TO ASHES - NARRADA

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TO ASHES - NARRADA

Mensagem por Darkseid em Seg Jan 15, 2018 10:16 pm

to ashes - narrada
já não é novidade que a humanidade anda destruindo a natureza, que lhe foi dada com tanto apreço. Cada vez mais fábricas eram construídas, e terrenos desmatados para que tivesse espaço para as mesmas, uma poluição urbana e comercial era elevada a níveis quase que extremos. Foi anunciado recentemente que uma das maiores construções de fábricas seria feita naquele dia. Ela ocupava um terreno de duzentos e três hectares, e uma floresta seria destruída para que desse espaço para aquela nova empresa x tivesse uma base física. A função de Nikolai, como amante e manipulador das plantas, é impedir que a construção seja feita, fazer com que a mesma seja abolida. Para isso, obrigatoriamente, as máquinas deverão ser quebradas e o chefe da construtora e dono da empresa, mortos. Tenha uma boa sorte... ou um péssimo azar.

informações

i. Deve-se por todas as suas especificações após o seu post em spoiler -poderes, atributos e informações do Arquivo Morto-.
ii. Você tem até as 22:16 do dia 20/01 para postar na missão, nem mais nem menos, salvo somente exceções que precisam, obrigatoriamente, serem dadas por MP.
iii. Lembrando que a quebra das máquinas e a morte de ambos os indivíduos sejam narradas ao longo da missão.
iv. Os nomes e gêneros dos indivíduos que serão citados na missão, inclusive os que terão de ser mortos, ficam ao seu critério. O mesmo vale para o nome da empresa.
v. Quaisquer dúvidas ou afins, sinta-se livre para entrar em contato via MP.
vi. Na primeira narração, eu terei o mesmo prazo de 5 dias para postar após o seu primeiro post. Ou seja, terei até dia 25/01, no horário de seu post, para postar a narração.

VITALIDADE DE NIKOLAI PETROV, 100/100



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Re: TO ASHES - NARRADA

Mensagem por Nikolai Petrov em Sex Jan 19, 2018 7:23 pm




Green

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Seus fios ruivos grudavam-se à sua derme verde enquanto o meta-humano nadava no rio com a mais perfeita tranquilidade, sem suas vestes, aproveitando do clima morno das águas cristalinas para deixar seu corpo não apenas limpo, como em uma sintonia perfeita com a natureza. A água era indispensável, assim como o sol, para o ex-botânico provavelmente tais necessidades eram ainda maiores, já que o mesmo compartilhava seu corpo com uma energia pura com o Verde. Com um sorriso, o ruivo saiu das águas e sentia as plantas emergirem dentre as pedras lisas e envolverem seu corpo, criando uma espécie de roupa improvisada. Era instintivo, porém Nikolai pediu para as plantas recuarem com sua mente e, obedientemente, as mesmas recuaram, retornando ao chão. Foi então que se deparou com um homem olhando-o fixamente. Olhos castanhos arregalados, um uniforme de cor azul profundo, quase negro, coldre e a insígnia de uma empresa privada de construções. Mal sinal.

— Precisa sair desta propriedade, senhor, ela a partir de hoje está sendo bloqueada pelas Trask Ind. — O homem falou, porém seu olhar estava fixo no corpo grande e musculoso de Nik que, aproveitando a chance, aproximou-se com passos sutis, suas mãos vagarosamente encontrando os ombros do homem que, sem amarras em sua sexualidade graças aos feromônios do ruivo, apenas cessou, curvando um pouco o corpo e encarando como um viciado sua droga favorita.

— Vamos lá, por que esta propriedade aparentemente publicada fora isolada de uma hora para outra? — Questionando-o com firmeza, os olhos verde-oliva do meta-humano fixaram-se nos de cor amêndoa do segurança que, sem suas defesas, falou toda a verdade sem nem piscar ou hesitar.

— A empresa decidiu criar uma base aqui em Nova Iorque e fixar-se nesta zona florestal como forma de ocultamento de interesseiros. Tipo você! — Falou o homem com um pouco do efeito já passando, parecendo um pouco raivoso, apesar de ainda estar contido pelo ar perfumado por Hera Venenosa.

— Quero saber quantos de vocês existem na segurança e quando começa a... — De repente toda a firmeza nas palavras proferidas pelo ruivo perderam o completo rumo quando seu corpo enrijeceu-se como num calafrio, mas elevado a mil. Ele podia sentir árvores e pequenas plantas serem simplesmente destroçadas. Sua empatia vegetal estava a todo vapor, alertando-o que, bem próximo, estava ocorrendo um desmatamento. Segurando o homem pela gola de sua farda, Nik o soergueu do chão com sua força, agora irritado com o outro.

— Quem são eles e o que querem? O que essa empresa faz? Como conseguiram acesso a este lugar com tanta rapidez? — Despejando suas perguntas com rapidez, o ruivo sentia sua pele verde começar a criar espinhos em suas coxas e costas, algumas plantas carnívoras querendo crescer em suas mãos no intuito de ferir a pele do homem que ele interrogava. Amedrontado, o homem já estava quase chorando de medo, agora os feromônios deixando-o alterado.

— Eles possuem seus contatos, vieram de surpresa e trouxeram sua própria parafernália, eles inclusive pagaram a nossa empresa para fazer essa obra restrita do público, tudo rápido e efetivo. — Aquilo cheirava a complô, a algo podre que a mesma empresa que fora responsável pela morte de Nikolai fazia. Hera soltou sua vítima, porém a árvore na qual ele estava com seu corpo prensado envolveram-no com cipós, deixando-o ali, preso, logo o enviando para os braços de Morfeu graças aos feromônios liberados pelo ruivo, que prosseguiu seu caminho, ignorando a falta de vestimentas.

Mais alguns poucos metros logo à frente – aproximadamente uns quinhentos metros – e diversas máquinas, escavadeiras e empilhadeiras levavam os mais diversos afazeres e materiais de construção para a gigantesca área desmatada no intuito de ali construir a sua base. Estreitando seus olhos verdes em fúria, Nikolai pôde sentir seu amago ser aceso pelo ódio. Aquela zona era sua, não era? Ele tinha uma conexão com o Verde que ninguém mais sentia, mais ninguém no mundo conseguia fazer o que o dono dos poderes florais podia. Fechando seu punho direito, sua força descomunal proveniente do Verde fez do solo surgirem plantas que, imediatamente, enroscaram-se nos pés de cinco operários próximos a máquinas empilhadeiras. Um cipó rapidamente enroscou-se numa viga de ferro e, em seguida, literalmente bateu na cabeça de um dos homens, derrubando-o já inconsciente. Os outros caíam ao chão, gritando e chamando a atenção dos outros que, assustados, corriam na vã tentativa de ajudar seus comparsas.

A vontade do floracinético era destruir tudo aquilo, mas ele sabia que não iria simplesmente derrubar a base do prédio já construída pela metade sem machucar os operários, e era como o rapaz de olhos amendoados havia lhe falado: eles não sabiam nada sobre a empresa, apenas seguiam ordens, não tinham culpa, certo? Mas bastou uma olhada pelo amplo espaço desmatado para que Nikolai visse as serras responsáveis pelas árvores derrubadas, todas empilhadas com um caminhão próximo, pronto para leva-las para o abate. Seu corpo era então envolto por cipós que serviam como vestimenta – e também um escudo, já que a planta era resistente –, algumas folhas cresciam dos mesmos e espinhos surgiam nas costas das mãos, antebraços e costas do ruivo, à medida que ele manipulava os gramados e fazia-os subirem como um tornado ao ser formado, aos poucos criado enormes casulos que mais pareciam ovos enormes.

— Hoje faremos justiça por nossas irmãs mortas, eu lhes dou vida senciente para que exterminem esses vermes! — Os casulos, a esta altura já endurecidos e escuros, rachavam e deles saíam pequenas criaturas formadas por plantas.

Eram cinco seres da altura de aproximadamente setenta centímetros, mas, que, unidos, possuíam um forte poder: suas garras e bocas, cheias de dentes afiados e pontiagudos. Com um sorriso demoníaco, Nikolai não pensou duas vezes; deu diversos passos para a frente, adentrando o campo aberto e sendo mirado por diversos trabalhadores, sem armas, mas ainda com seus instrumentos temendo aquela estranha figura ali com eles: um ser de pele verde, cabelos ruivos e coberto por plantas. Seus bichinhos correram como loucos, suas patas não eram tão grandes, mas seus pulos eram precisos e miravam nas faces dos homens, que tinham suas faces mastigadas e seus peitorais abertos em segundos graças às poderosas garras das criaturas traquinas. Abrindo os braços, Nikolai sentia o campo lentamente ser coberto por grama, flores desabrochando e enroscando-se nas máquinas, buscando afundá-las no solo que, com o excesso de vida e plantas crescendo exponencialmente em tão pouco tempo, simplesmente cedia aos poucos, “rachando” e se tornando mole e quebradiço, levando consigo as máquinas.

— Não se preocupem, meus bebês, iremos em breve ajuda-las. — Com um sorriso esperançoso e lágrimas nos olhos, Hera Venenosa encarava as árvores, conversando com as mesmas, que pareciam corresponde-lo, mas foi então que o som de helicóptero lhe chamou a atenção, fazendo-o fitar o homem de terno branco e óculos escuros que só poderia ser o líder daquela construção maldita e finada.

— Passe-me a arma, Colt. — Gritou o homem, numa altura que fez Hera ouvi-lo e rir. Ele achava mesmo que poderia simplesmente entrar ali e destruí-lo? Seus bebês se juntaram, suas peles esverdeadas e duras se desmanchavam como gelatina e se amontoavam, os híbridos se unindo e se metamorfoseando em um monstro ainda maior. Não, não um monstro, pois seu pai os via como seus belos filhos; eles eram suas amadas plantas! O ser, agora ultrapassando a altura de seu “pai”, estirou seu braço direito e lançou um cipó, enroscando-se nas hélices do helicóptero e então pressionando-as, puxando o gigantesco pedaço de metal para o solo, fazendo-o chocar-se metros adiante de Nik.

A explosão pouco atingiu a natureza, portanto. Com passos lânguidos e fazendo suas raízes afastarem os pedaços de metal em chamas e amassados, Nikolai se pôs de joelhos, observando o homem morto. Ele puxou seus óculos, pondo em si mesmo e sorrindo, alisando os fios do homem que, apesar de desacordado, ainda estava vivo. Hera o beijou, envenenando-o, deixando-o afogar-se numa torrente de sangue que saía de seus próprios lábios. E o Verde, como sempre, vencia.


INFO CLOTHES AND TAGS  



Informações:
Raça: Reencarnado
Personagem: Hera Venenosa (DC Comics)
Vitalidade: 100/100
Nível: 1
Velocidade: 100m/s
Percepção: 200m/s
Perícias: Farmácia, nível calouro
Especialização: Carismático

Atributos:
Força: 10
Inteligência: 20
Resistência: 10
Agilidade: 10
Vigor: 10
Carisma: 25

Poderes:
i. Fitogênese: é o poder de criar plantas, seja do solo ou de seu próprio corpo. Hera consegue com tal poder criar plantas, flores e sementes diretamente de seu corpo, podendo acelerar seu crescimento com os seus poderes assim que tais sementes e plantas tocam o solo. Em ambientes de concreto, ferro e outros locais sem terra para o crescimento de suas plantas, Hera consegue criá-las a partir de seu próprio corpo.

ii. Fitocinese: é o poder de controlar todos os tipos de plantas e flores, terrenas ou não. Hera possui o poder de acelerar o crescimento de plantas, podendo inclusive restaurar a saúde de plantas mortas ou queimadas. É possível também multiplicá-las e dominá-las por completo.

iii. Manipulação de DNA Vegetal: é o poder de alterar o DNA das plantas, podendo criar plantas sencientes e provocar alterações drásticas nas mesmas, como criar monstros e plantas híbridas.

iv. Absorção Solar: como é basicamente uma planta, Hera precisa do sol para poder manter-se vivo, de forma que sua maior fraqueza é a ausência de tal astro. Graças aos raios ultravioleta, Hera consegue curar-se de ferimentos mais depressa e também controlar suas plantas com mais força e plenitude.

v. Controle de Feromônios: é o poder de secretar no ar feromônios capazes de alterar drasticamente as pessoas ao seu redor, deixando-as excitadas e suscetíveis aos encantos de Hera, basicamente um controle mental.

vi. Secreção de Toxinas: poder que permite à Hera o poder de secretar toxinas extremamente venenosas de seu corpo, deixando sua pele e, principalmente, seu beijo, fatais ao toque.

vii. Imunidade à Toxinas: Hera possui total invulnerabilidade contra quaisquer tipos de venenos, fungos, toxinas e bactérias conhecidas.

viii. Mimetismo Vegetal: como seu corpo é literalmente uma planta viva, Hera consegue transformar seu corpo e metamorfoseá-lo à imagem e semelhança de diversos tipos de plantas, de forma que é possível alterar o pigmento de sua pele (útil para mascarar sua pele verde), cor dos cabelos, olhos e pelos, e também lhe concede o poder de criar, por exemplo, venenos em seu corpo, fabricar toxinas, esporos, fibras e vitaminas específicas que todas as plantas e flores possuem.

vix. Empatia Vegetal: é o poder de conseguir encontrar plantas mesmo abaixo do solo e escondidas em paredes e outros locais, podendo senti-las, sabendo do que elas precisam e também se estão saudáveis ou não, assim como poder sentir se elas estão machucadas ou não.

xx. Atributos Físicos Ampliados: graças ao físico diferenciado, Hera honra seu nome e pode escalar paredes e ter a mesma agilidade e elasticidade de suas amadas plantas, permitindo-o ter grande força, assim como uma velocidade acima da média.
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Re: TO ASHES - NARRADA

Mensagem por Darkseid em Qua Jan 24, 2018 7:07 pm

to ashes- avaliação
Missão avaliada dia 24/01, às 19:06. Segue abaixo as recompensas ganhas.

       
- Níveis ganhos: 04;
        - Fama obtida: 03; má fama
        - Dano recebido: Nenhum.


Motivo do ganho de nível: Foi entregue à você quatro níveis. Seriam cinco, porém houve uma penalidade de menos um nível por nenhum dano ter sido recebido na missão. Afinal, no momento de realização da missão, você era de apenas nível um. Logo, algum dano deveria ter sido recebido, por pura lógica.

Motivo do ganho de fama: Foi dado má fama de número três para você, uma vez que destruiu uma empresa inteira, e ainda, matou alguém.

Motivo do ganho (ou não) de dano: Não houve ferimentos em você durante a missão, logo, não houve nenhum recebimento de dano.

sobre o post
i. Não foi uma leitura cansativa (+)
ii. Não houveram erros gramaticais (+)
iii. Não houve repetição de palavras (+)
iv. Não houve informação sobre danos ao personagem no post (-)
v. Cumpriu ambos os objetivos obrigatórios da missão (+)
vi. Agradou o avaliador (+)

(+) pontos positivos ; (-) pontos negativos ; (+/-) pontos medianos



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Re: TO ASHES - NARRADA

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