[Missão] Blood Is Stronger

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[Missão] Blood Is Stronger

Mensagem por Sandman em Sab Jan 20, 2018 2:22 pm

Blood Is Stronger
Nova Iorque era devorada pelo branco da neve que caía sem parar do céu, cobrindo rios e lagos, ocultando as folhas, rendendo belíssimas coleções e retirando as pessoas das ruas. Serena andava pelas ruas, seja tirando suas fotos ao exercer sua função como fotógrafa, seja como uma pessoa comum, apreciando a beleza da cidade. Era inegável o charme nova iorquino que se instalava por ali ainda mais. Foi numa manhã ensolarada que a mutante fora surpreendida. Primeiramente, veio o primeiro susto quando um homem surgiu do nada no apartamento dela, puxando-a pelo braço “bom” – o que não possuía o vírus – e jogando-a contra a parede e, em seguida, veio a segunda surpresa; o homem atirou em seu pescoço, e de repente todo o mundo de Serena escureceu.

— Acorda! — Com um forte tapa, a garota finalmente acordou, percebendo que haviam cinco homens ali. Ela reconheceu quatro imediatamente; operários de seu falecido pai, que ela mesma havia matado. Aqueles quatro homens eram os braços direito e esquerdo de Giuseppe, servindo-o fielmente e que haviam sumido assim que o grande chefe deles havia sido morto. O quinto homem tinha, no mínimo, mais de dois metros, era careca e exageradamente musculoso, com sua íris de um verde brilhante e chamativo, assim como as veias da mesma cor, igualmente brilhantes como se fossem néon. Havia sido ele que havia conseguido facilmente puxar Serena pelo braço e desacordá-la com o dardo no pescoço.

— Deve estar nos reconhecendo, certo, traidora? Desde o momento que você matou nosso chefe, fugimos para nos proteger. Muitos nós fizemos isso, na verdade, mas apenas eu tive a coragem de reunir os meios necessários para acabar com a sua raça, aberração. — Falou o homem barbudo com ódio no olhar, pegando um controle cinza e apertando-o, fazendo o homem alto, forte e imóvel avançar alguns passos, de forma robótica. — Só uma aberração para acabar com outra. — Sorriu o homem, estalando os dedos como se estivesse se preparando para um embate e, apertando novamente um dos botões do controle, falou a ordem enquanto o pressionava: — Mate ela! — Ordenou Jack, piscando para a morena e saindo do enorme galpão abandonado, deixando para trás seus três homens armados à soleira do portão do local, e, o grandalhão, cuja única reação fora dar um tabefe em Serena que, em sua cadeira e amarrada, nada pôde fazer a não ser cair para trás devido ao impacto, mas que, graças a tal ação, se viu de repente liberta com a quebra da madeira.

Era só uma questão de sobrevivência, agora.

Informações e Especificações

i. Você tem exatamente sete dias para postar, ou seja; o prazo é até dia 27/01.

ii. Ponha seus poderes em spoiler, em outro, o restante de suas informações no seu Arquivo Morto.

iii. Narre livremente o que estava fazendo até o momento de ser surpreendida pelo grandalhão em sua casa. Aí, terá de, infelizmente, receber o soco do homem e o dardo, adormecendo.

iv. Decidi fazer uma missão que possui conexão com a sua ficha, pois achei sua história muito boa para desenvolver a missão.

v. Poderá escolher nomes e aparências para os homens restantes que eram funcionários da máfia de seu pai.

vi. Com o tapa do grandalhão, você caiu para trás e sua cadeira quebrou, o que lhe possibilita de se ver livre para enfrentá-lo.

vii. Use os seus poderes à vontade, não se contenha, não há a necessidade da rolagem de dados. Por fim, você e o homem estão numa espécie de quarto/sala de um galpão, onde a porta é vigiada pelos três capangas de Jack, que foi embora.

viii. Vale ressaltar que o controle que está dominando a mente do seu primeiro e maior oponente é o responsável por seus atos, logo caberá a você decidir se vai querer matá-lo ou libertá-lo do controle mental (sua telepatia pode surtir um leve efeito no intuito de atordoá-lo, mas o controle mental dele se sobressairá de forma que precisará pegar o controle com um dos três capangas.

vix. Poderá matar ou não os capangas, a decisão é sua. O controle está com um deles e vai perceber assim que sair da sala onde você e o grandalhão estão que o Jack foi embora. Decidi assim fazer pois, quem sabe, em ON ou em futuras missões você poderá usar isso como gancho narrativo.

x. Boa sorte!


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Re: [Missão] Blood Is Stronger

Mensagem por Serena Adamatti em Qua Jan 24, 2018 9:59 am


Eram raras as ocasiões em que ela cozinhava para si. Raríssimas. Na realidade, eram raras as ocasiões em que ela cozinhava; ponto. Todavia, era ainda mais incomum que Serena se prestasse à uma tarefa tão simplória quanto colocar-se de fronte a um fogão, adicionando e misturando ingredientes para criar o que alguns chamariam de uma "refeição decente", para seu próprio consumo. Não encontrava em si o superestimado talento para tal, nem tampouco o empenho para aprender o ofício. Em outras palavras, era uma péssima cozinheira. Só exercia a habilidade (ou a falta dela) mediante extrema necessidade. Encontrava-se, assim, frequentemente deslizando os dedos pela superfície do celular enquanto discava o número de alguma lanchonete local, ou simplesmente saindo para comer fora — opções mais fáceis do que se aventurar na própria cozinha. Naquela manhã, apesar de ter acordado desejando saborear algumas panquecas, não tardou a desistir e optar pela mesma simples refeição de todas as manhãs.

O dia havia amanhecido frio, o ar gélido do lado de fora fazendo jus ao manto branco de neve que cobria Nova Iorque quase que uniformemente. Apesar disso, o céu era azul e o astro dourado reinava, imponente, clamando seu trono no centro de toda aquela imensidão com orgulho. Serena serviu-se de uma porção de seu cereal favorito — o mais colorido que o supermercado tinha a oferecer — e ficou observando-o flutuar no leite enquanto comia, distraída demais para apreciar, de fato, o café da manhã. Vestiu-se com igual leviandade, tomando o cuidado de colocar as devidas camadas de roupa para proteger-se contra a baixíssima temperatura que a aguardava do lado de fora. Ela adorava a neve; achava o fenômeno belíssimo, o palco perfeito para as imagens que capturava com a câmera todos os dias — além de sempre vir acompanhada do frio rigoroso que lhe permitia cobrir o braço metálico com tecido em vez de obrigá-la a usar seus poderes para tal.

Enfiando os braços pelas mangas do sobretudo, Serena espiou o relógio. Quase oito horas. E estava atrasada. Ótimo. Passou a alça da bolsa pelo ombro direito, checando uma última vez o seu conteúdo para se certificar que tudo de que precisava estava ali. Câmera, celular...

O distinto som de um objeto a se partir cortou o ar no apartamento momentaneamente, trazendo o pesar do silêncio. Ouvia-se apenas a voz melodiosa da mulher que anunciava as notícias do dia no televisor da sala, ignorada até então. Por impulso, o corpo feminino se direcionou para o cômodo, que parecia ter sido a origem do ruído inesperado em primeiro lugar, com os ouvidos atentos e as mãos fechadas em punhos. Pousou a bolsa com cuidado sobre a mesa. O caminhar foi tão silencioso quanto possível, tenso. Ali, no chão da sala, fragmentos do que outrora fora a estatueta de uma sereia encontravam-se sobre o carpete em cacos desiguais de porcelana. Franziu o cenho diante da cena.

A frequência cardíaca acelerou drasticamente, bem como a respiratória, quando sentiu dedos fechando-se entorno do antebraço direito com um aperto sobre-humano. Ela teria gritado, talvez, se tivesse tempo para tal antes que todo o ar fosse roubado de seus pulmões conforme seu corpo atingia a parede oposta. A tontura não tardou a chegar, e as pálpebras cobriam e revelavam as orbes negras em um piscar frenético, tentando, em vão, focar em alguma coisa. Seu agressor, com um pouco de sorte. A força deste deveria ser absurda para permitir que ele a arremessasse com tamanha facilidade, como uma criança faria à uma boneca de pano. Serena não teve tempo de recuperar-se do estado perplexo; sentiu uma picada dolorosa no pescoço, como se um alfinete penetrasse a carne. Um dardo? Com isso, adormeceu.

{•••}

O despertar foi violento. A face direita ardia. Podia sentir o calor na pele ruborizada pelo tapa que recebera quando seus olhos por fim se abriram. Tentou se mover por reflexo, mas estava muito bem amarrada a uma cadeira. Sua mente girou por um momento, se ajustando à consciência outra vez. Ela registrou a estranheza da cena diante de si com perplexidade.

Há muito tempo não via quatro de cinco daqueles homens, mas seria capaz de reconhecê-los em qualquer lugar, sob quaisquer circunstâncias.

Aquele que desferira o tapa era uma figura alta, bem-vestida, com cabelo cortado rente ao crânio e o maxilar tomado por uma barba bem aparada, por trás da qual escondia um sorriso muito satisfeito consigo mesmo enquanto falava. Mas os olhos... eram os olhos que faziam os fios na nuca dela arrepiarem. Diz-se que os olhos são o espelho da alma; por trás daqueles, Serena não via nenhuma.

— Jack, há quanto tempo — disse, não sem a devida nota de sarcasmo evidente para provocá-lo. — Sentiu saudade de beijar os pés de um Adamatti? — Esticou as pernas na direção dele para enfatizar o que disse. O sorriso dele vacilou por um momento ao perceber o dela. Dizer que Jack era o braço direito de seu falecido pai seria o eufemismo do ano; ele era muito mais do que isso. Sua devoção para com o homem e sua preciosa máfia atravessava os limites da sanidade, do bom senso, ao ponto de fazer Serena imaginar como ele havia seguido sua vida depois que ela matara o pai. Buscando vingança, é claro. Giuseppe dividia com esse homem o fardo das piores decisões, e deixava em suas mãos as maiores responsabilidades. Ele ditava as regras, mas era Jack quem garantia que todos as seguiam.

Por sobre o ombro dele, via-se mais três dos homens que faziam parte do ciclo mais próximo do pai dela, todos com posições de poder, detentores de completa confiança na hierarquia. Ainda assim, eram de importância inferior à Jack, e ela podia ver que isso não havia mudado; posicionavam-se de prontidão, aguardando ordens, apesar de suas expressões satisfeitas com a surpresa dela. Eram peões, apenas, e a eles sobrava o "trabalho sujo". Estavam ali para contê-la, refletiu. Serena quase se sentiu ofendida.

Ela quase podia ver o ódio borbulhando no interior de Jack como se fosse sólido. As palavras mal haviam deixado os lábios dela quando os dedos dele moveram-se freneticamente em busca de um objeto acinzentado, no qual pressionou um botão. Um controle. Mas para quê? O quinto homem, que tinha estado fora de sua linha de visão até então, moveu-se com um andar estranhamente robótico para perto dela. Mas não foi tão somente o andar que fez Serena ficar em silêncio por um momento, após a ameaça de Jack. Não mesmo.

Era uma coisa monstruosa; músculos demais, veias demais, altura demais. Sob a pele, um rio de coloração verde parecia se espalhar em ramificações brilhantes por todo seu corpo, reluzindo, como se seu sangue tivesse se transformado em tinta néon. Que merda é essa? Fez-se clara a necessidade de erguer o pescoço a fim de enxergar o rosto daquilo que, tal como o restante de seu ser, também apresentava uma peculiaridade: os olhos, vazios e vidrados, reluziam com o mesmo tom esverdeado que suas veias. Pela primeira vez, Serena viu-se concordando com Jack: ele, sim, era uma aberração. "Homem" parecia um conceito errôneo para definir aquilo.

Quando outro botão foi pressionado, ela não conseguiu desviar os olhos da coisa, mesmo e talvez principalmente ao receber através da audição a ordem que acompanhou aquela ação. Mate ela! Os eventos seguintes se desenrolaram muito rápido. Ou quem sabe ela estivesse apenas saboreando o gosto do pavor novamente após tanto tempo, momentaneamente paralisada. O fato é que, quando deu por si, a cadeira à qual estava atada se partia e a face novamente doía pela pancada recebida, embora mal registrou a dor. Sentiu gosto de cobre na língua, logo sobreposto pelo sabor da liberdade. Rolou o corpo para o lado bem a tempo de evitar o próximo golpe e recuou, apoiando as palmas no chão para ficar de pé.

Conforme buscava colocar certa distância entre ela e o oponente, os olhos divergiram rapidamente para identificar os arredores. Rotas de fuga, armas, qualquer coisa que pudesse usar a seu favor. Era um galpão velho e silencioso à exceção dos movimentos e respirações de ambos. Um grande portão de madeira era a única saída possível. Mas, se saísse, para onde iria? Onde estava? Ignorou tais pensamentos conforme o grandalhão se lançava em uma investida, os braços esticados à frente do corpo na tentativa desesperada de agarrá-la. Mas a menor era mais rápida. O desvio para a esquerda foi bem sucedido, bem como o flexionar do braço contrário — o normal — para que o cotovelo pudesse atingir a face alheia, em cheio. Foi um reflexo, realmente. Do contrário, teria usado o membro esquerdo, que detinha imensamente mais força que o oposto. Mas o golpe atingiu seu alvo, que não fez nada além de cambalear ligeiramente antes de recuperar o equilíbrio. Merda.

— Aí, grandão — chamou, na falta de uma alcunha mais apropriada. Tropeçou para longe do punho fechado, que passou zunindo por seu ouvido, por pouco. O homem não pareceu ouvir, movendo-se incessantemente na tarefa de acertá-la. Por que ele não para? — Tô tentando não quebrar essa sua cara, idiota — as palavras eram verdadeiras; Adamatti via na face do adversário, no modo como se movia e como não emitia um dizer sequer, que estava sob algum tipo de controle mental ligado ao dispositivo portado por Jack — Jack, que havia convenientemente sumido em algum momento depois que o caos começou, assim como seus três capangas. — O que é você?

Não conseguia ler ou controlar a mente do Grandão, curiosamente. Não via nada. Absolutamente nada. Era apenas um vácuo, uma luz verde brilhante...e nada. A impotência a assustou, a princípio. Era como se ele não possuísse pensamentos, executando ações em modo automático, movimentos pré-definidos por outro alguém. Sentia sua energia, mas havia uma certa dificuldade para manuseá-la. A resposta à pergunta dela jamais veio, é claro. Ou, melhor dizendo, veio na forma do punho fechado que mirava seu rosto com força assustadora, mas agilidade miserável devido à quantidade exagerada de músculos, e a mão esquerda, metálica, ergueu-se de imediato para interceptar o movimento bem a tempo, forçando o recuo do membro alheio. Suspirou em irritação. — Você não está facilitando minha boa vontade, Grandão.

Ela não foi rápida nem tampouco concentrada o bastante para evitar o movimento da outra mão. Um murro desferido com o antebraço musculoso acertou-a com precisão, obrigando-a a soltar o aperto em volta do punho do outro. Dor. O impacto lançou Serena a uma distância considerável, de costas e o rosto, mais uma vez, doía. Um corte no supercílio sangrava. Mas a dor maior proveio do choque das costas com uma pilha de caixas de madeira velha, do outro lado do galpão. Partiram-se aos montes, pedaços voaram. E o dano estava feito.

— Dane-se — a faísca encontrara o final do pavio, que já era curto. Ascendeu de volta em posição ereta com alguma dificuldade, as íris negras centradas no alvo diante de si com visível irritação. A preciosíssima virtude a que chamavam "paciência" estava acabada, por fim. Partes grandes de madeira levitaram no ar em volta dela que, com um gesto das mãos, lançou-as no adversário; ele ergueu os braços largos para se proteger conforme avançava na direção da italiana, mas alguns arranhões foram inevitáveis. Felizmente, sua super-força não vinha acompanhada de super-regeneração.

A alguns metros de alcançá-la, as cordas — que outrora amarravam ela — envolveram os tornozelos e pescoço dele com voltas e voltas, como o abraço de uma cobra, custando-lhe o equilíbrio e o ar que respirava. A figura corpulenta desabou, como planejado, e Serena forçou o aperto das amarras o suficiente para afundar na carne do outro, sufocando-o até a inconsciência. Quando o fez, correu para a porta. Um chute foi o suficiente para abri-la, revelando o trio de covardes que serviam a Jack. Suas expressões denotavam a perplexidade imensa ao vê-la ali, viva e inteira. Na medida do possível. Uma frase sarcástica, regada pelo humor negro da italiana provavelmente lhe teria escapado dos lábios caso não estivesse com tamanha pressa, mas, já que estava, deixou para depois. Ao invés, trouxe o dedo indicador em frente à boca, demandando silêncio. O cansaço e os membros doloridos cobravam seu preço, por isso, não deixou lacunas que o azar pudesse preencher; as armas de fogo dos três subiram pelos ares, os canos voltando-se para o exato ponto entre os olhos, o gatilho além de seu alcance. Serena agarrou o controle cinza, apertado entre os dedos de Roy e, jogando o objeto no chão, pisoteou-o com força, na esperança de que isso libertasse o grandalhão lá dentro quando recobrasse a consciência.

— Uni duni tê — o dedo indicador movia-se de um rosto para outro com cada nota; um sorteio. Um sorteio mortal. O ódio cegou-a momentaneamente, as mãos tremeram com todo o esforço. Poderia tê-los matado ali mesmo, os três. Seria fácil. Controle-se. Mas certos impulsos são impossíveis de ignorar.

Prosseguiu com a canção até a última nota. O rosto cujo o dedo indicava estava pintado com claro pavor, o que, para ela, pareceu cômico. Quase sorriu. Quase. Frank, o escolhido, já havia cometido as mais bárbaras atrocidades, tal como seus companheiros sujos e, de fato, merecia a morte.

Mas não naquele dia. Naquele dia, a sorte lhe sorrira.

Duas balas perfuraram os crânios da dupla restante, mas Frank foi poupado. Os punhos tremiam ao lado do corpo, preso no lugar pela força telecinética dela. Serena andou até ele, o rosto tão neutro quanto possível. O soco foi certeiro, rápido. Uma mera satisfação para o ego dela. O lábio dele sangrava quando os olhos encontraram os dela.

— Dê lembranças ao Jack por mim — sussurrou, com nada mais que um meio sorriso. A próxima pancada deu-se com a finalidade de desacordá-lo, apenas, enquanto ela dava as costas ao galpão.

Quando voltava para casa, decidiu que comeria panquecas no café da manhã seguinte.
I LONG FOR THAT FEELING TO NOT FEEL AT ALL
the higher i get, the lower i'll sink, i can't drown my demons, they know how to swim


Informações:
Raça: Reencarnada;
Nível: 1;
Vitalidade: 200/200;
Velocidade: 100m/s [+5];
Percepção: 100m/s [+5];
Perícias: ARMAS BRANCAS, nível calouro;
Especialização: Energética.

Atributos:
Força: 12
Inteligência: 10
Resistência: 08
Agilidade: 10
Vigor: 20
Carisma: 10

Poderes:
i. TELEPATIA: Capacidade de ler mentes e projetar os pensamentos dos outros.

i.i. ILUSÃO TELEPÁTICA: Capacidade de criar ilusões telepáticas muito realistas e fazer com que as pessoas experimentem eventos que não estão realmente ocorrendo;

i.ii. MANTO TELEPÁTICO: pode mascarar sua presença de ser detectado por outros. Pode estender essas defesas a outros ao seu redor também. As habilidades do Cable podem, às vezes, passar despercebidas ou ser neutralizadas por outros telepatas mais poderosos, dependendo do seu nível de habilidade em usar suas próprias habilidades psiônicas;

i.iii. LIGAÇÃO MENTAL: capacidade de desenvolver uma ligação mental com qualquer pessoa, que permanece como uma conexão com esse indivíduo;

i.iv. CAMUFLAGEM TELEPÁTICA: Capacidade de se mascarar e a presença de outras pessoas daqueles que o rodeiam. Pode telepaticamente disfarçar-se, fazendo sua aparência para aqueles ao seu redor muito diferente (mudando a aparência e roupa, bem como disfarces mais avançados);

i.v. CONTROLE MENTAL: Capacidade de controlar as mentes e até mesmo as funções corporais voluntárias e involuntárias de seres sencientes (como outros seres humanos);

i.vi. ARMADILHA MENTAL: Capacidade de tirar a mente de outra pessoa de seu corpo e efetivamente prender essa mente dentro da sua;

i.vii. POSSESSÃO MENTAL: Habilidade de possuir a mente de outra pessoa, e usar o corpo dela como se fosse seu;

i.viii. ALTERAÇÃO MENTAL: Capacidade de alterar as mentes dos outros pela força da vontade;

i.ix. AMNÉSIA MENTAL: Capacidade de causar perda de memórias particulares e amnésia em outra pessoa ou mesmo em um grupo de pessoas;

i.x. PRECOGNIÇÃO: A capacidade de prever eventos antes que eles tenham chegado a ocorrer;

i.xi. ESCUDO PSÍQUICO: Capacidade de erguer escudos psíquicos para proteger a si mesma e a mente de outros. Cable demonstrou ser muito difícil de ser atacada psiquicamente, pois é muito hábil em proteger sua própria mente de ataques mentais (como tentativas de ler, controlar ou prejudicar sua mente), e tem sido suficiente para se proteger de outros psíquicos. Seu poder era forte o suficiente para quebrar o  controle de Onslaught sobre Hulk;

i.xii. RAJADAS PSÍQUICAS: Pode projetar rajadas de força psíquica que não possuem efeitos físicos, mas que podem afetar a mente de sua vítima de modo a causar dor ou a deixar inconsciente, podendo até mesmo matar um adversário;

i.xiii. PROJEÇÃO ASTRAL: Habilidade de realizar Viagens Astrais e se comunicar com outros seres astrais através de sua própria vontade, ou através do contato com os pensamentos e memórias de outros. No Plano Astral, ela pode usar seus poderes para criar objetos "ectoplásmicos". Cable tem um domínio da projeção astral, e é capaz de permanecer em seu próprio plano de existência ou atravessar em qualquer dos chamados "Planos Astrais";

i.xiv. DETECÇÃO MENTAL: Pode sentir a presença de outro mutante dentro de um grande, ainda que não definido, raio de si mesma, percebendo as radiações mentais distintas emitidas por tais seres. Em seu auge, Cable é forte o suficiente para sentir um pensamento através de um continente de distância;

ii. TELECINESE: Cable possui telecinese de alto nível, a permitindo manipular matéria com a energia de seus pensamentos, tendo um excelente controle sobre os objetos e sobre si mesma. Em níveis maiores, Cable pode levitar grandes pesos, mas seu limite permanece desconhecido. Em seu auge, Cable pode deslocar centenas de toneladas de matéria, como fez quando levantou e reposicionou a estação espacial Greymalkin que estava submersa.

ii.i. APTIDÃO INTUITIVA: Pode desmontar dispositivos complexos (separando cada componente, como parafusos, porcas, placas de circuitos, etc.) e, com a mesma rapidez, facilmente montar dispositivos complexos. Isso também lhe permitiu até mesmo atingir a consciência e controle sobre os objetos tão pequenos quanto os elétrons individuais em um átomo. Por exemplo, Cable pode detectar se um lacre era hermético, ou não, por verificar a presença de moléculas de oxigênio que podiam estar entrando. Ele pode até mesmo detectar e discernir moléculas individuais de oxigênio, e determinar o peso atômico das moléculas, pela quantidade de átomos presentes;

ii.ii. ALTERAÇÃO DA MATÉRIA: Capacidade de alterar as estruturas moleculares e subatômicas, tanto em seus próprios componentes tecno-orgânicos (embora isso possa ser uma função da telecinese, em oposição a um poder super-humano discreto) quanto as valências químicas em objetos, ou seja, transformar comida em veneno, mover moléculas de oxigênio para causar asfixia, transformar um homem em um homem-morcego horrível ou mesmo mudar a camada dérmica das mãos de outro para algas brilhantes;

ii.iii. DESINTEGRAÇÃO INORGÂNICA: Várias vezes Cable tem mostrado a capacidade de desintegrar objetos, dissolvendo suas ligações atômicas e moleculares;

ii.iv. ESPINHOS PSÍQUICOS: Capacidade de criar espinhos psíquicos destrutivos que destroem os objetos físicos com os quais entram em contato;

ii.v. ALTERAÇÃO DE TAMANHO: Usou sua telecinese para alterar sua estatura física para a de um gigante de reboque, similarmente ao Apocalipse;

ii.vi. CURA TELECINÉTICA: No auge de seu poder como Soldier X, Cable apresentou vastas capacidades biológicas, como regenerar-se e / ou curar outros de malignidades ou danos corporais em um ritmo acelerado. Depois de receber um tiro na cabeça duas vezes, por exemplo, bem como curar seu corpo depois de ser cortado através de tiros de semi-automática;

ii.vii. CAMPOS DE FORÇA: Capacidade de criar escudos de força protetora que poderiam desviar mesmo os ataques mais poderosos (até mesmo filtrar bactérias do ar). Os limites superiores dessa habilidade permanecem desconhecidos, mas acredita-se que ele provavelmente poderia se proteger contra danos na detonação de zero quilômetro de uma ogiva nuclear de 1 kiloton (4.18 terajoules de energia do calor, concussão e efeitos de radiação). Cable também exibiu tal controle sobre os campos como para moldá-los com precisão, mesmo para se adaptar muito de perto à forma do seu corpo. Não parece haver qualquer correlação entre a intensidade do campo e a espessura dos campos telecinéticos;

ii.viii. EXPLOSÕES CONCUSSIVAS: Pode projetar energias telecinéticas como poderosas rajadas explosivas dirigidas de seu cérebro que podem aparentemente afetar matéria com força de concussão;

ii.ix. TELECINESE TÁTICA: Cable pode usar sua telecinese para elevar suas práticas físicas a níveis sobre-humanos, o bastante para forçar uma reversão do Hulk;

ii.x. VOO: Levitando ele mesmo, pode "voar" para distâncias muito longas e em velocidades variáveis;

ii.xi. BRAÇO CIBERNÉTICO: Seu braço esquerdo é completamente mecânico, e embora Cable é ambidestra, esse é o seu braço mais forte, sendo capaz de permitir que ela amasse e erga várias toneladas, sem a ajuda de seu braço direito;

ii.xii. RESTAURAÇÃO CIBERNÉTICA: Através de uma combinação de suas habilidades telecinéticas, e sua capacidade de reorganizar as estruturas atômicas da matéria (incluindo a sua própria matéria tecno-orgânica), Cable é capaz de reparar rapidamente quaisquer componentes danificados dentro de seu corpo. No entanto, se há danos generalizados, isto pode não ser possível, pois ele pode ser incapaz de reunir a energia para afetar esses reparos;

ii.xiii. TECNORGÂNICOS: Boa parte do corpo de Cable foi infiltrada e alterada pelo vírus tecnorgânico, o qual tomou a forma de cibernéticos e biônicos, significando que ela é um ciborgue. A infecção primária reside no lado esquerdo de Cable. Como conseqüência de sua orientação telecinética e sua habilidade de controlar a sua própria substância física, o corpo inteiro de Cable tem sido fortemente fortificado, a nível celular, adquirindo força e agilidade sobre-humana à um grau desconhecido, bem como um nível super-humano de resistência a danos físicos. Todo seu Sistema Nervoso Central tem sido melhorado por mudanças químicas em nível atômico e por melhorias bio-tecnológicas, tornando seu tempo de reação muito acima do que é possível para um ser humano;

ii. xiv. OLHO CIBERNÉTICO: Este olho permite que Cable veja profundamente no Espectro Eletromagnético, e muito mais profundo do que quaisquer tecnologias conhecidas do século 20 - 21 são capazes. Também é possível que, através deste olho, Cable seja capaz de ver a utilização de energias psíquicas, assim como os espectros menos exóticos de energias eletromagnéticas.

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can you feel... can you feel my heart?

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Re: [Missão] Blood Is Stronger

Mensagem por Sandman em Qua Jan 24, 2018 11:52 am

título
Tua escrita é primorosa, mutante! Toda a missão fora muito bem descrita, principalmente as cenas de ação, dinâmicas e fluidas, de forma que em momento algum senti-me deslocado e confuso. A missão em si, fora muito bem desenvolvida, andando de mãos dadas com o alinhamento da personagem e a trama da mesma. Parabéns! Eis aqui tuas bonificações:


Recompensas


1. +5 níveis
2. Com a subida de nível, ganhaste +25 pontos de atributo.
3. Também ganhaste +5 pontos de perícia.
4. Dano de 30 HP, já retirados de seu arquivo morto.
5. Poderá recuperar esses pontos de vida perdidos com apenas um único post em on. Quando o fizer, poste no tópico de atualização.
6 Eis aqui o tópico onde pedirá a recuperação de HP depois do post e distribuirá os pontos de atributo e perícias.
7. Foi um prazer!


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Re: [Missão] Blood Is Stronger

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