respeito do rapaz, arriscando passos contínuos em sua direção em uma mão afiada apertando a sua própria cintura em cada passo. Com um sorriso, um olhar e uma estufada beira à seus seios que causaria um headshot.

Foi assim que sentiu a presença do seu copo ao lado que seria entregue devido o seu pedido anteriormente; já o pegando e caminhando ainda beira ao seu corpo. Mas, a ansiedade tomou conta do seu próprio "eu", revirando-o naquele pequeno copo americano de gole à baixo em menos de quatro segundos. Aquilo desceu como um flash em sua velocidade máxima, queimando toda sua garganta resultando em mil lagrimas pelos seus olhos, prestes a ser escorridos.

Até então ele direcionou a primeira palavra para ela, dando-lhe um aspecto de um ser curioso e extremamente inteligente. Pois era raro uma pessoa com sua presença labial, interromper sua preciosa passarela em meio ao seu salto até então tão alto. Pois estaria perto de ser a preza, mas ao mesmo tempo estava tão longe... Que sua incrível e capacidade de perceber as coisas, fez com que a jovem não parasse até então por ai. E a brincadeira acabasse.


- O que eu sou?... Hm, muitos me perguntam. Quer recomeçar essas nossas apresentações não?

Aos poucos percebeu que o rapaz não era uma pessoa comum. Mas também ainda não havia concluído de que era um meta-humano. Mas ao menos, Elena se perguntaria ao tempo todo por que meios o jovem rapaz teria tanta confiança para fazer-te uma pergunta tão estranha daquela.

- Bom, já eu acho que você sabe. Somos parecidos em quase todos os aspectos. Mas me diz do porque um homem tão inteligente...

Foi assim que ela prosseguiu fitando-o de todas as maneiras possíveis. Remediando-o dos pés à cabeça. Repousando suas delicadas e cortantes mãos em seu ombro e às alisando pelas costas em uma volta eterna e de puro suspense para apoiar-te em pelo seu braço direito, onde retiraria o peso da sua perna direita e colocaria para o lado esquerdo, em uma posição positivamente sexy.

- ...Bonito, rico e dono de uma língua afiada esta fazendo aqui?
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Re: Bar de Nova York.

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