One-Post — Carta branca — Aries Yorath Vaughn

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

One-Post — Carta branca — Aries Yorath Vaughn

Mensagem por Rorschach em Sab Jan 20, 2018 6:12 pm

Carta branca


Existem poucas categorias importantes em que se pode colocar colegas de trabalho. Aqueles que você nem sequer sabe que existe e aqueles que o convidam para festas toda semana. Alguns conseguem estar nas duas categorias, demonstrando como não há muita diferença entre as pessoas em um círculo de trabalho. Mas Ursula, uma secretária da empresa Hell's Core, é do tipo de que você guarda seu nome, talvez pela insistência dela para convidar a festas.

— Tenta me encontrar lá dessa vez — disse Ursula fazendo um bico com seus lábios. — Sei que tem outros interesses, mas podemos conversar como amigos fora desse inferno. — Ela riu do próprio trocadilho antes de deixar Aries sozinho com um post-it que continha o endereço de um evento ainda naquela noite.
Para não envolver seus irmãos em seu trabalho, Aries não os convidaria.

●●●

Quando Ursula notou seu pequeno deslize, tornou-se uma pessoa completamente diferente. Até mesmo sua voz ficou irreconhecível, como se seu corpo fosse possuído por um fantasma e sua aparência fosse a única coisa que permaneceu igual.

— Não pense em fazer um show, Aries — disse a falsa secretária dando ênfase naquele nome, assim como os antigos cientistas do Projeto Aquarius faziam com os trigêmeos. — Tenho carta branca para ferir quem for preciso para capturar você. Nenhum civil irá me impedir se você correr ou mandá-los para cima de mim. Mas, como uma boa amiga que eu tenho sido com vocês nesse tempo na Hell's Core, gostaria de oferecer a chance de você se entregar a mim.

●●●

Retornando ao trabalho, Vaughn fez o possível para não ser questionado quanto o desaparecimento de Ursula. Ele sabia que seria o primeiro suspeito, visto que os dois eram bem próximos durante o fim de turno. Constantemente, funcionários foram até o jovem para perguntar a respeito da colega sumida e, em pouco tempo, policiais também apareceriam para investigar a situação.

Para recuperar as horas de trabalho perdidas, Aries precisou aceitar horas não tão extras em horários em que o prédio da empresa se encontra quase vazio. Além dele, apenas faxineiros e guardas vagavam pelos andares da Hell’s Core.

Um grupo extra de faxineiros adentrou o lugar. Em pouco tempo, foram para a sala de Aries. Nenhum deles sabia esfregar o chão direito, um até insistia em limpar apenas um canto da sala.


  1. Prazo de quinze dias para postar em sua missão, ou acabará sofrendo consequência irreversíveis. Apesar disso, não tenha pressa, ou sofrerá ainda mais caso não faça um bom texto.
  2. Tomei a liberdade de experimentar um estilo diferente de One Post em sua missão. Nessa, eu já especifiquei três momentos diferentes e você deverá preencher as lacunas como desejar, mas manter o que eu narrei.
  3. Durante a primeira parte, narre o que fazia antes e durante o convite de Ursula. Explique os motivos para Aries não querer envolver seus irmãos, quero que trabalhe bastante o psicológico de seu personagem nessa parte.
  4. O segundo ponto da história acontece na festa à noite. O tipo de evento, o que seu personagem fará e a localização estão a seu critério. Apenas inclua um momento em que Ursula deixe escapar que saiba mais sobre os trigêmeos do que consta nas fichas da empresa.
  5. Você pode inventar poderes ou armamentos para a Ursula confrontá-lo, tanto faz. Apenas é obrigatório que ela suma, seja por fugir para se recuperar, ou por ser morta. A decisão é sua do que fazer com a NPC.
  6. No final, um outro grupo persegue o telepata, dessa vez apenas com armas e algum dispositivo que impede o controle mental e outras habilidades psíquicas contra eles.
  7. Quantidade de oponentes fica a seu critério nessa parte. Seja coerente com o seu nível, sua capacidade de combate e o nível de sua missão;
  8. Mínimo de mil palavras.






Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: One-Post — Carta branca — Aries Yorath Vaughn

Mensagem por Aries Yorath Vaughn em Ter Jan 23, 2018 11:56 am


Mission


Talvez, aquela fosse a milésima vez que Ursula tentava me convidar para ir a sua boate favorita, como sempre tentando uma aproximação que, confesso, eu não havia permitido muito bem. Ela não era ruim, não, longe disso! Ela havia sido a responsável por me ensinar os macetes daqui, como por exemplo o café que o chefe gostava e qual tipos de documentos mais importavam para ele. Ela havia também me ensinado coisas bem importantes, como manusear direito o computador da empresa, acessar configurações mais fáceis e fazer todo o meu trabalho sem pedir a cada dois minutos a ajuda de alguém. Bem, ela era do tipo “chata legal”, com boas intenções, o que apenas piorava a situação. Como dispensar uma pessoa adorável como ela? Provavelmente ela estava afim de mim, ou era excessivamente legal e precisava urgentemente de um amigo. Pensei inúmeras vezes em invadir seus pensamentos, em fazê-la se esquecer de mim ou parar de falar comigo, mas todos ali já estavam acostumados a nos verem juntos, sempre, então como iria explicar para eles que, repentinamente, ela havia se esquecido de mim?

— Tenta me encontrar lá dessa vez. Sei que tem outros interesses, mas podemos conversar como amigos fora desse inferno. — Ela então me estendeu um papelzinho rosa com corações pequenos enfeitando o nome da festa temática que ocorreria na boate preferida dela; inferno. Ri comigo mesmo, apreciando a ironia.

— Sair de um inferno e ir para outro, estou certo? — Comentei com ela, que deu de ombros, seus fios ruivos esvoaçando enquanto ela ia pelo corredor e, como sempre, vários outros homens em suas mesas viravam-se para ela, observando-a caminhar sensualmente em seu salto alto e saia cor vinho.

— Nossa, que mulher! Me apresenta ela, Aries, cara! — Sorriu Brad, dando-me um irritante tapa em meu ombro, praticamente babando como um animal fitando-a desaparecer no fim do corredor. Babaca! Sorri falsamente, voltando aos meus afazeres, fitando o post-in acima da tela negra de meu computador, vendo a hora e o local. 22:30 da noite, na boate Lee’s Paradise. Ri, relembrando-me da vez que fui para lá com Ursula – a única vez que fui, na verdade – e conhecemos o agradável fundador do local, Stan, um velhinho agradável e muito, muito engraçado.

Ao terminar os meus afazeres, decidi ligar para meus irmãos e avisá-los que eu iria a uma festa e provavelmente voltaria durante a madrugada. Avisei-os que iria tomar banho na própria empresa – que tinha seus próprios vestiários – e trocaria as vestimentas, e que não me esperassem. Enquanto me aprontava para a tal festa, puxava de minhas memórias todas as experiências que envolviam meus irmãos e eu. Éramos sempre unidos no laboratório subterrâneo e, apesar dos constantes testes triplos, agulhas nos perfurando e aparatos estranhos nas nossas cabeças, nós três éramos inseparáveis. Tínhamos nossos gostos bem definidos, mesmo tendo o mesmo quarto – e camas separadas desde a infância, apesar de, aos quinze anos, nos ofertar uma só cama, de casal – e vivendo o tempo inteiro, sempre nos vendo. Em teoria, coisa que já me havia sido apontado por Orion e Perseus, eu ainda tinha um apego, mesmo que eu não admitisse, aos tempos de aprisionamento, onde ficávamos sempre no mesmo recinto e não mais do que cinco ou dez metros de distância.

Parecia ridículo, mas no fundo eu sabia que eles estavam certos. Todos os anos, desde minha criancice até a vida adulta, eu ainda possuía um grande apego aos meus irmãos, mais por costume do que por amor, creio. Sim, eu os amava, mas o sentimento que mais estava fincado em minha alma era o de proteção; me sentia responsável por eles, por saber onde eles estão, o que estão fazendo, se estão bem sem mim. No fim das contas, eu era como irmão mais velho e também pai para aqueles dois inconsequentes, cuidando deles e afirmando como iríamos agir, nos comportar, o que fazer ou até mesmo o que iríamos comer. Parecia que estava ditando nossas vidas, mas a verdade era que eu sempre fazia de tudo para nos proteger, custasse o que for.



...



Depois de aproximadamente uns quinze minutos, cheguei ao local que eu já havia visitado uma única vez, suspirando vendo o nome da boate em letras enormes e piscando em vermelho. Lá dentro, Ursula já me esperava com um largo sorriso e muito bem produzida, mas ainda com seus óculos e os fios ruivos presos num coque. Fui até ela, sentando-me em nossa mesa e suspirando, olhando o local ao meu redor. Excesso de luzes, pessoas dançando e completamente distraídas, sem nem reparar em mim. Bom. Minha atenção é chamada para o estalar de dedos da outra bem na minha cara.

— Ei, eu tô aqui. — Ela ri, chamando o barman e pedindo tequila para nós dois. Fiquei meio cismado, afinal não gostava muito de bebidas alcoólicas e me sentia um pouco vulnerável bêbado.

— Olha, eu... Não acho bom, eu não quero me embebedar, temos trabalho amanhã. — Falei, enquanto o barman sumia da nossa vista indo pegar o pedido de Ursula, cuja expressão foi um revirar de olhos.

— Não se preocupe, sei várias receitas e truques que vão nos ajudar a não ficarmos muito bêbados. E, no caso de não funcionar e exagerarmos, posso te passar umas dicas para burlar a ressaca. — Ela piscou, recebendo os copos com o líquido puro e então virando-o num só gole, deixando-me impressionado. Da outra vez que viemos ela havia bebido drinques misturados, nada tão exagerado! Acompanhando-a, peguei meu copo e o virei, quase engasgando pela ardência em minha garganta. Como as pessoas podiam gostar daquilo? Era horrível!

De repente, sinto o puxão em meu pulso direito e sou então puxado para a pista de dança, onde uma música reggaeton fazia todos dançarem agitados no ritmo latino. Dancei, acompanhando os rebolados do quadril de Ursula, cujos braços estavam em meus ombros. Ela era uma ótima amiga e, pela primeira vez, por uma fração de momento, pude confiar que ela seria minha amiga de verdade, ao ponto de, algum dia, mostrar a ela a verdade. Foi então que senti uma pontada de agonia em minha mente. Cheguei até mesmo a me desconcentrar da dança, estreitando o cenho e percebendo que Ursula nada havia notado. Olhei ao meu redor, buscando o perigo que minha mente parecia me alertar.

— Deveríamos ir embora. — Falei para Ursula, cuja reação foi de pura raiva. Foi como se ela quisesse realmente que eu ficasse por algum motivo estranho e, pela primeira vez, senti vontade de ler seus pensamentos.

— Qual é? Vocês galeses são sempre assim chatos de irem dormir cedo? — Ela reclamou, fazendo-me estreitar os olhos. Meus documentos e os de meus irmãos falavam que nós éramos europeus, porém oriundos de Londres – por conta de nosso sotaque. Decidi então investigar sua mente.

Tive vislumbres imediatos de jalecos brancos, cartões de identidade brancos com azul, o nome Projeto Aquarius logo acima de seu nome de verdade, o local onde era a locação subterrânea do projeto completamente destruída, Ursula – que se chamava Yolanda – avaliando tudo com uma cara séria, dizendo em seguida para um homem em roupas militares que “sim, iria se infiltrar e rastrear os trigêmeos Stepford”. Stepford? Aquele não era o sobrenome da gente, mas foi então que consegui um nome. John Sublime, cientista-chefe do projeto, nos batizou com o nome do patrocinador maior de nosso projeto. Com todas aquelas informações, fitei Ursula, sentindo minha mão – que ela segurava com força me impedindo de ir embora da pista de dança – ficar na forma de diamante. Foi então que senti o cano da arma em minha coxa.

— Não pense em fazer um show, Aries. — Ameaçou ela, seu timbre de voz mudando para o típico tom desprovido de vida dos cientistas que nos tratavam no Projeto Aquarius. Não senti medo naquele momento, apenas raiva de não ter utilizado meus dons telepáticos para invadir a mente dela e descoberto a verdade. — Tenho carta branca para ferir quem for preciso para capturar você. Nenhum civil irá me impedir se você correr ou mandá-los para cima de mim. Mas, como uma boa amiga que eu tenho sido com você nesse tempo na Hell's Core, gostaria de oferecer a chance de você se entregar a mim. — Ameaçando todos ao nosso redor, não pude deixar de me preocupar com todas aquelas pessoas ao meu redor. Eram jovens e adultos que poderiam morrer em segundos nas mãos daquela espiã psicopata.

— Tudo bem. — Respondi, retrocedendo o diamante em minha mão, acenando levemente para mostrar que iria colaborar. — Mas leve apenas a mim, deixe meus irmãos fora disso. — Falei baixo, próximo de seu rosto. Ela riu, enquanto íamos saindo da pista de dança e então o cano da arma encostava em minhas costas, à medida que íamos para a saída.

— Acha mesmo eu você vale tanto assim sozinho? Precisamos dos três. — Proferiu a ruiva entredentes, levando-me para longe de toda a aglomeração. Pude ouvir o som do digitar no telefone da mesma e, antes dela ligar para alguém e anunciar que havia sido descoberta, transformei todo o meu corpo em diamante e virei-me para a ruiva, dando-lhe uma cabeçada e pisando no celular. Seu chute em minhas áreas baixas provou-se inútil, retribuo o chute com outro em sua cabeça.

Assim que retornei à forma humana, fiquei meio comovido. Não exatamente triste, porém afetado. Não planejava matá-la, apesar de ter ciência de que, como espião, ela nunca iria facilitar a vida para mim e meus irmãos – o único jeito era aquele, matando ela. Não gostava de matar pessoas, mas às vezes era necessário. Engoli em seco, fitando com nojo o rosto um pouco fundo dela, graças à força descomunal de minha forma de diamante. Não sabia como iria me livrar daquele corpo. Bem, diamantes não deixam digitais, certo? Transformei meu corpo em diamante mais uma vez, segurando a cabeça de Ursula e, com força, esmaguei seu crânio, deixando-a irreconhecível. Chamei um Uber e, após enrolar o cadáver em milhares de papéis que encontrei naquele beco que era a saída da boate, retornei à forma humana e invadi a mente do motorista, fazendo-o pegar o saco com o cadáver e colocá-lo em sua mala.

— Dirija seu carro cuidadosamente até a praia. Lá, pegue a sacola em sua mala e atire no mar. Depois, se esqueça de tudo isso. — Ordenei ao homem, que assentiu e entrou no carro, dando a partida.



...



No dia seguinte, obviamente Ursula não foi. Graças a minha telepatia, pude detectar todos os pensamentos que envolviam a ruiva. A maioria dos caras sentiam falta das curvas dela, mas nada sério ao ponto de considerarem que ela havia desaparecido. Ninguém me fez perguntas relacionado a ela, para a minha sorte, mas eu sabia que em breve eles iriam suspeitar, afinal fui embora do trabalho com ela ontem, apesar dela ter ido na frente para a boate. No segundo dia, sua presença foi requerida. Perguntaram-me sobre ela, mas como resposta, apenas disse que ela havia ido a boate comigo, mas tomamos caminhos diferentes. No terceiro, a polícia apareceu. Fizeram-me várias perguntas, como os horários em que eu a vi, onde fomos, quanto tempo ficamos por lá e qual o horário que saímos. Contei toda a verdade, inclusive a hora que saímos. Somente omiti a parte em que eu pisei na sua cabeça e esmaguei seu crânio, claro. Com rápidas lidas nos pensamentos dos dois policiais, cheguei logo à conclusão de que eles não desconfiavam de mim. Bom.

Como Ursula era a secretária de meu chefe, tive de assumir as responsabilidades como estagiário e fazer todo o trabalho da ruiva, acabando por ter de pegar horários extras. Enquanto fazia um de meus trabalhos, pude notar que haviam novos zeladores. Como sempre fui atencioso com todos naquele prédio – e passei a dar uma atenção redobrada a todo mundo desde a descoberta sobre a espiã – logo tratei de ficar desconfiado quando percebi que os homens não podiam ser lidos por meu poder. Estreitando os olhos, continuei digitando, percebendo que eles nem sequer conseguiam fingir direito que estavam limpando o chão. Suspirei, ficando de pé e atraindo a atenção dos três homens.

— Pelo menos a Yolanda conseguia fingir melhor que vocês. — Falei, atraindo a atenção deles que, ao se olharem, assentiram e um deles retirou uma arma do coldre, mas antes fui mais rápida e virei diamante, agachando-me e escondendo-me por detrás de minha mesa, pegando o teclado do computador e atirando no homem, correndo dentre as diversas mesas da sala.

O homem que parecia ser o líder continuava atirando feito um louco, e eu apenas esperava que ele acabasse logo com a sua munição. Pude ouvir passos e, desprovido de meus poderes telepáticos por conta da forma de diamante, respirei profundamente e joguei a cadeira no segundo homem que vinha me atacar pela direita, distraindo-o o suficiente para lhe chutar o joelho ao ponto de quebra-lo e então segurá-lo, fazendo-o de escudo humano, levando três disparos no meu lugar. Morto, larguei-o e recebi diversos disparos, não me machucando por conta da forma de diamante. Foi quando o terceiro homem tentou vir lutar comigo, mas, graças a minhas aulas particulares de defesa pessoal, segurei seu antebraço e apliquei um chute em seu estômago, com o punho esquerdo acertando-o na face e depois em meu próprio joelho ao puxá-lo pelos cabelos, largando-o desacordado. Quando enfim as balas do outro acabaram, sorri de canto.

— Renda-se! — O homem alto e de pele escura ameaçou, apontando a arma, apertando o gatilho inúmeras vezes sem sair bala alguma.

— Remova o manto telepático. — Falei, aproximando-me do homem, cuja reação foi recuar alguns passos.

— E deixar um dos telepatas mais poderosos que já tivemos ter todas as informações? — O homem riu, correndo e, surpreendentemente, pulou da janela. Observei-o se espatifar lá embaixo e, suspirando, decidi ir embora.

Peguei minhas coisas, buscando não deixar rastros. Fui embora o quanto antes, onde iria me encontrar com meus irmãos e, conversando, explicaria para eles que deveríamos redobrar as nossas atenções, possivelmente nos mudarmos, tudo para que pudéssemos ficar livres de nossos algozes. Precisávamos ter cuidado, ou iríamos ser pegos pelos monstros mais uma vez. E, ligando para eles, logo comecei a explicar tudo.

White Letter


Informações:
Raça: Reencarnado
Personagem: Celeste Stepford/Frost [Irmãs Stepford/Três-em-Uma/Irmãs Cucos] (Marvel Comics)
Vitalidade: 100/100
Nível: 1
Velocidade: 100m/s [+5]
Percepção: 100m/s [+5]
Perícias: CORPO A CORPO (KUNG FU), nível calouro
Especialização: Atacante

Atributos:
Força: 10
Inteligência: 10
Resistência: 15
Agilidade: 10
Vigor   : 10
Carisma: 10

Poderes:
1. Mente Colmeia: Os Irmãos Cucos possuem um raro poder que os une pela telepatia, tornando-os mais fortes quando reunidos, de preferência com proximidade e contato físico. Quando juntos, os trigêmeos podem incrementar seus poderes telepáticos, conseguindo um alcance e controle maior e mais eficaz. A mente dos garotos possui uma espécie de "link", que os deixa conectados mesmo a grandes distâncias, podendo eles conversarem entre si, inclusive possuindo desde pequenos uma linguagem própria e "criptografada", que os protege de serem lidos por outros telepatas.

2. Telepatia: É o poder de acessar a mente alheia, lendo seus pensamentos e projetando os seus na mente de outrem. Quanto estão juntos, a mente de colmeia deles deixa o poder bem mais efetivo, permitindo-os lerem com mais rapidez e até mesmo adentrando a mente dos mais poderosos telepatas.

3. Bloqueio Telepático: Sendo telepatas poderosos, os trigêmeos possuem uma barreira psíquica muito bem protegida, de forma que os outros telepatas acabam encontrando gigantescas dificuldades em derrubar as três barreiras na mente de cada um deles.

4. Triangulação Mental: É um poder deveras importante para os três irmãos; é a capacidade deles de "triangular" seus poderes psíquicos, de forma que, unidos, eles podem utilizar a telepatia para ler outras três mentes ao mesmo tempo (e dividir as informações um para o outro simultaneamente), além de conseguirem "jogar" os invasores para três direções diferentes ao mesmo tempo, fazendo o mesmo se perder na mente dos trigêmeos.

5. Ilusão Telepática: Um dos poderes dos trigêmeos é a capacidade de induzir ilusões telepáticas em seus adversários como forma de distraí-los e incapacitá-los. As ilusões geralmente afetam os cinco sentidos.

6. Alteração Mental: Este é um poder pouco utilizado pelos trigêmeos, porém de grande valia. É a capacidade de absorver conhecimento, transferir, mexer com a mente dos outros (e com as suas próprias ao pegar conhecimentos de outros), alterar percepções dos outros quanto ao tempo e espaço, alterar, apagar e implantar memórias.

7. Rastreamento Mental: É o poder de procurar pela mente de outras pessoas, seguindo seus rastros psíquicos. Eles podem inclusive rastrearem pessoas que nunca viram, apenas as sentindo na mente de outros e então vasculhando suas assinaturas mentais deixadas nas mentes alheias para poder rastrear seu alvo.

8. Projeção Astral: É o poder de transferir seus espíritos para fora de seus corpos, podendo viajar a longas distâncias em tal forma. São capazes de ler pensamentos e alterá-los sob tal condição.

9. Forma de Diamante: São capazes de transformar por completo seus corpos em diamantes inquebráveis e altamente resistentes. Nesta forma, possuem atributos físicos dobrados, os quais são:

9.1. Super-Força: Na forma de diamante, possuem uma força acima da média, podendo até mesmo amassar metais resistentes e levantar grandes pesos com exímia facilidade.

9.2. Imunidade Telepática: Possuem completa imunidade telepática, sendo nenhum telepata capaz de adentrar as mentes dos jovens rapazes.

9.3. Durabilidade Sobre-Humana: Possuem uma durabilidade fora do comum, podendo serem eles jogados de prédios, prensados contra objetos pesados, receberem socos extremamente fortes; a forma de diamante simplesmente é incrivelmente resistente.

9.4. Estamina Sobre-Humana: Possuem um vigor acima da comum, podendo passarem o dia inteiro na forma de diamante praticando exercícios físicos ou lutando sem se cansarem.

9.5. Transformação Compartimental: Podem transformar apenas pequenas partes de seus corpos em diamantes, podendo também transformarem órgãos internos, como as Cucos já fizeram ao conter a Força Fênix.


10. Anulação/Ativação de Emoções: Um dos poderes que eles descobriram só recentemente é a capacidade de transformarem seus corações em diamante. Com tal feito, eles literalmente acionam e desligam suas emoções, podendo ser um poder bem útil contra empatas ou telepatas que buscam controlá-los através das emoções, feromônios e outros tipos de controle emocional.

_________________


Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: One-Post — Carta branca — Aries Yorath Vaughn

Mensagem por Rorschach em Qua Jan 24, 2018 2:02 pm

avaliação

Olá, Aries. Gostaria que me informasse por mensagem privada o que achou dessa missão e se gostaria de receber outras nesse estilo, se possível.

Agora, irei apenas citar alguns motivos para não recompensar você com o máximo de níveis para uma missão com dificuldade Normal.

  • Uso incorreto de vírgula em muitos momentos;
  • Uso incorreto de inicial maiúscula após travessão;
  • Uso incorreto de pontuação antes de travessão;
  • Gênero errado para seu personagem em uma palavra em que se refere a ele;
  • Nenhum descuido onde seu personagem, nível 1, acaba por se ferir.



Recompensas


1. +3 níveis
2. +1 de fama negativa
3 Distribua aqui os seus novos pontos de perícia e atributo.


Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: One-Post — Carta branca — Aries Yorath Vaughn

Mensagem por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum