Altimari, Yago

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Altimari, Yago

Mensagem por Yago Altimari em Seg Fev 12, 2018 5:48 am

original




Escreva os dados


i. A NOMENCLATURA: Yago Corentin Altimari
ii. COMO É CONHECIDO: Night Panther
iii. TIPAGEM SANGUÍNEA: Mutante
iv. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: 22
v. PRIMEIRO RESPIRO: 12/11/1995
vi. DESCENDENTE DE QUE POVO: Brasileiro, São Paulo
vii. COMPORTAMENTO: Bondade Caótica
viii. COMUNIDADE: Herói
ix. CARGO PROFISSIONAL: Estudante de Medicina Veterinária na New York University

Informe os atributos


i. PONTOS DE ATRIBUTO: 60 PA
ii. ESPECIALIZAÇÃO: Agilidade
iii. ATRIBUTOS:



FORÇA: 05INTELIGÊNCIA: 15
RESISTÊNCIA: 05AGILIDADE: 20 (+5)
VIGOR: 10CARISMA: 05



Diga as perícias


i. PERÍCIAS:

i. Furtividade, Nível Calouro


Cite os poderes


i. SUPER-PODERES:

PODER: Transformação em Pantera

Este poder trata-se da capacidade do usuário em transformar-se em um leopardo de pelugem negra, conhecido como pantera, adquirindo uma forma completa deste ou uma forma humano-animal. Possui também os sentidos apurados deste felino, e é capaz de comunicar-se com outros felinos.

i. ADQUIRE: MÍMICA ANIMAL, ANIMALIA, SENTIDOS AGUÇADOS, FORÇA SOBRE-HUMANA, ARMAS NATURAIS (GARRAS/PRESAS), SUPER-AGILIDADE, VELOCIDADE SOBRE-HUMANA.
ii. Possui três formas: a humana, comum, sem qualquer indício de que pode tornar-se um grande felino; a intermediária, como se fosse uma forma levemente humanizada do animal (bípede, inclusive); e a felina, que é, basicamente, o animal.
iii. Evolução (para mutantes): TRANSMORFISMO FELINO.

SUBPODER: Super-Resistência

Capacidade de realizar tarefas cansativas por um longo tempo sem se cansar. Também, consegue suportar movimentos ofensivos físicos contra si, como atacassem uma parede.



Conte o histórico


Contar, desde o início, minha história, pode parecer inútil, ainda mais quando você já sabe que isso tudo termina na minha transformação e nos meus poderes. Mesmo assim, acho que é importante e, se você está aqui e está lendo estas linhas, não vai se importar de saber tudo o que quero contar.

Nasci na bela capital paulista, a terra da garoa, cidade das águas de Março, São Paulo. E, pode até parecer clichê, mas cresci em meio ao que, posteriormente, seria meu poder: gatos. Filho dos veterinários Guilherme Altimari e Leona Corentin, boa parte da minha infância foi dentro da clínica deles, brincando com aqueles gatinhos. Mais curioso (e clichê, repito) era que, como se fosse magia, meu contato com aqueles felinos era benéfico para ambos. Eu me sentia melhor, e o tratamento deles era muito mais veloz. A afinidade com eles me empurro ao campo de pesquisa de meus pais, e o sonho de me tornar um veterinário empurrou-me a ter boas notas na escola e a ser um aluno focado num sonho.

Os relógios sempre seguiam seus movimentos, e lá estava eu, enfiado em montanhas de livros, sempre com um gato no colo para acariciá-lo. Não percebia que minha ligação com estes doces animais só crescia. E nem tinha tempo pra isso, tinha um sonho pra cumprir. Afinal, como sempre ouvi de minha mãe, tenho um mundo dentro de minha cabeça, e que bastava eu me esforçar para ter o que queria. E, poucos meses após meu aniversário, a carta de aprovação na New York University fez a festa de minha família. Era meu primeiro passo para a nova vida, e estudar numa conceituadíssima universidade do exterior faria com que meu currículo tivesse uma guinada espetacular. Sim, sabíamos dos riscos de ir para Nova York. Além de eu ser um brasileiro, também havia a fama novaiorquina dos vários seres poderosos que habitavam suas ruas. Sim, havia gente assim em São Paulo, mas nada comparado à Nova York. Só não sabíamos que isso não seria um problema pra mim.

A comemoração, dias antes de minha viagem, foi feita em um dos meus lugares favoritos: o Zoológico de São Paulo. Entretanto, quando disse, no parágrafo anterior, que esse dia era o primeiro passo para minha nova vida, não estava me referindo à profissão. Estava me referindo ao despertar de meus poderes. E tudo aconteceu num mero acidente, em que me apoiei demais numa mureta para ver uma pantera e acabei caindo dentro da área dela. Aquele dia foi muito estranho. Eu fiquei assustado ao perceber o que tinha acontecido, mas era mais por causa da queda, que machucara um de meus joelhos, e dos gritos de meus pais e familiares. O animal, que estava diante de mim, não me assustava em nada. Ao contrário. Vê-lo me fazia saber que eu estava seguro. Me fazia entender que nada de mal aconteceria a mim. E a certeza foi quando ele se aproximou e passou a lamber meu ferimento no joelho, em troca de suaves carícias que pude fornecê-lo. Tocava-lhe a pelugem negra, amaciando-a, e podia ouvir um leve ronronar daquele gato grande. Uma cena linda, mas assustadora para quem assistia de fora.

O resgate foi rápido, os funcionários do zoológico, mesmo que surpresos, conseguiram tranquilizar a fera para me remover do local. Minha reação, entretanto, é que foi inesperada: imediatamente, coloquei-me entre os funcionários e o animal, como se o protegesse do perigo. Como se sentisse que deveria defender aquela pantera. E, bom, não sei se o que assustou eles foi minha reação agressiva, ou o fato de eu ter rosnado para eles. Muitos olhavam pra mim, encarando-me com olhares suspeitos, e foi difícil convencerem-me a deixar o local. Apenas o fiz quando tive a certeza de que a pantera seria bem tratada. Isso me rendeu uma boa bronca de meus pais, mas não havia tempo para pensar naquilo. Minha viagem estava próxima. Aqueles atos, entretanto, afixados na minha mente, não me deixaram em paz nos meus últimos dias no Brasil.

Apenas fiquei mais uma semana em minha terra natal. E, durante aquela semana, mais e mais eu sentia que algo estava diferente. Me sentia estranho, como se... como se algo estivesse crescendo dentro de mim. Pude perceber que minha barba crescia mais rapidamente, bem como meus cabelos e, em um dia, acordei vendo meu travesseiro todo furado... sem ter dormido com nenhum gato próximo. Mesmo sentindo essas coisas, precisava partir aos EUA. Precisava lograr matrícula na universidade, e começar meus estudos. Começar uma nova vida num novo país e passar a me virar sozinho.

A chegada em Nova York foi tranquila, bem como a matrícula na universidade. E eu precisaria arranjar um lugar pra morar em duas semanas. Um trabalho árduo, com um fator complicante: os poderes. Três dias após chegar na cidade e dois após a matrícula, passei o dia todo trancado no quarto, ardendo de febre. E, na calada da madrugada, simplesmente me deu uma louca vontade de sair por aí. Na surdina, deixei o hotel em que estava hospedado e comecei a andar sem rumo. Sentia meu corpo doer, e cada vez mais sentia necessidade em ir a algum lugar. Só parei quando adentrei na parte mais isolada do Central Park, e foi aí que tudo aconteceu.

Lembro-me de ver o chão mais próximo, mas não de me deitar. Lembro-me de sentir os cheiros da área como um todo, mas não de cheirá-la. Lembro-me de ver tudo com maior clareza, mas sem acender uma luz. E senti-me aquecido, mas sem roupas. A primeira transformação sempre é a mais dolorida, e, olha, nunca senti tanta dor assim na vida. Meu corpo ardia a cada modificação óssea, a cada pelo que nascia em meu corpo. E eu gritava. Era um grito silencioso, que pouco a pouco tornou-se um forte rugido. E, quando acabou, eu senti prazer naquilo. Senti gosto em ser um animal. No fim, era como se eu tivesse me libertado das amarras da forma humana, e pudesse ser aquilo que eu sempre fui por dentro. O problema foi quando voltei à forma humana.

Desnudo e perdido no meio do Central Park, não sabia o que fazer. Sabia o que tinha acontecido, sabia que eu tinha poderes, mas todo o prazer da transformação tinha sido substituído pela incerteza do futuro. Agora eu era um mutante, não um humano comum. Como poderia conciliar isso com os estudos? E o pior é que eu continuava com os sentidos do animal! A mutação era forte, difícil de lidar. Eu precisaria ter alguém para me ajudar.

Consegui voltar ao hotel, passando a desculpa esfarrapada de que tinha sido assaltado. E, pode ser engraçado pensar, mas eu pesquisei na internet para encontrar uma moradia conjunta em que "segredos pudessem ser guardados". Acabei indo morar numa república de estudantes quase que em todo meu primeiro ano de universidade, mas nunca senti confiança em compartilhar meu segredo com algum de meus colegas. Acabei isolando-me um pouco nesse sentido, pois eu era o único que guardava segredos. Até desconfiavam de minhas atitudes estranhas, mas não sentiam intimidade para me perguntar. Entretanto, eu consegui um amigo nessas idas e vindas, alguém que eu pude confiar e que, no fim, pude contar meu segredo. Surpreendi-me quando ele disse que também tinha um poder, e foi com ele que comecei a treinar, a fazer com que meus poderes crescessem.

Hoje, já tenho um domínio maior sobre meus poderes felinos, e até mesmo consegui desenvolver mais uma forma transmórfica, podendo virar um werepanther e também conseguindo ter atributos de pantera sem necessitar da transformação. Mas, certamente, ser um mutante mudou-me permanentemente. E me incentivou a ser algo mais. A ser o Night Panther. O Pantera da Noite. Um herói.

Outras Coisas


i. Yago tem forte ligação com felinos, mas tem repulsa a cães.
ii. Algumas atitudes de Yago são ligadas a seu lado animalesco.
iii. O amigo dito na história é o segundo personagem do Andy. Mas, como eu não lembrei de pegar o nome dele, não citei.
iv. Apesar do PP não mostrar, Yago tem olhos da cor âmbar.
v. O poder trouxe também algumas consequências algum tempo depois. Depois que ele se transforma de volta em humano, acaba ficando uma hora com alguns atributos felinos pelo corpo, como uma quantidade maior de pelos corporais, caninos mais longos, etc.
vi. Não sei se é permitido, mas eu gostaria que os sentidos aguçados dele fossem passivos.
vii. Yago precisa se transformar pelo menos uma vez por dia, nem que fique por cinco minutos. Caso não o faça, ele começa a se sentir mal e a ficar um pouco mais animalesco.


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