[Missão One-Post] CSI - Thomas Depardieu Santorski (Normal)

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[Missão One-Post] CSI - Thomas Depardieu Santorski (Normal)

Mensagem por Sandman em Sab Fev 10, 2018 12:03 am

CSI

As viaturas aglomeravam-se em volta da residência de classe média baixa típica do Brooklyn, enquanto o investigador de polícia aproximava-se da cena do crime. Espantando os transeuntes e vizinhos curiosos parados apenas pela faixa amarela, Thomas adentrou a casa e se deparou com uma cena terrivelmente lamentável: uma dona de casa, Anne Maxximoff, esfaqueada setenta e cinco vezes em seu próprio leito, o marido sendo o principal suspeito – e foragido. A testemunha: o pequeno Johan Maxximoff, que se escondeu debaixo de sua cama e vira algo, mas que não queria contar a ninguém do que se tratava por medo e trauma. Assim que avistou Santorski, uma das policiais apontou para o garoto e a cena do crime, anunciando o óbvio.

— Anne Maxximoff fora assassinada entre cinco e cinco e quarenta da manhã, o filho foi a única testemunha. Encontramos o menino debaixo da cama, fez xixi nas calças e não saiu de lá desde que a mãe fora morta, pelo que pudemos notar. Quem ligou foi um dos vizinhos que, ao acordar e abrir a janela de seu quarto, deu de cara com o cadáver — afirmou a policial apontando par a única janela do quarto da vítima, de frente para a janela da casa ao lado, enquanto coçava veemente o nariz. — O marido não foi encontrado, está foragido desde então, não conseguimos rastrear seu telefone celular nem o localizar. Estamos tentando encontra-lo pelas câmeras nas ruas num raio de três quadras.

E então, foi como se uma cena horripilante da vida do policial voltasse para atormentá-lo; sua mãe em sua cama, morta, seu pai sumido e sendo o responsável pelo crime. Graças a este fato saudosista, agora residia no âmago do investigador de polícia uma motivação a mais para resolver aquele crime.

Informações

1. Você tem exatamente quinze dias para postar nesta missão, contando a partir de hoje, ou seja: dia 23 de fevereiro termina o prazo.
2. Coloque seus poderes em spoiler depois do template e, em seguida, ponha o restante de suas informações no seu Arquivo Morto em outro.
3. Como é uma One-Post, terá várias informações, as quais são: a vítima morreu entre cinco e cinco e quarenta da manhã. A arma do crime foi uma faca e ela estava presente, mas sem digitais. Também descobrirá que ela foi imobilizada primeiro com algum tipo de gás ou aroma para deixa-la inconsciente.
4. O garoto terá de ser persuadido por você para falar e, quando ele assim o fizer, contará que não foi seu pai o responsável pelo crime, que o viu sair do quarto por conta de um barulho. Descobrirá então que o carro do homem foi visto pelas câmeras indo para um armazém afastado da cidade.
5. Adiantando os detalhes da missão, notará pós a ligação da perícia que a policial que falou contigo está com uma estranha alergia a um produto químico que é o mesmo que incapacitou a vítima, Anne. É aí onde, ao notar tal coincidência, terá de lutar contra sua parceira numa viatura a caminho de um armazém no meio do nada longe do Brooklyn.
6. Por último, encontrará o pai do jovem Johan e esposo de Anne morto, e o vizinho que prestou queixa do corpo está lá e é o responsável, junto de sua colega, de ter matado Anne e Robert.
7. A motivação para o crime ter sido cometido cabe a você decidir.
8. Boa sorte e se tiver dúvidas, MP!


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Re: [Missão One-Post] CSI - Thomas Depardieu Santorski (Normal)

Mensagem por Thomas Santorski em Sab Fev 10, 2018 3:54 pm

CSI
Missão One-Post
I
CRIANÇA



Thomas olhava aquela cena de crime cautelosamente. Seus olhos mudavam constantemente da única janela do cômodo para o corpo estirado da vítima. Ele sabia que deveria chamar atenção do filho de Anne e buscar informações plausíveis do garoto — o velocista estava sentindo uma vaga lembrança dos ocorridos com sua própria mãe. Caminhou lentamente até a cama em frente do corpo, parando ao lado dela e se ajoelhando próximo da beirada, o suficiente para que pudesse olhar de baixo da mesma.

— Podemos conversar? — Murmurou, baixo e quase que inaudível. O suficiente apenas para o garotinho deitado de barriga para baixo, escuta-lo. Johan negava com a cabeça, fazendo Tom acabar sorrindo no mesmo instante. — Então, deixa eu reformular minha pergunta. Vamos encontrar o homem mau que fez isso na sua casa? Eu acredito que você quer isso e deixará esse medo bobo de lado. Quando eu tinha sua idade, mais o menos, aconteceu a mesma coisa comigo e acabei entrando num estado de choque tremendo também. Sério! Que eu tivesse recebido uma proposta como essa, não teria negado e aquilo teria mudado minha vida completamente, de certa forma. Então, podemos conversar e achar esse homem mau? Eu quero colocar minhas mãos nele, o tanto quanto você está desejando agora. Você é o novo homem da casa!

O garotinho conforme escutava aquelas palavras, mudava completamente sua expressão e abaixou seus olhos esverdeados naquele chão, como estivesse analisando as possibilidades — pelo contrário — não estava entendendo nem a metade do que era dito pelo investigador, mas, a frase “homem da casa” inflamou seu ego masculino adormecido. Qualquer garoto naquela idade se sentia feliz escutando aquela coisa e até dava forças para lutar. E, principalmente, quando tais palavras vinham de um policial. Por fim, acabou aceitando.

Tom se levantava e dava espaço para outrora sair debaixo da mobília. Estando fora, Johan olhava o corpo de sua mãe e continha uma lágrima que ameaçava escorrer no lado esquerdo de seu rosto, passando o pequeno dedo no canto do olho. Então, Santorski deu uma tapinha nas costas do pequeno, esboçando um sorriso fraco.

Estou fodido. Não aguento choro de criança, pensou.

II
INVESTIGAÇÃO

O loiro estava sentado na calçada dos Maxximoff. Ele conversava com o filho da falecida e buscava retirar informações úteis daquela conversa, mesmo que fosse apenas a identificação da roupa do suspeito. Santorski estava à deriva naquele caso, então, qualquer informação estava sendo de grande ajuda para o mutante.

— Não, não foi meu papai que matou minha mamãe. — Proferiu o menor, olhando para o investigador com seus olhos marejados. Ele não estava suportando a ideia de perda e demorou segundos, talvez minutos para conseguir passar pelo corpo de sua mãe anteriormente. Aquela situação acabaria deixando sequelas.

Uma expressão gentil se formou no rosto de Thomas ao contrário do normal. Aquele rapaz presenciou o próprio inferno muitas vezes e não conseguia sorrir com frequência — apenas fingimento. Levantou calmamente, adentrando a viatura que estava na frente deles como um bloqueio da multidão, fora a faixa amarela. Sentou no banco ao lado do motorista e retirava uma pistola no porta luvas, se direcionando para frente para mostrar ao pequeno.

— Legal né? — Perguntou. Tom abriu um largo sorriso quando Johan levantava e ficava de frente dele, analisando a arma com seus olhos brilhando, prosseguiu. — É uma Glock. Sabe, ela tem um alcance muito bom e chegando aos 50 metros de distância. Fora seu calibre, sendo bem eficiente para uma gracinha como essa. — Ergueu a pistola na altura da cabeça do outrora, movendo logo para trás e insinuando como seria após um disparo. — Bang!

Aonde estava um poço de tristeza, acabou se tornando de felicidade. Aquele rapazinho ficava distraído com aquelas palavras e a demonstração, como estivesse tendo uma explicação de um dos policias do Proerd na escola, porém, sem dizer sobre drogas. O mundo acabaria lhe ensinando usa-las depois, querendo ou não.

Thomas guardou a arma aonde tinha encontrado. Seu sorriso acabava sendo desmanchado e ele franziu seu cenho para o garoto, demonstrando um certo ar de autoridade perante ao pequenino.

— Bom, então, me diz. Se não foi seu pai, quem foi? — Questionou-o novamente.

Johan fez um bico momentâneo e respondia:

— Meu papai acabou saindo do quarto com uma mulher. Dois homens permaneceram e eu não conseguia parar de olhar depois daquilo, mesmo sendo uma cena horrível para mim. Eu queria minha mamãe de volta... — Dizendo aquelas últimas palavras, o filho de Anne acabou se ajoelhando em frente ao investigador e começava a chorar descontroladamente. Uma mistura de gritos e choros, se tornando uma cena complicada demais para sensíveis. Mas, Célere não era sensível.

O investigador ergueu sua destra e fez um sinal para um policial, na qual acabou retirando o garoto da frente dele. Santorski saia da viatura e caminhou até o gramado da casa dos Maxximoff, observando toda extensão dela com seus braços cruzados. Uma propriedade digna de uma família de condições e lembrava bastante os filmes Hollywoodianos devido ao aspecto — casa branca e grande. Observou com atenção cada centímetro, procurando algum vestígio de luta corporal do lado de fora e mesmo com seu metabolismo acelerado ao seu favor, não avistou nada de incomum.

— Investigador? — Proferiu uma voz feminina.

Os orbes azuis do mutante se direcionaram para a policial de antes na casa. Arqueou a sobrancelha e movimentou sua cabeça para cima, autorizando que prosseguisse falando.

— Ligarão informando o laudo da perícia: basicamente, a arma estava sem digitais. A vítima antes das facadas, acabou sendo imobilizada primeiro com algum tipo de gás ou aroma para deixa-la inconsciente, então, não encontramos nenhum vestígio da saída dele também na casa. Contudo, checaram as câmeras e um carro direto daqui foi visto indo para um armazém afastado da cidade. Podemos ir para lá agora juntos, pode ser? — Perguntou.

Tom assentiu com a cabeça e eles adentraram a viatura de antes.

III
CÉLERE

A caminho do armazém, Thomas no banco ao lado do motorista. Observava com atenção a policial e esperava que uma investigação estressante como aquela, virasse um filme pornô. Mas, pelo contrário, a mulher estava tossindo e coçando o lado direito de seu pescoço direto. Ele arqueou a sobrancelha, se perguntando quando tinha surgido aquela marca ali. Erguendo a própria mão e alisando sua barbicha pensativo, disse:

— Quando surgiu isso aí? — O tom de sua voz demonstrava curiosidade, era visível. Sua expressão entregava aquilo na hora e principalmente com sua mão que agora apontava para região manchada. — Você acabou recebendo um chupão de um alienígena?

Naquele momento, ela sorriu de forma extremamente cínica e olhava para o mutante, escondendo seu próprio pescoço de forma falha. Gesticulou palavras curtas, mas, nada acabou saindo dali — estava nervosa. Então, moveu a mão que antes tentou cobrir sua pele em direção do rosto de Célere, que, acabou bloqueando o soco com o braço esquerdo erguido para cima ao recuar seu dedo apontado, ele conteve um riso.

— Você deve ser a mulher que o fedelho comentou. — Dizia aquelas palavras, como estivesse dando um tiro no escuro. Talvez não fosse ela, pensou. Só que não perderia a chance de questiona-la com aquela reação precipitada, não estava a fim de acabar com aquela relação. Eles nem tinha transado no banco de trás, estava com a ideia do filme pornô na cabeça ainda.

A mulher recuou a mão, balançando e sentindo uma leve dor com o impacto do soco. Olhou para frente por um segundo, retomando atenção para ele.

— Então, ele me viu? Eu disse para mata-lo. Mas, não escutarão. — Pigarreou. Suspirou, cabisbaixa, concluiu dizendo: — Você é tão gostoso, poderíamos estar nos divertindo cheio de grana depois daquele armazém, gatinho. Você não aceitaria isso? Estaria com a vida ganha depois disso, sem necessidade de trabalhar. Não é uma belezura?!

Célere acabou fazendo uma careta momentânea escutando aquilo. Ele não estava acreditando que acabou acertando o tiro no escuro em alguém de verdade. Aquelas palavras atiçavam bastante o rapaz, só que ele não poderia jogar sua carreira por apenas uma vida ganha. Ele tinha um instinto de caçador e não aceitava coisas fáceis. Recusou dizendo:

— A ideia de f@!$ você é incrível. Em outra vida eu acabaria aceitando na hora, mas, você acabou de ultrapassar a linha tênue. Então, como dizia uma certa música: E para manter-se a salvo, é preciso dizer não!

O mutante utilizava de seus poderes, movendo seu punho direito com velocidade e socava a boca da policial com força — um lindo jab de direita — fazendo a cabeça dela ir contra o vidro ao seu lado, quebrando-o. Devido a velocidade, acabou ricocheteando de volta para ele e então, utilizando de sua mão livre, assegurou aquela cabeça molenga, acertando-a contra o volante. Recuando ambas, girou seu corpo numa velocidade sobrenatural para seu lado esquerdo agora e retirava seus pés do chão do veículo, chutando com os dois o corpo da policial, que, acabava abrindo a própria porta com brutalidade, arrancando ela e o corpo ao lado da porta, rolava estrada atrás.

— PROERD É O PROGRAMA! Proerd é a solução. Lutando contra as drogas, ENSINANDO A DIZER NÃO! — Cantarolava o refrão da música, berrando dentro do veículo. Colocava sua mão no porta luvas como apoio e voltava a sentar normalmente, puxando o freio de mão. — Droga, eu matei a gostosa...

IV
PROERD

Assumindo o volante agora, Thomas estava se sentindo confiante e ao mesmo tempo, acabaria se tornando um perigo para aqueles em sua volta. Pisou fundo no acelerador e se direcionava para o seu destino — permanecendo na quinta marcha. Se aproximando do armazém, ele pisava ainda mais fundo e trocava a marcha automaticamente, virando para esquerda e invadindo o armazém de madeira com o veículo, arregaçando a porta dupla do mesmo material da construção. O armazém estava num ponto estratégico, aparentemente. Ele se encontrava no meio do nada em Brooklyn, E quem em sã consciente desconfiaria de um pequeno armazém feito de madeira? Absolutamente ninguém.

Estando dentro, abaixou a cabeça quando escutou disparos e eles começavam a acertar a lataria da viatura. Buscou a pistola na porta luzas e então, saiu do carro ao lado — sem porta estava, então — disparava para todos os lados, feito um louco na primeira jogatina de Call of Duty. Obviamente, nenhum dos tiros acertava em ninguém, apenas escutava risadas.

— Primeira vez em campo, rapaz? — Gritaram, rindo.

Santorski estava protegido numa pilastra de madeira, abaixado, ousou olhar aonde eles estavam e quase recebeu um tiro na cabeça, recuando rapidamente quando viu um clarão. Ele estava se sentindo o policial investigador mais indefeso da história naquele momento.

O que Rambo faria nesse momento? Perguntou-se.

Retirou o cartucho de munição, notando que estava ficando sem nenhuma. Suspirou fundo, recolocando-o e fechando um dos seus olhos, movendo seu corpo para o lado rapidamente, disparando na direção aonde tinha visto um clarão. Acertando apenas numa luz que clareava o armazém, que sofria pela falta de luz ambiente. Revirou os olhos ao pegar cover novamente. Novamente escutou risadas, um tiro passava perto dele e acertava de raspão em sua coxa. Ameaçou ir para o lado de antes, porém, acabava indo para o outro olhando rapidamente toda a extensão do armazém. Por dentro, o local era gigantesco e cheio de feno, provavelmente, administravam cavalos. Ou comida para eles, alguma pequena empresa de fachada. Deitado sobre um amontoado de feno no centro, estava um homem com um tiro na cabeça e na parte superior, como tinha escada no canto para subir para lá, dois homens estavam com duas pistolas em mãos, apontando para o investigador.

— Esperem, esperem! — Gritou. Segurando a Glock com a destra, colocava a palma de sua canhota abaixado dela, como apoio. Apontava para um dos homens. — A policial me mandou em seu lugar para confirmar a transição do... — Arqueou os olhos e não conseguia visão do que tinha no meio deles, possivelmente dinheiro. — Isso, dinheiro. — Mandou uma piscadela, provavelmente morreria agora com o palpite em falso.

Os homens murmuravam algo entre eles, então, abaixaram suas armas. Thomas fez uma careta e disparou contra a cabeça de um deles de raspão, em seguida utilizando de seus poderes para arremessar sua pistola sem munição agora contra a cabeça do outro, nocauteando-o com o acerto. Quando pensou em ir verificar o corpo no feno, acabou recebendo um disparo no ombro esquerdo, ajoelhando-se no chão e gemeu de dor.

— Filha da p@#! — Gritou e colocou a mão na região atingida, olhando para cima. Aquele que tinha acertado anteriormente de “raspão”, não tinha morrido. — Zumbi...

Moveu seu corpo para frente e começava a correr em direção da escada ao canto do armazém. O mutante pegava uma certa velocidade agora, subindo os degraus rapidamente e indo ao encontro do homem — indo para um lado e para outro — desviando dos disparos, usufruindo de toda sua velocidade agora. Socando o rosto daquele cara com sua canhota quando se aproximava o suficiente, o derrubando com força contra o solo devido a rapidez.

— Seu bosta. — Parava ao lado do corpo ao chão, girou seu corpo e golpeou a cabeça do sujeito com seu pé ao chuta-lo. Se aproximando do outro, fazendo o mesmo. — Droga...

Retomou a se joelhar no chão e deitou no chão logo em seguida, no ladinho do cara, colocando a mão dentro da farda e retirava seu celular, discando o número de seu capitão.

— Capitão... — Começou assim dizendo quando o seu chefe atendia. — Mande viaturas para minha localização. Acho que estou com o corpo do marido da vítima e outros dois homens, eu acho. Depressa, mande ambulâncias também, estou baleado e morrendo. Ligue para minha mãe também, diz que estou indo para o hospital... Pera, eu não tenho mãe.

Ele estava delirando e acabou desligando na cara do capitão. Derrubou o celular no chão e colocou os braços atrás da cabeça, como apoio enquanto esperava sua carona — típico do velocista.

Música de Encerramento:
Poderes:
• FISIOLOGIA DE VELOCIDADE: A fisiologia de Célere é adaptado para os rigores de correr em alta velocidade. Seus sistemas cardiovasculares e respiratórios são muitas vezes mais eficientes do que os de um ser humano normal. Ele metaboliza uma estimava de 95% do conteúdo calórico dos alimentos (os seres humanos normais usam cerca de 25%). Os processos químicos da musculatura de Mercúrio são tão melhorados que seu corpo não gera fadiga, o subproduto normal da locomoção, o que força o corpo a descansar. Em vez disso, seu corpo expele constantemente os resíduos durante a sua respiração acelerada através da expiração. As juntas são mais suaves e lubrificadas de maneira mais eficiente do que as de um ser humano normal. Seus tendões possuem a resistência à tração de molas de aço. Seus ossos contêm materiais desconhecidos significativamente mais duráveis do que o cálcio para suportar os choques dinâmicos de seus pés tocando o chão em velocidades que um ser humano nunca poderia alcançar ou resistir. O tempo de reação do Mercúrio é várias vezes mais rápido que um ser humano normal e a velocidade com que seu cérebro processa a informação é aumentada a um nível proporcional a sua velocidade corporal, permitindo-lhe distinguir o ambiente à sua volta ao viajar em altas velocidades. O canal lacrimal de Mercúrio é mais viscoso do que o normal, evitando assim a evaporação rápida e a reposição de fluidos da superfície de seus globos oculares sob a influência de ventos em alta velocidade de obstruir a sua visão;

• VELOCIDADE SOBRE-HUMANA: É a capacidade de afetar a velocidade com que os seres vivos se movem, contatando a si mesmo, podendo torná-lo tão rápido como uma bala, e atingindo a velocidade da luz, ou até bem mais. Sendo assim, Célere pode correr, mover e reagir a velocidades muito maiores do que a média humana. Sua velocidade máxima não é registrada, mas é demonstrado que ele pode pelo menos atingir Mach 4. Não está claro se sua habilidade de corrida excede a de Mércurio, como uma vez ele estava levando Wiccan por cima do ombro e estava conversando com Célere durante um amigável desafio do mesmo.

• RESISTÊNCIA APRIMORADA: A fisiologia da velocidade lhe concede maior resistência quando comparada a um ser humano comum, permitindo-lhe operar a uma capacidade máxima durante pelo menos várias horas antes de começar a cansar-se.

• ACELERAÇÃO MOLECULAR: Ele também pode gerar vibrações hiper-cinéticas que aceleram as moléculas na matéria, causando qualquer objeto sólido em que ele dirige suas vibrações para explodir.

• INTANGIBILIDADE: É capaz de fazer as moléculas de seu corpo vibrarem de tal maneira que pode se tornar intangível e atravessar objetos sólidos, além de destruir objetos com a força da vibração.
Arquivo Morto:
Vitalidade:
150/150

Velocidade:
150m/s [+5]
Percepção: 150m/s [+5]

Perícias: LEITURA CORPORAL, nível calouro;
Especialização: Energético.

Atributos:
Força — 5
Inteligência — 15
Resistência — 10
Agilidade — 15
Vigor — 15
Carisma — 5
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Nova York

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Re: [Missão One-Post] CSI - Thomas Depardieu Santorski (Normal)

Mensagem por Sandman em Dom Fev 11, 2018 1:40 pm

missão
Tua escrita é por deveras irônica e engraçada, de forma que peguei-me rindo em diversos momentos, a evolução da missão foi gradativa e bem orquestrada, apesar das cenas que envolvem as lutas terem sido um tanto quanto abruptas e “rápidas” demais – se me permite a ironia. Apesar de pequenos erros aqui e ali, é com estes adendos e elogios que tua missão aqui encontra seu fim. Eis tua recompensa:

informações

1. +4 níveis (20 pontos de atributo + 4 pontos de perícia)
2. +2 de fama positiva
3. -40% de HP (já retirados de seu Arquivo Morto)
4. Solicite neste tópico (aqui) a distribuição dos pontos de atributo/perícia
5. Após um post em ON em qualquer RP, conseguirá recuperar o HP perdido, postando mais uma vez no tópico de atualização requisitando a restauração..


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Re: [Missão One-Post] CSI - Thomas Depardieu Santorski (Normal)

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